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DEVE-SE PUBLICAR TUDO? E DIVULGAR TUDO QUE SE PUBLICA?


DEVE-SE PUBLICAR TUDO?

E DIVULGAR TUDO QUE SE PUBLICA?

 

Por: Cintra e Castilho

 

            Consideramos extraordinário o exemplo de Yvonne A. Pereira que, tendo recebido mediunicamente o livro “Memórias de um Suicida”, engavetou-o porque tinha dúvidas quanto ao conteúdo da obra. Somente depois de mais de 20 anos é que o entregou à editora, após revisão espiritual de Leon Denis.

            Hoje, porém, é fácil observar que muitos médiuns não procedem da mesma maneira, enviando apressadamente para publicação tudo que recebem do plano espiritual.

            Daí um grande número de obras que não merecem ter sido publicadas por divulgarem violência, sensualidade, assuntos escabrosos, explicações anti-doutrinárias e temas excessivamente repetidos. Ou apresentam linguagem confusa e até contradições. Além disso há um número crescente de instituições assistenciais espíritas editando livros com o objetivo único de obter recursos financeiros sem avaliar devidamente o conteúdo de tais obras, o que, a nosso ver, contraria a finalidade superior do livro espírita, pois segundo Emmanuel ö livro espírita já é caridade em si mesmo”.

            Diante desta situação, julgamos oportuno consultar a opinião de Allan Kardec, que tratou o problema em dois na Revista Espírita: “Deve-se publicar tudo quanto dizem os espíritos?” (nov./1859) e “Exame das comunicações que nos enviam”(mai./1863), os quais recomendamos aos médiuns psicógrafos, escritores, editores e redatores de jornais espíritas.

            Após uma leitura atenta dos dois artigos, destacamos, com algumas adaptações, as seguintes observações, denominando-as de critérios para análise de matéria destinada a publicação.

1 – Não aceitar cegamente textos mediúnicos sem um controle severo. Publicar sem exame, ou sem corretivo tudo quanto vem dos espíritos, seria dar prova de pouco discernimento;

2 – Ao lado de comunicações francamente más, outras há que são simplesmente triviais ou ridículas. Tais publicações têm inconveniente de induzir em erro pessoas que não estejam em condições de aprofundar-se e de discernir entre o verdadeiro e o falso;

3 – Há comunicações que podem prejudicar gravemente a causa que pretende defender, em escala muito maior que os grosseiros ataques e as injúrias de certos adversários;

4 – A importância que, pela divulgação, é dada às comunicações de espíritos inferiores os atrai, os excita e os encoraja;

5 – Os bons espíritos ensinam mais ou menos a mesma coisa por toda a parte, porque em toda parte há os mesmos vícios a reformar e as mesmas virtudes a pregar. Por isso, há centenas de

lugares onde se obtém coisas semelhantes, e que é poderoso de interesse local pode ser banalidade para a massa;

6 – Uma coisa pode ser excelente em si mesma, muito boa para servir de instrução pessoal, mas o que deve ser entregue ao público exige condições especiais. Convém, portanto, rejeitar tudo quanto, pela sua condição particular, só interessa àquele a quem se destina. E também tudo quanto é vulgar no estilo e nas idéias, ou pueril pelo assunto;

7 – Mesmo a pessoa mais competente pode enganar-se: tudo está em enganar-se o menos possível. Há espíritos que se comprazem em alimentar em certos médiuns, a ilusão de que não estão sujeitos a enganos. Por isso, nunca seria demais recomendar a estes não confiar em seu
próprio julgamento. Nesse sentido, os grupos são importantes pela multiplicidade de opiniões que neles podem ser colhidas. Aquele que, nesse caso, recusasse a opinião da maioria, julgando-se mais esclarecido que todos, provaria superabundantemente a má influência sob a qual se acha;

8 – Ao lado de alguns bons pensamentos encontra-se, por vezes, idéias excêntricas, traços inequívocos da mais profunda ignorância. Nesta espécie de trabalho mediúnico é que maisevidentes são os sinais da obsessão, dos quais um dos mais freqüentes é ainjunção da parte do espírito de os fazer imprimir;

9 – Nenhuma precaução é excessiva para evitar publicações lamentáveis. Em tais casos, mas vale pecar por excesso de prudência, no interesse da causa;

10 – Publicando comunicações dignas de interesse, faz-se uma coisa útil. Publicando as que são fracas, insignificantes ou más, faz-se mal em vez de bem;

11 – Uma consideração não menos importante é a da oportunidade. Comunicações há cuja publicação é intempestiva e, por isso mesmo, prejudicial. Cada coisa deve vir a seu tempo;

12 – Não se trata de desencorajar as publicações. Longe disso. Mas mostrar a necessidade de rigorosa seleção do material. Aplicando estes princípios às comunicações a ele enviadas até maio de1863, Kardec classificou-as, obtendo as seguintes conclusões:

a)     Em 3.600, mais de 3.000 eram de moralidade ireprochável;

      b)     Desse número, menos de 300 poderiam ser publicadas (menos de 10%);

c)     Apenas 100 apresentavam-se de mérito inconteste. Quanto aos originais produzidos por encarnados , em cerca de 30, Kardec encontrou 5 ou 6 de real valor. Conclusão de Kardec: “no mundo invisível como na terra, não faltam escritores, mas os bons são raros.” Estes  critérios de Kardec, propostos para análise de viabilidade de publicações espíritas, são
perfeitamente aplicáveis aos divulgadores no exame das obras já editadas.

Na verdade, o livro espírita deve ser examinado em diferentes níveis, sendo a passagem para o nível seguinte condicionada à aprovação nos anteriores, até chegar ao leitor. Pode-se citar os seguintes níveis principais:

a)     Autor encarnado ou espírito e médium (Autocrítica)

            b)     Editor (incluindo-se as revisões gramaticais e gráficas)

c)     Distribuidor

            d)     Divulgador

Esta sequência, entretanto, nem sempre é observada em uma, algumas ou, lamentavelmente, em nenhuma das etapas. Mas como a nossa doutrina proporciona ampla liberdade à criatura, lembremos o dito do Mestre: “A cada um segundo a sua própria consciência”.

Nestas etapas em cadeia, a tarefa do divulgador reveste-se de especial importância, na medida em que representa a última oportunidade de se evitar a difusão de obras clara ou potencialmente prejudiciais aos postulados doutrinários básicos. Estamos conscientes de que o problema apresenta aspecto delicado. Mais uma razão para enfrenta-lo com serenidade, sim, mas com determinação. Do contrário, Kardec não teria tido o cuidado de passar à posteridade suas observações, conclusões e recomendações. É preciso haver um conjunto de critérios seletivos para aquilo que circula no âmbito de um movimento de porte e das responsabilidades do espiritismo. Não nos cabe impedir de que os textos inaceitáveis sejam lidos, mesmo porque cada um assume a responsabilidade pelo que faz ou permita que faça.

Entendemos, contudo, que é dever e direito do espírita consciente rejeitar a obra que lhe pareça inadequada, sem necessidade de nenhum comitê de censura e emitir listas
condenatórias.

                       Por isso conclamamos os idealistas da área de divulgação do livro espírita a não ignorarem esta questão.
 

(transcrito do Jornal Macaé Espírita, edição de julho/agosto de 1992, página 3)


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Respostas a este tópico

Ótimo! É preciso ter consciência na hora de editar um livro, texto ou artigo.
Acho coerente e de bom senso, pois caso contrário banalizaria a doutrina perdendo o seu objetivo maior.
Poderiamos ir mais longe questionando o leitor: qual seu comportamento em relação aos livros que lhe chegam às mãos, sobretudo quando assinados por “nomes e sobrenomes ilustres”, de autores que parecem ter e gozar, por sua identificação medianímica, de prestígio e respeitabilidade?

Na doutrina espírita a dúvida é um dos elementos básicos para a busca da verdade. Kardec a aconselha como método de controle das manifestações mediúnicas e dos estudos dos princípios doutrinários.
Realmente concordo com Francisco, nós leitores também somos responsáveis, pois nós incentivamos esses pseudo sábios comprando o livro, incentivando este comércio.
E tem gente que gosta de certos livros, com certos autores, e de certos espiritos, porque eles falam como o povão, vulgarizando a Doutrina e fazendo piadas usando o Espiritismo. Eu não compro mais esses livros, nem perco tempo com isso. Ah irmãos, não se esqueçam que todos irão responder por isso e principalmente os que divulgam e incentivam este comércio.
É o correto pois devemos nos informar sobre os autures, o contexto que se apresenta, pois Livros relacionados á Doutrina Espirita são para nos ajudar a fortalecer e evoluir.
Prezados senhores.
Achei muito interessante o artigo e em principio não discordo dele, mas gostaria de formalizar alguns pensamentos meus:
Em princípio penso que cabe ao editor e ao leitor fazer a seleção do que edita e do que lê. Gostaria também, como ja comentei em algum outro artigo aqui, que os romances são "para os que estão chegando na doutrina", e são muito importantes sim, na assimilação de uma doutrina filosófica complexa como é o Espiritismo, e falo isso como uma pessoa de 63 anos , que nasceu em lar espírita, depois de três passes aplicados por uma médium com atributos de cura, com intervalo de tempo para um bom parto, sem complicações, ou seja: nasci sob a égide de espiritos bons e abnegados que me ajudaram a chegar ao mundo. Neste lar onde cresci e convivi com obsediados que eram tratados e curados, pela mediunidade da minha mãe, pessoa abnegada ao próximo, aprendi a conviver com fenômenos mediúnicos com naturalidade, mas certo dia, ainda bem jovem, em que conversava com uma colega de trabalho, de religião diferente, eu me dei conta de que o que era naturalíssimo para mim, era apavorante para ela, orientada numa outra fé.
Dai em diante, e já se vão muitos anos, procuro respeitar os outros olhares, e ao passar informações da doutrina, procuro ser natural e não ser arrogante e nem dona da verdade, dando idéia falsa de que o espiritismo é uma doutrina elitista, onde só os cultos e os letrados a conseguem entender. Dai que escrevo livros sim, com humildade,embasados nas obras básicas, passando principalmente a lição de "causa e efeito" em parábolas, método ensinado por Jesus para explicar os seus ensinamentos , em histórias simples, de acesso fácil aos menos "cultos" como eu, só que ao fazê-lo não me vejo como uma pessoa diferente, que sabe tudo, pelo contrário; também vou em busca do auto-conhecimento com humildade, reconhecendo que é uma batalha constante brigar conosco o tempo todo e nos policiar para errar menos a cada momento.
Para terminar eu deixaria aqui a sugestão para a releitura (tenho certeza que todos ja leram) o Livro do Chico Xavier e Irmão Jacob -Voltei, para uma reflexão, assim...sem compromisso.
Abraços e muita paz
Clotilde Fascioni
A liberdade de imprensa é para todos. O incorreto é apropriar se do rótulo Doutrina Espírita para qualquer publicação.
Essa apropriação indevida e até leviana tem acontecido cada vez mais. Preocupa-me também a venda de obras não espíritas em Feiras do Livro Espírita.
Condordo totalmente com o seu comentário, e dos amigos anteriores, o artigo em si é que achei um tanto desciminatório, daí o ter dado uma resposta talvez um pouco contundente, me desculpem.

Sulamita de Almeida disse:
A liberdade de imprensa é para todos. O incorreto é apropriar se do rótulo Doutrina Espírita para qualquer publicação.
Essa apropriação indevida e até leviana tem acontecido cada vez mais. Preocupa-me também a venda de obras não espíritas em Feiras do Livro Espírita.
Separar o Joio do Trigo, não se demonstra tarefa fácil no seio da literatura espírita hodierna. Não há consenso a respeito de certas obras e oradores, mesmo entre as Federações Estaduais, e mesmo entre os oradores e escritores espíritas, vê-se em muitos casos, tanto no rol de oradores, como no de escritores, o vulto da vaidade assolar suas obras e sua conduta dentro do movimento, e alguns, alicerçados por grupos federativos, acham-se "estrelas" e donos da razão. Eis porque a Doutrina Consoladora e Universalista, vem se fulcrando, como dito, em certas "estrelas" ou "pop stars" dentro do movimento, e a doutrina vem adotando um caráter reducionista, e se alicerçando em torno de poucos escolhidos como mensageiros do Evangelho e da Verdade dos Espíritos. Sem retirar o mérito de grandes almas do movimento, tais como, a figura impoluta de um Divaldo Pereira Franco, de um espírito de escol como Chico Xavier, dentre outros, não podemos alçar esses baluartes do Espiritismo ao pedestal da "adoração", chegando ao cúmulo de criar dentro do movimento grupos de "Divaldistas" ou de "Chiquistas" , pois que, nem mesmo a magnânima figura do excelso Chico Xavier, jamais permitiu ou deu azo a adorações ou elogios exagerados sobre a sua pessoa, ante o grau de humildade que pautava sua vida e seus atos. Vemos a cizânia,muitas vezes, estremecer o movimento espírita, principalmente corroboradas por grupos fechados e Federações Espíritas, onde a briga politica por cargos de direção ou de projeção no movimento, não coadunam com os preceitos básicos do amor e da caridade, pontos cardeais, que devem nortear a todos nós que abraçamos a doutrina do "Evangelho Redivivo". Diante disso vemos muito Joio e pouco Trigo, tanto no conteúdo de muitas preleções de espíritas ditos "renomados" , assim como na literatura crescente que florece no movimento, sem os requisitos mínimos, para ostentar o galardão de "Literatura Espírita". Mas como diz um brocardo popular aqui do meu Estado de Goiás: "Em plantação de mamão tudo se aproveita, os bons frutos nós nos deliciamos, os ruins alimentamos os porcos". Cabe a cada um a faculdade de escolher comer um bom mamão, ou chafurdar na lama entre os porcos, comendo os frutos imprestáveis, que foram recusados pelo dono da plantação. Pensemos nisso!!

EUDES
Olá amigos.
Esta questão deve merecer de nós muita atenção.Foi-se o tempo que a Doutrina sofria ataques por parte de pessoas e intituições que professam fé diferente.Hoje devemos nos preocupar com o que estamos fazendo dentro do movimento espírita,se estamos sendo fiéis aos postulados de Kardece dos Espíritos Superiores.Existem sim,infelizmente obras que estão aquém na questão doutrinária.Já tive a experiência de ler uma obra de um conhecido médium,onde as informações ali contidas diferiam completamente daquilo que prega a Doutrina.Comecei a me ver envolvida por aquelas ideias,que me fazia olhar os companheiros do grupo espírita com certa antipatia e animosidade,já que o livro repetidamanete alude ao fato de ser o espírita,criatura imperfeita,que mais se preocupa consigo mesma.Analisando os fatos pude perceber que era realmente isso que o livro pretendia,criar entre os espiritas um clima de desconfiança.Talvez fomentado por irmãos desencarnados que combatem a Doutrina.N se tratava de obra que valesse a pena ser lida e divulgada.Outro aspecto que me chamou a atençao,foi o fato de a toda hora de forma disfarçada ser feito elogios ao médium por parte do autor espiritual.Lendo uma obra de Divaldo Franco deparei-me ali com o autor espiritual do tal livro e notei quão diferente era seu modo de ser em relação ao outro livro publicado por outro médium.Não quero fazer aqui críticas a quem quer que seja,Só estou narrando estes aconteciemntos para exemplificar o quanto nos precaver em relação ao que lemos.Com relação a quem chega ao centro espirita e pede algo para ler dentro do seu pequeno entendimento.creio existir obras variadas que podem auxiliar os novatos.Sugiro so romances ditados pelos Espíritos: Emmanuel,Victor Hugo,Charlles, entre outros,todos levam a reflexão,sendo ao mesmo tempo que é uma leitura leve e agradável.
A todos muita paz.

Olha o que Divaldo Franco fala sobre isso (Divulgar todas e qualquer mensagem): Veja o vídeo:

 

http://www.youtube.com/watch?v=PK27LlHO71Q

 

--------------------

 

 

É por estes motivos, que aos adeptos da Doutrina Espírita é imprescindível o estudo das obras básicas da codificação, para que possam ter base de discernimento e julgamento das chamadas "leituras complementares". Estudar sempre! Estudar muito! Para não se deixar enganar. Muita paz, que brilhe a nossa luz!

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