REDE AMIGO ESPÍRITA

Divulgando, Instruindo e Unificando!!!

Companheiros, confrades, irmãos no ideal espírita, acredito que estamos no limiar de uma nova era: a era do espírito.

Da publicação do livro dos espíritos aos dias de hoje muitas mudanças houveram. Podemos considerar que a obra de Chico Xavier, principalmente os livros de André Luiz, nos trouxeram uma visão ampliada do conceito de erraticidade revelado no pentateuco kardequiano. 

Com Kardec tivemos a certeza da imortalidade e da reencarnação e uma parco entendimento do mundo espiritual. Mas para a época isso é o que bastava e já era muito. Embora Andrew Jackson Davis levantou uma ponto do véu e nos aguçou a busca do conhecimento extra-físico, isso não chegou a abalar o movimento espírita no sentido do entendimento da vida pós morte.

Com Chico Xavier, no entanto, a doutrina tomou outros rumos, no sentido evolutivo da própria doutrina. Novos termos e novidades além túmulo vieram povoar de surpresas e esperanças a mente do homem encarnado no plano mais denso. Volitação, passes magnéticos, mediunidade no plano espiritual entre espíritos, esferas e dimensões vibratórias, ovóides, licantropia, zoantropia, pétalas de luz recaindo sobre o orador, colônias espirituais, aerobus e muito mais. Quanta novidade. Que novo mundo se abria a nos mostrar a infinitude da criação em seus vários aspectos e dimensões.

Após o desencarne de Chico Xavier, e mesmo antes, essas notícias meio que desapareceram ou até mesmo perderam a graça. Há anos aguardamos comunicações do plano do espírito que nos renove a esperança, principalmente nesta fase de transição onde os valores da moral, do belo, da arte vão se degradando cada vez mais e mais...

Mesmo assim sentimos que falta algo. Temos sede de conhecimento. Milhões de porquês nos castigam a alma dia e noite e buscamos as respostas ansiosamente em Kardec, Chico, Divaldo, Haroldo e outros tantos luminares da nossa doutrina. Procuramos assistir vídeos no YouTube, fóruns, redes sociais, livrarias e não conseguimos encontrar respostas que nos alimentem a fome do saber de maneira satisfatória.

Vejam por exemplo a questão proposta neste tópico: Do átomo ao arcanjo, que consta da questão 540 de "O livro dos Espíritos". Como entender isto sem aquela já conhecida atitude de falar, falar e falar e na verdade não responder à questão na sua profundidade. Sim. Na internet se buscarmos uma resposta para isso encontraremos muitas mas nenhuma com a real profundidade que mitiga a sede mental de esclarecimentos.

Faltava algo superior que pudesse sintetizar o conhecimento e completar as lacunas existentes na doutrina. Onde a resposta?!! Onde a saída? Qual caminho a seguir? Existe um caminho?

Eis que  já existia há muitos anos e muitos de nós não sabíamos e não sabemos. Eis que surge uma obra monumental que ao meu ver, é a evolução doutrinária que precisávamos para entender esses vários porquês. Eis que surge e agora é redescoberta a obra monumental de um apóstolo do Cristo: Pietro Ubaldi.

Sim. Com Ubaldi vamos encontrar o elo que faltava. Vamos encontrar o poço de água cristalina que vai saciar a nossa sede de maneira perene. Vamos encontrar o alimento que alma necessitava para manter acesa a chama da fé, que por muitas vezes oscilou e quase apagou.

Com Ubaldi vamos entender por que o arcanjo está encarcerado no átomo. Por que os animais sofrem. Por que precisamos evoluir. Por que a lei de destruição é necessária. A origem do bem e do mal, da dor, da tristeza, do caos e também o caminho para deles fugirmos.

Com Ubaldi vamos entender por que somos deuses. Por que Jesus veio nos salvar. Vamos, enfim, entendermos perfeitamente a parábola do filho pródigo. 

Mas atenção. As respostas não estão ao alcance de qualquer um que deseje encontrá-las prontas. Será necessário estudar com persistência e dedicação na afanosa busca do conhecimento interior. O prêmio será a consolação e o fortalecimento da fé, através do entendimento racional questões básicas do existir: De onde viemos? Para onde vamos? Por que viemos?

Paz e luz para todos

Exibições: 3889

Responder esta

Respostas a este tópico

Luis:  Apenas mais um ponto que, talvez, vc compreenderá: onisciência e livre-arbítrio são mutuamente excludentes; lei de causa  e efeito e livre arbítrio são mutuamente excludentes; existindo onisciencia não existirá livre-arbítrio; existindo lei de causa e efeito (e a existência desta é inquestionável) não existirá livre-arbítrio!

Isso é a sua opinião, que na minha opinião, são faz muito sentido, nem mesmo teria lógica.

O problema é que você sempre dá uma resposta genéria para todos os casos, como se essa fosse a melhor argumentação. Deveríeis analisar cada caso onde considera irracionalidade do homem, ou mesmo onde considera que o homem toma decisões contra sua própria vontade.

Se analisasse os casos com mais cautela, veríeis que no fundo de cada situação contrária as leis dividas, a origem é sempre a mesma.


Contudo, tenhamos cuidado para não tentar penetrar no impenetrável. Temos que ser humildes e considerar que Deus pode deixar certas coisas ocultas. Mas não devemos nos perturbar por isso. Correríamos o risco de tentar buscar as respostas, mas isso não nos tornaria melhores. Temos tantas coisas a fazer, partindo do que já nos foi ensinado, e nem mesmo isso conseguimos realizar em plenitude.

Moisés já veio trazer a mensagem libertadora, para que amassemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos, mas até hoje muitos ainda não fazem.

Séculos depois Jesus trouxe um novo mandamento, mais eficiente, dizendo que devemos amarmos uns aos outros da forma como ele nos amou, mas ainda estamos longe de tolerar os que nos cercam.
Pelo Espiritismo, Jesus volta para clarear o que havia sido dito 18 séculos antes, mas muitos ainda buscam outras respostas.

 Ref resp Hilton Cesar, de 26 04 16, 10:49

      Luis (resp ant): Apenas mais um ponto que, talvez, vc compreenderá: onisciência e livre-arbítrio são mutuamente excludentes; lei de causa e efeito e livre arbítrio são mutuamente excludentes; existindo onisciência não existirá livre-arbítrio; existindo lei de causa e efeito (e a existência desta é inquestionável) não existirá livre-arbítrio!

      Hilton disse: Isso é a sua opinião, que na minha opinião, são faz muito sentido, nem mesmo teria lógica.

      Luis: não coloco aqui opiniões; se alguma vez coloquei foi por erro meu, meu jovem; vou tentar explicar em poucas palavras: se por ser onisciente Deus sabe que amanhã, às tantas horas, em tal lugar, vc matará um homem, ou cometerá um delito qualquer, ou fará um ato de amor, como é que vc, usando seu livre-arbítrio, poderá se modificar a si mesmo, mudando a intenção de matar, perdoando aquele homem, não fazendo o ato de amor? Como vc poderá deixar de matar aquele homem, ou poderá deixar de cometer aquele delito? Como, usando sua liberdade de escolher, vc poderá modificar aquilo que desde sempre Deus sabe que vc fará? Como poderá vc contrariar a sabedoria/ciência/conhecimento que Deus já tem, desde sempre, desde de antes de criar vc, sobre o que vc fará amanhã, ás tantas horas em tal lugar etc?

      Hilton: O problema é que você sempre dá uma resposta genéria para todos os casos, como se essa fosse a melhor argumentação. Deveríeis analisar cada caso onde considera irracionalidade do homem, ou mesmo onde considera que o homem toma decisões contra sua própria vontade.

      Luis: meu jovem amigo, nunca alguém, ou melhor: ninguém toma decisões contra sua própria vontade; a não ser se não conseguir resistir ao medo de que se cumpram ameaças contra ele (como naquelas historinhas em que o rapaz se casa, porque o pai da moça o força a ir para a igreja com uma carabina apontada para ele!!). O homem sempre decide perfeitamente de acordo com sua vontade (nem mesmo um louco decidirá agir contra sua própria vontade); o que acontece é que a vontade do homem é levada a ser esta ou aquela, neste ou naquele sentido, por forças externas, forças que, portanto, não dependem dele, mas daquilo que aprendeu na vida.

      Preste bastante atenção, meu jovem, e procure perceber se a vontade que vc tem, vc pode “manipulá-la” do modo que vc quiser.

      Nossa vontade nasce/depende de “nossos” pensamentos; nosso arbítrio ou escolha nasce/depende de “nossos” pensamentos, concorda? Mas, raciocine: “nossos” pensamentos nascem/dependem de quê?

      E vc, meu jovem, lembrando Moisés, me fez lembrar das chamadas “revelações”. Assim só mais uma pergunta: vc sabe porq a “revelação” que Moisés trouxe tem o nome de “Primeira”?

      Há 2 tipos, ou espécies, ou naturesas de regras, “regras de bem conviver” e “regras de salvação”; Moisés trouxe apenas “regras de bem conviver”, nada mais. (Lembre-se das circunstâncias caóticas que Moisés enfrentou na fuga dos hebreus, em 40 anos pelo deserto!), 

........

Luis: o que acontece é que a vontade do homem é levada a ser esta ou aquela, neste ou naquele sentido, por forças externas, forças que, portanto, não dependem dele, mas daquilo que aprendeu na vida.

Isso é sua opinião. Você diz que não depende dele, então dependeria do exterior. Se pensar que o exterior é a ação de outros homens, que por sua vez não decidem nem criam nada, então você considera Deus o responsável pelas más inclinações nossas?

A bíblia e o espiritismo ensinam algo diferente que vou citar mais uma vez;

"Antes, cada qual é provado pela própria concupiscência, que o arrasta e seduz.Tiago 1:14"

"Seria, porventura, o estadista humano responsável pelos atos desrespeitosos de quantos inquinam a lei por ele criada?" Emmanuel.

"Ser tentado é ouvir a malícia própria, é abrigar os inferiores alvitres de si mesmo, porquanto, ainda que o mal venha do exterior, somente se concretiza e persevera se com ele afinamos, na intimidade do coração"

"O aprendiz sincero do Evangelho, entregue ao árduo processo de renovação substancial, luta em silêncio para vencer os milênios de sombra que ainda legislam em seu mundo íntimo, mas sem perder a esperança na vitória final sobre si mesmo".

Luis:  "Deus sabe que amanhã, às tantas horas, em tal lugar, vc matará um homem, ou cometerá um delito..."

O onisciência não se resume nisso, creio que você saiba. Tal situação poderia ser prevista por um espírito superior.

O pai que sabe que no dia tal, o filho terá uma avaliação escolar, e  percebendo que o filho não está se preparando, logo saberá que o filho terá uma nota baixa. O pai que sabe por ante-mão que o filho irá falir na avaliação, não será responsável pela nota baixa, pois que executa a avaliação é o filho.

Deus, como nos conhece sabe de ante-mão nossas más ou boa inclinações, mas devemos atribuís nossos fracassos a Ele.

Além disso, a vida de cada pessoa não estaria totalmente escrita e direcionada, mas estaria numa rede limitada de possibilidades, conforme a necessidade de aprimoramento do indivíduo.

 

Hilton Cesar 

      Luis (msg ant): o que acontece é que a vontade do homem é levada a ser esta ou aquela, neste ou naquele sentido, por forças externas, forças que, portanto, não dependem dele, mas daquilo que aprendeu na vida.

      Hilton: Isso é sua opinião. Você diz que não depende dele, então dependeria do exterior.

      Luis: não, meu jovem; é percepção, experiência.

      Vamos exemplificar com vc: se depende de vc, tente uma explicação do porq tantas vezes vc exerce sua vontade de modo a errar absurdamente, provocando terríveis sofrimentos para os semelhantes, para seus queridos e para vc mesmo? 

      Hilton: Se pensar que o exterior é a ação de outros homens, que por sua vez não decidem nem criam nada, então você considera Deus o responsável pelas más inclinações nossas?

      Luis: meu jovem, vc tem conhecimento exato sobre o que, na verdade, seja aquilo a que as religiões designam com a palavra Deus? Tem ciência do que esse nome “Deus” representa?

      Hilton: A bíblia e o espiritismo ensinam algo diferente que vou citar mais uma vez: "Antes, cada qual é provado pela própria concupiscência, que o arrasta e seduz. Tiago 1:14".

      Luis: vc já citou e eu já comentei e comento novamente, ou melhor, repito a pergunta que já lhe fiz: e vc pode nos

dizer fruto/resultado de que é a concupiscência (desejo intenso, anseio pelos prazeres da carne, ou materiais, desejo sexual exagerado)? Como se forma a concupiscência em nós?       

      Hilton: "Ser tentado é ouvir a malícia própria, é abrigar os inferiores alvitres de si mesmo, porquanto, ainda que o mal venha do exterior, somente se concretiza e persevera se com ele afinamos, na intimidade do coração".

      Luis: sem dúvida que não resistimos às tentações, atrações, chamados que nos venham do exterior se com eles nos afinarmos; mas, meu jovem, reflita e responda? Qual é a causa de nos afinarmos com tentações que nos vêm de fora de nós? E mais isto: qual é a causa de uns se afinarem e não resistirem a elas, ao passo que outros não se afinam e assim conseguem resistir?

      Hilton: "O aprendiz sincero do Evangelho, entregue ao árduo processo de renovação substancial, luta em silêncio para vencer os milênios de sombra que ainda legislam em seu mundo íntimo, mas sem perder a esperança na vitória final sobre si mesmo".

      Luis: com essa citação acima, poderemos encher um livro de comentários e perguntas:

      - primeira: o que é esse “árduo trabalho de renovação substancial” senão aquilo a que se dá o nome de “reforma íntima” (foi assim q entendi)? Se temos de fazer essa renovação ou reforma, o que foi que nos deformou? Nosso desejo de nos deformar?!!

      - segunda: a que se deve essa “árdua luta” para vencer os milênios de sombra que ainda estão em nosso mundo íntimo? Nós mesmos colocamos essas "sombras" em nós?

      - qual é a causa dessas sombras estarem habitando seu íntimo? Como penetraram aí, ou, como as adquirimos?

      - como fazer para lutar “mas sem perder a esperança na vitória final sobre si mesmo"? Se esperança é fé, suposição, crença, como fazer para ter essa fé, se tê-la ou não tê-la, não depende de nós mesmos, de nosso desejo ou vontade?

      Luis (msg ant): "Deus sabe que amanhã, às tantas horas, em tal lugar, vc matará um homem, ou cometerá um delito..."

      Hilton: O onisciência não se resume nisso, creio que você saiba. Tal situação poderia ser prevista por um espírito superior.

      Luis: meu jovem onisciência é deter todo o saber, saber tudo que seja cognoscível, incluindo pensamentos, sentimentos, vida, passado, presente, futuro, e todo universo, etc; é a capacidade/poder de ter ciência de absolutamente tudo, de conhecer e saber tudo, desde o passado infinito ao infinito futuro...

      Qto ao que vc disse que “tal situação poderia ser prevista por um espirito superior”, não entendi; se puder ser mais claro...

      Hilton: O pai que sabe que no dia tal, o filho terá uma avaliação escolar, e percebendo que o filho não está se preparando, logo saberá que o filho terá uma nota baixa. O pai que sabe por ante-mão que o filho irá falir na avaliação, não será responsável pela nota baixa, pois que executa a avaliação é o filho.

      Luis: sim, e daí, o que isso tem a ver com a onisciência?

      Hilton: Deus, como nos conhece sabe de ante-mão nossas más ou boa inclinações, mas devemos atribuís nossos fracassos a Ele.

      Luis: então atribua seus fracassos, erros, escolhas absurdas a vc mesmo! E daí, como vc as explicará? Fez erros por querer? Por ignorância? Porq?

      Hilton: Além disso, a vida de cada pessoa não estaria totalmente escrita e direcionada, mas estaria numa rede limitada de possibilidades, conforme a necessidade de aprimoramento do indivíduo.

      Luis: não é que não estaria; não está direcionada a nada, nem mesmo “conforme a necessidade de aprimoramento do indivíduo”.

      Meu jovem estude, raciocine, compare, observe o mundo e não se esqueça de fazer o teste de que lhe falei, e de ver no LM, o cap 3, item 35.

.........

Luis: Vamos exemplificar com vc: se depende de vc, tente uma explicação do porq tantas vezes vc exerce sua vontade de modo a errar absurdamente, provocando terríveis sofrimentos para os semelhantes, para seus queridos e para vc mesmo? 

Quantos de nós fazemos isso com consciência do erro? Você faz?

A maioria erra na intenção de acertar.

Mas muitas dessas situações que você cita são explicadas pela ciência. Quando repetimos um certo comportamento, segundo pesquisas, usamos cada vez menos a parte do cérebro responsável pelo discernimento, fazendo com que venhamos a ter atitudes que claramente são prejudiciais, mas a pessoa que pratica não tem percepção, pois a ação estaria num estado quase que mecânico.

Você não quer aceitar o que a doutrina espírita propõe, tens liberdade para isso, como a maioria das pessoas fazem.

O que as vezes incomoda um pouco, é que você sempre nos faz muitas perguntas, pede que respondamos, até aí tudo bem, mas nunca responde às nossas perguntas. Pois sua resposta é sempre uma outra pergunta.

Se você tivesse a missão de ensinar alguém, que não consegue aprender pela reflexão de seus questionamentos, o que você faria? Desistira da tarefa ou daria alguma resposta, algum incentivo?

Fica meio chato conversar com alguém que não expressa opinião e só questiona.


Repito, não tenho essas dúvidas que você tem, para mim, a doutrina responde aquilo que você sempre questiona.

Pode ser o caso de eu estar em um nível muito inferior ao seu e que não sou capaz de vez essas lacunas.

Mas entendo que está muito bem explicado, tudo aquilo que precisamos para nossa evolução.

Penso que no seu caso, o pouco que o cristianismo ensina, já seria o suficiente para sua libertação e depuração. Outras explicações poderiam vir em um época em que pudéssemos usar mais de 50% do cérebro, por exemplo.

Você perguntou como se forma a concupiscência em nós? Ou seja, o desejo de coisas matérias, de sexualidade.

Desde nossa criação até hoje, em que estado você pensa que passamos a maior parte de nossas existências? Por acaso considera que estamos a mais tempo encarnados como seres humanos, do que o tempo em que estivemos no reino dos animais irracionais?
O que eram nossas experiências no reino animal, se não o de alimentar o organismo físico, dar a vida pelo sexo, como muitos animais o fazem? E ainda pergunta como se forma essa tendência para as coisas materiais? É tão difícil de aceitar o óbvio?

Ainda hoje, muitos vivem como se fossem animais irracionais, lutam para se alimentar, para garantir uma vida segura e ter prazeres sexuais. De onde viria isso, se não das próprias fazes em que vivemos anteriormente à espécie humana?

Milênios e milênios vivendo de forma quase mecânica na vida material, causou em nós o apego as coisas materiais, que no homem racional transforma-se em outros desejos, mas sempre com o mesmo princípio.

Por isso que disse que certos sentimentos tiveram uma razão de ser, como o egoísmo, o apego ás coisas materiais não é um mal, mas para evoluirmos, precisamos sair dessa faze. Quando despertamos para a realidade da vida espiritual, todas essas coisas matérias perdem a importância.

O problema é que achamos que acreditamos na eternidade do espírito, mas não temos fé nisso. Ao menor sinal de agressão ao nosso corpo, nós recuamos e esquecemos que somo espíritos imortais.

Mas isso com  o tempo mudará.

Sei que você pensa diferente, mas acho que você é inteligente o suficiente para perceber que eu e alguns outros amigos da RAE, não conseguem refletir como você. Sendo que o método que você utiliza conosco estaria esgotado, pois pelo menos eu, não penso e não considero questionável certas questões que você propõe.

Então, sugiro que ao invés de continuar procurando em nossos comentários, coisas que são passíveis de questionamento, poderíeis propor alguma resposta, alguma consideração sobre o que pensa.

Ref resp de Hilton Cesar

 

      Luis (msg ant): vamos exemplificar: se depende de vc, tente uma explicação do porq tantas vezes vc exerce sua vontade de modo a errar absurdamente, provocando terríveis sofrimentos para os semelhantes, para seus queridos e para vc mesmo?

 

      Hilton: Quantos de nós fazemos isso com consciência do erro? Você faz? A maioria erra na intenção de acertar.

 

      Luis: exato, meu jovem, e é exatamente por isso que pergunto (já fiz isso noutro tópico): se a doutrina (não só a espírita, mas todas aquelas que creem que sofremos devido aos erros que cometemos) afirma que só merecem sofrer aqueles que escolhem transgredir as leis do amor (isto é, escolhemos o mal podendo escolher o bem), as leis de Deus, qual é a causa de nossos sofrimentos, se erramos na intenção de acertar? Nem as falhas leis dos homens intentam punir aquele que faz o errado acreditando que está fazendo o certo.

 

      Hilton: Mas muitas dessas situações que você cita são explicadas pela ciência. Quando repetimos um certo comportamento, segundo pesquisas, usamos cada vez menos a parte do cérebro responsável pelo discernimento, fazendo com que venhamos a ter atitudes que claramente são prejudiciais, mas a pessoa que pratica não tem percepção, pois a ação estaria num estado quase que mecânico.

 

      Luis: exato; e para o que vc disse aqui, vale a mesma pergunta feita acima.

 

      Hilton: Você não quer aceitar o que a doutrina espírita propõe, tens liberdade para isso, como a maioria das pessoas fazem.

 

      Luis: absolutamente ninguém, meu amigo, tem liberdade para aceitar ou acreditar em qualquer coisa que seja, nem para deixar de aceitar ou acreditar. Aceitamos ou acreditamos em alguma coisa somente se a “compreendemos”, e não aceitamos/acreditamos, se não compreendemos, concorda? Vc não acredita em algo porq tem liberdade de acreditar, mas porq compreendeu!

 

      Hilton: O que às vezes incomoda um pouco, é que você sempre nos faz muitas perguntas, pede que respondamos, até aí tudo bem, mas nunca responde às nossas perguntas. Pois sua resposta é sempre uma outra pergunta.

 

      Luis: não faço muitas perguntas, meu jovem; faço poucas, mas muito as repito. Pode parecer que sejam muitas, mas se vc estiver atento, verá que se referem a pouquíssimas coisas, apenas àquelas que, para mim, são necessárias para motivar os interessados a buscarem a verdade. Todas elas se referem às questões da desigualdade, livre-arbítrio, imperfeições e coisas relacionadas.   

 

      Hilton: Se você tivesse a missão de ensinar alguém, que não consegue aprender pela reflexão de seus questionamentos, o que você faria? Desistiria da tarefa ou daria alguma resposta, algum incentivo?

 

      Luis: sem dúvida que não desistiria e faço isso quase o tempo todo; e dou as respostas que não exigem que esse alguém, encontre por ele mesmo. Lembre-se, já lhe disse isso, do Buda qdo lhe perguntavam determinadas coisas que ele considerava que a pessoa devia buscar ela mesma, dizia: “essas perguntas são irrelevantes; venha e tenha sua própria experiência!”.

 

      Hilton: Fica meio chato conversar com alguém que não expressa opinião e só questiona.

 

      Luis: sem dúvida! Até já me perguntaram se meu teclado só tem ponto de interrogação. Mas, qdo buscam por si mesmos e chegam a compreender, muitos têm agradecido por essa minha “chatice”.

 

      Já pediram para usar meus textos para a tese de doutorado, ou para comporem um livro; outros relataram as “maravilhas” que estavam “perdendo”, devido a terem os olhos voltados somente para aquilo em que acreditavam.

 

      Hilton: Repito, não tenho essas dúvidas que você tem, para mim, a doutrina responde aquilo que você sempre questiona.

 

      Luis: meu amigo, as dúvidas que tinha, já solucionei todas que me importavam. Agora, se, como vc está dizendo, a doutrina tem as respostas às perguntas que faço, posso lhe mostrar muitas que ela não responde, mas mostro-lhe apenas esta, a mais simples das simples: porq um é bom e outro mau?

 

      Hilton: Mas entendo que está muito bem explicado, tudo aquilo que precisamos para nossa evolução.

 

      Luis: se tudo que vc precisa para evolução vc já encontrou muito bem explicado, isso significa que vc compreendeu, certo? Ou ainda não compreendeu? Se compreendeu, porq compreendeu somente agora, se faz séculos e séculos que essas explicações existem? Porq não compreendeu antes? E se vc compreende, porq não age exatamente como compreendeu? O que o está impedindo de fazer isso?

 

      Hilton: Penso que no seu caso, o pouco que o cristianismo ensina, já seria o suficiente para sua libertação e depuração. Outras explicações poderiam vir em um época em que pudéssemos usar mais de 50% do cérebro, por exemplo.

 

      Luis: observe porque tenho de fazer perguntas; aqui vão mais duas:

 

      - o que, ou quem, nos tornou necessitados de uma depuração?

 

      - se o que o cristianismo ensina é o suficiente para nossa depuração e libertação, porq vc ainda não está depurado e liberto? Porq, neste planeta de castigos, ainda estão cerca de 7 bilhões de irmãos nossos?

 

      Hilton: Você perguntou como se forma a concupiscência em nós? Desde nossa criação até hoje, em que estado você pensa que passamos a maior parte de nossas existências?...

 

      E ainda pergunta como se forma essa tendência para as coisas materiais? É tão difícil de aceitar o óbvio?

 

      Luis: meu jovem, vc não tem lido com atenção; se estivesse atento não faria essa pergunta. Veja o que está, sobre esse assunto, na penúltima msg que vc escreveu:

....

      “Luis: o que acontece é que a vontade do homem é levada a ser   esta ou aquela, neste ou naquele sentido, por forças externas, forças que, portanto, não dependem dele, mas daquilo que aprendeu na vida.

 

      “Isso é sua opinião. Você diz que não depende dele, então dependeria do exterior. Se pensar que o exterior é a ação de outros homens, que por sua vez não decidem nem criam nada, então você considera Deus o responsável pelas más inclinações nossas?

 

      “A bíblia e o espiritismo ensinam algo diferente que vou citar mais uma vez;

 

      "Antes, cada qual é provado pela própria concupiscência, que o arrasta e seduz. Tiago 1:14".

....    

      Vc não estava com essa citação querendo mostrar que o que foi dito: “o que acontece é que a vontade do homem é levada a ser   esta ou aquela, neste ou naquele sentido, por forças externas, forças que, portanto, não dependem dele, mas daquilo que aprendeu na vida”, não estava correto, pois que Tiago disse outra coisa?!

 

      Por isso lhe fiz a pergunta de “como se forma a concupiscência”, para lhe mostrar que não somos nós os responsáveis ou culpados por tê-la em nós, entendeu? Que a concupiscência como absolutamente  tudo que temos em nós, é em nós colocado pelo aprendizado que a vida nos oferece; nunca por nós mesmos e, é claro, sendo assim, não há culpas nem culpados; não temos nem méritos, nem deméritos pelo bem ou pelo mal que fazemos. Vc não está já cansado de “ouvir” isso que eu disse agora?!!

      Hilton:... não considero questionável certas questões que você propõe.

      Luis: nem aquelazinha do porq uns são bons e outros maus!!!

      Um abraço, meu jovem!

Luis: qual é a causa de nossos sofrimentos, se erramos na intenção de acertar?
Luis: porq um é bom e outro mau?

Depende do ponto de vista. Vejamos:

Duas pessoas (João e Maria) rompem um relacionamento por algum motivo que não iremos julgar a princípio. Porém, Maria não queria o fim do relacionamento porque ama muito João. Então para Maria, João está fazendo um mal para ela.
Maria pensa que ela é boa pois quer lutar pela vida conjugal, João seria mau, pois estaria destruindo essa vida conjugal.
Esse foi o ponto de vista de Maria. Sei que já entendeu o que quero dizer, mas deixe-me completar.

Para João, a vida conjugal está trazendo muitos problemas, sendo a separação uma solução.
João pensa que é bom, pois está fazendo o melhor para a vida dos dois, mas pensa que Maria é má, por insistir do erro da continuidade do relacionamento.

Nesse simples caso hipotético, vemos que a resposta pode variar de acordo com o ponto de vista, ou conforme julgamos os motivos, as consequências, etc.

A questão é, será que as situações que julgo como boas ou más, são realmente más ou boas? Seria muito irracional admitir que nossa visão sobre tais situações não seria a verdade absoluta?

Antes de responder o porque um é bom e outro é mau, temos que alinhar o que consideramos como uma pessoa boa e uma pessoa má.
Poderia responder o porque, se você definisse o que seria uma pessoa boa e uma pessoa má. A partir disso falaremos na mesma língua.

Se da o mesmo para o sofrimento. O que considera sofrimento? Agressão ao corpo, ou às nossas ideias e ações? Será que tudo o que consideramos sofrimento é realmente um sofrimento?

Antecipando sua resposta, isto é, sem considerar o que poderia argumentar, pergunto novamente, para Deus, existe o bem ou o mal?
O mal que vejo seria visto como mal pelos "olhos de Deus"?

Ref resp de Hilton Cesar

      Luis (msg ant): qual é a causa de nossos sofrimentos, se erramos na intenção de acertar? Porq um é bom e o outro mau?

      Hilton disse: Depende do ponto de vista.

      Luis: meu amigo, estamos num site onde se estuda a doutrina espírita; assim não estamos nos referindo a “pontos de vista”, que podem ser diferentes, e mesmo extremamente diferentes uns dos outros, conforme as experiências de vida de cada um. Estamos então buscando o “ponto de vista” da doutrina, certo? E qual é ele, meu amigo, no caso em tela, de errarmos mesmo tendo a intenção de acertar? Lembre-se que para a doutrina todos os sofrimentos são impostos obedecendo a uma perfeita justiça e somente àqueles que escolhem, de propósito portanto, transgredir as leis Deus, concorda? Mas e esse que erra na intenção de acertar, onde está nisso a transgressão às leis divinas?! Porq terá de sofrer por errar?  

      Assim, torno a perguntar: conforme a doutrina espírita, qual é a causa de nossos sofrimentos? Porq um é bom e outro é mau?

      Podíamos parar por aqui, mas vamos às questões finais que vc colocou: vc diz que, para responder essas duas perguntas, precisamos primeiro saber o que é que consideramos como uma pessoa boa e uma má; o que é que consideramos sofrimento e ainda pergunta se para Deus existe o bem ou o mal.

      Como estamos estudando a doutrina, considere tudo isso como a doutrina considera. Agora qto a se o mal que vemos é o que Deus vê, aí vc está voltando aos “pontos de vista” e, na doutrina, não há resposta para isso. Se fizermos essa pergunta em relação às diferentes doutrinas religiosas, a resposta será: primeira, como nas doutrinas do mundo, em geral, Deus vê o mal como coisa merecedora de penalidades, e mesmo de penalidades desesperadoras e mesmo insuportáveis. Não é exatamente essa a interpretação da doutrina espírita, meu amigo?

      Agora, se deixarmos de lado a fase exotérica das doutrinas religiosas e partirmos para sua fase esotérica, vamos ver que Deus não vê mal algum, em nenhuma ação de quem quer que seja; tanto que aí não existe penalidade nenhuma a ser aplicada, e todos os sofrimentos do mundo, têm causas diferentes das da fase exotérica.  

................ 

A questão do tópico acabou ficando de lado por falta de foco.

Responder à discussão

RSS

ASSOCIE-SE E COLABORE

Últimas atividades

Marco Antonio Vasconcelos Weber e Carlos Pretti - SCEE agora são amigos
3 horas atrás
Ícone do perfil via Twitter
Comecei uma transmissão ao vivo em @YouTube: https://t.co/fge3QrRX4W
Twitter3 horas atrás · Responder · Retweet
Ori Pombal Franco compartilhou o evento de Carlos Pretti - SCEE em Google +1
12 horas atrás
Ori Pombal Franco curtiram o evento “Cartas Consoladoras de Fátima”, com Fernando Ben ao vivo na RAE de Carlos Pretti - SCEE
12 horas atrás
Ori Pombal Franco compartilhou o vídeo de Carlos Pretti - SCEE em Google +1
12 horas atrás
Ori Pombal Franco curtiu o vídeo de Carlos Pretti - SCEE
12 horas atrás
Ana Lucia de Abreu Torres curtiram o perfil de Nadia Rosangela
12 horas atrás
Ori Pombal Franco compartilhou o post do blog de Antonio Carlos Navarro em Google +1
14 horas atrás
Ori Pombal Franco curtiu a postagem no blog Em busca da Salvação de Antonio Carlos Navarro
14 horas atrás
Feeak Minas postou vídeos
14 horas atrás
Ícone do perfil via Twitter
Vem ouvir o meu novo áudio: Estudo (41) Cartas de Paulo - Como se libertar https://t.co/Ou3OQtbVjI on #SoundCloud
Twitter14 horas atrás · Responder · Retweet
Ícone do perfil via Twitter
Adicionei um vídeo a uma playlist @YouTube https://t.co/0I47VFpbmj] Triunfo Pessoal - 8.1- Perturbações Somatoformes e
Twitter14 horas atrás · Responder · Retweet
Helena Padilha de Meneses curtiu o vídeo de Feeak Minas
15 horas atrás
Helena Padilha de Meneses curtiu o vídeo de Feeak Minas
15 horas atrás
Ícone do perfil via Twitter
Comecei uma transmissão ao vivo em @YouTube: https://t.co/DuaO3bvXcC
Twitter15 horas atrás · Responder · Retweet
Celina Sobral postou um vídeo

Dualidade - A vida agitada nas grandes cidades - José Augusto Pinheiro

A apresentadora Celina Sobral recebe o jornalista José Augusto Pinheiro para falar dos benefícios para nosso corpo físico e espiritual de nos manter-nos calm...
15 horas atrás
The Spiritist Psychological Soci postou um vídeo
15 horas atrás
ROBERTO JOSÉ DAMASCENO postou um vídeo

VÁLMIA FERRARI - " CARIDADE MATERIAL E CARIDADE MORAL " - 18/06//2017 - Irmão Tomé - Vitória/ES

Palestra de VÁLMIA FERRARI, em 18/06/2017, na Sociedade de Estudos Espíritas Irmão Tomé. em Vitória/ES.
15 horas atrás
Ícone do perfil via Twitter
"Em busca da Salvação" A busca pela salvação, em se tratando de religião, é um anseio natural que a natureza humana… https://t.co/o3OzmOsALN
Twitter15 horas atrás · Responder · Retweet
Posts no blog por Antonio Carlos Navarro
15 horas atrás

Regras de uso e de publicação

 

 

© 2017   Criado por Amigo Espírita.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço