EXISTE REALMENTE DESTINO?

Estimados e amoráveis Irmãos, um pensamento sobre forma de dúvidas que, em meu íntimo, não quer calar: existe ou não existe o Destino? Pois afirmamos com letras maiúsculas que as coisas não ocorrem por acaso. Se tudo está determinado, onde ficaria meu livre arbítrio e a decisão para mudar as coisas e processar a evolução, por exemplo:

Nessas mortes coletivas, como esse acidente do avião onde estava a comitiva Chapecoense, p.e., tsunamis, enchentes, destruição em massa como no Haiti.... etc.,

Nesses casos todos, estavam adredemente planejado para tudo isso ocorrer e as pessoas que foram “vítimas”, como a espiritualidade as reuniram para que aquele evento se processasse com as mesmas. E como ficam aquelas pessoas que estavam para viajar, para participarem de um dado evento onde a ocorrência de morte em massa se processou, por alguma razão desistiu ou ficou impossibilitada na hora? A espiritualidade superior teve alguma dificuldade em reuni-las para aquele fenômeno da morte coletiva?

 Fazemos as seguintes considerações: Kardec diz que é para o melhoramento das pessoas e promover a evolução espiritual, bem como sensibilizar os encarnados para a prática do amor;

Leon Denis fala, sobretudo em um complemento de existências, de alguma forma, suprimidas em encarnações anteriores;

Emmanuel diz muito a respeito dessas mortes coletivas, são espíritos comprometidos em vidas transatas e que, de certa forma, com provas similares ou iguais a serem resgatadas, vêm na presente reencarnação e sofrem esses reveses cármicos adredemente planejados na vida espiritual.

Relativamente à questão 851 está ali bem consignada à existência de um destino, vamos dizer assim, quanto ao nascimento e morte, contudo podemos utilizar o livre arbítrio e alterá-lo. Sabemos também que por forças morais, podemos alterar uma prova previamente traçada, etc.

Algumas pessoas não espíritas, inclusive nos criticam por esse destino tão propalado e que dá-nos uma comodidade tal que e como somos sabedores que tudo deve acontecer dessa ou daquela forma, então por que vou fazer diferente para mudar uma situação que está determinada?  Gera, com isso, comodismo e inação do ser humano.... etc. Dizem mais, que é uma doutrina do sofrimento.

Outra: nem “bala perdida” existe em nossa doutrina, aquela pessoa estava passando ou estava no lugar certo, no momento exato e deveria morrer daquela forma. Ora, se a pessoa que deu o tiro em função de uma briga, por exemplo, deveria ser "punida" com uma punição mais branda porquanto a mesma ajudou aquela outra a cumprir seu destino?                                      


Sua participação é muito importante, mesmo que falando sobre algum item acima, pois com isso, irá contribuir com várias pessoas.

Bjs em vosso coração!!!

 

Décio

 

 

           

 

           

 

 

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Juarez: Décio, apenas uma observação. Quando você fala de uma ciência antecipada que aquilo iria lhe fazer mal, ainda não está bem explicado......

Décio, apenas uma observação. Quando você fala de uma ciência antecipada que aquilo iria lhe fazer mal, ainda não está bem explicado......

 

Décio: Estimado e dileto amigo Juarez, quando falo de ciência, não me referio aí a ciência propriamente dita, contudo o cientificar, o conhecimento, o saber, a consciência antecipada do que efetivamente ia acontecer. Eu tinha previamente ciência do que poderia me acontecer, então comi de forma adequada e com parcimônia. Aquela outra pessoa, que não tinha o devido conhecimento, comeu em demasia e não metrificando as ocorrências dessa deliberação. O que ocorreu? Passou-se mal, teve problemas orgânicos relativos a esse mal causado deliberadamente pelo excesso. Ora, implementou sua livre deliberação, praticou-se o seu livre arbítrio. A outra pessoa, no caso bem exemplificado por você, tinha a devida ciência ( o conhecimento prévio) e agiu com sensatez, utilizando a disciplina, bom senso e a razão.

 

Justo, nosso querido amigo Luiz questiona: Mas como isso pode ocorrer se ambas as pessoas foram criadas de formas iguais e linearmente falando em termos de conhecimento? Como uma pode utilizar a inteligência, a razão, o bom senso e outra não? Com respeito, respondi ao amigo em assertivas bem anteriores que, Deus criou-nos simples e sem conhecimento, contudo destinados à perfeição relativa. Ocorre que uns utilizam a inteligência e o bom proceder de forma mais racional que o outro. Então, teve, e em consequência da utilização dessa inteligência, melhores resultados. Lembrando sempre que todos estão destinados a essa tão propalada perfeição.  Diria até que seremos algum dia, Espíritos Crísticos, não porque queiramos, mas por desígnio e vontade do criador (Deus)

 

Outro ponto levantado por nosso amigo: Se Deus é onisciente, sabedor do que vai ocorrer no futuro (para nós), vez que para o Mesmo não há passado e nem futuro – lembra da metáfora utilizada por Kardec sobre  o homem no topo da montanha e o outro que serpenteava o sopé da mesma – então este último não poderia deliberar sobre nada (livre arbítrio) vez que a onisciência de Deus já estava determinada. Ora, nesse caso, chegou até colocar em excludência o Livre Arbítrio e a Onisciência. Se a onisciência já estava determinada, então e nesse caso, não poderíamos falar em livre arbítrio; senão este, feria aquele. Mas aqui, e sobre meu entendimento é que essa onisciência divina já previa, como efetivamente deve ocorrer, as deliberações do homem do sopé da montanha.

 

Um exemplo simples e atual: esses dois primos que mataram o ambulante em São Paulo nesta semana, não saíram com o fim precípuo em praticar tal ato. Contudo e em lá chegando, vendo a atitude de  transexual e com o mesmo não concordando,  saíram em sua captura onde foi interceptado pelo ambulante, onde esse posicionou em defesa do agredido. O que ocorreu? Os dois meliantes, mudaram de propósitos e bateram tanto no ambulante e chegou a matá-lo. Pergunto: os dois agressores não saíram com o fim precípuo de matar o ambulante, a ocorrência da morte foi uma consequência da prática, da escolha de uma ação implementada (livre arbítrio). Veja que nesse caso houve uma séria de alternativa e mudança de atitude. Mas Deus, em sua soberana onisciência já tinha conhecimento de todas essas ocorrências, por quê? Porque tudo para o mesmo está no presente.

 

Não temos condições de isso ainda entender, pois o Deus que é a Inteligência suprema Criou o Espírito e Matéria, então o Mesmo, além de não ser matéria, nem Espíto O é. Ainda e em um determinado tempo, entenderemos o que para nós hoje constitui alguma coisa no campo do inconcebível. Não sei dileto amigo, se complique o joguei mais gasolina na fogueira, todavia e em meu entender, não há exclusão de onisciência e livre arbítrio, ambos são coisas distintas. Finalizando, como digo sempre, fico muito feliz em pertencer uma doutrina, uma filosofia que questiona, redargui, argui determinadas ocorrências e que não joga ao dogmatismo, fechado questão em determinada assertiva. Novamente beijos e abraços de várias voltas a todos!!!

Décio, peço a devida vênia para discordar de você num ponto. Amigo, todo o conhecimento do Universo está conosco em estado latente, inclusive os desejos do Senhor com relação a nós. Está de forma que somente quando vamos desvendando e aprendendo os ditos "mistérios" é que vamos nos apossando cada vez mais do arbítrio e sentindo com maior facilidade o que haverá de acontecer. No entanto amigo, por favor, observe que existe uma programação para cada individualidade, programação essa trabalhada juntamente com a espiritualidade encarregada das reencarnações, retirada das imperfeições apresentadas no perispírito, mas, da mesma forma como aprendemos na escola e nos submetemos a provas mensais, semestrais e anuais e não sabemos o que o professor irá colocar nas questões, assim é a caminhada do espírito, estuda-se constantemente, aprende-se e encarnamos para nos submetermos da mesma forma como na escola, as provas mensais, semestrais, etc, precisamos então estarmos atentos e aprendermos realmente a lição que nos foi dada na espiritualidade, para no momento exato sabermos definir o que é o que; Décio, apenas um, vigilante naquilo que lhe foi apresentado resolve escolher esse ou aquele caminho, enquanto o outro, simplesmente se joga de cabeça, errando o caminho a seguir. O caso dos primos que mataram o ambulante diz tudo, estava previsto em sua programação, que eles iriam se defrontar com tudo aquilo, inclusive o motivo para estarem alterados, no caso, a traição ou suposta traição, de forma que ele não controlou seus impulsos animalescos e não procurou raciocinar no que iria fazer, simples assim. Todos temos desejos vis, mas, procuramos supera-los e fazer aquilo que realmente nos eleva, principalmente quem se encontra nessa doutrina que nos impulsiona a raciocinar. Lembre-se de Paulo de Tarso: Tudo me é lícito, mas, nem tudo me convém".

Decio Ney Rocha Naves disse:

Juarez: Décio, apenas uma observação. Quando você fala de uma ciência antecipada que aquilo iria lhe fazer mal, ainda não está bem explicado......

Décio, apenas uma observação. Quando você fala de uma ciência antecipada que aquilo iria lhe fazer mal, ainda não está bem explicado......

 

Décio: Estimado e dileto amigo Juarez, quando falo de ciência, não me referio aí a ciência propriamente dita, contudo o cientificar, o conhecimento, o saber, a consciência antecipada do que efetivamente ia acontecer. Eu tinha previamente ciência do que poderia me acontecer, então comi de forma adequada e com parcimônia. Aquela outra pessoa, que não tinha o devido conhecimento, comeu em demasia e não metrificando as ocorrências dessa deliberação. O que ocorreu? Passou-se mal, teve problemas orgânicos relativos a esse mal causado deliberadamente pelo excesso. Ora, implementou sua livre deliberação, praticou-se o seu livre arbítrio. A outra pessoa, no caso bem exemplificado por você, tinha a devida ciência ( o conhecimento prévio) e agiu com sensatez, utilizando a disciplina, bom senso e a razão.

 

Justo, nosso querido amigo Luiz questiona: Mas como isso pode ocorrer se ambas as pessoas foram criadas de formas iguais e linearmente falando em termos de conhecimento? Como uma pode utilizar a inteligência, a razão, o bom senso e outra não? Com respeito, respondi ao amigo em assertivas bem anteriores que, Deus criou-nos simples e sem conhecimento, contudo destinados à perfeição relativa. Ocorre que uns utilizam a inteligência e o bom proceder de forma mais racional que o outro. Então, teve, e em consequência da utilização dessa inteligência, melhores resultados. Lembrando sempre que todos estão destinados a essa tão propalada perfeição.  Diria até que seremos algum dia, Espíritos Crísticos, não porque queiramos, mas por desígnio e vontade do criador (Deus)

 

Outro ponto levantado por nosso amigo: Se Deus é onisciente, sabedor do que vai ocorrer no futuro (para nós), vez que para o Mesmo não há passado e nem futuro – lembra da metáfora utilizada por Kardec sobre  o homem no topo da montanha e o outro que serpenteava o sopé da mesma – então este último não poderia deliberar sobre nada (livre arbítrio) vez que a onisciência de Deus já estava determinada. Ora, nesse caso, chegou até colocar em excludência o Livre Arbítrio e a Onisciência. Se a onisciência já estava determinada, então e nesse caso, não poderíamos falar em livre arbítrio; senão este, feria aquele. Mas aqui, e sobre meu entendimento é que essa onisciência divina já previa, como efetivamente deve ocorrer, as deliberações do homem do sopé da montanha.

 

Um exemplo simples e atual: esses dois primos que mataram o ambulante em São Paulo nesta semana, não saíram com o fim precípuo em praticar tal ato. Contudo e em lá chegando, vendo a atitude de  transexual e com o mesmo não concordando,  saíram em sua captura onde foi interceptado pelo ambulante, onde esse posicionou em defesa do agredido. O que ocorreu? Os dois meliantes, mudaram de propósitos e bateram tanto no ambulante e chegou a matá-lo. Pergunto: os dois agressores não saíram com o fim precípuo de matar o ambulante, a ocorrência da morte foi uma consequência da prática, da escolha de uma ação implementada (livre arbítrio). Veja que nesse caso houve uma séria de alternativa e mudança de atitude. Mas Deus, em sua soberana onisciência já tinha conhecimento de todas essas ocorrências, por quê? Porque tudo para o mesmo está no presente.

 

Não temos condições de isso ainda entender, pois o Deus que é a Inteligência suprema Criou o Espírito e Matéria, então o Mesmo, além de não ser matéria, nem Espíto O é. Ainda e em um determinado tempo, entenderemos o que para nós hoje constitui alguma coisa no campo do inconcebível. Não sei dileto amigo, se complique o joguei mais gasolina na fogueira, todavia e em meu entender, não há exclusão de onisciência e livre arbítrio, ambos são coisas distintas. Finalizando, como digo sempre, fico muito feliz em pertencer uma doutrina, uma filosofia que questiona, redargui, argui determinadas ocorrências e que não joga ao dogmatismo, fechado questão em determinada assertiva. Novamente beijos e abraços de várias voltas a todos!!!

Juarez: “O caso dos primos que mataram o ambulante diz tudo, estava previsto em sua programação, que eles iriam se defrontar com tudo aq­uilo, inclusive o motivo para estarem alterados, no caso, a traição ou suposta traição, de forma que ele não controlou seus impulsos animalescos e não procurou raciocinar no que iria fazer, simples assim. Todos temos desejos vis, mas, procuramos supera-los e fazer aquilo que realmente nos eleva, principalmente quem se encontra nessa doutrina que nos impulsiona a raciocinar”.

 

Décio: Muito bem meu amigo, usando sempre bem da palavra escrita para externar o seu pensamento, contudo peço o devido respeito para, do mesmo modo como você, não concordar em sua inteireza, com aquilo que você pensa sobre o destino. Isso porque um grande número de pessoas defendem essa tese e pelo que expõe, depreende na mesma linha encontrar, em sua extensão um destino determinista: Isso tinha de acontecer e estava escrito: Praticou o mal e o mal lhe será praticado, ou melhor, a utilização integral da Lei Mosáica: “olho por olho e dente por dente”. Antes de discorrer sobre uma existência proativa de progresso e evolucionista, em sua colocação acima depreende uma antítese, que acima grifei. Na mesma frase que você afirma que estava previsto e realmente tinha de acontecer dada a programação,  você também afirma que podemos controlar os desejos vis que nos assalta e mudar dada situação (ideia a qual partilho), contudo vamos a nossa doutrina:

Questão 851 do OLE: Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme ao sentido que se dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste caso, que vem a ser do livre-arbítrio?

Resp.: ..... Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir......

 

Ora, então aí não podemos compartilhar do mesmo pensar, pois entendemos que, mediante os imortais responder a Allan Kardec acima, esses primos não veio com o fim precípuo ou determinado a extirpar a vida do vendedor ambulante de 54 anos. Segunda a mídia escrita e a televisiva, o ambulante foi prestar socorro a dois transexuais que estavam sendo molestados pelos meliantes e estes, não gostando da atitude, correram atrás do vendedor e, bateu tanto que o levou a óbito.

 

Nesse caso, tal ocorrência fora fruto de uma deliberação tomada (livre arbítrio. Como muito bem eu, você ou qualquer outra pessoa, podemos tirar as nossas vidas como de qualquer outra pessoa. Isso estava escrito? Tinha de efetivamente isso ocorrer?  Foi uma deliberação própria nada estava adredemente planejado, pois não encarnamos para a prática do mal: Quando isso ocorre foi que, dada à prova escolhida ou a expiação a ser provada, não fomos bem sucedidos. E essa deliberação tomada (livre arbítrio) passou a ser o destino. Não viemos para prática desse ato ou fazer mal algum, como muitos pensam e, infelizmente o dileto irmão, nesse meio aparenta estar. Se essa pessoa escolheu essa ou aquela fase a passar, escolheu para si uma fatalidade, reafirmando que ninguém veio para o ato malévolo praticar. Pois todos, viemos com o objetivo de evoluir e, se fizermos ou seguirmos os exemplos deixados pelo divino rabi da Galiléia, temos condições de alterar o nosso “destino” dependendo o que a pessoa está fazendo para si e pela humanidade. Sabemos que a espiritualidade superior, a bem do protegido, pode encurtar ou alongar à sua vida física, no entanto só Deus, em Sua bondade suprema, cabe essa decisão quanto essas respectivas mudanças. Então meu amigo Juarez, sou partidário e defendo uma vida evolutiva e sempre melhorando segundo o bom viver do Espírito aqui na carne, e faço minhas as palavras dos imortais que assessoraram Kardec na codificação: destino mesmo é um dia sermos Espíritos perfeitos. (naturalmente perfeição relativa). Fazia muito tempo que não relacionávamos, aprendi, aprendo e vou aprender muito com você! Bjs e abraços fraternos em vosso coração, bem como a todos que nos lerem! Aperte o cinto para o embarque rumo a 2017, e que no destino, seremos melhores do hoje e atuamos sempre no propósito do bem servir!

 

 

 

 

dECIO nAVES  REALMENTE EXISTE UM DESTINO DAS LEIS DOS HOMENS QUANTO AS LEIS ESPIRITUAIS EU CONCIDERO UMA CAUSA EFEITO  PORQUE SE NAO REPAR NO ESQUEMA DA LINHA DO COMBOIO QUE NOS DIZ QUE O MESMO COMBOIO VAI PARA UM LADO MAS EM PRINCIPIO E PRECISO MUDAR  AS AGULHAS PARA O COMBOIO IR PARA ONDE SE QUER PORQUE ENTAO SE NAO MUDAM AS AGULHAS O QUE E QUE LHE PARECE E UM DESTINO EU ACHO QUE NAO E UMA CAUSA PORQUE O EFEITO BEM CONFORME OS ESTRAGOS   UM BOM ANO PAZ I MUITA LUZ  ATE SEMPRE 

Caro Décio,
O que é o bem e o que é o mal na visão humana? Para Deus não existe bem nem mal. A Lei de Deus é o que acontece. O que acontece é a Lei de Deus.
No seu entendimento houve um mal... mas para Deus? Jesus fala que é NECESSÁRIO, que venha o escândalo. Ele não disse que era bom ou ruim, bonito ou feio, triste ou alegre, por que isto é interpretação humana, mas disse que era NECESSÁRIO.
Na questão 853. A temos:
a) — Assim, qualquer que seja o perigo que nos ameace, se a hora da morte ainda não chegou, não morreremos?
“Não; não perecerás e tens disso milhares de exemplos.
Quando, porém, soe a hora da tua partida, nada poderá impedir que partas. Deus sabe de antemão de que gênero será a morte do homem e muitas vezes seu Espírito também o sabe, por lhe ter sido isso revelado, quando escolheu tal ou qual existência.”

Portanto se Deus sabe é porque existe uma programação. Nosso livre arbítrio ocorre somente durante a escolha de nossas provas (questão 852 Livro dos Espíritos). Depois de definido você, eu e mais ninguém no plano carnal, possui autonomia para mudar.

Segundo os espíritos nosso livre arbítrio é no pensar, e nós sucumbimos em nossas provas, não no ato, mas no sentimento contrário á este ato, que é uma vontade divina. Ou seja, a prova que escolhi antes do mergulho na carne será executada. Agora eu posso sucumbir na prova em função de achar que isso não deveria estar acontecendo ou indignar-me em relação á ela. Contudo, se na minha intimidade eu aceitar, confiar, entregar e agradecer a Deus por tudo o que acontece, então sairei vitorioso na prova escolhida. Se a Lei de Deus é o que acontece, quando eu acho algo absurdo, ou que não podia acontecer isso ou aquilo, estou fazendo uma interpretação humana do ato divino. Temos dificuldade em compreender que DEUS é a causa primária de TODAS as coisas. Veja bem: TODAS e não algumas segundo nosso julgamento humano.

Para um espirito puro, o seu livre arbítrio é um só: CUMPRIR A VONTADE DIVINA. No plano carnal em que nos encontramos é que achamos que temos muitas escolhas. Quanto mais sintonizado com Deus, menos escolhas o espirito possui, a não ser cumprir a vontade de Deus e aí reside a verdadeira felicidade.

Portanto, ser feliz é não ter escolhas: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. Lucas 1:38

No dia em que compreendermos isto e vivenciar na intimidade, nada, mas nada neste plano carnal nos trará emoção humana de medo, de absurdo, porque então estaremos vivendo o Reino de Deus, ou o Cristo vivendo em nós. Até lá vamos ficar achando que manda na vida somos nós, que nós é quem controlamos e decidimos tudo. Na realidade tudo pertence a Deus, o resto é ilusão que a mente HUMANA cria, ou segundo Emmanuel, no livro Pensamento e Vida, criamos uma Cidadela de Ilusão.

Na realidade não precisamos construir nada, para evoluir. Quando fomos criados por Deus, se ele é perfeito, não poderia criar algo imperfeito, portando somos perfeitos, caso contrário Jesus não usaria do imperativo: Sede Perfeitos. Temos é que desconstruir tudo aquilo que o ego estruturou ao longo das experiências no plano carnal.

Sds

Mariano.

Estimado Mariano,

 

Meus cumprimentos pela participação em nosso fórum, esclarecendo dúvidas nossas e de várias outras pessoas que se deparam com os mesmos questionamentos. Mas levemos a lúmen algumas considerações:

 

Na Questão do 852 do OLE, os Espíritos da codificação, responderam a Kardec que o “destino” é fruto de nossas escolhas e, muitas vezes atribuímos aos nossos erros influência não benévola de Espíritos voltados ao mal. No entanto, quando levamos a ocorrência sob uma análise criteriosa e racional, verificamos que o erro  está voltado a uma ação não corretamente empregada. Se têm Espíritos que nos direciona às ações más ou a prática de um erro, há também uma série de bons Espíritos que nos impele às virtudes. E é comum atribuirmos a essa inspiração má, a razão de nosso erro ou insucesso. Sabemos também que a fatalidade existe quando devemos desaparecer desse mundo através da morte física. E somos sabedores também que essa fatalidade é, em muitas circunstâncias, em decorrências de práticas de nossos atos indevidos.

 

Posso muito bem em meu planejamento espiritual escolher uma vida voltada às virtudes e ajuda integral ao próximo, por exemplo, e em aqui chegando, não conseguir levar a cabo a missão a qual planejei. Daí, naturalmente, mudar aquele destino primeiro escolhido. A Divina Providência já sabia que eu ia falir naquela prova, dado sua onisciência, mas houve uma mudança no que houvera inicialmente planejado.

 

Vejamos um exemplo prático: Eu e minha cônjuge no plano espiritual acertamos a vir em uma determinadas existência e nos unirmos com o objetivo de resgatar débitos anteriores. Pois bem, permanecemos casados 17 anos tivemos 3 filhos e, por questões que não vem ao caso entrar no mérito, separamos. Tanto eu como ela, nos consorciamos novamente e tivemos filhos e fomos felizes nesse novo relacionamento.  Entendo que em nosso planejamento não constava que iríamos separar, etc., fora fruto de um relacionamento torpe, mal empregado, etc., todavia fomos felizes em um segundo casamento. Então e nesse caso, já estava traçado o “destino” programado e não para o segundo casamento, como houve essa mudança? Você mesmo acima colocou que, “Depois de definido você, eu e mais ninguém no plano carnal, possui autonomia para mudar.”

 

Entendo que ninguém vem para suicidar, matar outra pessoa, fazer alguma coisa errada, etc., e se tudo ocorre é fruto  de minha decisão no momento (livre arbítrio). Se entro em uma casa (como de fato, recentemente aconteceu), mato minha esposa, filho e mais 10 pessoas, isso estava escrito, tinha vindo para efetivamente praticar esse ato. Entendo que não. E as pessoas que foram vítimas desse gesto insano da minha parte, deveriam morrer daquela forma? Tirei a vida de 12 pessoas e suicidei-me. Um ato de deliberação de minha parte. Houve influência espiritual? Sim houve, conduto o ato final foi da à minha escolha.

Sadações pela mesma forma meu irmão, bem como a todos que tiverem a oportunidade de nos lerem. Um feliz ano novo a todos!

Décio 

Prezado Decio,

Grato pela atenção. O destino é fruto de nossas escolhas no plano espiritual, antes do mergulho na carne. Depois de “assinado” o contrato no mundo espiritual, não temos o poder de alterar a vontade Divina. Quando utilizamos a razão HUMANA para tentar explicar, como você coloca na resposta, recorremos ao Livro dos Espíritos na questão 75 a, que diz que a razão a humana é falível, porque ela é falseada pela má educação, pelo orgulho e pelo egoísmo. Ou seja, o HUMANO, não tem condições de definir aqui no plano carnal se isto ou aquilo é um erro, bonito, feio, mal, etc, porque é uma interpretação humana.

Quando você cita o exemplo do casamento, perguntamos quem pode garantir aqui no plano carnal que a prova não seria aquela exatamente como você exemplificou?; ou seja, um casamento e depois outro relacionamento. Somente no mundo espiritual é temos uma pequena parcela dessa informação. Segundo Emmanuel, nem os espíritos na condição dele possuem essa capacidade. No Livro dos Espíritos (Q 834) dizem que somente DEUS é quem tem conhecimento pleno do que vai no pensamento do homem. E é aí no pensamento onde ele tem o absoluto livre arbítrio (Q 833). O resto é ilusão que a mente humana cria.

Portanto não podemos julgar a nada, pois desconhecemos a causa absoluta, que reside em Deus. Por isto Jesus nos orienta: Não Julgueis!

Décio, nós sucumbimos em uma prova, é no campo do sentimento, não no ato em si. No exemplo do casamento, foi programado os dois encontros. Entretanto, se minha razão, que é má educada, egoísta e orgulhosa “vender” o sentimento de que isto foi um erro, que não deveria ter acontecido, então eu não vivi a prova na intimidade; daí o sucumbir.

No caso dos assassinatos que você cita, foi uma prova, uma expiação. Para que ocorra a expiação é necessário, segundo Jesus o instrumento. Por isto é necessário o escândalo, em função do plano em que vivemos sob a lei de causa e efeito (Mundo de provas e expiações). Quando estivermos operando com a Lei, e não debaixo da Lei, então não haverá mais necessidades do escândalo (Ver capitulo Lei de Destruição). Na questão 853 a, informa que não morreremos se não for a hora. Ou acreditamos que a Justiça de Deus é perfeita, ou então vira um caos...

Entretanto aquele que é motivo (instrumento) de escândalo sofre, conforme nos diz o Cristo, porque a mente humana não irá perdoar o instrumento do escândalo. Quando dizemos que isto ou aquilo é um absurdo, ou que não poderia ter acontecido é como se estivéssemos dizendo: Deus, cadê você que não proibiu aquilo? Tenhamos a serenidade para compreender e aceitar que, se não fosse para acontecer aquele episódio, a Providência Divina, agiria e não teria acontecido.

Sds

Mariano.


Decio Ney Rocha Naves disse:

Estimado Mariano,

 

Meus cumprimentos pela participação em nosso fórum, esclarecendo dúvidas nossas e de várias outras pessoas que se deparam com os mesmos questionamentos. Mas levemos a lúmen algumas considerações:

 

Na Questão do 852 do OLE, os Espíritos da codificação, responderam a Kardec que o “destino” é fruto de nossas escolhas e, muitas vezes atribuímos aos nossos erros influência não benévola de Espíritos voltados ao mal. No entanto, quando levamos a ocorrência sob uma análise criteriosa e racional, verificamos que o erro  está voltado a uma ação não corretamente empregada. Se têm Espíritos que nos direciona às ações más ou a prática de um erro, há também uma série de bons Espíritos que nos impele às virtudes. E é comum atribuirmos a essa inspiração má, a razão de nosso erro ou insucesso. Sabemos também que a fatalidade existe quando devemos desaparecer desse mundo através da morte física. E somos sabedores também que essa fatalidade é, em muitas circunstâncias, em decorrências de práticas de nossos atos indevidos.

 

Posso muito bem em meu planejamento espiritual escolher uma vida voltada às virtudes e ajuda integral ao próximo, por exemplo, e em aqui chegando, não conseguir levar a cabo a missão a qual planejei. Daí, naturalmente, mudar aquele destino primeiro escolhido. A Divina Providência já sabia que eu ia falir naquela prova, dado sua onisciência, mas houve uma mudança no que houvera inicialmente planejado.

 

Vejamos um exemplo prático: Eu e minha cônjuge no plano espiritual acertamos a vir em uma determinadas existência e nos unirmos com o objetivo de resgatar débitos anteriores. Pois bem, permanecemos casados 17 anos tivemos 3 filhos e, por questões que não vem ao caso entrar no mérito, separamos. Tanto eu como ela, nos consorciamos novamente e tivemos filhos e fomos felizes nesse novo relacionamento.  Entendo que em nosso planejamento não constava que iríamos separar, etc., fora fruto de um relacionamento torpe, mal empregado, etc., todavia fomos felizes em um segundo casamento. Então e nesse caso, já estava traçado o “destino” programado e não para o segundo casamento, como houve essa mudança? Você mesmo acima colocou que, “Depois de definido você, eu e mais ninguém no plano carnal, possui autonomia para mudar.”

 

Entendo que ninguém vem para suicidar, matar outra pessoa, fazer alguma coisa errada, etc., e se tudo ocorre é fruto  de minha decisão no momento (livre arbítrio). Se entro em uma casa (como de fato, recentemente aconteceu), mato minha esposa, filho e mais 10 pessoas, isso estava escrito, tinha vindo para efetivamente praticar esse ato. Entendo que não. E as pessoas que foram vítimas desse gesto insano da minha parte, deveriam morrer daquela forma? Tirei a vida de 12 pessoas e suicidei-me. Um ato de deliberação de minha parte. Houve influência espiritual? Sim houve, conduto o ato final foi da à minha escolha.

Sadações pela mesma forma meu irmão, bem como a todos que tiverem a oportunidade de nos lerem. Um feliz ano novo a todos!

Décio 

Nosso destino é irmos para Deus

uns vão mais rápidos já outros mais lentos

uns estacionam já outros recomeçam

Poderemos traçar um plano e desistir do mesmo

Poderemos ter planos traçados por outro e não realiza-los

Poderemos estar submetidos a certas circunstâncias e delas não conseguirmos sair

Poderemos nos dispor a fazer coisas que não planejávamos

Poderemos sofrer prejuízos pela imprevidência alheia

Poderemos prejudicar o próximo

Poderemos compreender menos do que pretendem as explicações

Poderemos ultrapassar as propostas explicadas

Poderemos não ir ao encontro combinado

Poderemos encontrar alguém não esperado

Enfim!

O que realmente temos em nós de conhecimentos e convicções

para discutirmos sobre o que realmente é o destino?

Um caminho escolhido pode possuir seus próprios destinos,ou melhor consequências, mesmo que não imaginávamos que assim seria

Ou o caminho poderá nos trazer surpresas que nem em ultima hipótese esperaríamos

Sobre a Doutrina

Não há determinismo como assim queremos que seja um livro escrito a ser cumprido

Mas a vontade de Deus não é inexistente e possui o absoluto da razão em si

Se assim não fosse  não seria Deus

Convém a nós estudarmos com mais atenção

a questão que trata do gênero das provas e como elas se dão para a nossa edificação

Abraços

 

Ao Decio Ney Rocha Naves (ref sua msg/resp de 3012/2016 at 12:11).


Luis: amigo Decio, se estava previsto, ou programado, ou se já estava registrado, desde sempre, na Onisciência de Deus, que aqueles dois fariam o que fizeram, onde entra aí o livre-arbítrio?! Onde nisso há espaço para o livre-arbítrio? Se estava previsto na onisciência que eles cometeriam o crime que cometeram, como poderiam eles, usando seu livre-arbítrio, se regenerar e deixar de cometer esse crime?!


E sendo uma verdade absoluta, que todos os efeitos têm suas causas, qual e a causa que faz que “todos” tenhamos “desejos vis”? Se todos temos esses “desejos vis” quem foi que fez que os homens se transformassem assim? Houve algum erro na criação (coisa inadmissível para as doutrinas deístas e teístas) pois como vc disse, não são apenas alguns que são assim, mas “todos” ?!


Conforme a DE, nós todos somos criaturas de Deus, que é a própria perfeição, infinito amor e justiça, infinita sabedoria, e criados todos perfeitamente iguais e não inclinados para o mal, concorda? E, sendo assim, porq é que nós somos o oposto, talvez o oposto exato do que Deus é? Ele amor, nós maus e sem amor; Ele justo, nós profundamente injustos; Ele sábio, nós extremamente ignorantes; Ele perfeito, nos carregados de monstruosas imperfeições?!


E o que é que surge e destrói aquela perfeita igualdade original, transformando-a em gigantesca desigualdade? Qual é a causa de, nós que nenhuma inclinação tínhamos para o mal, nos tornarmos profundamente inclinados para o mal?!
.

.

A Moisés de Cerqueira Pereira


Luis: bom ver vc aqui!


Considerando tudo que vc escreveu, forçoso é trazer algumas questões: qual é a causa dessas tão gigantescas desigualdades entre nós, as criaturas de Deus, que uns escolhem fazer assim, e outros escolhem fazer o oposto do que aqueles escolheram fazer? Uns pensam e decidem assim de um jeito, outros de outro jeito? Uns vão mais rápidos para Deus, já outros mais lentos? Uns estacionam, já outros recomeçam? Uns traçam um plano e o seguem, outros traçam um plano e não o seguem etc etc, assim como vc escreveu?


Qual é a causa dessas gigantescas desigualdades se, conforme a DE, somos todos criados perfeitamente iguais??!!

O que é que surge e destrói aquela perfeita igualdade original?
.

Amigo, permita que assim lhe chame, você mesmo responde as suas perguntas. Quando você fala da Onisciência em Deus, sim, porque somente Ele a tem, portanto sabe o que acontecerá. O livre arbítrio, como já foi dito aqui, não é tão livre como se fala, ele é relativo ao grau de conhecimento e sabedoria da alma, do SER e é aí que acontecem os deslizes, os erros de interpretação no que deve ou não fazer, levando-nos a cometer desatinos, justamente porque não estamos com o conhecimento adequado e agimos sem procurar ver as consequências dos nossos atos, no futuro, deixando uma lacuna que somente nós deveremos preencher em existências futuras, e de erros e acertos alcançaremos a tão sonhada salvação e galgaremos os degraus necessários para estarmos ao lado do Senhor, em espírito e em verdade. Amigo, nós não somos maus e sim, ignorantes! Ignorantes da Lei e por isto, enquanto não nos atualizarmos, aprendermos as lições, estaremos sujeitos a pisar nos espinhos que plantamos. Não houve e nem há nenhum benefício, privilégios ou proteção para um em detrimento do outro, cada um de acordo com o seu merecimento, isto é, a tal Lei da ação e reação. Irmão, os minerais retirados do seio da terra, são verdadeiras aberrações, verdadeiros abortos da natureza, porém, após passar pela forja, pelo fogo, pelas mãos hábeis de um profissional, vem a ser as mais belas jóias a adornar pescoços e dedos dos homens, também o SER, após o aprender como controlar as energias do Universo, passa a ser um cientista, um sábio, totalmente diferente daquele que começou o aprendizado.

luis conforti junior disse:

Ao Decio Ney Rocha Naves (ref sua msg/resp de 3012/2016 at 12:11).


Luis: amigo Decio, se estava previsto, ou programado, ou se já estava registrado, desde sempre, na Onisciência de Deus, que aqueles dois fariam o que fizeram, onde entra aí o livre-arbítrio?! Onde nisso há espaço para o livre-arbítrio? Se estava previsto na onisciência que eles cometeriam o crime que cometeram, como poderiam eles, usando seu livre-arbítrio, se regenerar e deixar de cometer esse crime?!


E sendo uma verdade absoluta, que todos os efeitos têm suas causas, qual e a causa que faz que “todos” tenhamos “desejos vis”? Se todos temos esses “desejos vis” quem foi que fez que os homens se transformassem assim? Houve algum erro na criação (coisa inadmissível para as doutrinas deístas e teístas) pois como vc disse, não são apenas alguns que são assim, mas “todos” ?!


Conforme a DE, nós todos somos criaturas de Deus, que é a própria perfeição, infinito amor e justiça, infinita sabedoria, e criados todos perfeitamente iguais e não inclinados para o mal, concorda? E, sendo assim, porq é que nós somos o oposto, talvez o oposto exato do que Deus é? Ele amor, nós maus e sem amor; Ele justo, nós profundamente injustos; Ele sábio, nós extremamente ignorantes; Ele perfeito, nos carregados de monstruosas imperfeições?!


E o que é que surge e destrói aquela perfeita igualdade original, transformando-a em gigantesca desigualdade? Qual é a causa de, nós que nenhuma inclinação tínhamos para o mal, nos tornarmos profundamente inclinados para o mal?!
.

.

Olá Luis

Já discutimos muito em outros canais

sobre esses seus pareceres

E já lhe disse que sobre os esclarecimentos da DE

O amigo se faz de desentendido

Você se lembra né?

Se o amigo não crê em Deus, não cre na DE

isso não tem relevância alguma

Fique tranquilo

Forçoso seria eu ser forçado a compreende-lo

Quanto ao mais

A vida segue 

tranquila e agitada

Abraços


luis conforti junior disse:

A Moisés de Cerqueira Pereira


Luis: bom ver vc aqui!


Considerando tudo que vc escreveu, forçoso é trazer algumas questões: qual é a causa dessas tão gigantescas desigualdades entre nós, as criaturas de Deus, que uns escolhem fazer assim, e outros escolhem fazer o oposto do que aqueles escolheram fazer? Uns pensam e decidem assim de um jeito, outros de outro jeito? Uns vão mais rápidos para Deus, já outros mais lentos? Uns estacionam, já outros recomeçam? Uns traçam um plano e o seguem, outros traçam um plano e não o seguem etc etc, assim como vc escreveu?


Qual é a causa dessas gigantescas desigualdades se, conforme a DE, somos todos criados perfeitamente iguais??!!

O que é que surge e destrói aquela perfeita igualdade original?
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