Quanto ao aspecto evolutivo da Doutrina Espírita, acho que o que está fazendo falta é a FACULDADE DE FILOSOFIA ESPÍRITA, que trará:

  • Uniformidade na divulgação da doutrina.

  • Menos palestrantes despreparados.

  • Menos divisões internas.

  • Um critério cientifico de progresso dos livros de Kardec através de teses de Mestrado e Doutorado.

  • Um ambiente fechado para debater novos progressos, antes de vir a público.

  • Diminui as relações pessoais e torna mais logico e cientifico a escolha de ideia ou palestrante.

  • Hoje há muitos argumentos baseados apenas na autoridade de determinado médium ou espirito.



Assim após um curso regular, reconhecido pelo MEC, de 5 anos, onde o aluno toma contato com todas as Doutrinas Filosóficas fará:

  • 3 anos de pós graduação

  • 3 anos de Mestrado

  • 3 anos de Doutorado. ( nesta fase é que está apto a agregar novos descobrimentos numa especialidade que escolheu, porem muitos deixam isto para o pós-doutorado, até aqui apenas reproduzem o que já foi descoberto)



Hoje, na Ciência, somente após  estes 11 anos de especialização, geralmente de tempo integral, é que o pesquisador tem condições de de agregar novos conhecimentos sobre uma área, muito especifica, e geralmente não o faz sozinho sempre é acompanhado por uma equipe multidisciplinar. A maioria apenas repete experiencias já feitas para agregar uma novidade no pós-doutorado.

Nós espiritas nos ufanamos de repetir :

"É preferível rejeitar dez verdades que aceitar uma mentira."

Porém, a Ciência é muito mais restritiva. Caso você apresente, nestes 11 anos de dedicação integral, uma única frase ou formula, na sua monografia, que não está em acordo com o edifício teórico experimental , você será reprovado e não terá condições de agregar uma inovação.

Um médico que cursar a faculdade de filosofia espírita poderá defender tese sobre questões de fronteira a nível de mestrado dentro apenas de sua especialidade como:

  • Engenharia Genética e o espírito.

  • Pacientes em coma.

  • Doenças e Carma.

  • Transplante



Mario Fontes

Reconhece-se o verdadeiro Espírita
pela sua transformação moral,
e pelos esforços que faz para
domar suas más inclinações.
 
(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

  • A Faculdade de Medicina não faz o bom profissional de Medicina.

  • A Faculdade de Engenharia não faz o verdadeiro bom Engenheiro.

  • A Faculdade de Direito não faz o bom profissional de Direito.

  • A roupa, melhor, o hábito não faz o monge.

Analogamente:

A Faculdade de Filosofia Espírita não fará o verdadeiro Espírita.

Muitos, diria cerca de 80% optam por uma faculdade ou profissão por diferentes razões:

  • Os pais ou outro familiar queriam e influenciaram.

  • Ouviu dizer que era facil arrumar emprego nesta area, e que pagavam bem.

  • É o curso da moda e dá Status, sendo facil impressionar o sexo oposto.

  • Resolver algum problema pessoal.

  • Não conseguiu arrumar nada melhor e não aguentava mais fazer cursinho.

  • Curiosidade ( uma vez satisfeita abandonam).

  • O Brasil se sobressaiu no setor e tem mais chances.

Conheço muitos médicos, advogados e engenheiros que se tornaram empresarios da alimentação ou se tornaram políticos e ganham muita mais desta forma, e não conseguem mais retornar a sua profissão que se formaram.

Afirmo que após 30 anos de formado, pouquissimos dos meus colegas continuam trabalhando na area, por diversos motivos, sem contudo terem deixado de serem influenciados para sempre, pela sua titulação de Engenharia, no seu modo de pensar e agir.

Assim vale mesmo vale a pena a Faculdade de Filosofia Espírita, pelas mesmas razões que valem para qualquer outra Faculdade.

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Respostas a este tópico

Esta fábula acima vem ao encontro das leituras de Tomás antonio gonzaga
em seu Tratado quanto à oposição dele a qualquer concepção naturalista por meio da aceitação de um princípio superior de ordem divina, concebido como o princípio e o elemento dinâmico de toda e qualquer ordem observável na realidade, e dotado de uma vontade totalmente livre e capaz de conduzir os acontecimentos em qualquer sentido. Toda as indicações de uma ordem natural preexistente ou coexistente são afastadas por impossíveis e inconcebíveis motivos. a própria concepção de natureza é ligada em direta subordinação a essa Ordem Divina - isto é, não apresenta um estágio de vida humana -; todavia, uma fase de evolução moral iniciada pela desobediência aos primeiros preceitos do Criador de Todas-as-Coisas.
Portanto, a justiça distributiva é igualdade de caráter proporcional, uma
vez estabelecida em consonância com critérios de estimação e avaliação dos Espíritos analisados. E este critério é o mérito de cada qual que os diferencia pela sua própria evolução, tornando-os mais ou menos merecedores de tais ou quais benefícios ou ônus sociais, como nos ensina o professor associado desta academia de Direito da Universidade de São Paulo, Eduardo Carlos Bianca Bittar, em seu livro intitulado A Justiça em Aristóteles.
São regras que têm de ser observadas, porque são produzidas artificialmente
por uma “razão raciocinante”, seja por convenção de particulares, seja pelo príncipe como mandatário do corpo social, sendo o resultado do contrato social, onde as regras jurídicas são as contratuais. No Espiritismo, ao contrário do que imaginamos, tudo é estabelecido - mediante a Teoria Reencarnacionista ou pela Pluralidade das Existências - em consonância com as condições da vontade de evolução de cada um de nós; todavia, as regras a serem cumpridas têm caráter obrigatório, voltadas ao perfil do Justo (individual, social, econômico etc).
a professora doutora, desta academia de Direito, Jeannette antonios Maman
assevera com muita propriedade em seu livro intitulado Fenomenologia Existencial do Direito que:
Não é que o direito (a busca do justo) possa prescindir de regras. Elas são necessárias, desde que o direito que aí esteja relatado (entendendo-se a regra como o relato breve da coisa justa) seja emergente da justiça (virtude) com os olhos voltados para o econômico. Neste sentido, o justo é a verdade; e o econômico é identificado com a verdade ontológica. a ponte entre o justo e a verdade é o cuidado, a necessidade de sobreviver no cotidiano mundano; e muito mais do que isto, o justo, autenticamente, é a realização do ser, em geral de cada um.
Os hadiths, ou ditos, que junto ao Qur’an fornecem a base da char’ia
muçulmana, formam a coletânea tradicional de ensinamentos do querido Profeta Mohammed como, também, de seus companheiros. Justo está incluso na Sura da Manhã, como assevera Karen amstrong em livro intitulado Maomé uma biografia do Profeta:
“A Sura da Manhã dera-lhe uma ordem de natureza claramente social:
homens e mulheres devem cuidar dos membros favorecidos da tribo. Isso fora crucial para o antigo ideal da muruwah (unidade), mas os koreichitas (nome da tribo de Mohammed) pareciam tê-lo perdido de vista. O Qur’an diz que essa mensagem fora de suma importância nas revelações de todos os profetas anteriores”.
E Odir züge Junior complementa em Judaísmo e Islamismo ... (referência
no final desta pesquisa):
“Se foi dito por todos os profetas, é a vontade do divino que assim seja. Não
é de ser que uma fé tão simples e ao mesmo tempo capaz de falar diretamente ao coração das pessoas, tenha se espalhado tão rapidamente. O que pede o Qur’an é algo que todos acabam por entender como Justo”.
Há um final profundo na narrativa de züge Junior:
“Sociedades mais justas são menos violentas”.
De volta à reencarnação, os Espíritos permanecem na erraticidade, após o
desencarne, no Universo Maior, aonde aprendem, e apreendem, por longos períodos, tudo o que tem de cumprir para a sua evolução, numa combinação do binômio conhecimento/ liberdade, adquiridos na pluralidade da existência terrena. São graus evolutivos, desde a existência em mundos primitivos até a permanência em mundos de prova e expiação, do nosso conhecimento, como o planeta Terra. E nesta escala evolutiva têm de passar pelos mínimos e múltiplos detalhes para equacionar saldos, débitos e créditos, já que a Justiça Divina é voltada ao perfeccionismo e rígida ordem hierárquica espiritual, comandada, geralmente, por Espíritos de Luz. Eles são os intermediários e nossos interlocutores, principalmente entre mundos de estágio e os de nível superior, como os mundos felizes, celestiais, aonde se encontram grandes mestres da História Espiritual da Humanidade.
Todavia, mediante o Justo, existem fases que trazem o sofrimento como
ponte essencial da evolução, sendo categoricamente desprezadas pela maioria dos Espíritos em sua trajetória terrena. Veja-se os exemplos de Judas Iscariotes que, arrependido pelo ato praticado - jogando em terra as moedas de prêmio pela entrega de Jesus Cristo aos centuriões romanos, por meio do beijo -, teve de passar por encarnações de vivência extrema.
Seguindo instruções dos cursos mediúnicos, a seguir alguns ítens de supostas
reencarnações, válidas somente aos estudiosos do Espiritismo, a saber: Joana D’arc é a reencarnação de Judas Iscariotes, uma das heroínas da história política da França, que todos conhecem o seu final na existência terrena: queimada em fogueira (punição medieval).
Do centurião romano Cassius Caio Longinus que, para se cientificar da
saída do corpo carnal do Mestre Jesus, transpassou o Salvador com a ponta da sua espada. Da espada, composta por uma lança - futuramente a lança sagrada que permaneceu nas mãos do imperador Constantino, do Rei Carlos Magno, da Família dos Habsburgo e do führer adolf Hitler -, rompem-se tecidos do coração do Cristo e desta ponta são jorrados água (o batismo) e sangue (a purificação). Longinus que tinha precária visão, torna-se imediatamente portador de excelente visibilidade óptica. Ele é reencarnado Dom Pedro II, um dos benfeitores da progressividade da cultura brasileira, quando príncipe-regente da Família Real portuguesa no Brasil (missão espiritual).
Ou, ainda, Lucano (apelidado São Lucas), médico do corpo e da alma,
reencarnado adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, novamente médico, nascido no Ceará e radicado no Rio de Janeiro, aonde tratava, gratuitamente, pobres locais de doenças contagiosas. Ele é o patrono da Federação Espírita Brasileira (missão espiritual).
Enfim, Espíritos seculares que vêm trabalhando em prol da Humanidade,
como Rabi Isaac Luria, estudioso brilhante do século XVI, que aos 13 anos de idade era chamado de ari, significado de “o Leão Sagrado”. Ele tinha o dom de explorar as profundezas internas do zohar, sondando os seus mistérios. as palavras poéticas e os segredos extraordinários do zohar foram decifrados por ele, revelando-nos, por último, um código notável, explicando a forma de como a Energia Espiritual age neste mundo físico. O seu maior legado foi a composição cabalística Os Escritos de Ari, que gerou a conhecida Cabala Luriânica. (missão instrutiva)
É claro que são Espíritos que se tornaram inesquecíveis aos olhos da Justiça,
do Conhecimento e da Conduta dos homens e mesmo aos do Criador de Todas-as-Coisas, o Legislador das Leis Naturais.
Nesse redemoinho, percebe-se a presença da Justiça Divina, por meio do Justo, que é completado, inteiramente, pela vontade de cada um de nós. Todos nós, que concordamos e traçamos em minúcias a composição das linhas d’O Livro da Vida. O Livro da Vida é o conteúdo de tudo que decidimos cumprir, no Plano Maior, na trajetória terrena, ou em cada dia de existência no seio da Humanidade, em estado de vigília e provedor da manutenção da Lei do amor, a maior de todas as leis do Universo. O Livro é tão pessoal e individual (a individualidade), que temos o direito ou privilégio ao livre arbítrio para compor nossas feições (fenótipos e genótipos) retirados do Ectoplasma, um dos mais elementares e importantes componentes encontrados nas galáxias do Universo pós-Big Ben; esta é a denominação científica da explosão que deu origem à Criação do Universo.
Enfim, todos, ao nascer, sabemos que um dia teremos de partir (idéias inatas
auxiliam) para um Mundo de Luz; o que prevalece é o legado a deixar e esse é o mérito do Espírito durante a existência terrena. Os Espíritos são avaliados pela evolução adquirida, pelo discernimento correto do Bem e do Mal.
O Espiritismo, provando de maneira patente a existência de um mundo
invisível, leva, forçosamente, a uma ordem de idéias bem diversa, uma vez que dilata o horizonte moral limitado à Terra. a importância da vida corporal diminui na medida em que a vida espiritual cresce e, assim, nós nos colocamos naturalmente em outro ponto de vista, e o que nos parecia uma montanha gigante não nos afigura maior do que um grãode-areia.
as vaidades, as ambições, neste planeta, tornam-se puerilidades, como
brinquedos infantis, em presença do futuro grandioso que nos espera. atendo-nos menos às coisas terrenas, tendemos, igualmente, a nos satisfazer menos às expensas dos outros, de onde uma diminuição no sentimento do egoísmo.
O Espiritismo não se limita a provar o mundo invisível. Mediante os
exemplos que fazem desenrolar aos nossos olhos e percepção humana, o Espiritismo nôlo revela em sua realidade e não de maneira como a imaginação o havia feito conceber. Ele nô-lo mostra povoado de seres felizes ou infelizes, porém prova que a Caridade, a soberana Lei de Cristo, pode aí assegurar a paz e a alegria. Por outro lado, assistimos ao espetáculo da sociedade terrena que se auto-estraçalha sob o império do egoísmo e que, entretanto, viveria feliz e pacífica sob o da Caridade.

parâmetro. a vantagem de parte da história do maior profeta do século XX se deve à sua secretária e taquígrafa gladys Davis, a quem a Humanidade agradece, porque Edgard Cayce nos ajudou a saber com precisão quem somos e por quê estamos aqui, neste planeta.
Com a Caridade, tudo é benefício para o homem. Com o Espiritismo, o
homem compreende que tem tudo a ganhar, realizando o Bem e tudo a perder, optando pelo Mal. Ora, entre a certeza de perder ou a de ganhar, a escolha não pode ser duvidosa. E é por esse motivo a propagação de que a idéia espírita tende, necessariamente, a tornar os homens melhores em suas mútuas relações. O que ele faz hoje, relativamente aos indivíduos, fará amanhã em relação às massas, quando estiver difundido de maneira geral e mais proveitosa.
O Espiritismo não pretende nada; apenas nos ensina que, por meio dele,
apreende-se o dever de praticar a justiça com compreensão e razão. E assim, Espíritos encarnados são transformados, pela educação espiritual ou mediúnica, portadores legítimos de estar em condições de agir de maneira a ser Justo, como próprio da arte jurídica.
7. Conclusão
O Espiritismo é uma doutrina filosófica moderna, perfeitamente estruturada
por um pensador, escritor e pedagogo; homem de letras e ciências, afamado por sua cultura e trabalhos científicos e que assinou obras espíritas com o pseudônimo de allan Kardec.
O Espiritismo é uma doutrina complexa, que abrange todo o campo do
conhecimento e se apresenta enquadrada na seqüência epistemológica da:
a. Ciência, como pesquisa dos chamados fenômenos paranormais, dotada de métodos próprios, específicos e adequados ao objeto que investiga, tendo dado origem a todas as ciências do paranormal, até à Parapsicologia atual e seu ramo romeno, que se disfarça sob o nome pouco conhecido de Psicotrônica, para não assustar os materialistas opostos à doutrina;
b. Filosofia, como interpretação da natureza dos fenômenos e reformulação da concepção do mundo e de toda a realidade, segundo as novas descobertas científicas; aceita oficialmente no plano filosófico como consta do Dicionário Filosófico do Instituto de França; no País, é reconhecida pelo Instituto Brasileiro de Filosofia, constando do volume Panorama da Filosofia em São Paulo, edição conjunta do Instituto e da Universidade de São Paulo, com coordenação do professor titular Luiz washington Vitta;
c. Religião, como conseqüência das conclusões filosóficas, baseadas nas provas da sobrevivência humana após a morte e nas ligações históricas
e genéricas do Cristianismo com o Espiritismo: considerado como a Religião em Espírito e Verdade, anunciadas por Cristo, segundo os Evangelhos; religião espiritual, sem aparatos formais, dogmas de fé ou instituição igrejeira, sem sacramentos;
d. Gnosiologia, porque essa seqüência anterior obedece às leis da gnosiologia, pelas quais o conhecimento começa nas experiências do homem com o mundo e se desenvolve nas ilações do pensamento humano, dentro do quadro da realidade conhecida; como no Espiritismo essa realidade supera os limites da vida física, a moral se projeta no plano das relações do homem com a Divindade, adquirindo sentido religioso.
allan Kardec em A Viagem Espírita enumera itens importantes com relação
ao Espiritismo no epílogo do livro citado, a saber:
a. O Espiritismo agrada, porque satisfaz à aspiração instrutiva do homem em relação ao futuro; b. porque apresenta o futuro sob um aspecto que a razão pode admitir; c. porque a certeza da vida futura faz com que o homem enfrente com paciência as misérias da vida presente; d. porque, com a doutrina da pluralidade das existências, essas misérias revelam uma razão de ser, tornam-se explicáveis e ao invés de serem atribuídas à Providência, em forma de acusação, passam a ser justificáveis, compreensíveis e aceitas sem revolta; e. porque é um motivo de felicidade saber que os seres que amamos não estão perdidos para sempre que os encontraremos, além de estarem constantemente conosco [inclusive Espíritos inferiores, os animais de estimação, que tanto amamos e estiveram habitando conosco neste planeta]; f. porque as orientações dadas pelos Espíritos são de molde a tornar os homens melhores em suas relações recíprocas; estes e, além destes, outros motivos que só os Espíritos podem compreender. Em contrapartida, que sedução oferece o materialismo? O nada! Nele, todo o consolo que apresenta para as misérias da vida! Com tais elementos, o futuro do Espiritismo não pode ser duvidoso e, todavia, se devemos nos surpreender com alguma coisa, será com o fato de que tenha franqueado um caminho tão rápido, por meio dos preconceitos.
Juridicamente, o Espiritismo tem sido auxiliar e parceiro como um dos mais
importantes meios comprobatórios de crimes, envolvendo rastreamentos investigativos de homicídio, a exemplo do Direito norte-americano, quando juízes dos tribunais dos EUa se servem de sensitivos que têm essas mediunidades; inclusive, uma das mais eficientes instituições do mundo, a Interpol. Tanto juristas quanto investigadores têm acatado orientações prestadas por eles em casos de homicídios. São serviços vinculados ao Espiritismo que têm resultados satisfatórios e alta precisão, como data, local e relatos judiciais; alguns, inimagináveis na trilha da investigação pela própria Polícia que, grata, possui robustas provas, solucionando detalhes de processos complexos, muitos inconclusíveis, antes da interferência do Espiritismo. Saliento, todavia, que os EUa utilizam a nomenclatura Paranormalidade que, na verdade, tem o mesmo significado anterior.
a associação Brasileira de Magistrados Espíritas (abrame) composta por
mais de 700 juízes, desembargadores e ministros de Tribunais Superiores, aceitando apenas togados como membros, deu margem à criação da recém-fundada associação Jurídica Espírita (aJE), de São Paulo. Tanto a abrame quanto a aJE defendem, entre outros tópicos, o uso de carta psicografada nos tribunais.
O meritíssimo juiz federal zalmino zimmermann, presidente da abrame,
em reportagem ao jornal Folha de S. Paulo, diz com propriedade que “o propósito da associação é questionar os poderes constituídos para que o Direito e a Justiça sofram, mais de perto, a influência de espiritualizar. O objetivo geral é a espiritualização e a humanização do Direito e da Justiça”.
Saliento que a aJE tem ramificação, também, nos Estados do Espírito Santo,
Rio de Janeiro e Rio grande do Sul
Mediante todo o quadro exposto, a complexidade do Espiritismo torna-
se facilmente compreensível, porque tudo no Universo se processa com relação a ação e o controle de Leis Naturais, as quais, por sua vez, correspondem à imanência do Pai Todo-Poderoso no Mundo por meio de suas leis. E assim, toda a realidade verificável é absolutamente natural, de maneira que os Espíritos e suas manifestações não são sobrenaturais; todavia, fatos naturais e absolutamente explicáveis, resultantes de leis que a pesquisa científica esclarece. O sobrenatural só se refere a Deus, cuja natureza não é acessível ao homem neste estágio de sua evolução, mas o será, possivelmente, quando este atingir a graduação evolutiva. Todas as possibilidades estão abertas e franqueadas ao homem em todo o Universo, desde que ele avance no desenvolvimento de suas potencialidades espirituais, segundo as leis da transcendência.
É notável que façamos desaparecer a idéia de antagonismo entre Espiritismo
e Ciência. a verdadeira Ciência não hostiliza o Espiritismo, ela não é sectária e não se manifesta ao sabor das opiniões pessoais. Por sua vez, o Espiritismo não pode vir contra a Ciência, porque nela se busca as bases objetivas de sua Doutrina e, de acordo com ela, estabelecido é as novas explicações de fatos psíquicos.
No final de O Livro dos Espíritos, sob o título “Conclusão”, allan Kardec faz
um resumo do conteúdo da obra como, também, das repercussões da mesma na sociedade da época. E em um dos trechos de n. 320.2 extraio:
o Espiritismo, portanto, repousa menos no maravilhoso e no sobrenatural do que a própria religião. Os que o atacam nesse sentido não o conhecem. E, mesmo que fossem os maiores sábios, nós lhe diríamos: ‘se a vossa Ciência, que vos ensinou tantas coisas, não vos revelou que o domínio da Natureza é infinito, sois apenas meio-sábios’.
São Paulo, setembro de 2007.
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Mario Fontes - eu apreciaria saber qual resposta daria o amigo Fontes se, na sua planejada Faculdade de Filosofia Espírita, lhe fosse feita esta pergunta: "sendo q, conforme a DE, Deus é Perfeita Justiça e, portanto,  criou a todos perfeitamente iguais, porq ou qual é a causa de seus livres-arbítrios serem desiguais, pois uns escolheram o caminho do amor e outros o do mal?".

A mim representa. Sinto a mesma perplexidade frente ao posicionamento de alguns pares. Texto de uma mulher espírita sobre o posicionamento surpreendente dos seus correligionários.

"CARTA ABERTA AOS ESPÍRITAS ELEITORES DE BOLSONARO

Por Ana Cláudia Laurindo (15 de setembro de 2018)

Quando escrevi um texto reflexivo sobre o susto que tomei ao ver espíritas declarando voto ao candidato de conduta mais beligerante que o cenário apresentava, eu não os conhecia. Não sabia de fato, o que estava guardado por baixo do verniz de cordialidade que costumava encontrar ao chegar nas casas espíritas, e jamais chegaria a supor que fossem capazes de justificar o erro em nome de uma estranha paz, sendo esta montada sobre uma base não apenas elitista, mas ignorante.

Após este processo eleitoral eu confesso não saber ao certo como estarei me relacionando com aqueles dirigentes, palestrantes e trabalhadores que se revelaram favoráveis a projetos políticos insanos, corroborando para a discriminação étnica e religiosa, cerco aos irmãos indígenas, mesmo sendo aqueles sacrificados desde a invasão deste continente pelo europeus, e outras atitudes deprimentes que ferem os Direitos Humanos, que o candidato escolhido representa.

A capacidade de ofender quem os questiona também se mostrou elevada, chegando aos arroubos de desqualificação do outro, e à demonstrações de lamentável assepsia social e cultural, ou seja, uma inclinação a defender a pertença do espiritismo à castas eivadas de tradicionalismos, com perfil separatista.
Nunca consegui imaginar Jesus assim, distante da simplicidade e adepto dos interesses do poder cego, violador e inimigo do bom senso. Jesus lavou os pés dos pecadores, quebrou paradigmas e irritou os poderosos com seu amor pregado e vivido em solo material, com as pessoas, pelas pessoas. Por isso foi julgado uma ameaça, condenado e crucificado! A missão de Jesus foi socialmente posta, para a educação do espírito.

Como foi difícil para mim olhar nos olhos dos espíritas que despudoradamente se assumiram raivosos e passionais! Ler seus escritos odiosos, usando de auto-ilusão para se permitirem julgar e condenar pessoas públicas ou não, com argumentos classistas (defesa ferrenha da propriedade privada, materialismo acirrado), mas o pior mesmo, foi ver seus dardos envenenados sendo jogados na direção do ex-presidente Lula, envoltos no afã da criminalização, da aniquilação, desconsiderando os direitos do Lula cidadão, filho de Deus, irmão em Jesus, como se costuma falar exaustivamente nas reuniões públicas.

Apenas o Partido dos Trabalhadores desperta a repulsa dos espíritas?

Inúmeros me julgaram não-espírita por escrever como uma “comunista” e acusaram o comunismo de ser o pior defeito que alguém pode ter. Como assim? Esse povo nunca leu sobre capitalismo? Um espírita não pode ter ideias de cunho social libertário? Por qual razão? Onde está escrita a proibição?
Passei três décadas lendo livros espíritas. De Allan Kardec a Léon Denis, devorei com crença e respeito obras clássicas e até romances para iniciantes. Fiz estudos e palestras, integrei grupos, apliquei passes e tive o consolo inigualável de conhecer os trabalhos de assistência espiritual em mesas mediúnicas. Mas o simples fato de escrever com matizes humanitárias e ter posicionamentos políticos progressistas, desprendidos de padrões e tradicionalismos, impede que eu possa me declarar espírita?

Foi por amor que escrevi aquele texto ainda ingênuo. Este aqui é muito mais amadurecido. Pois foram as suas reações bélicas que me fizeram perceber onde estão os altivos escribas e fariseus do passado, tomados pelo gosto de dirigir multidões de boa fé; e recordar o Evangelho que jamais nos incitou à ignorância nem alienação quanto ao cristianismo na terra, pois “a arvore é sempre boa, mas os galhos foram modificados”.

Agora entendo que a adesão massiva feita por eleitores espíritas ao candidato que acumula defeitos comportamentais e exala ineficácia política para governar nossa bela

Mario Fontes, vc me fez lembrar um sábio conselho do Mestre Jesus: "não julgueis!";  conselho enormemente sábio porq absolutamente todos os julgamentos q fazemos são apenas "pseudo julgamentos, falsos julgamentos", pois absolutamente ninguém tem a capacidade, a possibilidade de conhecer todas as causas q deram lugar ao q está sendo julgado.

http://peticaopublica.com.br/pview.aspx/?pi=BR108007


https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/espiritas-progre...

Espíritas que somos, abaixo-assinados, pertencentes a diferentes ideologias políticas e apoiadores de diversas candidaturas do campo democrático, tornamos pública a nossa posição por eleições livres, democracia plena, Estado de Direito, justiça imparcial, direitos humanos, não-violência, respeito, fraternidade, tolerância e paz entre todos/as.

Por esse motivo, nos juntamos a outros/as religiosos/as, mulheres, negros/as, LGBT+, jovens, educadores, intelectuais, artistas e ao povo brasileiro, para dizermos em alto e bom tom: #EleNão, #EleNunca, #EleJamais.

#EleNāo porque seu discurso carregado de ódio, intolerância, misoginia, homofobia, racismo, vai em direção diametralmente oposta à mensagem do Cristo contida em seu Evangelho de amor, educação de nossos sentimentos à luz do amor incondicional por todos, sem discriminação, com respeito, sempre.

#EleNão porque não se trata apenas de uma disputa entre direita e esquerda, de partidos políticos diferentes, de um pleito normal, mas se trata de questões capitais como a defesa dos preceitos democráticos (o Estado como mantenedor das garantias e direitos de cada cidadão e sua dignidade) para todos, não excluindo e isolando nenhum grupo, como o perigo iminente que se apresenta com a candidatura de Bolsonaro e pelos seus pensamentos desrespeitosos e intolerantes às mulheres, negros(as), LGBTs, indígenas. Por isso a sua candidatura é um real incentivo à  desagregação e segregação da sociedade brasileira, na medida em que o seu discurso fomenta ódio e a discriminação.
Quando foi que vocês se tornaram fascistas?
O que é que vocês precisam proteger derramando o sangue do seu irmão?
O que você sente ao imaginar a fala do seu candidato sendo realizada?
O que você sente ao apoiar o extermínio de indígenas, negros e homoafetivos?
Você reza para que seu familiar/amigo/vizinho gay morra em um acidente?
Você empresta seu cinto para que seu vizinho corrija seu filho afeminado com uma surra até a morte?
Você apoia o policial que confunde um guarda-chuva com arma e mata o trabalhador que está apenas
esperando os filhos descerem do ônibus?
Qual é o seu papel nessa barbárie toda?
Quem é você na homenagem a torturadores?
O que desencapa o fio e dá o choque?
O que sufoca o torturado com um saco na cabeça?
O que leva as crianças pela mão pra assistirem a mãe sendo torturada. Ou o que alimenta os ratos que o
torturador colocará nas genitais de mulheres? O que você sente ao imaginar isso? De que ângulo você mais
gosta de assistir isso?
Quem é você no futuro educacional das crianças?
O que ensina elas a fazerem sinal de arma com as mãos ?
O que vota pelo congelamento dos investimentos na educação?
O que as mulheres representam pra você? E você mulher eleitora desse candidato o que você é?
Uma fraquejada?
Mão de obra barata?
Uma vagabunda incompetente?
Uma fábrica de criar desajustados?
O que te faz se conectar com um ser humano que quer o seu extermínio? Que pulsão de morte é essa?
O que te faz se sentir um ser superior e apoiar o extermínio das minorias (Nas quais você certamente está
inserido)
Que parte de você se conecta com tanta violência, desumanidade e ódio?
Você vai dormir tranquilo dando o cargo de maior poder do seu país a um desajustado, incapacitado e violento
que o que mais deseja é derramar sangue?
Eu pergunto a você meu familiar, amigo e conhecido eleitor desse sujeito. Aonde foi que você perdeu a Consciência?

Estranho que espíritas, mesmo cultos e estudiosos, desconheçam aquele sério conselho do Mestre Jesus, "Não julgueis"; assim, muitos julgam mesmo sem conhecerem todas as causas do fato q está sendo julgado.

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