Quanto ao aspecto evolutivo da Doutrina Espírita, acho que o que está fazendo falta é a FACULDADE DE FILOSOFIA ESPÍRITA, que trará:

  • Uniformidade na divulgação da doutrina.

  • Menos palestrantes despreparados.

  • Menos divisões internas.

  • Um critério cientifico de progresso dos livros de Kardec através de teses de Mestrado e Doutorado.

  • Um ambiente fechado para debater novos progressos, antes de vir a público.

  • Diminui as relações pessoais e torna mais logico e cientifico a escolha de ideia ou palestrante.

  • Hoje há muitos argumentos baseados apenas na autoridade de determinado médium ou espirito.



Assim após um curso regular, reconhecido pelo MEC, de 5 anos, onde o aluno toma contato com todas as Doutrinas Filosóficas fará:

  • 3 anos de pós graduação

  • 3 anos de Mestrado

  • 3 anos de Doutorado. ( nesta fase é que está apto a agregar novos descobrimentos numa especialidade que escolheu, porem muitos deixam isto para o pós-doutorado, até aqui apenas reproduzem o que já foi descoberto)



Hoje, na Ciência, somente após  estes 11 anos de especialização, geralmente de tempo integral, é que o pesquisador tem condições de de agregar novos conhecimentos sobre uma área, muito especifica, e geralmente não o faz sozinho sempre é acompanhado por uma equipe multidisciplinar. A maioria apenas repete experiencias já feitas para agregar uma novidade no pós-doutorado.

Nós espiritas nos ufanamos de repetir :

"É preferível rejeitar dez verdades que aceitar uma mentira."

Porém, a Ciência é muito mais restritiva. Caso você apresente, nestes 11 anos de dedicação integral, uma única frase ou formula, na sua monografia, que não está em acordo com o edifício teórico experimental , você será reprovado e não terá condições de agregar uma inovação.

Um médico que cursar a faculdade de filosofia espírita poderá defender tese sobre questões de fronteira a nível de mestrado dentro apenas de sua especialidade como:

  • Engenharia Genética e o espírito.

  • Pacientes em coma.

  • Doenças e Carma.

  • Transplante



Mario Fontes

Reconhece-se o verdadeiro Espírita
pela sua transformação moral,
e pelos esforços que faz para
domar suas más inclinações.
 
(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

  • A Faculdade de Medicina não faz o bom profissional de Medicina.

  • A Faculdade de Engenharia não faz o verdadeiro bom Engenheiro.

  • A Faculdade de Direito não faz o bom profissional de Direito.

  • A roupa, melhor, o hábito não faz o monge.

Analogamente:

A Faculdade de Filosofia Espírita não fará o verdadeiro Espírita.

Muitos, diria cerca de 80% optam por uma faculdade ou profissão por diferentes razões:

  • Os pais ou outro familiar queriam e influenciaram.

  • Ouviu dizer que era facil arrumar emprego nesta area, e que pagavam bem.

  • É o curso da moda e dá Status, sendo facil impressionar o sexo oposto.

  • Resolver algum problema pessoal.

  • Não conseguiu arrumar nada melhor e não aguentava mais fazer cursinho.

  • Curiosidade ( uma vez satisfeita abandonam).

  • O Brasil se sobressaiu no setor e tem mais chances.

Conheço muitos médicos, advogados e engenheiros que se tornaram empresarios da alimentação ou se tornaram políticos e ganham muita mais desta forma, e não conseguem mais retornar a sua profissão que se formaram.

Afirmo que após 30 anos de formado, pouquissimos dos meus colegas continuam trabalhando na area, por diversos motivos, sem contudo terem deixado de serem influenciados para sempre, pela sua titulação de Engenharia, no seu modo de pensar e agir.

Assim vale mesmo vale a pena a Faculdade de Filosofia Espírita, pelas mesmas razões que valem para qualquer outra Faculdade.

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Reconhece-se o verdadeiro Espírita
pela sua transformação moral,
e pelos esforços que faz para
domar suas más inclinações.
 
(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

  • A Faculdade de Medicina não faz o bom profissional de Medicina.

  • A Faculdade de Engenharia não faz o verdadeiro bom Engenheiro.

  • A Faculdade de Direito não faz o bom profissional de Direito.

  • A roupa, melhor, o hábito não faz o monge.

Analogamente:

A Faculdade de Filosofia Espírita não fará o verdadeiro Espírita.

Muitos, diria cerca de 80% optam por uma faculdade ou profissão por diferentes razões:

  • Os pais ou outro familiar queriam e influenciaram.

  • Ouviu dizer que era facil arrumar emprego nesta area, e que pagavam bem.

  • É o curso da moda e dá Status, sendo facil impressionar o sexo oposto.

  • Resolver algum problema pessoal.

  • Não conseguiu arrumar nada melhor e não aguentava mais fazer cursinho.

  • Curiosidade ( uma vez satisfeita abandonam).

  • O Brasil se sobressaiu no setor e tem mais chances.

Conheço muitos médicos, advogados e engenheiros que se tornaram empresarios da alimentação ou se tornaram políticos e ganham muita mais desta forma, e não conseguem mais retornar a sua profissão que se formaram.

Afirmo que após 30 anos de formado, pouquissimos dos meus colegas continuam trabalhando na area, por diversos motivos, sem contudo terem deixado de serem influenciados para sempre, pela sua titulação de Engenharia, no seu modo de pensar e agir.

Assim vale mesmo vale a pena a Faculdade de Filosofia Espírita, pelas mesmas razões que valem para qualquer outra Faculdade.

http://www.se-novaera.org.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid...


NEOPE-FEC lança cursos de formação de Pesquisadores Espíritas
2013-05-30 21:13:34

Desde que o homem existe sobre a Terra, existem os Espíritos, e, desde então, também, os Espíritos se manifestaram aos homens.
Allan Kardec – Revue Spirite, fevereiro, 1861.

Por Marcelo Henrique Pereira,
Assistente da Vice-Presidência de Cultura e Ciência, da Federação Espírita Catarinense

A data de hoje é um MARCO no movimento espírita catarinense e brasileiro, com a oficialização do primeiro CURSO DE FORMAÇÃO DE PESQUISADORES ESPÍRITAS, desenvolvido pelo NEOPE-VPCC da FEC.

A iniciativa tem o respaldo acadêmico-científico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), incluído nas atividades de Extensão Universitária, em harmonia com o pensamento da codificação:


Um outro caráter da revelação espírita é que, apoiando-se sobre os fatos, ela é e não pode deixar de ser essencialmente progressiva, como todas as ciências de observação. O Espiritismo, marchando com o progresso, jamais será ultrapassado porque, se novas descobertas demonstrassem estar em erro sobre um certo ponto, ele se modificaria sobre esse ponto; se uma nova verdade se revelar, ele a aceitará.
Allan Kardec, A Gênese, cap. I, item 55.

Aguardado com expectativa, o Programa de Formação de Pesquisadores, do Núcleo de Estudos e Orientação para a Pesquisa, da Vice-Presidência de Cultura e Ciência da Federação Espírita Catarinense está sendo oficialmente lançado. Com ele, a abertura de inscrições para os cursos, que são de extensão universitária em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e fornecerá certificado com carga horária de 30 h/a, cada. Estão previstas 40 (quarenta) vagas para cada um dos cursos.

O primeiro módulo ocorrerá nos dias 28 e 29 de junho.

Cursos Sequenciais de Extensão Universitária:

1) Formação de Pesquisadores em Transfenomenologia
2) Coordenadores de Pesquisa Transfenomenológica

Ementa:
Do (des)encantamento ao (re)encantamento do mundo. Modernidade e Pós Modernidade. Do positivismo do século XIX às novas epistemologias. O Pesquisador em Transfenomenologia. Bibliometria e as pesquisas em transfenomenologia. Apresentação de Cases.

Definição de Linhas de Pesquisa em Transfenomenologia.

Informações:
fapfialho@gmail.com
Vpcc-assistente@fec.org.br

Inscrições:
https://docs.google.com/forms/d/12tYRPebu-n5C0z4e6uj9hcB5ADLNIv43Vd...

Curta nossa página:
http://www.facebook.com/pages/Pesquisa-Espirita/220384424774609


Realização:

Federação Espírita Catarinense – Vice-Presidência de Cultura e Ciência – Núcleo de Estudos e Orientação da Pesquisa Espírita

Universidade Federal de Santa Catarina
Atividade de Extensão Universitária
Res. n. 03/Cun/2009 – UFSC

1
O Espiritismo E A Universidade
Dora Incontri
Uma questão vital para o espiritismo é a sua entrada na
universidade. Há no Brasil um grande contingente de acadêmicos
espíritas, em diversas áreas do conhecimento. Mas até agora,
pouquíssimos assumiram o espiritismo como um discurso
científico válido ou se empenharam em demonstrar que Kardec
foi um intelectual com contribuições importantes para a filosofia,
a ciência, a religião e a pedagogia. Alguns chegam a declarar a
inutilidade de tal tentativa, por verem a universidade refratária ou
por lhe atribuírem pouca importância, como cenário de debates.
Muitos doutores têm uma vida universitária burocrática e, se
espíritas, não vêem nenhum motivo para perturbar sua carreira,
defendendo uma idéia marginalizada. Assim, a questão é a
seguinte: é preciso mesmo levar o espiritismo para a
universidade? Por quê? Para quê? Como? Para defender não só a
necessidade, mas a urgência de se adentrar o mundo acadêmico
com a proposta espírita, farei antes um breve histórico do papel
da universidade através dos tempos.
Um Pouco De História
A universidade é uma das belas heranças que o final da Idade
Média nos deixou. Os séculos XII e XIII, que viram seu início,
foram palco das mudanças sociais, culturais e políticas, que
desembocariam no Renascimento. Aliás, o século XII é
considerado como a primeira etapa do movimento que tomaria
mais tarde esse nome.
Mas não se pense que a universidade era essa instituição morna e
distante de hoje. O brilhante historiador Jacques Le Goff, na obra
Os Intelectuais na Idade Média, mostra como era a vida
acadêmica de então. Primeiro, muitas das universidades foram
fundadas a partir de corporações de estudantes ou professores. E
mesmo as apoiadas por imperadores e papas exerceram um papel
de democratização e renovação do conhecimento. Foi nessa
2
época que se deu a transmissão para o Ocidente dos tesouros
gregos, que vieram reconduzidos à Europa graças à exuberante
cultura árabe (que aliás tinha suas universidades) e à cultura
bizantina. Os embriões da ciência moderna começam aí, com o
desenvolvimento da matemática, da medicina, da volta do direito
romano… E a razão também inicia seu processo de libertação da
fé dogmática.
Do ponto de vista social, a comunidade estudantil representava o
elemento transformador, inquieto e até rebelde que lançava as
sementes de um novo mundo. No século XX, viu-se semelhante
comportamento até a década de 60, antes dessa apatia acrítica que
tomou conta da juventude pós-moderna.
Le Goff descreve como eram as aulas, pelo menos na
universidade de Paris. Os professores debatiam publicamente
com alunos e professores rivais. Havia polêmicas abertas e podiase
propor de improviso ou para próximos encontros questões que
o mestre teria de demonstrar sob rajadas de perguntas e contraargumentos.
Ou seja, era preciso convencer o público
participante. Cenas assim podem ser vistas no filme Em nome de
Deus, que retrata a vida de Abelardo, dos primeiros mestres de
Paris. Embora as questões então discutidas nos pareçam
irrelevantes, porque em sua maioria eram sutilezas teológicas,
não se pode negar que o processo da Escolástica medieval (em
que pese toda a influência autoritária da Igreja) foi uma tentativa
de racionalização da fé. Abelardo, por exemplo, um dos grandes
racionalistas da época, que aliás rendia culto ao Consolador, pode
ser considerado precursor de Descartes e até de Kardec. Foi quem
libertou a lógica da teologia, firmando-a como ciência autônoma.
Nas universidades medievais, ao contrário do que se possa
pensar, havia a representação de várias correntes e debates entre
elas. Mas o ápice de tal pluralidade ideológica e cultural foi o
período áureo da Espanha muçulmana (séculos XI, XII e XIII)
onde cristãos, judeus e islâmicos tiveram pela primeira e única
vez na história um intercâmbio pacífico de idéias, desencadeando
o progresso científico e cultural da Europa, a partir do século XII.
Também nisto, a universidade teve papel preponderante,
sobretudo a de Córdoba, fundada pelos árabes. Desta cidade,
aliás, veio um dos maiores sábios islâmicos, que exerceu
3
influência sobre a cultura cristã, o médico e filósofo Averroes.
Infelizmente, o fanatismo e a opressão fizeram o desfavor
histórico de acabar com essa experiência fantástica de pluralidade
cultural, mergulhando a Europa nas trevas da Inquisição. E justo
na Espanha, em que essa democracia tinha sido praticada, houve
a maior repressão, com a expulsão definitiva de judeus e árabes
no século XV.
Depois, vemos no próprio Renascimento, o início da ciência
moderna, com os arautos da astronomia e da matemática, tendo
como cenário de seus estudos e docências, as universidades
criadas na Idade Média: Galileu foi professor das Universidades
de Pisa e Pádua, Kepler estudou na de Tübingen e deu aulas na de
Graz (Áustria), Isaac Newton foi professor de Cambrigde.
Também a Reforma passou pelas universidades. Já com os
precursores: Jan Huss foi reitor da Universidade de Praga; John
Wiclif estudou em Oxford e foi reitor de Filligham. Depois
Lutero, foi doutor e professor. Comenius, que lançou a pedagogia
moderna sob a inspiração da Reforma, esteve na Universidade de
Heidelberg.
Mais tarde, toda a filosofia alemã que daria uma guinada no
pensamento ocidental, nos séculos XVIII e XIX, primeiro com a
crítica da razão, feita por Kant, depois com a dialética de Hegel,
de que nasceu a dialética marxista – e seus contemporâneos e
sucessores, todos estiveram ligados a universidades.
Nem é preciso citar o papel que elas tiveram no século XX, com
seu potencial de pesquisa e discussão de idéias, além dos
movimentos estudantis, como o de 68, que mudaram a face da
juventude.
Esses exemplos são para mostrar que várias revoluções
conceituais, científicas e sociais, propostas no Ocidente no último
milênio, têm passado pelas universidades. É claro que também
observamos nesta instituição – como em todas – o abuso do
poder, as vaidades pessoais em detrimento da verdade, o
conservadorismo e a estagnação que impedem o progresso e o
pluralismo. Mas apesar dos percalços que a imperfeita natureza
humana sempre introduz nas melhores coisas, a universidade
conseguiu alcançar seus mil anos, como instituição respeitável e
4
digna de ser mantida, ainda que se possam propor inúmeras
reformas para que se adapte ao século XXI.
A Universidade Brasileira
Um dos fatos mais chocantes da história do Brasil foi o atraso em
termos nossa universidade. Todos os países da América (do
Norte, Central e do Sul) tiveram as suas muito antes. Harvard
(EUA) e Cordova (Argentina) foram fundadas no século XVII. A
do México, mais antiga, no século XVI. Peru, Venezuela, Chile
têm universidades com pelo menos 150 ou 200 anos. A primeira
universidade brasileira (a USP) é da década de 30 do século XX.
Ou seja, esta instituição milenar não tem nem um século no
Brasil.
Talvez por isso estejamos demorando tanto a pensar o mundo, de
forma original, dando nossa contribuição filosófica e científica à
humanidade. Salvo raras cabeças que se destacam como estrelas
solitárias, não criamos escolas filosóficas, científicas ou
pedagógicas. O que a maioria dos acadêmicos brasileiros faz é
pensar segundo autores importados. Há mesmo um pânico
generalizado e uma proibição implícita de se pensar por si. Um
exemplo: alguém faz uma tese na História. Terá de optar por uma
corrente como a marxista ou a história nova. Não há historiadores
brasileiros, com proposta alternativa. Na filosofia, o mesmo.
Podem-se estudar filósofos antigos e contemporâneos, mas onde
estão os filósofos brasileiros? Há tomistas, marxistas, hegelianos,
kantianos etc. em nossa universidade, mas onde alguém que tenha
feito escola?
Mesmo quando o objeto é o Brasil, os métodos são importados, a
ponto de antropólogos, sociólogos, economistas brasileiros
(exceção feita a alguns do quilate de Darcy Ribeiro ou Sérgio
Buarque de Holanda) olharem fenômenos de nosso país com um
olhar europeu ou americano, como se fôssemos exóticos para nós
mesmos. O espiritismo, mas também a umbanda e o candomblé,
entram nesse contexto, pois alguns estudos antropológicos e
sociológicos a respeito assumem um discurso de distanciamento,
como se tudo isso não fizesse parte da nossa cultura. Ou seja,
aquilo que é representativo entre nós só entra na universidade
5
como objeto quase folclórico, nunca como voz representativa de
um segmento. Um adepto do candomblé ou do espiritismo farão
uma tese sobre os seus respectivos objetos, enquadrando-os numa
cientificidade supostamente isenta, o que significa dizer, por
exemplo, que os orixás ou os espíritos são categorias do
imaginário.
Isso apenas para mencionar as áreas de humanas. Nas exatas e
médicas, a impossibilidade de se alternar o discurso é maior. Nas
humanas, há pelo menos a pluralidade de posições já
estabelecidas lá fora. Nas outras, parece que não chegou aqui a
discussão que, pelo menos na Europa, está abalando a forma
positivista de fazer ciência, ou seja, o questionamento pósmoderno,
que desconstrói a própria noção de ciência. Os alunos
de química, medicina ou biologia continuam estudando suas
disciplinas, como se elas não tivessem pressupostos filosóficos,
sem qualquer reflexão ética ou epistemológica… Ou seja, faz-se
ciência, sem se discutir o método científico.
O Paradigma Do Espírito
Se os acadêmicos espíritas brasileiros compreenderem de fato a
que vem o espiritismo perceberão que o pensamento espírita,
assumido como uma visão de mundo, um método de conhecer e,
portanto, um novo paradigma – é justamente uma possibilidade
original de filosofar, de fazer história ou ciência. E essa
originalidade pode ser uma contribuição espírita à cultura
brasileira e, ao mesmo tempo, uma contribuição brasileira à
cultura internacional. Mas ela precisa ser construída. Está
implícita em Kardec, mas longe de estar aplicada (com todas as
suas articulações) nas várias áreas do conhecimento. E essa
construção só pode ser feita na universidade.
Em minha tese de doutorado Pedagogia espírita, um projeto
brasileiro e suas raízes histórico-filosóficas (USP, 2001), procurei
fazer isto. Não significa jogar fora as conquistas de 2500 anos de
desenvolvimento filosófico e científico (que vêm desde os
gregos), apenas para sermos originais. Aliás, o próprio
espiritismo – poderão alegar – é uma doutrina importada da
França, com antecedentes e condicionamentos históricos. Mas,
6
encarando essa herança como parte constitutiva de nossa cultura
(pois é isso que se tornou) e buscando articular o pensamento
espírita na sua coerência, originalidade e com nossa pitada de
brasilidade, faremos o que nos compete para que o espiritismo dê
a sua contribuição ao mundo. O Brasil é atualmente o único país
que pode fazer isso, se abdicarmos da colonização intelectual,
pois foi na Europa e nos EUA que os estudos espíritas foram
silenciados. Na educação, fiz isso, mostrando que as raízes da
pedagogia espírita vêm desde Sócrates e Platão, passando por
Comenius, Rousseau e Pestalozzi, para desembocar em Rivail.
Mas apontei a contribuição original, brasileira, de Eurípedes
Barsanulfo, Herculano Pires, Anália Franco, Tomás Novelino,
Ney Lobo, Vinicius, como exemplos de uma nova pedagogia.
Há que se fazer o mesmo em outras áreas e alguns já têm tentado
isso. Um bom sinal é que tenho recebido e-mails do Brasil inteiro
de jovens que já fizeram ou estão em vias de fazer monografias e
dissertações sobre o espiritismo. Mas é preciso uma coragem
moral, que às vezes os acadêmicos acomodados em suas cátedras
não querem assumir, pois se trata de desafiar o sistema, discutir
idéias, condenadas por uma certa conspiração do silêncio. À
coragem moral, deve-se aliar a competência, porque é preciso
estar muito bem fundamentado para se fazer validar, ou pelo
menos, respeitar, algo fora do sistema. Estar fora do sistema
explica-se em países onde o espiritismo desapareceu. Mas onde
ele criou raízes e tem convicções entre pesquisadores, por que
mantê-lo afastado da universidade, como se fosse suspeito?
O momento é propício e urgente para abrirmos caminho.
Propício, porque podemos alegar que a representatividade social
e cultural que o espiritismo adquiriu na sociedade brasileira, lhe
dá o direito de ser representado na universidade, como um
discurso científico, ou ao menos filosófico. Se não nos deixarem
fazer isso, então trata-se de patrulhamento ideológico, que
devemos denunciar. Urgente, porque em benefício do próprio
espiritismo, temos de compreendê-lo e praticá-lo como fermento
cultural, para mudar as estruturas do pensamento humano e não
apenas como mais uma religião que distribui passes, sopa e água
fluida. Temos de fazê-lo, como queria Kardec – ciência, filosofia,
ética racional, religiosidade universal, de forma competente e
7
bem articulada – o que é indispensável para enfrentarmos a crítica
de fora, mas impossível, se ficarmos fechados em nós mesmos.
Espanta-me que intelectuais espíritas, que deveriam compreender
o espiritismo como um novo paradigma de conhecimento, o
adotem apenas como credo religioso. São cientistas na
universidade e espíritas no centro espírita, como se freqüentassem
mais uma igreja, sem nenhuma conexão com suas vidas de
pensadores e pesquisadores. Apenas se vencermos essa covardia
ou cegueira, o espiritismo cumprirá sua missão histórica, que não
é a de fazer proselitismo, mas de oferecer uma alternativa de
visão de mundo respeitável e reconhecida, que se faça valer nesse
espaço tão rico e antigo como a universidade, recuperando-a
como um lugar de debate plural, para enfrentar os desafios deste
milênio.
FIM.
Gentilmente Oferecido Por Ronaldo Maurício Da Silva
Timeo hominem unius libri

Tema o Homem de um livro só.
Agostinho(354 - 430)

Muitos incêndios destruíram Alexandria, mas o último aniquilador é contado abaixo:
“645 d.C – O conquistador muçulmano, califa Omar, respondeu a um de seus generais que lhe perguntou o que fazer com os famosos livros de Alexandria
Disse ele:
Se o conteúdo estiver de acordo com o livro de Alá, podemos passar sem eles, porque o livro de Alá é mais do que suficiente. Se, por outro lado, eles contêm ideias que não estão de acordo com o livro de Alá, não há necessidade de preservá-los. Então, vá em frente e destrua-os.O cronista Ibn al-Kifti relata que os livros foram usados para aquecer os banhos públicos de Alexandria. Seis meses foram necessários para consumir todos os volumes.”
Veja no noticiário de hoje em dia onde o Dogmatismo levou a Civilização Mulçumana.

Há necessidade de inicialmente seguirmos uma única orientação para que não venhamos a nos perder em vários caminhos alternativos, principalmente se somos inciantes.
Kardec foi , é e será este fundamento inicial do aprendiz, porém não precisa ser o único e exclusivo.





Ler Kardec:
Bom para todos os Espíritas, para que tenhamos um ideal, um símbolo como uma bandeira em comum, uma linguagem comum com todos os Espíritas do mundo, além de beber na fonte os fundamentos da Doutrina.

Estudar Kardec
Isto é melhor, compreendendo os conceitos em profundidade tendo uma visão teórica que lhe permitirá comparar com outras Doutrinas.

Entender e viver os ensinamentos de Kardec e Jesus
Insuperável atitude que trará enorme satisfação pessoal de realização no bem, além de recompensas na vida espiritual .

Discordar de Kardec


Atitude necessária de que aprendeu a lição e tenta buscar alternativas explicativas melhores , nem que seja para concordar mais tarde com Kardec e admitir que estava errado. Um ambiente universitário deve ser assim, livre.


Porem,

Decorar Kardec
Atitude de iniciante, semelhante aos que decoram a tabuada nos primeiros anos, para depois entender como funciona a multiplicação.

Citar Kardec como os advogados citam uma Constituição
Procedimento dogmático que nos iguala a qualquer outra Religião, quando citam a Bíblia.

Só ler Kardec
Atitude contraria aos ensinamentos de Kardec, que esbarra no fanatismo.

Atribuir infalibilidade a Kardec
Idolatria, contraria aos ensinamentos de Kardec.
Kardec é um homem extraordinário, como poucos que ouvi falar, ainda pouco estudado e compreendido sua importância na história da humanidade, mas é um homem.





Já deparei com pessoas que queriam aprender francês (louvável sempre aprender outra língua), mas com o objetivo de entender o verdadeiro pensamento de Kardec, as entrelinhas ocultas. Será que teremos a Cabala ou Código da Vinci do Espiritismo? Este é o pensamento dogmático. Será que para entender o Evangelho precisa saber Aramaico ou Hebraico? só se aprende Gravitação lendo Isaac Newton, do original?
Necessário ler estudar, entender e praticar os ensinamentos de Jesus e Kardec, porém há uma diferença enorme entre estudar Kardec e só estudar Kardec.
O Dogmatismo afasta o livro pensamento e questionamento natural dos jovens e enfraquece o Espiritismo como um todo principalmente na parte Filosofia e Científica.
Um ambiente universitário oferece as condições necessárias para definir quais livros estão ou não compatíveis com a Doutrina dos Espíritos.

Intenção pode provocar o colapso da Função de Onda de Schrödinger‏

Caros,

A parte 2 do filme abaixo Dean Radin mostra o alto índice de correlação estatística para manipulação mental do experimento da dupla fenda.


PARTE 1
https://www.youtube.com/watch?v=FMXqyf13HeM

PARTE 2
https://www.youtube.com/watch?v=wJwsSbiVE2g


FÍSICA QUÂNTICA E ESPIRITISMO

    Postado por MARIO SERGIO DE OLIVEIRA FONTES em 14 junho 2012 às 9:44
    Exibir blog

As equações Quânticas mostram que as leis naturais que conhecemos no mundo cotidiano são um caso particular das leis quânticas, porem como se conectam as leis destes dois mundos diferentes? É uma questão sendo desvendada pela nanotecnologia.

Caso montemos um experimento para demonstrar que o elétron OU FÓTON é uma partícula demonstraremos experimentalmente que o elétron/fóton é uma partícula.

Caso montemos um experimento para demonstrar que o elétron/fóton  é uma onda de alguma coisa ( eletromagnética ou probabilidade...) demonstraremos experimentalmente que o elétron/fóton comporta como onda de alguma coisa.

Veja Dr. Quantum

http://www.youtube.com/watch?v=lytd7B0WRM8


Tudo parece indicar que a nível quântico as leis naturais que conhecemos operam de acordo com as crenças e preferências que temos.

Os espíritos nos dizem que há diferentes mundos, com estados de condensação de matéria diferente, e com leis atuando de forma diferentemente em cada um, sendo que quanto menos condensada a matéria mais as leis espirituais tem predominância.


Buscai e achareis.

Porem é preciso ter ouvidos de ouvir e olhos de ver,

Platão ,Pithágoras ,Epicuro ,Sócrates ,Zenon , e Aristóteles não cursaram nenhuma faculdade em nenhuma universidade ,embora tenha que reconhecer que Aristóteles fez a besteira de ser o reitor da primeira universidade da civilização ocidental fundada pelo seu pupilo o Megas Alexandros Filipidis , que o presenteou , com o espaço e o maior acervo de livros da época em Alexandria do Egipto , contudo os citados todos foram filósofos , e o que é ser filósofo ? Qual é a diferença de um filósofo e um sofo (sábio) , qual é a diferença entre a gnose (conhecimento) , a sofia (sabedoria) e filosofia (relação de intimidade e apreço ,ou seja de amor da variedade filia com a sabedoria)? Não se formam filósofos em em nenhuma faculdade ou universidade . Euclides e Tales eram sofos (sábios) Herodoto e Plutarcho tinham muitas gnoses sobre fatos históricos e eram sofos , Flavio Josepho apenas tinha gnoses de fatos históricos que relatou . O padre Quevedo afirma que fez faculdade de filosofia e se diz filósofo ... Herculano Pires era um filosofo , e era espirita , Herculano Pires que era formado em filosofia e que tinha muitas gnoses em conteudos escritos espiritas se empenhou para fundar uma Faculdade de filosofia espírita ?

"Herculano Pires que era formado em filosofia e que tinha muitas gnoses em conteudos escritos espiritas se empenhou para fundar uma Faculdade de filosofia espírita ?"

Dora Incontri é uma das pessoas que mais conviveu com com Herculano.

Por favor leia o artigo acima e entenda qual é a opinião dela a respeito.

Visite tambem:

http://pedagogiaespirita.org.br/cursos

Senhor Mario Fontes , a pergunta foi clara : Herculano Pires se empenhou para fundar uma faculdade de Filosofia espirita ? Eu não pedi para o senhor ler a Republica de Platão para dizer que ele era um filósofo ...

"Não se formam filósofos em em nenhuma faculdade ou universidade "

Isto já foi respondido num artigo acima:

Reconhece-se o verdadeiro Espírita
pela sua transformação moral,
e pelos esforços que faz para
domar suas más inclinações.

(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

A Faculdade de Medicina não faz o bom profissional de Medicina.

A Faculdade de Engenharia não faz o verdadeiro bom Engenheiro.

A Faculdade de Direito não faz o bom profissional de Direito.

A roupa, melhor, o hábito não faz o monge.

Analogamente:

A Faculdade de Filosofia Espírita não fará o verdadeiro Espírita.

Muitos, diria cerca de 80% optam por uma faculdade ou profissão por diferentes razões:

Os pais ou outro familiar queriam e influenciaram.

Ouviu dizer que era facil arrumar emprego nesta area, e que pagavam bem.

É o curso da moda e dá Status, sendo facil impressionar o sexo oposto.

Resolver algum problema pessoal.

Não conseguiu arrumar nada melhor e não aguentava mais fazer cursinho.

Curiosidade ( uma vez satisfeita abandonam).

O Brasil se sobressaiu no setor e tem mais chances.

Conheço muitos médicos, advogados e engenheiros que se tornaram empresarios da alimentação ou se tornaram políticos e ganham muita mais desta forma, e não conseguem mais retornar a sua profissão que se formaram.

Afirmo que após 30 anos de formado, pouquissimos dos meus colegas continuam trabalhando na area, por diversos motivos, sem contudo terem deixado de serem influenciados para sempre, pela sua titulação de Engenharia, no seu modo de pensar e agir.

Assim vale mesmo vale a pena a Faculdade de Filosofia Espírita, pelas mesmas razões que valem para qualquer outra Faculdade.

Eu não tenho nenhum interêsse financeiro ou de alimentar minha vaidade se houver a fundação ou não de uma faculdade de filosofia espírita , não terei ou deixarei de ter oportunidade de emprego , ascenção no plano da carreira universitária , não desfrutarei de prestígio para montar ong ou org ou work shops e cobrar um único centavo de ninguem desfrutando da areolada imagem de uma causa religiosa ou filantrópica , apenas me preocupo em não engessar mais ainda do que já está o espiritismo . Aí Imaginem o rumo de uma discução em que algum senhor que hoje apenas seja formado em uma faculdade de filosofia , for o Excelentíssimo Reitor Mui digno Professôr titular da disciplina de assuntos doutrinários , mestre pela sua discertação em conceitos de teologia espirita , doutor pela defesa da tese acerca das heresias de Robson Pinheiro e de Angelo Inácio e livre docente com sua inovação pelo metodo inquisitoriál para verificação da autenticidade de comunicações trans-instrumentais quânticas , não precisará discipar nenhum assunto desviando o foco de atenção dando nenhuma pararesposta , apenas baterá o saco de titulos na mesa e me desqualificara como apenas um médico cirurgião plástico que não sabe nada de filosofia e não precisará dizer que não sou amigo de Fulana que almoçava com Dr Sicrano e não tenho formação acadêmica não fiz o curso de pampedéia e sou um desinformado , usando evidentemente o metodo retórico sofista da desqualificação do ilador quando a afirmação for incontestavel no momento e no contesto .
Alguem sabe se Herculano Pires entou fundar uma faculdade de filosofia espirita ?

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