Há quem não se diga ateu, para não negar Deus frontalmente, mas pronunciam-se agnósticos, revelando com isso sua indiferença ante as prédicas religiosas. Mas ao assumir semelhante postura, declaram inconscientemente a própria ignorância, porquanto desconheçam que gnose quer dizer conhecimento; assim, o agnóstico é aquele que não conhece e, o que é de pasmar, não querem conhecer, e justamente num tempo em que se afirma que conhecimento é poder. E que maior poder haverá do que o conhecimento da verdade em si e em torno de si? Entretanto, a maioria de nós contenta-se em buscar a verdade exterior, revelada na ciência das coisas, quando mais gratificante é ter acesso à verdade íntima, porque libertadora. Feliz de quem se dá esse prazer, candidatando-se a receber cada vez mais luz, plenificando-se em Deus...

Exibições: 1169

Responder esta

Respostas a este tópico

Ok. E depois, matematicamente, ele confirma as teorias de uma visão unitária do universo em "A grande Síntese"  conforme segue abaixo:

"

Aproximando-me do Prof. Einstein e de seu pensamento, compreendi uma coisa: a alta matemática está muito próxima das especulações filosóficas. Isto, para mim, estabeleceu uma ponte entre a ciência e o espiritualismo. Desde então encarei os problemas do espírito, não somente como biológicos, sociais, artísticos, místicos, espirituais, filosóficos, religiosos etc., mas também como problemas estritamente científicos.

Comparando os resultados atingidos por Einstein com os atingidos pelos outros cientistas modernos, cheguei à conclusão de que, de tanto aprofundar as suas pesquisas, a mais adiantada ciência materialista haveria de encontrar o espírito. Achei que a ciência, estudando sempre mais a fundo o nosso mundo psico-dinâmico, não poderá deixar de descobrir nele o pensamento que o dirige, a inteligência que a lei dos fenômenos nos revela.

Einstein ensinou-me que a nova física deve confiar sempre mais nos matemáticos, que elaboram sobre abstrações, afastando-se do velho conceito do materialismo científico. A ciência atual, de fato, abstrai-se, cada vez mais, da realidade sensória, numa constante diminuição de contatos, construindo numa espécie de vácuo feito de uma realidade mais verdadeira, porque mais profunda, na forma da lógica matemática. Este progressivo afirmar-se do pensamento puro, denota uma efetiva elevação em direção ao espírito; quer isto dizer que a ciência está chegando, por si só, sem intervenção espiritualista, a admitir que a última realidade do universo é o pensamento, um pensamento cósmico, em que o homem está mergulhado, de que faz parte, mas que existe independentemente dele.

Esta é a revolução que se está operando no próprio seio do materialismo; este é o maior valor das descobertas modernas, porque nelas se encontra completa a semente de um futuro desenvolvimento da ciência no espiritualismo. Este não se apoiará mais apenas sobre a fé e a revelação, mas alicerçar-se-á em provas positivas, racionalmente demonstradas. Hoje chegamos a um ponto que não oferece outra saída, eis que o último elemento da matéria, o elétron, é reconhecido como um aglomerado de ondas, e está provado que a última substância da realidade é mera concentração de energia ondulatória. Qualquer substrato material desaparece; a solidez sensória do mundo físico fica assim reduzida, por puro processo lógico, a uma simples representação relativa à possibilidade, também relativa, de nossa percepção. Hoje se compreende que a última essência da matéria é abstrata, um imponderável, puro pensamento da mente diretiva do universo, o pensamento que pode criar, como sua expressão, o universo físico.

Assim a concepção materialista ficou reduzida a quase nada, por obra do próprio realismo e não do idealismo. Penetrando em maior profundidade, o materialismo acabou por se confundir com o espiritualismo. No fundo há apenas um "quid" que, quando assume a forma sensória, chama-se matéria. E, um dia, a ciência verá que esse "quid" é o puro pensamento que constitui o elemento genético da criação da matéria de nosso universo físico.

Foi Einstein que me mostrou essa ponte lançada pela Física no campo do espírito. Daí nasceu a possibilidade de uma concordância entre as conclusões dele e as do sistema explanado nos meus livros.

*   *   *

No começo do ano de 1950 os jornais publicaram uma notícia sensacional: O grande matemático Einstein descobriu uma nova teoria pela qual teria sido encontrado o anel que faltava para a concepção unitária do universo. Com a célebre teoria restrita da relatividade, Einstein já havia demonstrado, por meios matemáticos, mais tarde confirmados experimentalmente, a estreita relação quadridimensional entre as duas dimensões — espaço e tempo. No entanto, faltava ainda a demonstração matemática da relação entre todas as forças cósmicas e, por conseguinte, da sua unidade. Isto conseguiu-se com a nova teoria, a que Einstein chamou "Teoria generalizada da Gravitação" e "Teoria do campo unificado", que termina com quatro equações todas iguais a zero. Essa teoria explica a origem de todas as forças do Universo. Encontrou-se, assim, íntima relação entre a eletricidade e a gravitação que, dessa forma, assume um conceito completamente novo, muito diferente do da física mecânica Newtoniana que, até hoje, havia sido aceita por todos. Essa afinidade faz da eletricidade e da gravitação duas forças afins, irmãs, derivadas do mesmo princípio unitário. Eis o elo que faltava para demonstrar a concepção monística e unitária do cosmos.

Em nosso caso, o fato é simplesmente este: aquilo que os jornais disseram ter sido então descoberto pelos meios matemáticos, já o havia sido, pelo caminho metapsíquico, dezoito anos antes, sendo publicada a descoberta em 1932, pela primeira vez, na Revista Ali del Pensiero de Milão, e, depois inserta no volume A Grande Síntese bem difundido na Europa e nas Américas do Norte e do Sul.

Todos podem verificar que ali estão desenvolvidas não só a teoria da evolução das dimensões que, filosoficamente, completa e enquadra em toda a escala das dimensões a concepção matemática de Einstein do "continuo" espaço-tempo, mas também a própria afinidade entre a eletricidade e a gravitação, que, com a íntima natureza desta última, já tinham sido explicadas no cap. XXXVIII de A Grande Síntese: "Gênese da Gravitação".

Ali, entre outras coisas, diz-se: "As radiações conservam todas as características fundamentais de energia cinética que lhes deu movimento e é essa comunidade de origem que estabelece entre elas afinidade de parentesco. Outra prova do parentesco das forças dinâmicas, está na qualidade da luz, derivação próxima, por evolução, da energia gravífica (. ...). Poder-se-ia dizer que a luz pesa, isto é, que a luz sofre o influxo dos impulsos atrativos e repulsivos de ordem gravífica; existe uma pressão das radiações luminosas. Direi mais: Todas as radiações exercem, em sua propagação, uma pressão de ordem gravífica; apresentam fenômenos de atração e repulsão, em relação direta com as suas proximidades genéticas, na sucessão evolutiva, com a sua protoforma dinâmica, a gravitação"

E conclui assim: "Orientai as vossas pesquisas neste sentido; analisai por meio do cálculo estes princípios e a ciência chegará a descobertas que a revolucionarão". Isto como se previsse que só pelo cálculo se poderia iniciar a demonstração, como depois aconteceu.

O controle experimental, realizado com as medidas tomadas e nas fotografias batidas em vários eclipses do sol, confirmaram tudo isso, junto com a teoria de Einstein, isto é, que os raios luminosos ficam curvados pela atração. Embora hoje o Dr. Freundlick, já colaborador de Einstein no observatório de Potsdam, ache que a curvatura dos raios luminosos supera de 30% a previsão teórica, o principio geral fica sempre o mesmo.

Também, embora hoje pareça que a luz emitida em campos gravitacionais intensos é deslocada na direção do vermelho do espectro, e o valor da derivação seja diferente daquele previsto pelas fórmulas de Einstein, o princípio geral permanece, também, sempre o mesmo.

E, embora a teoria da relatividade generalizada esteja adquirindo maiores desenvolvimentos com os retoques dos novos cientistas, a primeira grande descoberta de Einstein nunca perderá o seu valor fundamental.

Aqui, por amor à verdade, preciso esclarecer, para evitar equívocos, que ninguém afirma que A Grande Síntese houvesse antecipado a fórmula matemática expressa por Einstein na sua Teoria Generalizada. Ninguém quer reivindicar a prioridade nesse campo. A Grande Síntese só focalizou os conceitos filosóficos dos mesmos princípios e, tão só nesse sentido se entende a sua prioridade. Trata-se da descoberta e enunciação da mesma verdade, mas por forma diferente, uma no campo físico-matemático, outra no campo filosófico. A primeira é um produto particular de uma profundíssima especialização, a segunda faz parte de um sistema e fica enquadrada numa filosofia universal. Assim as duas conclusões se apoiam e demonstram uma à outra, a analítica de Einstein e a sintética de A Grande Síntese. Assim concordaram, chegando ao mesmo ponto, quem seguiu o. caminho do raciocínio e aquele que escolheu o caminho da intuição inspirativa. Dessa forma a lógica matemática concordou com os processos intuitivos, e ambos se compreenderam reciprocamente.

Por dois caminhos diferentes a alma humana procurou atingir o mesmo centro da unidade do todo, seja por meio da formulação filosófica, seja por via matemática. Isto quer dizer que todo pensamento provém do "uno" e que não pode ficar orientado senão numa direção; a do "uno".

Assim, antes de ler A Grande Síntese, (1951), o Prof. Einstein confirmava com a demonstração matemática um dos conceitos fundamentais do sistema filosófico desse livro. Quando no ano de 1950 Einstein deu a conhecer a sua nova "Teoria Generalizada", numerosos jornais trataram do caso. O agora falecido Enrico Fermi da Universidade de Chicago, "Institute for Nuclear Studies", numa carta pessoal, deu confirmação da demonstração matemática, reportando-se à supra citada prioridade filosófica.

Mas o ponto final, para ambos os pensamentos, era a idéia central da unidade do todo A idéia última, alvo tanto de Einstein como de A Grande Síntese (permito-me essa aproximação uma vez que esse livro não é obra minha) é a mesma, embora expressa em fórmulas diferentes. Pelo desenvolvimento dos conceitos de A Grande Síntese no volume Deus e Universo, também foi possível chegar até uma fórmula matemática que é sintética e conclusiva de todo o sistema filosófico universal de A Grande Síntese. De modo que podemos confrontar, uma perto da outra, estas duas fórmulas matemáticas que num espaço mínimo expressam, concentrados, os mais vastos e poderosos conceitos, que sintetizam os maiores processos fenomênicos do cosmos.

Einstein concentrou as conclusões da sua teoria generalizada com as quatro equações seguintes, todas iguais a zero:

Gik,s = 0                  Ti = 0

Rik,l + Rkl,i + Rli,k = 0

Rik = 0

Encontrando-se, assim, íntima relação entre a eletricidade e a gravitação, explica-se a origem comum de todas as forças desse modo eletricidade e gravitação são dois fenômenos conexos, filhos do mesmo princípio único, sustentando assim a concepção unitária do universo. Aqui está a chave dos segredos da constituição da matéria e da descoberta da energia nuclear. Mas não podemos explicar mais em um só artigo.

De outro lado a fórmula conclusiva do sistema do cosmos é expressa em duas expressões limitadas, que sintetizam em fórmula matemática o processo involutivo e evolutivo, que constituem as duas metades do ciclo do universo. Esta fórmula se acha no livro Deus e Universo cap. VIII: "Conceituação do problema do ser".  Quem quiser conhecer o processo matemático usado para chegar a essa conclusão sintética, leia aquele livro, no capítulo acima.

Eis as duas expressões limites que, na fórmula simbólica da linguagem matemática, sintetizam o ciclo de todo ser.

___________________________ 

lim  ∆              = S-∞

→ max i

___________________________

lim  ∆            = S+∞

→ max e

__________________________

A primeira expressão representa-nos o universo que no extremo limite da primeira metade, involutiva, do ciclo, chegou ao pólo negativo da destruição no mal e do esmagamento do espírito nas trevas da matéria. Esta pode ser chamada a fórmula da descida ou da derrocada.

A segunda expressão representa-nos o mesmo universo que, no extremo limite da segunda metade, evolutiva, do ciclo, chegou ao pólo positivo, (que foi ponto de partida e agora é de chegada), o pólo da reconstrução cumprida no bem e da libertação do espírito das trevas da matéria, na luz da Verdade, no seio de Deus. Esta pode ser chamada a fórmula da subida ou reconstrutiva. Ela é também a fórmula resolutiva do universo, porque, no final, o fim e o princípio coincidem no mesmo ponto, reunindo-se em um ciclo só que se fecha sobre si mesmo -

A primeira fórmula pode-se ler assim: no limite do universo ou organismo de universos () a substância, pelo vir-a-ser ou transformismo fenomênico, chegou no instante máximo final do semiciclo involutivo (inicial do semiciclo evolutivo), onde ela se acha toda no estado de infinito negativo.

A segunda fórmula pode-se ler assim: no limite do universo ou organismo de universos () a substância, pelo vir-a-ser, ou transformismo fenomênico, chegou no instante máximo final do semiciclo evolutivo (final também de todo o ciclo, instante em que tudo retorna ao estado inicial) onde ela se acha toda no estado de infinito positivo.

Assim as duas fórmulas, a primeira, da destruição, e a segunda, da reconstrução, completam-se num só ciclo, feito de duas metades inversas e complementares.

Desse modo a pesquisa científica do grande matemático da teoria restrita e da teoria geral da relatividade, aprofundando o seu olhar racionalista nos abismos do mistério, alcançou a mesma unidade e percebeu um lampejo da Verdade, pela mesma presença da inteligência de Deus, quando ele concluiu com este pensamento: "A minha religião consiste numa humilde admiração pelo ilimitado Espírito superior, que se revela nos mínimos pormenores, que nós podemos perceber com as nossas frágeis e fracas mentes".

São Vicente - Abril de 1955

PIETRO UBALDI"

Boa tarde!

Ubaldi entendeu que as teorias de Einstein se encaixavam com as dele, no entanto a recíproca não é ao que consta verdadeira. Quase 44 anos após a passagem do filósofo italiano a aceitação do seu trabalho parece restrita à comunidade espírita e grupos metafísicos. Conhecem algum trabalho no ramo da astrofísica que corrobore ou cite a obra de Ubaldi? Desta forma parece que embora a teoria de Ubaldi contemple a ciência ela não é reconhecida pela ciência. Mesmo considerando o preconceito que a Obra de Ubaldi sofre por parte dos céticos e dos religiosos mais tradicionais seria esperado algum avanço no campo científico.
Interessante notar que para Einstein as próprias teorias não provocaram uma noção de espiritualidade parecida visto que ao que consta não acreditava em um Deus consciente e amoroso e nem na continuidade da consciência humana após a morte. hypescience.com/carta-de-einstein-sobre-deus-e-leiloada-no-ebay/
Considerando que algumas das idéias de Einstein parecem estar sendo refutadas pela comprovação de elementos da física quântica gostaria de saber se os amigos conhecem elementos relacionados à física quântica na obra do Ubaldi.
Finalizando é preciso citar que até o presente momento não há ainda nenhuma teoria do campo unificado aceita pela ciência, e este assunto permanece como um campo aberto para pesquisa.
Até a teoria da relatividade geral, bem mais antiga, ainda tem partes sendo comprovadas agora 100 anos depois. www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160209_ondas_gravitacionais...

Por essas e outras é que a teoria de Ubaldi permanece intacta. Ninguém pôde ainda provar o contrário. Aliás, ela antecipou a visão de Einstein.

Segundo o Ubaldi sua obra teria antecipado a de Einstein. Não consta que Einstein ou qualquer outro astrofísico concorde com isso, e já passaram mais de 50 anos. 

Não posso afirmar se a obra de Ubaldi permanece intacta ou se como afirmou o amigo Luis ela já teve problema de lógica identificados. O que posso afirmar é que após muita pesquisa não localizei impacto da obra de Ubaldi no meio cientifico. Seu impacto é religioso e parece circunscrito à grupos espiritas e esotéricos.   

teoria do campo unificado levantada por Einstein por exemplo gera polêmica no meio cientifico uns cientistas apresentam argumentos à favor outros contra. Experimentos são projetados na tentativa de corroborar.

O mesmo não acontece com a obra de Ubaldi que nem é considerada cientifica (nos meios científicos correntes)

Diante disso há duas hipóteses: Ou a obra realmente não tem fundamento cientifico (pode ter outros méritos) ou os seguidores de Ubaldi estão falhando em dar prosseguimento ao trabalho.  

Enquanto não for provado que a teoria da fórmula da substância proposta por Ubaldi é falsa, ela continua valendo. Einstein não a negou e isso já é um ponto positivo. 

O que o Luis afirmou não tem validade pois ele  claramente não conhece a obra e se conhece não a entendeu. Ademais, estamos em um site espírita e a fé e a crença na existência de Deus e no espírito são presumidas. Portanto o que ciência pensa ou deixou de pensar, desde de que nada foi provado, não altera em nada a estrutura base que é Deus, espírito e matéria.

Einstein  ao que consta nem a considerou cientifica, isso não é ponto positivo. Ademais acredito que nossa fé não deve servir de desculpa para evitar a investigação cientifica. E ao tentar criar uma explicação que contemplasse a ciência creio que Ubaldi concordava com isso. São as dúvidas que movem o mundo. Alguns é claro preferem ignorá-las. 

Não acha que o mundo espiritual pode deixar de ser uma questão de fé para ser uma certeza cientifica para os que habitam esse plano?

Não acho que num site espírita vamos discutir a fé em Deus e no espírito, as quais já disse, são presumidas pouco importando se a ciência as aprova ou não. Todas as discussões neste fórum são baseadas na aceitação da existência destes dois pilares, Deus e espírito. Qualquer conversa que não se apoiar nestas bases, aqui na RAE, serão mera perda de tempo.


Nossa! Que conversa longa esta. 

Devido a tanta insistência do Tulio a falar de Ubaldi eu dei algumas olhadas em alguns vídeos e confesso, também me deslumbrei. E é natural que isto aconteça. Principalmente porque, foi com Ubaldi, do pouco que escutei, que entendi a intuição da qual sou portadora. Coisa que nem a Doutrina Espírita me convenceu. Ubaldi, tão incompreendido, por muitos, já me ajudou muito. Mas, como o Luis disse...Ele não diz tudo. E estou estudando. Agora, filósofo Rudolf Steiner, isto é a Antroposofia, defendida por ele. Mas, sempre recaio em Kardec e André Luiz. Eu preciso, como disse o próprio Kardec, avaliar outras teorias, pois tenho o pensamento crítico de não aceitar tudo que me dizem e leio, eu duvido. Ou, simplesmente, preciso de melhores exemplificações. Com a Antroposofia estou confirmando a minha tese de que a mediunidade tem que ser consciente.

Ref resp de Eso de Escol ........................ fim .............................

      Luis: refira-se ao mal, não a Satanás, que este é apenas o símbolo daquele. E, não será o mal, apenas a consequência de estarmos num mundo material, onde as interpretações são perturbadas e, em consequência, equivocadas, e, assim, as ações e reações também são equivocadas devido a que as interpretações estão equivocadas?

      E porq vc diz que, abolindo a teoria do desmoronamento, não se poderá justificar a origem do mal? Vc conhece todas as possíveis teorias? Apenas estamos, como vc está, condicionados a crer que esta, e não aquela, é a teoria correta! Tudo isso é apenas “suposição”, ou fé, ou crença! Será “esta” teoria a realidade? Ou é “aquela outra” a realidade? Devido a uma crença afirmar que a teoria correta, ou realidade é esta e não aquela, temos de crer na realidade dela, resultante da interpretação particular dela, ou daquele de cujas palavras essa crença se formou? Todas as doutrinas religiosas se acreditam a “única certa” e, assim, creem que todas as outras estão erradas. Não estarão certas tão somente na cabeça de seus seguidores?

       Marco: Em uma construção equilibrada que significa a hostilidade desse contínuo atrito demolidor? E que imperfeito universo seria este, sempre sujeito aos assaltos de um princípio destruidor, que se aninha em seu seio! Certamente o sistema deve parecer bem pobre e mal feito, concebido desta forma! E, no entanto, ele é pleno de obras que revelam uma sabedoria tão grande, que nem podemos compreendê-la no seu todo. Repugna, de maneira absoluta, a um instinto fundamentalmente peculiar a todo ser de mente sã, admitir em Deus a criação do mal.

      Luis: vamos aos poucos: e mesmo considerando que esse sistema (para Ubaldi, antissistema) parece pobre e mal concebido, será mesmo ele mal feito e mal concebido? Qual é, meu jovem, a finalidade da evolução, ou porq, para nós, imaginamos que está havendo uma evolução no mundo, aqui ou ali? Não será a evolução apenas o desenvolvimento das coisas buscando aquilo que seja melhor do que o que temos agora, do que é agora? Lembre-se de quantas coisas já existiram e que, aos poucos, foram se extinguindo devido a terem se transformado em coisas melhores, mais convenientes, do que aquelas, devido às necessidades daqueles que podem transformá-las em coisas melhores?

      Marco: Este só pode ter surgido depois, por outras razões. Não se podendo conceber duas criações, tendo que aceitar uma única. Como explicar que não encontremos tudo em perfeição e bem, ou então, uma imperfeição e mal, mas perfeição e bem de mistura com imperfeição e mal? É evidente essa duplicidade de princípios precisamente opostos. Isto não se pode explicar a não ser como a inversão de uma parte do sistema. E como no fundo da imperfeição encontramos a perfeição, isto é, uma sabedoria que possui a força de salvar a imperfeição da autodestruição, e de purificá-la reconduzindo-a ao estado de perfeição?"

      Luis: meu jovem, quem que já desvendou todos os mistérios do universo? Quem já sabe o porq da vida, da existência, da criação? Quem compreende que alguma coisa que existe veio do nada, sem ser criado, que sempre existiu? Dentro de sua crença, de sua cabeça, o mal só poderá ter surgido “depois” de Deus haver criado o mundo, o universo! Sem dúvida que, antes da criação, se existiu mesmo um “antes” da criação, não seria possível nem a existência do bem, nem a do mal, de nada, pois nada existia.

      Marco: Obrigado Luis. Muito obrigado por me ajudar a divulgar a obra desse grande missionário do Cristo.

      Luis: não me diga obrigado, Marco, pois estamos quites; eu terei de também dizer obrigado a vc pois, acredito que, dificilmente, alguém poderá dar a oportunidade que vc me deu de expor tudo que expus acima. O que expus é parte de minha intenção, já explicada tantas vezes, de, se possível, abrir os olhos de alguém mais, fazer que ele retire os antolhos que o obrigam a só ter a atenção focada para aquilo em que creem; que olhem para os lados, que procurem outras respostas... etc.

      Bem, acredito que esta nossa discussão não levará a mais nada, senão, e o que será muito bom, muito útil, a fazer que alguém que esteja interessado em estudar o que Ubaldi escreveu, abra os olhos, fique alerta para que não caia naquela mesma armadilha fascinante em que caí, na falta de coisa melhor para estudar e acreditar naquela época, e em que o amigo Marco, fascinado, também está caído

............................................. Fim ................

Marco, peço desculpas pela franqueza mas novamente você incorre em uma falácia. Não se trata de Discutir Deus mas a validade científica da obra de Ubaldi. E essa discussão é propiciada pelo próprio Ubaldi que atribuiu à parte de sua obra relevância científica. Vejo que para você a obra do filósofo é um dogma. Desta forma não há caminho para discussão positiva.

Pessoalmente acredito que religião e ciência em algum momento devem convergir. Essa opinião encontra respaldo na obra de Kardec e Chico Xavier. Chegariamos a uma gnose total. Como já disse acredito que o estudo científico da mediunidade e das lembranças de vidas passadas é o caminho mais promissor.

Responder à discussão

RSS

ASSOCIE-SE E COLABORE

ASSISTA AO VIVO

Últimas atividades

NILO DAMASCENO REZENDE curtiu o vídeo de Carlos Pretti - SCEE
47 minutos atrás
Posts no blog por PATRIZIA GARDONA
53 minutos atrás
Miriam Thomé curtiu a postagem no blog Estas Doente? de Jocélia Quintiliano Maurício
2 horas atrás
Miriam Thomé curtiu a postagem no blog Estas Doente? de Jocélia Quintiliano Maurício
2 horas atrás
Ícone do perfil via Twitter
"Humanização nos CEs – Organizando a inclusão" : https://t.co/Nwh7fSGXQj
Twitter2 horas atrás · Responder · Retweet
Posts no blog por Marcos Paterra
2 horas atrás
Ícone do perfil via Twitter
Adicionei um vídeo a uma playlist @YouTube https://t.co/bpwrLPDr20 XIII – Cap XIV – Singular episódio – 18º Estudo do
Twitter2 horas atrás · Responder · Retweet
Ícone do perfil via Twitter
A Lei de Amor- parte 1 - Evangelho na Rede com Simone Neto: https://t.co/sGAM1VvprG via @YouTube
Twitter2 horas atrás · Responder · Retweet
Ícone do perfilJAIRO ALBRECHT COUTINHO, Lucia Helena da Silva, Ana Carolina e mais 5 pessoas entraram em REDE AMIGO ESPÍRITA
3 horas atrás
Feeak Minas postou um vídeo

O poder e os poderosos - (115) Apocalipse - Carlos Alberto Braga e Júlio César Moreira

115º Estudo do Apocalipse 6:15 Realizado em 21/07/2018 por Carlos Alberto e Júlio César FEEAK Belo Horizonte-MG Obs: Proibida a cópia deste vídeo ou de nosso acervo para outros canais do Youtu...
3 horas atrás
Gislene Divina Rabelo Rosa curtiu o vídeo de Carlos Pretti - SCEE
7 horas atrás
José Fernando Banin comentou o vídeo de Carlos Pretti - SCEE
12 horas atrás
Ana Cristina Cohen curtiu a postagem no blog “MEU OBSESSOR NÃO PERMITIU QUE EU CASASSE. ” de ANA MARIA TEODORO MASSUCI
12 horas atrás
Antonia Iara Carneiro Santos curtiram o evento Mediunidade de Amigo Espírita
12 horas atrás
Elciene Maria Tigre Galindo curtiu o vídeo de Carlos Pretti - SCEE
12 horas atrás
Carlos Pretti - SCEE curtiu o vídeo de Carlos Pretti - SCEE
14 horas atrás
Carlos Pretti - SCEE postou um vídeo

“A Visão Espiritual da Casa Espírita”, com Dr. Virgilio Knupp

Por motivo de contratempo, não tivemos a palestra com o cirurgião dentista, professor e orador Alisson Guedes Pessoa de Recife-PE. Utilizamos o plano "B" com a palestra “A Visão Espiritual da Casa Espírita”, este foi o tema do odontólogo e orador…
14 horas atrás
Sheila Maria Rangel Marques comentou a página Canal 2 de Amigo Espírita
16 horas atrás
Ícone do perfil via Twitter
Comecei uma transmissão ao vivo em @YouTube: https://t.co/9zpu5vl7qd
Twitter16 horas atrás · Responder · Retweet
Ícone do perfil via Twitter
Comecei uma transmissão ao vivo em @YouTube: https://t.co/ARCniQBoWb
Twitter17 horas atrás · Responder · Retweet

Regras de uso e de publicação

 

 

© 2018   Criado por Amigo Espírita.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço