O Médium Ausente

 

Waldehir Bezerra de Almeida

                                       

  A ausência do médium no Centro Espírita, em atividades não-mediúnicas, é procedimento que merece atenção e estudo. O médium não se aprimora evitando o contatocom as demais pessoas e com tarefas de caráter assistencial.O Centro como escola de almas não deve se omitir na orientação e apoio ao médium que apresenta dificuldade de convício social e ojeriza a tarefas não-mediúnicas.

 

Resumidamente, a conversa foi assim:

-  Então, você está trabalhando no Centro Espírita?

-  Sim! Respondeu entusiasmado o meu amigo.

- E o que faz lá?

-Sou médium.Trabalho na reunião de desobsessão. Disse-me, demonstrando alegria.

- Ótimo! Tenho lá um amigo - dei-lhe o nome – que dá sua cooperação na tarefa de visita aos enfermos e na campanha Auta de Sousa. Conhece-o?

-        Não. Não participo dessas atividades...

-        Tenho lá um outro amigo, insisti - citando o nome -, que também é médium psicofônico e colabora na desobsessão, conhece-o?

-        Também não o conheço. De certo não faz parte do “meu grupo” – disse-me ele justificando-se, e complementou: - Só vou ao Centro na noite da “minha reunião”...

Não perguntei por mais ninguém e encerramos o papo.

Analisemos a situação. O meu amigo somente ia ao Centro na noite de sua reunião. Não conhecia os demais médiuns, por que faziam parte de outro grupo, nem conhecia quem atuava em outras tarefas!

Quando o médium filiado a um determinado Centro Espírita somente participa de “sua reunião”, ficando ausente das demais, algo está errado. Ele e a instituição merecem ser analisados.

Vejamos primeiramente o comportamento do médium, sem a intenção de julgar o mérito do ato, mas de estudar o fato. Em O Livro dos Médiuns não encontramos a classe de médiuns ausentes, mas a de médiuns indiferentes, onde acreditamos esteja uma das causas da ausência do sensitivo no Centro. Médiuns indiferentes - diz o Codificador - são “os que não tiram nenhum proveito moral dasinstruções recebidas e não modificam em nada sua conduta e seus hábitos”. [1]  Procurei tais instruções que servissem para o caso. Encontrei uma na medida certa para todos nós: -“O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer porque não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola” [2] (negritamos).

Não levar em consideração essa realidade da lei de sociedade, ensinada pelos Espíritos Superiores, para crescer espiritualmente, é uma das razões do seu isolamento e de sua ausência na instituição que o acolhe. Mas outras existem que impedem o médium de ir ao Centro para cooperar em atividades não-mediúnicas. Possivelmente sofra de xenofobia (receio às pessoas ou a coisas estranhas) ou, talvez, seja um misantropo (aquele que tem aversão aos homens, que evita a sociedade). É oportuno lembrar o estudo da fobia social feito pelo Espírito Joanna de Angelis. Quando dele acometido “o indivíduo começa a detestar o convívio com as demais pessoas, retraindo-se, isolando-se” [3]. Nesses casos, a ajuda de um Psicólogo ou de um Psiquiatra talvez seja uma boa indicação para ele. A possibilidade de uma obsessão no estágio da fascinação não é descartável. Vitimado, o médium se isola por não aceitar sugestões nem avaliações sobre seu trabalho e sua conduta. Mantém-se passivamente sob o controle das entidades que não desejam seu progresso moral e espiritual, fazendo-o comprometer a sua reencarnação, isolando-se. Aqui, o socorro da instituição na qual atua, na pessoa do coordenador das atividades mediúnicas e de companheiros mais íntimos se faz urgente!

Certa feita uma médium me segredou que trabalhava com o Espírito Bezerra de Menezes, sozinho em seu apartamento. Sugeri se filiasse a um Centro Espírita, mas ele foi enfático:

            - Bezerra de Menezes disse que minha missão é trabalhar isolado... 
            Justamente o venerável Bezerra de Menezes, patrono do Movimento de Unificação, dando um conselho desse! Trata-se, sem dúvida, de uma fascinação. Como crescer sem o contato, sem a vivência com o próximo? O “outro” é a função do “eu”. Para se desenvolver o devotamento, praticar a caridade, ser testado naquilo que se aprende e se prega, o “eu” necessita do “outro”. Uma irmã de fé, médium, ao se referir à instituição onde praticava a psicofonia em reunião de desobsessão, disse:

            - “Eu só vou ao Centro no dia da minha reunião... – concluindo a seguir - Tem certas pessoas lá com quem eu não me afino. Prefiro evitá-las...”. Como irá ela vai exercitar a tolerância, paciência e a compreensão? Vale lembrar a advertência do Mais Alto:

            “O homem que vivesse isolado não teria como exercer a caridade. Somente em contato com os semelhantes, nas lutas mais penosas, ele encontra ocasião de praticá-la. Aquele que se isola, portanto, priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de perfeição: só tendo de pensar em si, sua vida é a de um egoísta”[4] (Negritamos.) Tais pessoas trazem, de existências passadas a tendência ao isolamento que, muitas vezes, é reforçada por uma educação mal conduzida e alheia a esse fato.

            Cabe agora analisar a cota de responsabilidade do Centro Espírita com relação ao médium ausente. A liberdade dada pelos dirigentes, permitindo que compareça à instituição quando assim desejar, sem disciplinamento de suas atividades mediúnicas e sem conduzi-lo a outras tarefas de natureza assistencial, tão necessárias para melhorar sua sintonia com o plano invisível, é um procedimento que merece reflexão. Todos somos livres para decidir quanto ao próprio destino, mas nossa liberdade de ser e de agir tem limites quando se trata da instituição que nos acolhe e do fato de fazermos parte de uma equipe. Há regras a serem respeitadas. Será de bom alvitre constar do Regimento Interno da Casa a exigência de o médium a ela filiado, além de participar das atividades mediúnicas, seja também colaborador em outras de natureza não-mediúnica, onde terá oportunidade de contato com a carência e a dor dos seus semelhantes. Diz o simpático orador carioca Raul Teixeira:“Vemos tantos médiuns preocupados em ouvir o gemido do Espírito desencarnado e não ouvem os gemidos dos encarnados”. [5]

É oportuno enfatizar que o Centro Espírita como escola de almas deve ficar atento com os médiuns personalistas para não descaracterizarem sua função educativa, servindo de mau exemplo para os demais. Fundamentalmente para os iniciantes. Estes devem aprender, desde as primeiras aulas, complementadas com prática dos iniciados, que a caridade é o esteio a favorecer a mediunidade, como ensinava a querida e inesquecível Ivone A. Pereira.

Outro cuidado é o de não alimentar a formação de grupos isolados nas atividades mediúnicas da instituição. Médium é antena viva a captar inspirações do invisível com mais facilidade. Ao coordenador encarnado das atividades mediúnica  convém ficar vigilante, sabendo o que se passa em cada grupo, e o que seus componentes estão “ouvindo” do que vem do lado de lá, fazendo reuniões periódicas. No templo espírita mourejam não somente os Espíritos esclarecidos, mas, também, os sofredores e obsessores. A existência “desse” ou “daquele” grupo estanques, funcionando sem unidade de princípios, gera o separativismo e coopera para o isolacionismo de alguns médiuns menos preparados para o enfrentamento dos conflitos de idéias e de procedimentos, muito comuns em qualquer agrupamento humano. Não estamos falando de controle severo, de barreiras que a instituição venha criar, cerceando a liberdade do médium, fazendo-o retroceder ao seu isolamento, tal como nos previne o Professor Herculano Pires.[6] Estamos falando de apoio fraterno, de medidas preventivas, de orientação fundamentada nos postulados da Doutrina Consoladora, com intuito de ajudar e não de controlar.

Os médiuns são pessoas normais, sim! Mas de sensibilidade apurada, tornando-se, por isso, presas mais fáceis das sugestões e influenciações menos elevadas, por serem, e neste caso, como todos nós, imperfeitos. Trazem registros fortes de desvios pregressos de conduta em seu inconsciente histórico-espiritual. Tais anotações, no exercício da mediunidade, se confundem muitas vezes com a realidade consciente, gerando nele procedimentos estranhos e inadequados à tarefa sublime, superáveis, com a ajuda dos companheiros de jornada, amparando-os e esclarecendo-os.

Vamos concluir, resgatando a advertência do querido mentor Emmanuel, na intenção de  tornar bem claro para todos, médiuns e Centro Espírita, o que compete a cada um buscar e fazer no sentido de se unirem na realização da tarefa comum, não ficando ausentes um do outro.

Admitido a construções de ordem superior, o médium é convidado ao discernimento e à disciplina, para que se lhe aclarem e aprimorem as faculdades, cabendo-lhe afastar-se do “tudo querer e do “tudo fazer” a que somos impelidos, nós todos, quando imaturos da vida pelos que se afazem à rebeldia e à perturbação”. [7]

  

(Publicado na Revista Internacional de Espiritismo, em setembro de 2000)


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Respostas a este tópico

Que maravilhoso texto.

Eu fico pensando...

De que adianta tanto conhecimento se não sabem como praticar. Pode-se estudar toda codificaçao, ler, reler inúmeras vezes, sendo que o principal não se coloca em prática, que é a caridade e o amor incondicional. Não se esforçam para se libertarem das vestes do orgulho, da vaidade, e fazem da condiçao mediúnica um ofício em que se faz preciso a marcaçao de ponto.

*Alguns lugares que frequentei, percebia, quase sempre uma obrigaçao de estarem presente no horário certo, e pior, de fechar no exato momento.
Quantas murmúrios ouvi, em ter de abrir a casa no dia de domingo,para uma ou outra tarefa, fora do programado.
Quanta obrigaçao se punha na servidão.


Enquanto houver esse pensamento,do cumprimento do dever,"quase" obrigatótorio, menos iremos evoluir.

Buscar o prazer na tarefa do servir, talvez seja um passo inicial, jogar a satisfaçao de abrir as portas antes da hora, lavar um chao, organIzar os livros, limpar as salas, cuidar do jardim, ja é um grande trabalho mediunico, pois não se necessita de hora, dia, grupo para cumprimento do dever(não estou me referindo as tarefas diárias da casa), mas sim do amor que devemos derramar em tudo que se faz, demais são nossos mentores a nos guiar sempre em direção do bem. é preciso olhos de ver, ouvidos de ouvir e sentidos para sentir o que realmente nos envolve.

Basta apenas enxergar as coisas por outro prisma, porque nao? Se é tão bom fazer o bem.

Certa vez, em um encontro fraterno Auta de Souza, na oficina do posto de asistencia, ouvi algo que muito me marcou: "Nós é que devemos ir ao encontro de quem necessita, não esperarmos que os necessitados venham até nós"
Pela primeira vez tive o prazer de conhecer, na minha intimidade,as tarefas maravilhosas da campanha Auta de Souza adentrantro ao lares e revivento o Cristianismo na sua mais pura forma.
Despidos de qualquer vaidade, de quaisquer orgulho, trabalhando fielmente em nome do Cristo.


*A cada transferência do meu marido, tenho de iniciar em uma nova casa.
Olá, Amigos... com toda a certeza, esse texto nos traz grandes reflexões...
Ja passei por muitas instituições, devido ao trabalho do meu marido, que está de tempos em tempos transferindo suas atividades, enfim...
Conheci muitos métodos de trabalho, participei ativamente de muitos outros e, com td isso, minha mediunidade evoluiu enormemente, pois tive que me adaptar aos diversos grupos.
Mas, o grande problema é quando a INSTITUIÇÃO acaba tolhendo suas iniciativas, seja por receio da sua experiência e por guerras de egos existentes que vão, aos poucos, minando a sua coragem e sua boa intenção.
Sei que não devemos trazer o nosso personalismo, como bem disse nossa irmã Lorena, mas, acredito, também que, se nos omitimos da nossa opinião naquilo que as Obras Básicas nos dão alicerce, é conivência com o erro. E, com isso, sua presença vai se tornando "indigesta" para muitos.
Estou, exatamente como no texto, ausente de outras atividades na Casa Espírita no momento. Mas, como tenho muita fé e acredito que o meu momento chegará, continuo com as atividades mediúnicas, ouvindo e transmitindo todas as orientações que a Espiritualidade Amiga deseja que assim o seja. Sei que ainda tenho alguma coisa a realizar na CE que estou e, por isso, estou, aos poucos, procurando galgar um lugar ao sol.

Abraços a todos e, adorei a discussão...

Gisella
Olá, Lucimar... realmente a Lorena e eu não somos as únicas a viver essa experiência de não ficar raízes.... e sabemos que não é fácil, não é, minha amiga???

Também não abandonei a casa Espírita, muito pelo contrário, mas, infelizmente, existe um bairrismo muito grande com relação a quem vem de fora.... se não for do movmento do estado tal, é colocado, muitas vezes, na berlinda, como diz minha velha mãe.

É muito complicado... mas, vamos vivenciando os ensinamentos de Jesus com todas as nossas forças e nos colocando sempre à disposição para o trabalho, pois o dia em que os "donos" do CE acharem que estamos prontas, o trabalho aparece!!!

Abraços no coração

Gisella


maria lucia rodrigues disse:
Texto de grande importância José Aparecido.É uma pena que muitas casa espíritas,ou seja,grupos fechados,ainda trabalhem dessa forma.Obrigada,já estou copiando e vou passar como mensagem , nas noites de terças que é de desenvolvimento médiúnico e nas quintas que é de palestras e passes em minha casa espírita.Valeu demais essa
publicação,obrigada uma vez mais,abraço fraterno e sempre paz para voce!!!

Maria Lucia... ótima ideia a sua...

Já enviei por email, pois estou com uma tala gessada no pé e não posso ir à Casa Espírita... (buabuauba)

Abraços Fraternos

Gisella
Concordo em gênero, número e grau com o texto, que, aliás, já conhecia...

Mas qual foi a sua intenção em colocá-lo?? Estaremos nós, aqui, colocando palavras descabidas a cerca do médium ausente??

Perdoe minha ignorância, mas gostaria de entender...

Abraços fraternos

Gisella
Texto maravilhoso! Também um puxão de orelha e reflexão para mim...participei em diversas casas espíritas dos estudos, coral, trabalho em comunidades carentes, mas atualmente estou participando do desenvolvimento mediúnico e dos estudos. Sempre fui tímida/introvertida, de poucos amigos, mas amigos verdadeiros, valiosos. Não sei se é patológico ou questão de perfil mesmo, afinal, nunca seremos todos iguais. É preciso conviver com a diversidade. Quando a ocasião aparece ou se faz necessário, exponho meu ponto de vista/dúvidas. Mas, certamente tenho mais facilidade com a escrita do que com as palavras...
Olá. Gostei muito de ler este texto, no entanto tenho uma duvida:
Desde que me lembro de ser gente, que tenho este sentimento dentro de mim, ao qual eu chamo fé.
Conforme fui crescendo, este sentimento foi crescendo dentro de mim, como se me fosse lembrando aos poucos daquilo que tinha de ser feito para que essa fé não ficasse presa em mim. Ouvia vozes, via espectros e com o tempo essas vozes e esses espectros foram-me ensinando que a minha fé me permitia fazer tudo o que desejasse, com duas condições: a primeira era que o meu desejo tinha que ser puro (em prol do bem, com Amor e que não afectasse ninguém negativamente ou que fosse contra o livre-arbítrio de ninguém) a segunda era que eu só poderia usar da minha fé em outras pessoas, ou animais, ou lugares ou plantas e nunca em beneficio próprio. Não tive uma vida nada fácil, mas cresci e tornei-me um homem. Depois de chegar à idade adulta fui para junto de um grupo chamado Fraternidade Branca. Nesse grupo, a Mestre dava-me liberdade para efectuar as tarefas à minha maneira, ou seja, eu fazia as coisas por instinto. Participei em trabalhos de desobsessão, cura, operações mediunicas, psicografia, aconselhamento espiritual, entre outras, mas as que gostava mais era a cura e o aconselhamento. :)
No entanto,  havia lá uma presença (não fisica), com a qual eu não me sentia à vontade e por vezes tinha a sensação que essa presença me perseguia quando estava fora dos trabalhos. Essa mesma presença falava pela médium de incorporação do grupo e julgava as pessoas que lá estavam e a presença sabia que eu não concordava com esses julgamentos, pois nós (encarnados ou não), não somos nada para julgar ninguém, nós estamos todos aqui para aprender a Amar. Então as vozes que oiço desde pequeno aconselharam-me a seguir outro caminho, um que teria que ser eu a decidir. Então decidi que podia ajudar as pessoas à mesma mas sem elas perceberem que estavam a ser ajudadas. Um toque, um conselho, uma oração, uma palavra amiga, uma desobsessão "escondida". Eu continuo a usar a minha fé, mas já não pertenço ao grupo. A minha questão é: Será que por não pertencer a um grupo e por não partilhar estes ensinamentos, mesmo continuando a usar daquilo que o Pai pôs à minha disposição, sou um médium ausente? 
Estarei eu a cometer um erro ao não passar estes ensinamentos a outras pessoas (e há por aí tantas pessoas que bastava mostrar a ponta do fio que elas desenrolavam o novelo quase todo), mas será esse o meu propósito ?? Porque eu sinto-me tão Feliz por ver a felicidade nas pessoas sem elas saberem o porquê ... Quando nos sentimos felizes e não sabemos o porquê, isso é felicidade pura, é como se o Pai ele próprio nos tivesse tocado e isso deixa-me feliz e completo.

Ser espírita é ser mais do que fenõmeno.

Ser espírita é ser acolhedor das diferenças espirituais

Ser espírita é ser íntegro à sua fé

Ser espírita é ser um eterno aprendiz

Ser espírita é ser um disciplinador do seu EU

Ser espírita é ter a certeza da sua condição de espírito eterno em evolução

    Bjus Marcia

 

Concordo com vc Lorena, sentimos muito nas casas espíritas o sentimento da tarefa por obrigação. Mas, a evolução começa assim. Se vai ao centro na busca da cura( pela dor), depois passamos a ir porque temos que ir para não voltar a dor, depois passamos a ir porque achamos o correto e por fim, quando a nossa percepção espiritual esta mais ampliada, verificamos o quanto é bom para nossa evolução essa frequência. assim passamos a amar cada segundo na doutrina.Cada um de nós passa, de uma forma ou outra, por esses estágios de amadurecimento espiritual. Pequenas sementinhas que vão germinando em nosso íntimo ate que nos tornemos um arcanjo. Que tal!!! Vamos idealizar, faz bem. Bjus

Lorena Mossa Orempuller disse:

Que maravilhoso texto.

Eu fico pensando...

De que adianta tanto conhecimento se não sabem como praticar. Pode-se estudar toda codificaçao, ler, reler inúmeras vezes, sendo que o principal não se coloca em prática, que é a caridade e o amor incondicional. Não se esforçam para se libertarem das vestes do orgulho, da vaidade, e fazem da condiçao mediúnica um ofício em que se faz preciso a marcaçao de ponto.

*Alguns lugares que frequentei, percebia, quase sempre uma obrigaçao de estarem presente no horário certo, e pior, de fechar no exato momento.
Quantas murmúrios ouvi, em ter de abrir a casa no dia de domingo,para uma ou outra tarefa, fora do programado.
Quanta obrigaçao se punha na servidão.


Enquanto houver esse pensamento,do cumprimento do dever,"quase" obrigatótorio, menos iremos evoluir.

Buscar o prazer na tarefa do servir, talvez seja um passo inicial, jogar a satisfaçao de abrir as portas antes da hora, lavar um chao, organIzar os livros, limpar as salas, cuidar do jardim, ja é um grande trabalho mediunico, pois não se necessita de hora, dia, grupo para cumprimento do dever(não estou me referindo as tarefas diárias da casa), mas sim do amor que devemos derramar em tudo que se faz, demais são nossos mentores a nos guiar sempre em direção do bem. é preciso olhos de ver, ouvidos de ouvir e sentidos para sentir o que realmente nos envolve.

Basta apenas enxergar as coisas por outro prisma, porque nao? Se é tão bom fazer o bem.

Certa vez, em um encontro fraterno Auta de Souza, na oficina do posto de asistencia, ouvi algo que muito me marcou: "Nós é que devemos ir ao encontro de quem necessita, não esperarmos que os necessitados venham até nós"
Pela primeira vez tive o prazer de conhecer, na minha intimidade,as tarefas maravilhosas da campanha Auta de Souza adentrantro ao lares e revivento o Cristianismo na sua mais pura forma.
Despidos de qualquer vaidade, de quaisquer orgulho, trabalhando fielmente em nome do Cristo.


*A cada transferência do meu marido, tenho de iniciar em uma nova casa.

oi Ivo, na minha vida aconteceu algo muito legal. frequentava um centro espírita mas tinha uma sensação de vazio, algo que me dizia que estava para abrir um novo caminho em minha frente. Logo isso aconteceu, hoje frequento um centro, onde estou repleta de atividades, as quais tem me ajudado a me conhecer melhor e a evoluir. A ,mediunidade ue Deus me proporciona é maravilhosa, faço de tudo para merecê-la e aperfeiçoá-la.

 Se vc esta sentindo essas duvidas e esta se questionando, pode ter certeza que muitas coisas lindas estão por vir. Converse e confie em teu mentor. Ele te dará as intuições. Aliás, acredito que ja esteja te dando. Fique atento. Bjus

Ivo Amaral disse:

Olá. Gostei muito de ler este texto, no entanto tenho uma duvida:
Desde que me lembro de ser gente, que tenho este sentimento dentro de mim, ao qual eu chamo fé.
Conforme fui crescendo, este sentimento foi crescendo dentro de mim, como se me fosse lembrando aos poucos daquilo que tinha de ser feito para que essa fé não ficasse presa em mim. Ouvia vozes, via espectros e com o tempo essas vozes e esses espectros foram-me ensinando que a minha fé me permitia fazer tudo o que desejasse, com duas condições: a primeira era que o meu desejo tinha que ser puro (em prol do bem, com Amor e que não afectasse ninguém negativamente ou que fosse contra o livre-arbítrio de ninguém) a segunda era que eu só poderia usar da minha fé em outras pessoas, ou animais, ou lugares ou plantas e nunca em beneficio próprio. Não tive uma vida nada fácil, mas cresci e tornei-me um homem. Depois de chegar à idade adulta fui para junto de um grupo chamado Fraternidade Branca. Nesse grupo, a Mestre dava-me liberdade para efectuar as tarefas à minha maneira, ou seja, eu fazia as coisas por instinto. Participei em trabalhos de desobsessão, cura, operações mediunicas, psicografia, aconselhamento espiritual, entre outras, mas as que gostava mais era a cura e o aconselhamento. :)
No entanto,  havia lá uma presença (não fisica), com a qual eu não me sentia à vontade e por vezes tinha a sensação que essa presença me perseguia quando estava fora dos trabalhos. Essa mesma presença falava pela médium de incorporação do grupo e julgava as pessoas que lá estavam e a presença sabia que eu não concordava com esses julgamentos, pois nós (encarnados ou não), não somos nada para julgar ninguém, nós estamos todos aqui para aprender a Amar. Então as vozes que oiço desde pequeno aconselharam-me a seguir outro caminho, um que teria que ser eu a decidir. Então decidi que podia ajudar as pessoas à mesma mas sem elas perceberem que estavam a ser ajudadas. Um toque, um conselho, uma oração, uma palavra amiga, uma desobsessão "escondida". Eu continuo a usar a minha fé, mas já não pertenço ao grupo. A minha questão é: Será que por não pertencer a um grupo e por não partilhar estes ensinamentos, mesmo continuando a usar daquilo que o Pai pôs à minha disposição, sou um médium ausente? 
Estarei eu a cometer um erro ao não passar estes ensinamentos a outras pessoas (e há por aí tantas pessoas que bastava mostrar a ponta do fio que elas desenrolavam o novelo quase todo), mas será esse o meu propósito ?? Porque eu sinto-me tão Feliz por ver a felicidade nas pessoas sem elas saberem o porquê ... Quando nos sentimos felizes e não sabemos o porquê, isso é felicidade pura, é como se o Pai ele próprio nos tivesse tocado e isso deixa-me feliz e completo.

Olá amigos, o texto acima nos traz a reflexão de nossas ações, e de nossas atividades na casa espírita em que trabalhamos. Podemos partir de um princípio de que a organização da Casa Espírita não permita, num primeiro momento, que todos façam atividades não mediúnicas, deixando essas tarefas para aqueles trabalhadores que ainda não estão aptos totalmente à tarefa mediúnica. Porém, isso não é impeditivo para que nos voluntariemos a essas tarefas de auxílio à Casa, quando houver necessidade, colocando-nos à disposição para outros trabalhos necessários para a organização das reuniões, dos passes, encaminhando pessoas às salas de palestras, auxiliando no atendimento da recepção do Centro. São tarefas que não exigem a prática mediúnica, mas que são necessárias para o bom desempenho das tarefas mediúnicas. O médium ausente não é só aquele que falta ao compromisso assumido com o Plano Espiritual, mas principalmente aquele, ainda que presente, não cumpre os compromissos assumidos, fazendo com que os trabalhos mediúnicos, todos, mas principalmente os de desobsessão sejam dificultados, exigindo um desdobramento ainda maior do grupo restante, e fazendo com que a espiritualidade tenha que isolar este trabalhador a fim de que não saia envolvido em miasmas, e que o trabalho finalize com êxito, dando os atendimentos necessários e com o amor e dedicação que exige essa tarefa bendita.

Oi Ivo, achei muito bacana a sua explanação, e acredito que quando fazemos o bem, mas não aparecemos diante das pessoas como um Deus, ou herói, ou coisa parecida, isso só reverte em favor de nós mesmos perante Deus. Devemos lembrar que fora da Caridade não há salvação e quando auxiliamos pensando no outro e não em nós mesmos estamos verdadeiramente fazendo caridade Não tenho, talvez, tanto conhecimento, e não podemos, como você mesmo disse, Julgar ninguém, mas acredito que se procurasse um grupo e pudesse trabalhar com eles, ainda que no seu critério, faça a escolha e sinta-se acolhido pelo Grupo, ajudaria muito mais pessoas, fazendo um trabalho ainda maior, pois participará do coletivo da Casa e poderá auxiliar não somente aos encarnados, mas principalmente aos desencarnados que procuram ou são socorridos e acolhidos pelas Casas Espíritas, que são milhares. Digo isso porque passei muito tempo procurando uma casa que me acolhesse, mas não tinha idéia até então que poderia fazer um trabalho mediúnico, só queria ouvir sobre o espiritismo, que me respondia as dúvidas, quando encontrei a Casa que frequento, Grupo Espírita Francisco Cândido Xavier, em São Paulo. É uma casa pequena, com muitas dificuldades, porque temos poucos trabalhadores, mas fui acolhida e lá estudei, e me tornei uma médium trabalhadora de desobsessão, mas faço muitas outras coisas na Casa, porque me voluntariei, então hoje auxilio nas entrevistas, ministro instrução de evangelização e livro dos espíritos para o curso de educação mediúnica, fiz treinamento e trabalho na Doutrinação da Desobsessão, e comecei a fazer palestras no evangelho público, e estou gostando muito, claro que tudo isso com o auxilio amoroso dos irmãos espirituais da Casa e do meu mentor que está sempre do meu lado. Se tem dúvida quanto ao caminho a seguir, refletindo sobre o texto publicado, faça uma mudança e se não se adaptar mude de novo, Lembre-se que mesmo que encontrar pessoas ou espíritos que falam coisas diferentes daquilo que Cristo nos ensina, são dignos de piedade e de amor e esse precisam de ajuda, lembrando que Cristo nos disse que quem precisa de médico são os doentes e não os sãos, e busque seempre, é claro, o caminho reto e simples que Jesus nos indica no Evangelho. Um grande abraço.


Marcia Rejane Faccin Corrêa disse:

oi Ivo, na minha vida aconteceu algo muito legal. frequentava um centro espírita mas tinha uma sensação de vazio, algo que me dizia que estava para abrir um novo caminho em minha frente. Logo isso aconteceu, hoje frequento um centro, onde estou repleta de atividades, as quais tem me ajudado a me conhecer melhor e a evoluir. A ,mediunidade ue Deus me proporciona é maravilhosa, faço de tudo para merecê-la e aperfeiçoá-la.

 Se vc esta sentindo essas duvidas e esta se questionando, pode ter certeza que muitas coisas lindas estão por vir. Converse e confie em teu mentor. Ele te dará as intuições. Aliás, acredito que ja esteja te dando. Fique atento. Bjus

Ivo Amaral disse:

Olá. Gostei muito de ler este texto, no entanto tenho uma duvida:
Desde que me lembro de ser gente, que tenho este sentimento dentro de mim, ao qual eu chamo fé.
Conforme fui crescendo, este sentimento foi crescendo dentro de mim, como se me fosse lembrando aos poucos daquilo que tinha de ser feito para que essa fé não ficasse presa em mim. Ouvia vozes, via espectros e com o tempo essas vozes e esses espectros foram-me ensinando que a minha fé me permitia fazer tudo o que desejasse, com duas condições: a primeira era que o meu desejo tinha que ser puro (em prol do bem, com Amor e que não afectasse ninguém negativamente ou que fosse contra o livre-arbítrio de ninguém) a segunda era que eu só poderia usar da minha fé em outras pessoas, ou animais, ou lugares ou plantas e nunca em beneficio próprio. Não tive uma vida nada fácil, mas cresci e tornei-me um homem. Depois de chegar à idade adulta fui para junto de um grupo chamado Fraternidade Branca. Nesse grupo, a Mestre dava-me liberdade para efectuar as tarefas à minha maneira, ou seja, eu fazia as coisas por instinto. Participei em trabalhos de desobsessão, cura, operações mediunicas, psicografia, aconselhamento espiritual, entre outras, mas as que gostava mais era a cura e o aconselhamento. :)
No entanto,  havia lá uma presença (não fisica), com a qual eu não me sentia à vontade e por vezes tinha a sensação que essa presença me perseguia quando estava fora dos trabalhos. Essa mesma presença falava pela médium de incorporação do grupo e julgava as pessoas que lá estavam e a presença sabia que eu não concordava com esses julgamentos, pois nós (encarnados ou não), não somos nada para julgar ninguém, nós estamos todos aqui para aprender a Amar. Então as vozes que oiço desde pequeno aconselharam-me a seguir outro caminho, um que teria que ser eu a decidir. Então decidi que podia ajudar as pessoas à mesma mas sem elas perceberem que estavam a ser ajudadas. Um toque, um conselho, uma oração, uma palavra amiga, uma desobsessão "escondida". Eu continuo a usar a minha fé, mas já não pertenço ao grupo. A minha questão é: Será que por não pertencer a um grupo e por não partilhar estes ensinamentos, mesmo continuando a usar daquilo que o Pai pôs à minha disposição, sou um médium ausente? 
Estarei eu a cometer um erro ao não passar estes ensinamentos a outras pessoas (e há por aí tantas pessoas que bastava mostrar a ponta do fio que elas desenrolavam o novelo quase todo), mas será esse o meu propósito ?? Porque eu sinto-me tão Feliz por ver a felicidade nas pessoas sem elas saberem o porquê ... Quando nos sentimos felizes e não sabemos o porquê, isso é felicidade pura, é como se o Pai ele próprio nos tivesse tocado e isso deixa-me feliz e completo.

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2 horas atrás
FRANCIELE FINCK curtiu a postagem no blog Você sabe o que é:ELEMENTAIS? de Liudmila Carla Pinheiro
2 horas atrás
Douglas Alves Moreira curtiram a discussão FUNÇÃO DO DOUTRINADOR de Amigo Espírita
5 horas atrás
Amauri A. L. Silva curtiu a postagem no blog ENCONTRAMOS EXPLICAÇÕES de Nilton Cardoso Moreira
7 horas atrás
Amauri A. L. Silva curtiu a postagem no blog Postura Altamente Humanitária – Orson Peter Carrara de PATRIZIA GARDONA
8 horas atrás
os pae curtiu a postagem no blog Implicações da culpa (Jorge Hessen) de os pae
19 horas atrás
os pae compartilhou o post do blog deles em Facebook
19 horas atrás
Jacimara Vieira dos Santos curtiram a discussão Espíritos de pessoas vivas: uma história de reconciliação. de Wellington Balbo
23 horas atrás
Jacimara Vieira dos Santos curtiu a postagem no blog O MAU HUMOR MATINAL de ANA MARIA TEODORO MASSUCI
23 horas atrás
Ori Pombal Franco curtiram o evento “O Talento Perdido!”, com Rafael Brocco de Carlos Pretti - SCEE
ontem
Carlos Pretti - SCEE curtiram o evento “O Talento Perdido!”, com Rafael Brocco de Carlos Pretti - SCEE
ontem
Posts no blog por Nilton Cardoso Moreira

ENCONTRAMOS EXPLICAÇÕES

           É comum para todos os eventos que acontecem em nossa vida querermos achar explicações. É da natureza humana o ato investigativo, pois que todos nós temos anseios de querer saber o motivo pelo qual determinado fato aconteceu, mesmo que o evento tenha sido com outra pessoa.           Existem situações na vida que embora procuremos esclarecimentos a respeito, não…Ver mais...
ontem
os pae curtiu a postagem no blog Implicações da culpa (Jorge Hessen) de os pae
ontem
Posts no blog por PATRIZIA GARDONA

Postura Altamente Humanitária – Orson Peter Carrara

Toda cidade tem seu vulto histórico de destaque ou vários, a depender de sua história e origens no tempo. É comum que todos recordemos fatos da infância ou ainda que não tenhamos tido contato direto, até por questão cronológica, mas tenhamos conhecimento das ações e legado deixado por esses homens e mulheres que marcaram época, projetando suas ações no futuro.Vim de…Ver mais...
sexta-feira
O evento de Carlos Pretti - SCEE foi destacado
Miniatura

“O Talento Perdido!”, com Rafael Brocco em Sociedade Colatinense de Estudos Espíritas

22 setembro 2019 de 9 a 10:15
“O Talento Perdido!”, este será o tema da palestra do fotógrafo, pesquisador e orador espírita Rafael Brocco, de Colatina-ES, no próximo domingo 22 de setembro de 2019, de 09 às 10h. da manhã, na Sociedade Colatinense de Estudos Espíritas. Rafael é um jovem talento da oratória espírita aqui de Colatina. Ele é evangelizador de juventude, estudante e trabalhador na área da…Ver mais...
sexta-feira
Carlos Pretti - SCEE postou um evento
Miniatura

“O Talento Perdido!”, com Rafael Brocco em Sociedade Colatinense de Estudos Espíritas

22 setembro 2019 de 9 a 10:15
“O Talento Perdido!”, este será o tema da palestra do fotógrafo, pesquisador e orador espírita Rafael Brocco, de Colatina-ES, no próximo domingo 22 de setembro de 2019, de 09 às 10h. da manhã, na Sociedade Colatinense de Estudos Espíritas. Rafael é um jovem talento da oratória espírita aqui de Colatina. Ele é evangelizador de juventude, estudante e trabalhador na área da…Ver mais...
sexta-feira
Posts no blog por os pae

Implicações da culpa (Jorge Hessen)

Jorge Hessenjorgehessen@gmail.comBrasília-DFMuitas crianças são induzidas a agir de forma sempre “correta”, conforme o padrão do seu meio ambiente, dos valores éticos, das pressões existentes. Quando a criança é obrigada a fazer as coisas dessa ou daquela maneira, todas as vezes que faz de forma diferente desenvolve a culpa. A…Ver mais...
sexta-feira

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