REDE AMIGO ESPÍRITA

Divulgando, Instruindo e Unificando!!!

O fundamento de todas as religiões está no contato com o mundo espiritual.

Sócrates o Pai da filosofia moderna  se aconselhou com os espíritos até o último dia de sua vida.

Desde os primeiros contatos de Hydesville, a pesquisa dos fenômenos espíritas, expandiu as ambições da Ciência moderna e as fronteiras e os limites do conhecimento Humano.

Neste filme da BBC-  Science and the Seance-  abaixo, fica documentado, que a busca pela comunicação com os Espíritos é o fundamento e motivação de toda pesquisa moderna principalmente no campo das telecomunicações:

http://www.youtube.com/watch?v=sRMeJJrzEkc

Busque BBC Science and the Seance

Os inventores do gravador, do telefone, do radio, do tubo de raios  catódicos, da câmera de televisão, o radiômetro, tinham como objetivo principal o contato com o mundo espiritual e acabaram derivando para outra aplicação por ser comercialmente mais interessante.

Todo esforço aplicado na pesquisa do mundo espiritual tem resultado indiretamente em enormes descobertas.

Portanto ao contrario do que comumente se ouve:

-Pesquisa Espírita é perda de tempo e dinheiro.

-É o retorno as crenças primitivas dos silvícolas, que explicavam o mundo com base nos espíritos,  anteriores a própria Mitologia.

Tudo isto cai por terra com este documentário.

Então porque não temos verba para pesquisa Espírita?

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Respostas a este tópico

Grato vi a palestra.

Muito interessante.

Achei o esforço válido.

Prepare e faça você mesmo poderosos defumadores para casa comercial, para atrair clientes e muito dinheiro para o seu comércio!
http://www.youtube.com/watch?v=GmwgalXlSOU

Acesse o site: www.editoraimperio.com.br

Dezenas de feitiços e oferendas para abertura de caminho, prosperidade e dinheiro!
http://www.youtube.com/watch?v=g86Wq1V-KzU

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Pesquisa Espírita e Ciência: Amigos, por mais que se pesquise relativamente ao que a doutrina espírita e sua filosofia nos ensinam, essa pesquisa nunca obterá um êxito total; muitas perguntas ficarão sem resposta. A própria doutrina espírita, que afirma estar aberta para receber novas revelações desde que sejam comprovadas com todo rigor científico, não tem aceitado revelações importantes que a ciência tem trazido. Espiritismo e ciência não conseguem chegar a se entender.  Podemos dizer que, Ciência e Religião Populares, essas que foram convencionadas com base em ditos ou escritos considerados sagrados, adversárias de muitos séculos, nunca poderão andar de mãos dadas. O mesmo não acontece em relação às doutrinas chamadas esotéricas, cujas percepções do que são a vida e o mundo, são hoje, iguais às percepções da ciência. Estas, sim, podem hoje andar de mãos dadas, pois o entendimento de uma é igual ao entendimento da outra! 

E quais seriam essas importantes revelações científicas que a DE ainda não aceitou?

E quais seriam essas importantes revelações científicas que a DE não aceitou?

Amigo Marco, para responder essa sua pergunta, repito o que já coloquei aqui e noutros endereços:  

O EXPERIMENTO DAS DUAS FENDAS     e, mais abaixo,

O EXPERIMENTO DA ESCOLHA RETARDADA

 

Este é um dos experimentos paradoxais que deram origem à nova ciência, a física quântica. Vale a pena conhecê-lo, pois ele faz que repensemos a posição e o papel do homem dentro da criação e do universo (papel do homem e de todos os seres sencientes (senciente é aquele q tem sensações, através dos sentidos de relação com o mundo, os sentidos ditos objetivos, e que tem consciência de tê-las).

O assunto merece nossa maior atenção e, para ser apreciado, o abandono de todos os preconceitos; só assim poderá ser compreendido em suas profundas implicações.

Entre as descobertas impressionantes, e até mesmo inicialmente consideradas absurdas, da física quântica, está a afirmação de que, não existindo um ser senciente “observando”, não existe este mundo que vemos em torno de nós, isto é, nada existe no mundo da manifestação, no mundo do espaço-tempo.

Veja: na Internet, na Wikipedia, na explicação (as explicações constam, tb, de livros de sérios pesquisadores e cientistas) relativa ao “experimento”, no final da página do “Dr. Rabbit” (o porta-voz dos físicos), está a pergunta:

- “E o que um observador (um ser humano, um ser senciente) tem a ver com isso?”

E, em seguida, como está também em várias obras de renomados cientistas:

- “O observador provoca o colapso da função de onda (de probabilidades de coisas) simplesmente... por OBSERVAR”.

O que significa isso? Significa que, não havendo um observador senciente, as ondas de probabilidades de coisas, objetos, seres, não entram em colapso e, conseqüentemente, não se transformam em partículas de matéria; não havendo partículas, não há matéria, isto é, o mundo da manifestação ao nosso redor, o mundo do espaço-tempo não existirá. Ou melhor, só existirão ondas de probabilidades de “possíveis” partículas.

Por aí podemos verificar que nós (e todos os seres sencientes), somos necessários para que exista o mundo dos fenômenos ao nosso redor e em nós mesmos. Não havendo observação, não há mundo. Aquilo a que damos o nome de Deus produz tudo o que existe, mas essa existência exige nossa observação: portanto, nós “completamos a criação”, ou melhor, nós fazemos q o mundo se manifeste; Deus cria e nós damos o retoque final.

Essas implicações nos colocam numa situação muitíssimo diferente daquela a que as diferentes religiões populares do mundo nos colocam. Vale a pena analisar.

A física quântica desvendou novos horizontes (novos para nós, mas antigos para as escolas de tradição de meditação, antigos para os místicos) para nossa compreensão das coisas do mundo, de quem e do que somos, de tudo isso que aí está e que não compreendemos (e por isso sofremos). Nossa interpretação do mundo é incorreta e isso é a raiz, a causa de todos os problemas e sofrimentos do homem. Esses novos horizontes mostram qual é, na verdade, a posição do homem neste universo infinito e eterno. Este texto, portanto, merece nossa cuidadosa análise.

 

O Experimento das duas Fendas em poucas palavras:

A partir dos estranhos resultados das experiências científicas pelas quais os cientistas entraram no mundo das sub-partículas do átomo, verificaram-se descobertas perturbadoras. Devido a essas descobertas, Einstein chegou a afirmar que “não há mais um palmo de chão firme sobre o qual se possa construir alguma coisa”; afirmou, também, q “todas as descobertas anteriores do homem teriam de ser re-interpretadas, porque agora se percebia que a ciência anterior (a ciência clássica, da qual o mundo extraiu todo seu conhecimento, para todas suas áreas, por mais de 300 anos, com base nas interpretações de Newton e Descartes), não lidava com o mundo, mas com uma falsa interpretação ou falsa imagem do mundo”. Foi qdo ele tb disse, em face da comprovação de que tudo é incerto (Principio da Incerteza, de Heisenberg) coisa em q ele antes não acreditava: “mas Deus não joga dados!”; posteriormente, convencido, teria dito: “mas se não é Deus, quem é q joga?!”

Outros cientistas, todos de renome, atônitos com o q estava sendo revelado, diziam: “como a natureza pode ser tão absurda!” e q, devido a isso, “talvez nem mais encontrassem o caminho de volta para a própria casa”; e mais, impressionados e perturbados: “a realidade está se mostrando mais absurda do que a ficção!”

Einstein, até quase sua morte, tentou encontrar erros nas novas descobertas (pois, “Deus não joga dados!”) mas não conseguiu e, em experiências q realizou para derrubar a veracidade das novas descobertas, mais as fortaleceu.

 

O EXPERIMENTO: um anteparo com duas fendas verticais; além dele, um filme que seria impressionado por partículas, que seriam atiradas através das fendas.  Utilizando-se um dispositivo especial apontado para uma das fendas, a partícula era atirada, passava pela fenda e deixava seu sinal, ou risco, ou ponto, impresso no filme. Mas, e aqui começam as coisas perturbadoras, muitas vezes a impressão gravada no filme mostrava que a partícula, uma só partícula, tinha passado pelas duas fendas ao mesmo tempo, pois interferia, no filme, com ela mesma, o que significava que a partícula deixava de ser partícula de matéria e se comportava como onda de energia. Isto é, o objeto se comporta como partícula (passando por uma das fendas), ou como onda de energia (passando pelas duas fendas).  Estranhíssimo e perturbador!

Exaustivamente repetido o experimento, chegou-se à conclusão inescapável de que a partícula atirada só se comportava como partícula de matéria quando havia um observador senciente, um ser humano (ou outro animal senciente?) observando o experimento; quando não havia um observador, não existia matéria, apenas energia.

 

CONCLUSÃO: a formação da matéria, ou sua criação, exige a observação de um ser senciente para q se concretize. Aquilo q não conhecemos, mas a q as religiões populares dão o nome de Deus, cria tudo mas, não havendo observador, a criação não se completa, não se manifesta no espaço-tempo. Como disse acima, Deus cria e nós damos o “retoque final” em sua criação.

..............................

Somos o “prolongamento” de Deus. Mas, dirão: então somos verdadeiras marionetes nas mãos de Deus? Não, da mesma maneira que nossas mãos, pés, olhos não são nossas marionetes; são, podemos dizer, nossos “prolongamentos”; assim, também, somos prolongamentos ou complementação do próprio Deus.

 

PALAVRAS DE CIENTISTAS SOBRE O EXPERIMENTO:

 

  1. A percepção humana destrói a alternativa onda – partícula, (isto é, tudo no universo está sob a forma de ondas, ou energia, e só a observação de seres sencientes provoca o colapso das ondas que, instantaneamente, se transformam em partículas, isto é, em matéria, e, assim, é pela observação que se concretiza o universo).
  2. Na propagação de sinais visuais, os nervos óticos do sistema neurológico humano liberam energias muito superiores às dos grávitons (unidade de força gravitacional). Por isso a observação humana destrói a superposição de alternativas (não haverá alternativa onda-partículas; só partículas).                                  (Obs: amigos, qto a este nº 2, leiam o q acrescentei no final desde texto).
  3. A percepção humana percebe apenas eventos do nível clássico (os eventos do nível quântico nunca são percebidos pelo ser humano, pois acontecem no nível do atemporal, fora do espaço-tempo).
  4. Não há interferência quando não há observação (a observação interfere e transforma as ondas em partículas, que são os objetos do mundo, inclusive nós, e o próprio mundo).
  5. A observação feita pelo ser humano é a resposta decisiva sobre a origem de tudo (o ser humano, pela sua observação, completa, dá o retoque final à obra da criação).
  6. Não temos sequer uma imagem da natureza; as imagens que temos são de nossas relações com a natureza (porque, apenas por observar, mudamos a natureza e, só observando, podemos percebê-la).
  7. O universo exige o ato de observação.
  8. Quando examinamos os recessos mais profundos da matéria ou a fronteira mais remota do universo, vemos ali o nosso próprio rosto (já que o homem é imprescindível para a existência da matéria e, conseqüentemente, do universo).
  9. O universo todo é a imagem do rosto do homem (não fosse a presença do homem realizando a observação, não existiria o universo material).

10. O papel do observador é fundamental, pois é ele quem define os objetos e o universo.

11. O universo não teria explicação sem a consciência humana (pois esta completa o “quebra-cabeças”, finalmente explicando o universo).     ............................ continua ......................

Ao amigo Marco  ...................... continuação e fim .....................

11. O universo não teria explicação sem a consciência humana (pois esta completa o “quebra-cabeças”, finalmente explicando o universo).

12. Foi necessária a consciência para completar a física quântica (sem a interposição da consciência a física quântica não teria explicação e, do mesmo modo, não teria explicação o universo).

13. Tudo está aí mas, se o cérebro não está, nada será percebido. (tudo está aí, mas apenas em “potência”).

14. A dinâmica cerebral na verdade organiza e faz aflorar aquilo que já é uma propriedade intrínseca da natureza (isto é, tudo já está aí em “potência”, fazendo parte ou sendo a própria natureza, mas sem o cérebro e seu mecanismo clássico e quântico, nada existirá).

15. Os “gatilhos” quânticos do cérebro permitem que este perceba o mundo (sem a ação dos eventos quânticos não haverá percepção do mundo, como não haverá tb os objetos perceptíveis do mundo).

16. No cérebro acontece a coerência quântica e o colapso das ondas de probabilidades de coisas, objetos e eventos, de todos os fenômenos. Não fosse o cérebro do observador o universo não existiria.

17. O mecanismo quântico do cérebro, afetado pelas ondas, faz funcionar o seu mecanismo clássico (isto é, tudo acontece no domínio das operações quânticas; este é que faz operar o mecanismo do cérebro e, em conseqüência, vem-nos a percepção do mundo).

18. Nenhum fenômeno é um fenômeno até que ele seja um fenômeno observado.

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Ao concluir o comentário que faz sobre John Wheeler, "um dos intérpretes mais influentes e inventivos da Mecânica Quântica, bem como da Física Moderna", aluno de Niels Bohr, autor das expressões “buraco negro” e “it do bit”, com que chamou definitivamente atenção para as relações entre a Física e a Teoria da Informação, nome-chave para a idéia de que o universo, sendo um fenômeno participativo, requer o ato de observação e, logo, a consciência, além de ter se envolvido na construção da primeira bomba atômica e da primeira bomba de hidrogênio, John Horgan, autor do livro “O Fim da Ciência”, escreve:

"[...] ele nos dá corajosamente um paradoxo adorável e, ao mesmo tempo, desalentador: no coração de toda realidade existe uma pergunta, e não uma resposta. Quando examinamos os recessos mais profundos da matéria ou a fronteira mais remota do universo, vemos, finalmente, o nosso próprio rosto perplexo nos devolvendo o olhar”.

Aqui, se não há encontro com a Resposta, há confronto harmônico com a poesia, como esta, da prosa realisticamente perturbadora de Jorge Luiz Borges:

"Um homem propõe-se a tarefa de desenhar o mundo. Ao longo dos anos povoa um espaço com imagens de províncias, de reinos, de montanhas, de baías, de naves, de ilhas, de peixes, de habitação, de instrumentos, de astros, de cavalos e de pessoas. Pouco antes de morrer, descobre que esse paciente labirinto de linhas traça a imagem de seu próprio rosto”.

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Para seu assombro veja também o “experimento de escolha demorada ou retardada” (vai mais abaixo).

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Como essas conclusões obrigatoriamente exigem que se repense a posição e o papel do homem no universo, estranha-se que, até hoje, as religiões não se manifestaram a respeito. E essas descobertas já têm um século de existência. Talvez o receio de terem de modificar suas premissas básicas, ou do impacto que isso causaria entre os seus adeptos, as tenha feito se calarem.

Os místicos, há muito, já afirmavam, em palavras de difícil interpretação para o leigo, essa visão que a física atual nos trouxe, pois diziam: “Como a Mente (Consciência Universal, Deus) é vazia, o cérebro existe no espaço e no tempo”.

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O EXPERIMENTO DE ESCOLHA RETARDADA.

 

O experimento das duas fendas (acima), no qual o objeto se comporta ou como partícula (passando por apenas uma das fendas), quando observado, ou como onda (passando por ambas as fendas), quando não observado, deu lugar à questão: “Pode a escolha ser feita depois que o objeto quântico já passou pelas fendas?”, isto é, “a escolha presente poderia alterar a realidade passada?”.

A resposta é: “A opção de se deduzir que o quantum único de energia deve ter vindo por ambas as fendas ou por apenas uma está sujeita à livre escolha do observador após a energia já ter atravessado o anteparo de duas fendas”.

Não há dúvida de que aí, parece, está, à primeira vista, uma estranha inversão da ordem normal do tempo. Mas é só à primeira vista, isto é, só parece que isso ocorreu realmente. O que sucede é que: “Nenhum fenômeno é um fenômeno até que ele seja um fenômeno observado”. Em outras palavras, não estamos escolhendo o que deve ter acontecido “após ele já ter acontecido”. Ele não aconteceu realmente, porque ele não é ainda um fenômeno (é apenas energia; está em estado potencial), até que ele seja um fenômeno observado.

Assim, após o quantum de energia já ter passado pelo anteparo das duas fendas, vimos que uma escolha livre, de última hora, da nossa parte (da parte do observador) fornece, conforme nossa vontade (a vontade do observador), um registro de interferência de energia passando pelas duas fendas ou uma contagem de um feixe de partículas passando por uma só fenda.

Este resultado significaria que a escolha presente influencia a dinâmica no passado, contrariando frontalmente o “princípio de causa e efeito”? Não; a lição que se apresenta é a seguinte: “o passado não tem existência a não ser quando ele for registrado no presente”; do mesmo modo, o futuro. Não tem sentido falar sobre o que o quantum de energia eletromagnética estava fazendo, se passou pelas duas ou por uma só fenda, salvo quando ele for observado ou for calculável a partir do que é observado. Isto é, nenhum fenômeno é na realidade um fenômeno antes de ele ser observado.

E chegamos, novamente, à impressionante conclusão, “O UNIVERSO NÃO EXISTE “LÁ FORA” ANTES DO ATO DE OBSERVAÇÃO”. Pelo contrário, o universo é, em algum estranho sentido, um universo participatório, isto é, o observador e o universo são participantes do mesmo fenômeno; a observação “cria” o universo.

E, vejam, não é que o universo não existe lá fora apenas para aquele que não está observando! Se não há observação, não há matéria, não existe universo material, nem seres, nem objetos.

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O que acham de tudo isso?

....................

Qto ao nº 2, de o “experimento da dupla fenda”, q parece absurdo por afirmar q a energia dos olhos (do olhar do observador) tem força capaz de transformar a energia (de objetos em potência) em matéria, há uns dias, a internet trouxe a notícia de q já existe um telefone celular q não usa a passagem de dedos sobre a telinha; usa apenas o olhar; a energia do olhar substitui o “clique” das pontas dos dedos. Era apenas uma notícia de que esse celular logo estaria sendo produzido.

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Acho que tudo isso apenas demonstra que a ciência está chegando lá, no espírito. O experimento da dupla fenda somente denuncia aquilo que muitos já perceberam: a dualidade. Isto significa que a unidade foi bipartida e que a nossa visão da realidade não é e não pode ser absoluta pois que a própria realidade se mostra relativa a depender do ponto de vista do observador. 

Isto também significa que não temos verdades absolutas no nosso ambiente, o relativo. Além disso também demonstra que tudo que é 1 é composto de 2, de uma parte inversa e complementar da unidade. 

Finalmente, e o mais importante, significa que não existe matéria mas apenas vibração. Tudo que existe só é perceptível por causa da vibração. É a frequência vibratória que vai definir as cores, o toque, cheiro, o som. E ainda mais... Tudo existe porque tudo vibra e é a consciência que determina essa frequência vibratória pois tudo e toda vibração existe somente dentro de um campo consciencial.

Isso vem corroborar a ideia de que esse universo vibracional e instável não é de Deus. Que todo ele, universo, é um grande campo consciencial no qual estamos imergidos e portanto distante de Deus que por consequência só poderá se manifestar em sua plenitude num campo de consciência oposto à esse, ou seja num campo onde não existe a vibração e por isso mesmo imaterial, na dimensão do absoluto, ou mais conhecido como, reino dos céus.

Por isso, não encontramos estabilidade em nosso meio. Tudo que é, apenas parece. Vivemos na dimensão do vir-a-ser, do devenir. A transformação contínua de tudo nos atormenta e não nos dá paz. Mas no absoluto, no reino dos céus, isso não existe, pois lá a vibração também não existe. Lá, o que é, é mesmo e fim de papo. Aqui não. Nunca temos certeza. Nossa análise não tem fim, pois aqui não encontramos a síntese. Uma análise nos leva à outra que nos leva à outra que nos leva a outra, etc...A síntese nos foge. Buscar o absoluto, o reino dos céus, eis o nosso fanal. Abandonar definitivamente o inferno do relativo e da análise sem fim é a meta de todos nós. E vamos cumpri-la através do processo evolutivo nos libertando sempre mais e mais.

É o que eu penso em relação à essa experiência.

Luis,

 

Conhecimento não é opinião!

 

Necessário para ser conhecimento que o artigo seja formatado e padronizado de acordo com a escrita científica se não será uma opinião apenas, que é em linhas gerais o seguinte:


Introdução

  • O que será comunicado? Que ideia quer comunicar?
  • É uma descoberta, uma pesquisa, uma divulgação.
  • Audiência a quem endereça este manuscrito pessoas leigas (então tem de fazer um dicionário de termos) ou de linguagem especializada para quem já é formado na área.
  • Por que?
  • Qual a sua motivação?
  • Publica-se ideias fundamentadas em fatos, experimentos e pesquisas e citações acadêmicas e não opiniões pessoais e dogmas.

 

 

Desenvolvimento

  • Premissa e Hipóteses a serem adotadas
  • Teses que se pretende defender
  • Desenvolvimento lógico e experimental
  • Pesquisa e metodologia
  • Concisão e clareza são fundamentais.
  • Citações referencias e suporte sobre seus achados embasadas em outras pesquisas já feitas.

 

 

Conclusão

 

Resultados, dados numéricos, recomendações, contradições, sugestões de novas pesquisas e experimentos.

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 Bibliografia

Onde foram tiradas as citações etc..


Luis,

 

Eu também não tenho seguido este procedimento nos meus artigos então vamos fazer o seguinte:

 

Vamos nos dois nos matricularmos e fazermos o curso abaixo de Escrita Científica e vamos discutindo o curso neste fórum da Faculdade Filosofia Espírita.

A escrita científica forma um tipo de gênero literário que necessita ser estudado para que possamos escrever igual.

http://www.escritacientifica.com/pt-BR/

http://zucoescrita.com/categorias/1-escrita-cientifica-producao-de-...

zucoescrita.com
Administração, Economia e Contabilidade Instrutor(es) Prof. Dr. Valtencir Zucolotto 03:36 horas. Exatas, Biomédicas e Engenharia Instrutor(es) Prof. Dr. Valtencir ...

 

O curso é barato custa R$50,00 já foi gratuito.

 

O que achou da  ideia?

Você não acha que é uma condição fundamental e absolutamente necessária  para fazermos algum progresso?

 

Abraço.

 

Luis Conforti,

Conhecia o experimento da dupla fenda com retardo de observação, realmente tudo que voce escreveu parece de acordo com que havia lido, porem a tecnologia de eye tracking (ou monitoramento dos olhos) não tem nada haver com isto são coisas de natureza muito diferentes.


luis conforti junior disse:


Qto ao nº 2, de o “experimento da dupla fenda”, q parece absurdo por afirmar q a energia dos olhos (do olhar do observador) tem força capaz de transformar a energia (de objetos em potência) em matéria, há uns dias, a internet trouxe a notícia de q já existe um telefone celular q não usa a passagem de dedos sobre a telinha; usa apenas o olhar; a energia do olhar substitui o “clique” das pontas dos dedos. Era apenas uma notícia de que esse celular logo estaria sendo produzido.

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