Queridos companheiros de jornada espírita, lanço aqui uma sugestão que ao meu ver nunca foi discutida entre nós adeptos dessa maravilhosa Doutrina de Esclarecimentos. Os outros "movimentos religiosos" (católicos, evangélicos, protestantes, testemunhas de jeová, e etc) "VELAM" seus entes queridos, e, mesmo quando encarnados nunca deram sequer uma singela rosa a esse ente querido, já no velório abarrotam o ambiente com dezenas e até centenas de bouquet de flores, sem falar das inúmeras velas acessas, e chamam isso de "VELÓRIO". Peço aqui a vocês uma sugestão de um nome apropriado para esse momento em que nós vamos precisar "velar" um ente querido, já que não usamos velas e outros adereços, que nome poderíamos dar a esse momento??? Favor respoderem com suas sugestões e espero que algumas delas sirvam para mim, ou para vocês, quem sabe?

Grato!

Carlos José Pretti Leal

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Entendo que não deve haver nome algum. Esse momento é o encontro de familiares e amigos, importante é o respeito ao desencarnado, as suas vontades. O objetivo deste momento é o conforto aos familiares. A doutrina espírita não nos direciona nome algum, apenas aprendemos que devemos selecionar a qualidade do pensamento e as conversas. (vide livro Irmão Jacó).  É conveniente as canções preces , e a prece  onde conforta a todos.

Concordo com voce amga VERA REGINA.. Abra¢os
A
Vera Regina da Silva disse:

Entendo que não deve haver nome algum. Esse momento é o encontro de familiares e amigos, importante é o respeito ao desencarnado, as suas vontades. O objetivo deste momento é o conforto aos familiares. A doutrina espírita não nos direciona nome algum, apenas aprendemos que devemos selecionar a qualidade do pensamento e as conversas. (vide livro Irmão Jacó).  É conveniente as canções preces , e a prece  onde conforta a todos.

Obrigada por me add. Bom para mim seria ótimo um, Até Breve. Paz e luz. Abçs

Querido amigo Pretti, acredito q velórios são velórios, e... devemos agir com a força de nossos pensamentos, independente de flores, velas...   caso um ente querido tenha necessidade de "Ofertas materiais", "ao morto", então fico com as rosas e flores, plantas e cores, muita música e alegria...

Um "velório", ou "última despedida ao duplo etéreo", ou ainda "Reunião de irradiação aos restos materiais" ou simplesmente "ajuda a irmãos desencarnados", quando alguém "vela" está cuidando e protegendo algo q não está mais nas suas mãos, por isso o termo "velar" é muito bem apropriado ao caso...penso eu.

Olá Carlos, sou membro dessa tão benfazeja rede desde ontem a noite, embora já a conheça há alguns anos, e você, muito gentilmente, curtiu o meu perfil há duas horas atrás. Obrigada.
Quanto a sua sugestão para nominar o velório espirita, gostaria de saber o porque dela? Afinal, o que lhe passou no pensamento quando teve essa idéia? Explico melhor, porque você sentiu a necessidade de diferenciar o velório espirita dos outros velórios?
Abraços
Eliane

querida amiga Eliane,

após ouvir um relato/lamento/curiosidade do presidente de nossa casa espirita, Sociedade Colatinense de Estudos Espíritas - SCEE, dr. Virgilio Knupp, após o velório de sua esposa, Jaqueline Martinelli Knupp, que desencarnou em novembro de 2010, vitimada por um grave câncer de fígado... ele ficou curioso em saber como nós, verdadeiros espíritas, acharíamos de adotar ou não um nome para esse ritual, com bases nos ensinamentos da Doutrina Espírita, já que nenhuma obra literária trata sobre o assunto, por isso formulei esse questionamento aqui na Rede (Publicado por Carlos Pretti - SCEE em 2 fevereiro 2011 às 20:38 em... ... para tanto, segue abaixo o link do vídeo em homenagem a nossa querida e inesquecível confrade Jack Knupp...

http://vimeo.com/16593362


um abraço!

Carlos Pretti

De Volta para Casa.

Ou: "A volta dos que não vieram".

Nancy Bonifacio disse:

De Volta para Casa.

Ola Carlos, como vai?

Assisti ao link em homenagem a Jaqueline Knupp e me emocionei com o seu espírito bonito, de sorriso tão verdadeiro e iluminado! Muito obrigada.
Confesso que já assisti muitas palestras do centro que freqüenta, inclusive do próprio Virgílio Knupp, mas você fez com que me sentisse pertencente ao grupo, trazendo-me a intimidade dos seus... Realmente é o que somos, não é? Uma grande família.
Fui em busca da palestra do Virgílio em que você se baseou para proposta sobre o nome do velório espirita e, graças a esse presente da espiritualidade amiga, a internet, não é que encontrei!
Palavras bonitas num ensino profundo...parabéns ao Virgílio Knupp e, movida pelo propósito do questionamento, comecei a me lembrar dos velórios que já fui, em especial num bem recente, do meu padrasto há 17 dias e lembrei-me da senhora Laura, no Nosso Lar, na noite anterior ao sua reencarnacao na Terra, recebendo um grupo de aproximadamente trinta pessoas, amigos e parentes em casa de Lisias, para uma despedida fraterna e a comovente comunicação com o Sr. Ricardo, criança ainda no mundo terreno, mas seu marido em espírito, que estava aguardando-na, bem como suas duas filhas que reencarnariam posteriormente.
Ali apreciamos uma experiência de um grupo de quatro pessoas que planejaram suas respectivas reencarnacoes, e, mesmo assim, a senhora Laura estava apreensiva com o porvir, sendo velada pelos amigos, filhas e, o espírito do seu futuro marido, que dormia em sua caminha na Terra, ainda com dois anos de idade. Recebia boas energias e consolo de todos, inclusive do próprio ministro Clarencio.
Alannn Kardec nos fala no Evangelho Segundo o Espiritismo, no cap. III, item 9, resumindo o ensino de todos os Espíritos Superiores, sobre os mundos chegados ao grau superior que lá, "a morte não tem nenhum dos horrores da decomposição: longe de ser um motivo de espanto, é considerada como uma transformação feliz, porque ali não existem dúvidas quanto ao futuro", e logo adiante, no item 15, Santo Agostinho nos fala sobre a Terra, como "um dos tipos de mundo expiatórios, cujas variedades são infinitas, tendo, entretanto, o caráter comum de servirem de lugar de exílio aos Espíritos rebeldes à lei de Deus..." E a partir disso, é possível compreender a preocupação da senhora Laura, não é? Já que iria reencarnar na Terra.
Imaginemos então, o grande número de espíritos que, retornando à "Pátria Verdadeira"' como nos diz Rolando Bodrin, nada conhecem do porvir? E os nossos irmãos encarnados que, dormitando um sono bom na carne, não se envolvem com as suas verdadeiras essências?
O velório para esses acaba sendo um lugar de tormento, perante a incerteza do futuro de cada um ali presente, mas, como o próprio Virgílio Knupp disse em sua homenagem à sua querida Jaqueiline, ele tem certeza que irá encontrá-la, não sabe o dia e a hora, mas sabe o lugar e é desse estado de espírito que o espirita,faz toda a diferença e em meio a uma "multidão de espíritos desvairados, em plena selvageria, uma pessoa com Deus, representa maioria", como nos ensina Lopes Filho em Servidores no Além.
Vou tecendo vários pensamentos de irmãos nossos para lhe dizer que as palavras pouco importam, mas sim a idéia que elas transmitem, e nós espíritas, num velório, velamos pelos que sofrem, sobretudo aquele que acaba de desencarnar, uma vez que a passagem do mundo corpóreo para o mundo espiritual é, na grande maioria das vezes, confuso e causa sofrimento.
Ali, cuidamos, e esse sentido de velar é muito importante. Cuidamos com o pensamento amoroso ao amigo que não possui mais o corpo físico, dirigindo-lhe a prece consoladora e de estímulo que a espiritualidade superior compartilhou conosco através de Allan Kardec e que se encontra no cap. XXVIII, no. 59 do livro Evangelho Segundo o Espiritismo, intitulado Pelos recém-falecidos. Também cuidamos dos seus parentes e amigos, auxiliando no que for preciso, um copo de água, uma cadeira, um abraço fraterno ou mesmo uma presença serena... Numa empatia cheia de misericórdia, "na base da paciência e do estímulo, da consolação e do amor" como tão bem nos ensina Emmanuel no já citado livro Servidores no Além.
Penso querido amigo Carlos, que nosso estado de espírito deva ser o do servidor, preenchido da Luz de Jesus Cristo, uma luz quente e que ilumina, mesmo que de uma pequena vela e que afague o coração daquele que sofre.
Velemos pois, com o cuidado atencioso e com a luz de Deus, de Cristo e da Caridade a se espargir de nós e, como ensina o fundador da Seicho-no-ei, mestre Massaharu Taniguchi, consumamos-nos por inteiro, como uma vela, no trabalho da caridade e no amor ao nossos irmãos.
E no futuro, não mais necessitaremos desse abençoado ritual que nos auxilia a conviver em sociedade nos dias de hoje, uma vez que a sociedade será igualitária em sentimento, pensamento e sobretudo, na clareza de consciência na fé raciocinada. Falo da sociedade dos mundos superiores, e assim, compartilharemos desse momento num outro formato.
Por ora, penso que o velório é indispensável a nós espíritas, pelo amparo e amor que recebemos do grupo quando somos nós que sofremos e necessitamos de cuidado e consolo e, aos outros, com o conhecimento que temos, de que somos espíritos imortais, filhos amados de Deus, Pai de Infinito Amor, Sabedoria e Misericórdia, com certeza, faremos muita diferença aos que choram e sentem dor.

Um carinhoso abraço,
Eliane

Ola muita paz 

Meus amigos penso que acima de tudo, o espaço que determine o lugar onde exumaremos nosso corpo pelo tempo , deverá ser pura e simplesmente, o mais simples possivel, sem ostentação, e na partida em vez de um padre, ou outro sacerdote, poder´+a ser um companheiro nosso de Doutrina  a penas a fazer uma prece de despedida e dar uma palavra de resepito pelo irmãos desenacrnado.

Dada de velas ou flores...No entanto sabemos que nem o tumulo de Jardecevitou isso, porque temos de resepitar aqueles que são nossos amigos e que vejam a situação de forma diferente, que no entanto com flores ou sem elas, tomarão apenas o tumulo que não o Espirito desencarnado.

Vejam em relação ao fyneral de Kardec;

            "Eis aqui, na medida em que minhas recordações o permitem, os pormenores da cerimônia (fúnebre):
            Exatamente ao meio dia (de 2 de abril de 1869) se pôs em marcha o cortejo, encabeçado por um único carro mortuário, modesto, seguido lentamente por respeitosa multidão formada por, quantos conseguiram comparecer a esse último encontro. O Sr. Levent, Vice-Presidente daSociedade (Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas), presidia a comitiva, tendo à sua esquerda o Sr. Tailleur e à sua direita o Sr. Morin, seguindo-se lhes os médiuns, o Comité -- a Sociedade toda e uma multidão de amigos e simpatizantes. Fechavam o séquito voluntários e inativos. Ao todo, de mil a mil e duzentas pessoas.
            Andando pela Rua de Grammont, o cortejo atravessou os grandes bulevares, as Ruas Laffitte, Notre-dame de Lorrette, Fontaine e os bulevares exteriores (Clichy), ingressando no cemitério de Montmartre, por entre os populares que se acotovelavam (...)”
            Falaram, junto à sepultura e rodeados pelos que  disputavam os lugares donde melhor pudessem ouvir os discursos ("pobre gente!" - exclamou o Sr. Muller), Levent, Camille Flammarion, Alexandre Delanne e Muller.
            A descrição dos funerais é de E. Muller, em carta aos seus amigos de Lyon, datada
de Paris, 4-4-1869. Os destaques, entre parênteses, são do compilador.
.....
Detalhe entrada - Père Lachaise

O Caráter de Kardec
            Em 31 de março de 1870, ali pelas duas horas da tarde, grande número de espíritas encheu o famoso cemitério de Père-Lachaise, colocando-se em torno do monumento dolmético erigido para honrar a memória imperecível do sábio codificador da Doutrina Espírita - Allan Kardec.
            Inaugurava-se a nova morada dos despojos do saudoso extinto, e vários discursos foram pronunciados, exprimindo todos os oradores, "com a eloquência do coração, os sentimentos de reconhecimento e os testemunhos de gratidão dos espíritas presentes e ausentes".
.....
            Alguns companheiros de Kardec, não podendo comparecer a essas manifestações de carinho, remeteram belíssimas cartas. Transcreveremos, em tradução, a de Alexandre Delanne, amigo dedicado de Kardec e pai de Gabriel Delanne.
Quanto ao nome, que importa isso, Passagem, velorio , funeral, não deixamos de entregar o corpo à natureza...
abraço fraterno

Eu diria, momento fraterno na despedida corporal.

Gostou?

Castellani

Talvez Cerimônia da Passagem" com  já sugeriu Luciana Moraes ou Cerimônia do Até Breve.Muito pertinente o tema Carlos  Pretti. Abraços Fraternais.

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