REDE AMIGO ESPÍRITA

Divulgando, Instruindo e Unificando!!!

"QUANDO NÃO APRENDE ATRAVÉS DO AMOR, APRENDE-SE ATRAVÉS DA DOR"

"QUANDO NÃO APRENDE ATRAVÉS DO AMOR,APRENDE-SE ATRAVÉS DA DOR"

 

Existem dois principais caminhos a escolhermos durante a nossa existência e as suas devidas conseqüências. Podemos escolher o caminho do aprendizado e do esforço próprio, mais difícil mas meritório e com consequências felizes; ou, pelo contrário, o caminho mais fácil, que é o das paixões e da preguiça, que com certeza nos trará consequências dolorosas.

A Doutrina Espírita tem como maior objetivo nos fazer adquirir uma fé racional, ajudando-nos a mudar os nossos posicionamentos perante as mais variadas situações da vida. Esta mudança se dá quando procuramos pensar antes de agir ou de falar, raciocinando se aquela atitude é correta ou não, se as conseqüências são boas ou ruins. Mas para fazermos este julgamento de valores, devemos procurar conhecimentos em que possamos basear nossas análises, para termos uma visão mais justa do conjunto de fatos em que estamos inseridos.

O  Evangelho de Jesus Cristo, junto com a Doutrina Espírita, são os que nos oferecem as mais perfeitas informações neste sentido, onde acharemos a fonte dos mais valiosos ensinos morais e comportamentais, para a melhoria de nossa personalidade.
Segue-se uma lista das mais variadas qualidades morais, junto com os correspondentes defeitos, para analisarmos as conseqüências de cada um deles em nossas vidas, gerando, conforme o caminho que escolhermos, felicidade ou sofrimentos.

Humildade e Orgulho: O orgulho é o maior dos defeitos e o mais difícil de ser combatido, pois ele está no âmago do nosso ser. Dizem os espíritos superiores que é o último a ser eliminado. Ele nos faz ter a falsa idéia de que somos melhores e superiores às outras pessoas, e em alguns casos até mais que o próprio Deus. Ele dificulta muito o aprendizado moral, pois o orgulhoso não está disposto a se melhorar porque acha que não necessita disto. Este defeito se manifesta de várias formas e maneiras.: podemos encontrar dentro de nós o orgulho racial, profissional, religioso, social entre outros. Às vezes temos até mesmo o orgulho de sermos caridosos, de sermos espíritas, mas não devemos nos  iludir e  achar que somos melhores que as outras pessoas.
O melhor combate a este perigoso defeito é adquirirmos a humildade, que se faz quando nos colocamos abaixo de Deus e iguais aos nossos irmãos. O exercício da humildade se dá quando procuramos em nós os defeitos que vemos nos outros, procurando aprender com tudo e todos que estão em nossa volta.


 

Caridade e Egoísmo: O Egoísta pensa primeiro em si, depois pensa nas necessidades dos outros, e é isto exatamente que o mundo nos ensina atualmente. Se deixarmos o materialismo tomar conta do nosso ser, iremos nos tornar uma pessoa do mundo, ou seja, um egoísta de primeira. Para combater isto é necessário procurarmos compreender o que a Doutrina fala a respeito da verdadeira caridade e vivenciarmos este sentimento que vai trazer a felicidade para nós e para os que nos rodeiam. A verdadeira caridade modifica o nosso posicionamento de vida, fazendo-nos perceber que os nossos problemas não são os maiores e nem os mais importantes do mundo. Onde vamos compreender as necessidades e os problemas dos nossos semelhantes e trabalhar para melhorar este estado de coisas.
A solução dos maiores problemas da nossa sociedade seria a prática da caridade cristã, onde o mais forte e preparado ajudaria e amparar o mais fraco e o oprimido
Paciência e Irritação: Irritação e nervosismo mostram bem a situação atual de desequilíbrio por que passa a sociedade. Todos estão com pressa, correndo atrás apenas de sua vida e de seus interesses. E se alguém ou algo atrapalha esta correria, as pessoas se descontrolam e se atiram contra este obstáculo de uma forma lamentável. Estes descontroles emocionais não só trazem conseqüências espirituais funestas, como também causam graves males físicos.
Com a prática diária da paciência, que é a tranqüilidade e a calma perante os obstáculos ou às coisas que nos atingem, nós iremos cultivar uma vida mais saudável, tanto no campo espiritual como na parte física.
Citamos a passagem de Jesus, do Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículos 25 a 34, onde o Mestre nos diz: "Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, pois o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal".
Fé e Insegurança: Nos ensina Kardec que a fé não é só religiosa, mas é sim um sentimento de força de vontade, ou vontade de querer, que pode ser usado em todos os aspectos de nossa vida. A fé nos dá a capacidade de usarmos os nossos atributos para atingirmos certos objetivos. Ela tem que estar aliada à humildade, para reconhecermos as nossas limitações e procurarmos superá-las. Já a fé religiosa direciona todas as nossas capacidade para procurar somente o bem, dando-nos uma confiança no futuro e na justiça de Deus. A Doutrina Espírita alia a este sentimento a lógica e a razão, transformando este sentimento em fé racional, que é o maior instrumento para combater as inseguranças que tomam conta do nosso ser em alguns momentos de nossa vida.
Simplicidade e Vaidade: A vaidade reflete em todos os aspectos do nosso ser e não somente na aparência. Claro que devemos nos vestir de uma forma adequada ao lugar em que estivermos indo. Para as mulheres não é proibido se arrumar ou usar maquiagem ou jóias. Também não é proibido cuidar do nosso corpo com exercícios ou dietas. O que a Doutrina pede é que não haja exageros e que não se faça disto o objetivo de nossa existência. Antes de tudo, deve-se pensar no Espírito, e depois na saúde do corpo e então a boa aparência física será consequência, pois o belo não é só aquilo que está na moda. É bom lembrar-nos que a simplicidade é a atitude dos espíritos superiores, aqueles que já estão despidos dos defeitos mais grosseiros.
Perdão e Mágoa: A mágoa é um dos mais destrutivos venenos espirituais, trazendo prejuízos incalculáveis ao ser. Jesus colocou uma grande ênfase ao perdão das ofensas, porque Ele sabia que só assim poderemos evitar sofrimentos profundos, para nós e os nossos companheiros de vida. E só se perdoa de verdade quando esquecemos emocionalmente as ofensas recebidas, não relembrando mais os sentimentos negativos que aquele ato gerou. Esta atitude é indispensável para a nossa saúde mental, espiritual e física.
Indulgência e Maledicência: A pessoa indulgente é aquela que é tolerante e compreensiva para com os defeitos alheios. Não comenta levianamente os erros dos outros, e sempre procura realçar o melhor lado das pessoas. Quando fala de um defeito ou erro alheio, é sempre com caridade e benevolência e com objetivo de aprender ou ensinar.
 Disse Jesus: "Com a medida que medirdes, vos medirão também" (Mateus, 7; vers. 2), para que compreendamos que se falarmos mal de alguém, não poderemos reclamar quando outros agirem da mesma forma conosco.
Mansidão e Brutalidade: Jesus ensinou que precisamos ser como Ele, que foi manso e humilde de coração. E ser manso é ser afável para com o próximo, evitando o máximo a destemperança e a violência, mesmo em situações adversas. Nós que pretendemos ser espíritas temos a obrigação de cultivarmos a mansidão, pois ela é filha da racionalidade, viga mestra da Fé Espírita.
 
Obediência e Revolta: A obediência aos desígnios da vida e às Leis de Deus é a condição primordial para evitarmos um sentimento comum, que é a revolta perante as mais variadas situações da vida. Ensinam-nos os espíritos evoluídos, que a melhor e mais rápida maneira de passarmos por um período ruim é aceitarmos a situação, e não reclamar dela, trabalhando incessantemente para melhorá-la. Revolta gera desequilíbrio e desequilíbrio gera mais dor e sofrimento.
Razão e Ignorância: A ignorância é a ausência de conhecimento e compreensão das coisas. E só iremos superar a ignorância que mora dentro de todos nós, exercitando o que Deus nos deu de mais valioso, que é a nossa inteligência. E ela deve ser usada a todo o momento para analisarmos tudo o que iremos falar ou fazer, para evitarmos o máximo os erros provenientes de nossa ignorância das situações vivenciadas por nós. A razão ou racionalidade é o exercício deste ato, que deve ser contínuo e diário. Só assim iremos aproveitar o máximo as oportunidades de aprendizado que esta atual reencarnação nos oferece.

Seguindo estes importantes princípios é  que conseguiremos cumprir a nossa tarefa primordial aqui na Terra, que é a de sairmos desta vida mais evoluídos e sábios do que entramos
 

Beijos Iluminados !!!
 
 
 
 
 
 
 
 

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Respostas a este tópico

Marco, 

Está bem, meu querido; continue assim que vc nunca vai encontrar as respostas que vc precisa para entender!

.

         Luis,

         Não. Não está bem. Está ótimo! Eu já encontrei todas as respostas que eu precisava entender tudo que eu precisava entender.

        Mas quero penetrar melhor nessa sua ideia, nesse seu pensamento.

         Anteriormente você disse:

        "Vc não entendeu?! Pois não entenderá eqto, como eu já disse, vc não perceber que os pensamentos que povoam sua mente, não são verdadeiramente seus. Nenhum pensamento se origina de nós mesmos; todos eles, sem exceção, se originam de eventos, fatos, fenômenos, ações, reações que ocorrem fora de nós (não fora de nós corpo carnal, mas fora de nós corpo espiritual) e cujas vibrações, correspondentes aos sentidos objetivos de visão, audição, olfato, paladar e tato são captadas pelos nossos canais de ligação com o mundo!"

         Então Luis, eu te pergunto: o que dá origem à esses eventos? 

         Se nós apenas reagimos aos eventos, quem ou que genuinamente os gera?

         Por que uns sofrem influências de determinados eventos enquanto que para outros, esses mesmos eventos nem de leve os toca?

         Segundo você, as coisas não nascem do pensamento. O pensamento é que nasce das coisas. Nesse caso, como entender o processo de criação no caso de uma música, ou mesmo um projeto arquitetônico? A obra nasce primeiro e depois vem a ideia? Isto não seria uma completa inversão do processo?

Temos influenciações astrofísicas. Escutei isto ontem sobre uma explicação das funções da glândula Pineal. Inclusive o período de gestação que leva 9 meses. Acredito que esta influenciação é um exemplo do que vcs estão falando.Mas esta influenciação é mais biológica do que espiritual. E se existe esta influenciação, ela é Divina. O que faz mudar o tempo de uma gestação, que seria de 9 meses para 7 meses? O estado emocional e físico da mãe. Quem interrompe uma gestação num desatino de um aborto? A mãe...E se a mãe aborta pq acredita que seria mais humano não deixar nascer uma criança por esta ter grandes possibilidades de ser rejeitada pelo pai ou a família da mãe? São estas influenciações que o Luis fala?  Fala-se muito em depressão pós parto. Vou dar uma de Luis agora. Por que algumas mulheres tem depressão pós parto e a maioria não tem? Alguns falam que é devido a um descontrole hormonal. E por que existe este descontrole para algumas mulheres? Enquanto não temos as respostas vamos sofrendo estas influenciações sem entender pq acontece e como fazer para não sermos influenciados. A grande sacada é o seguinte...Esquecemos o sofrimento com o júbilo do entendimento que acontece aos poucos. É maravilhoso o aprendizado e, aos poucos, nos libertamos do desconforto que enfrentamos para evoluir. Seja qual for o caminho e as decisões que façamos para nos sentirmos mais felizes, devemos levar em consideração o bem comum. Pois a minha liberdade termina onde eu ameaço a liberdade do outro...Não sei se vou responder alguma coisa ao Luis. Mas que este diálogo está servindo para refletirmos. Ah! Isto está. Pra mim está sendo bem proveitoso, dentro do meu entendimento e da realidade que vivo... 


Por Favor Luis...Nos indique em que obras tirastes esta frases. Quero ver o contexto. 
luis conforti junior disse:

Marco, 

Qdo vc perceber que os pensamentos não são nossos (e é fácil perceber isso), vc certamente compreenderá de quem são eles! Um sábio, o porta-voz da "boa-nova", que a levou ao mundo então conhecido, Paulo (antes Saulo) disse, acertando: "... como se tivésseis algum pensamento como se fosse de vós mesmos, pois todos os pensamentos vêm de Deus!"; e como muitos outros sábios, entre eles Jesus e, hoje, a ciência mais bem arquitetada e avançada do mundo fazem ver "é o Sr que opera em nós o pensar, o querer e o fazer!"

.

Rosangela, 

Minha querida, tudo que aqui tenho exposto é resultante de ter estudado a doutrina durante 70 anos, e da comparação entre doutrinas, como sabiamente aconselha a doutrina espírita no Livro dos Médiuns, cap 3, item 35, e da observação da vida e da prática da meditação. Está tudo em minha memória, mas não está na memória a indicação de onde tirei "algumas" dessas conclusões, além daquelas que resultaram da observação e da meditação.

Iniciei pelo cristianismo (catolicismo, protestantismo, espiritismo), depois estudei o bramanismo/hinduísmo, budismo tibetano, zen-budismo, islamismo, sufismo, teosofia, rosacrucianismo, seicho-no-iê (afinal por "todas" aquelas principais e mais importantes doutrinas do mundo que são denominadas "eXotéricas" e por aquelas que são denominadas "eSotéricas"; pratiquei as tentativas de chegar à meditação por vários métodos (há mais de 300 métodos, mas todos se assemelham qto à finalidade para a qual existem); estudei os depoimentos de sábios, aos quais chamamos de "mestres" que, como a história afirma, chegaram à "iluminação".

Logo, minha jovem, não tenho condições de lhe indicar de quais contextos tirei determinadas frases ou ensinamentos. O que posso lhe dizer é que devido a essa busca que fiz, cheguei às conclusões que aqui tenho colocado e que resultaram, para mim, numa compreensão da qual nasce um amor "incondicional" (!) para com todos, sejam aos mais "santos" seres deste planeta, ou aos mais "perversos facínoras" e ferozes animais que aqui existem.  

.

Luis eu não te conheço na intimidade do teu lar, nem do teu convívio social. Mas respeito teus quase 90 anos de existência. Respeito teus 70 anos estudando o espiritualismo. Pelo que observei de pouco sabes a respeito da Doutrina Espírita. Então não venha me dizer que estudou a Doutrina 70 anos. Estudastes muitas Doutrinas 70 anos. O modo como colocas não deixa as coisas claras. Tuas palavras são de duplo sentido ou são de incompleta compreensão. Por isto não posso te levar a sério e só posso concluir que tu estás jogando o tempo todo. E se estás jogando o tempo todo estás me ajudando a compreender aqueles que também jogam. És uma grande escola pra mim....

luis conforti junior disse:

Rosangela, 

Minha querida, tudo que aqui tenho exposto é resultante de ter estudado a doutrina durante 70 anos, e da comparação entre doutrinas, como sabiamente aconselha a doutrina espírita no Livro dos Médiuns, cap 3, item 35, e da observação da vida e da prática da meditação. Está tudo em minha memória, mas não está na memória a indicação de onde tirei "algumas" dessas conclusões, além daquelas que resultaram da observação e da meditação.

Iniciei pelo cristianismo (catolicismo, protestantismo, espiritismo), depois estudei o bramanismo/hinduísmo, budismo tibetano, zen-budismo, islamismo, sufismo, teosofia, rosacrucianismo, seicho-no-iê (afinal por "todas" aquelas principais e mais importantes doutrinas do mundo que são denominadas "eXotéricas" e por aquelas que são denominadas "eSotéricas"; pratiquei as tentativas de chegar à meditação por vários métodos (há mais de 300 métodos, mas todos se assemelham qto à finalidade para a qual existem); estudei os depoimentos de sábios, aos quais chamamos de "mestres" que, como a história afirma, chegaram à "iluminação".

Logo, minha jovem, não tenho condições de lhe indicar de quais contextos tirei determinadas frases ou ensinamentos. O que posso lhe dizer é que devido a essa busca que fiz, cheguei às conclusões que aqui tenho colocado e que resultaram, para mim, numa compreensão da qual nasce um amor "incondicional" (!) para com todos, sejam aos mais "santos" seres deste planeta, ou aos mais "perversos facínoras" e ferozes animais que aqui existem.  

.

Rosangela disse: ...  Pelo que observei pouco sabes a respeito da DE...

 

Luis: minha jovem, pois vc errou completamente nesse seu julgamento. Aliás, devemos nos lembrar que absolutamente todos os julgamentos que fazemos nada mais são do pseudo-julgamentos, falsos julgamentos, pois não conhecemos todas as causas que deram origem ao fato que está sendo julgado. Por isso mesmo Jesus aconselhou que nunca devemos julgar.

 

Minha amiga, conheço a doutrina espírita de “cabo a rabo”, do começo ao fim; é verdade que não dediquei todo meu tempo disponível somente para estudar a doutrina espírita, mas guardo na memória todos os seus mais importantes ensinamentos e conceitos, em particular aqueles sobre os quais surgiram a necessidade de questionar a doutrina.

 

Estudei (e ainda estudo) suas obras básicas; estudei toda sua literatura doutrinária filosófica e científica; li e refleti e raciocinei até mesmo sobre o conteúdo de todos os romances e obras, a que chamam de “subsidiárias” devido a não terem passado pelo crivo do CUEE, como as de Emmanuel, André Luís e outros grandes mentores, obras recebidas pelo Chico e por outros respeitados médiuns, e as obras de sérios cientistas a respeito do espiritismo.

 

Li e refleti sobre esses milhares de msgs que de espíritos mentores nos vêm e que já estamos até cansados de ler de tantas que são. Participei e conheço todos os tipos de trabalhos e de sessões espíritas, como os de doutrinamento, desobsessões, de curas, de efeitos físicos. Fui médium psicógrafo por mais de 30 anos e até mesmo colecionava lições/msgs destinadas à publicação de um livro. Afinal, estudei e raciocinei sobre tudo o que já foi dito a favor e contra a doutrina e, por isso, posso argumentar sem medo de errar com quem quer que seja, sobre o que, de mais importante, a doutrina ensina.

 

E acredito que foi exatamente devido a todo esse tempo em que a estudei, que pude nela verificar o que muitos, que não tiveram o tempo que eu tive, ainda não verificaram (essas coisas que me fazem questioná-la): questões confusas, vagas, incoerentes e até mesmo contraditórias.

 

Mas não é somente a doutrina espírita que é assim; são assim todas as doutrinas religiosas deste nosso pequeno planeta e todas as suas filosofias, todas elas cheias de incoerências que, no final, mais trazem confusão do que esclarecimentos.

 

Veja que, embora a doutrina espírita recomende que devemos ter uma “fé-raciocinada”, até hoje, já 1 século e meio passado de sua chegada, ainda não nos deu elementos suficientes para que, raciocinando, possamos entender o que é imprescindível para que se entenda a doutrina e mesmo a vida, pois ela não responde nem mesmo esta básica e simples pergunta: “porq um é bom e outro é mau?”.  

 

E veja que estudei outras doutrinas exatamente devido ao fato de ter atendido a um sábio conselho da própria DE, que está ali no LM, cap 3, item 35. Esse conselho é semelhante ao conselho que Paulo (antes Saulo) nos deu: “estudai de tudo e guardai o que for bom!”.

 

Rosangela tb disse: O modo como colocas as coisas não as deixa claras. Tuas palavras são de duplo sentido ou são de incompleta compreensão...

 

Luis: e não pode ser diferente disso, minha jovem, pois a compreensão para nós não existirá se não a buscarmos nós mesmos caminhando sobre nossas próprias pernas; tudo que eu, ou alguém, lhe disser, será somente mais uma pessoa dizendo (corretamente ou incorretamente) aquilo que desejamos compreender. Sendo assim, como vc irá crer no que eu lhe disser mesmo que eu disser mais claramente? Vc mesma tem de se esforçar para chegar a essa compreensão.

 

Mas, lhe peço: cite alguma coisa sobre que vc diz que não fui claro que, se for o caso, explicarei melhor! 

 

 


Então Luis. Diante destas colocações eu começo a entender melhor a tua participação neste site. Tu, também, não tem respostas. O que posso te dizer é que, como o próprio Kardec disse, não se encerra em suas obras o trabalho da revelação. E, acredito que possa ter algo que, mais tarde possa ser comprovado estar errado. Pois ninguém está de posse de toda a verdade. Nem mesmo um grupo de espíritos desencarnados. Digo isto por que a verdade nem sempre pode ser revelada diante da nossa infância espiritual. Vou te contar algo que escutei na disciplina de Filosofia quando cursei Pedagogia. Como nascem os mitos: Numa aldeia havia um índio que era muito indisciplinado. Foi expulso da alfeia e passou a morar na floresta fechada. Acontece que as índias tinham a tarefa de pegar água nos arredores da aldeia e, algumas delas engravidavam sem ter um companheiro destinado, ainda. Pela ignorância do povo e por falta de senso lógico.E, talvez por idéia de algum mais esclarecido foi estabelecida a seguinte proibição diante de um mito: As mulheres não poderiam mais entrar mata a dentro (considerada virgem por serem inabitadas, pois corriam engravidar do vento. E, acreditando neste mito as ídias desavisadas e ingênuas não desobedeciam. Acontece que este vento era o índio que foi exilado da aldeia e as índias que engravidavam tinham vergonha de contar a verdade...Assim nasce um mito, até que a verdade seja descoberta. Um dia uma índia contou o que aconteceu. Mas, então, o pai de seu filho já não corria o risco de ser vingado por outros índios da aldeia. Tu já parou para pensar que na Doutrina Espírita, também pode estar contido alguns pequenos mitos? Mas como tu mesmo disseste, se aproveita o que nos serve. Se nos serve para nos manter num caminho mais tranquilo e saudável. Veja que o mito da aldeia ajudou para que o tal índio irresponsável continuasse a engravidar as índias, também irresponsáveis rsrsrs Uma mentirinha, um engano, mas que serviu para alguma coisa. Esta é a função do mito. Não o desprezemos...
luis conforti junior disse:

Rosangela disse: ...  Pelo que observei pouco sabes a respeito da DE...

 

Luis: minha jovem, pois vc errou completamente nesse seu julgamento. Aliás, devemos nos lembrar que absolutamente todos os julgamentos que fazemos nada mais são do pseudo-julgamentos, falsos julgamentos, pois não conhecemos todas as causas que deram origem ao fato que está sendo julgado. Por isso mesmo Jesus aconselhou que nunca devemos julgar.

 

Minha amiga, conheço a doutrina espírita de “cabo a rabo”, do começo ao fim; é verdade que não dediquei todo meu tempo disponível somente para estudar a doutrina espírita, mas guardo na memória todos os seus mais importantes ensinamentos e conceitos, em particular aqueles sobre os quais surgiram a necessidade de questionar a doutrina.

 

Estudei (e ainda estudo) suas obras básicas; estudei toda sua literatura doutrinária filosófica e científica; li e refleti e raciocinei até mesmo sobre o conteúdo de todos os romances e obras, a que chamam de “subsidiárias” devido a não terem passado pelo crivo do CUEE, como as de Emmanuel, André Luís e outros grandes mentores, obras recebidas pelo Chico e por outros respeitados médiuns, e as obras de sérios cientistas a respeito do espiritismo.

 

Li e refleti sobre esses milhares de msgs que de espíritos mentores nos vêm e que já estamos até cansados de ler de tantas que são. Participei e conheço todos os tipos de trabalhos e de sessões espíritas, como os de doutrinamento, desobsessões, de curas, de efeitos físicos. Fui médium psicógrafo por mais de 30 anos e até mesmo colecionava lições/msgs destinadas à publicação de um livro. Afinal, estudei e raciocinei sobre tudo o que já foi dito a favor e contra a doutrina e, por isso, posso argumentar sem medo de errar com quem quer que seja, sobre o que, de mais importante, a doutrina ensina.

 

E acredito que foi exatamente devido a todo esse tempo em que a estudei, que pude nela verificar o que muitos, que não tiveram o tempo que eu tive, ainda não verificaram (essas coisas que me fazem questioná-la): questões confusas, vagas, incoerentes e até mesmo contraditórias.

 

Mas não é somente a doutrina espírita que é assim; são assim todas as doutrinas religiosas deste nosso pequeno planeta e todas as suas filosofias, todas elas cheias de incoerências que, no final, mais trazem confusão do que esclarecimentos.

 

Veja que, embora a doutrina espírita recomende que devemos ter uma “fé-raciocinada”, até hoje, já 1 século e meio passado de sua chegada, ainda não nos deu elementos suficientes para que, raciocinando, possamos entender o que é imprescindível para que se entenda a doutrina e mesmo a vida, pois ela não responde nem mesmo esta básica e simples pergunta: “porq um é bom e outro é mau?”.  

 

E veja que estudei outras doutrinas exatamente devido ao fato de ter atendido a um sábio conselho da própria DE, que está ali no LM, cap 3, item 35. Esse conselho é semelhante ao conselho que Paulo (antes Saulo) nos deu: “estudai de tudo e guardai o que for bom!”.

 

Rosangela tb disse: O modo como colocas as coisas não as deixa claras. Tuas palavras são de duplo sentido ou são de incompleta compreensão...

 

Luis: e não pode ser diferente disso, minha jovem, pois a compreensão para nós não existirá se não a buscarmos nós mesmos caminhando sobre nossas próprias pernas; tudo que eu, ou alguém, lhe disser, será somente mais uma pessoa dizendo (corretamente ou incorretamente) aquilo que desejamos compreender. Sendo assim, como vc irá crer no que eu lhe disser mesmo que eu disser mais claramente? Vc mesma tem de se esforçar para chegar a essa compreensão.

 

Mas, lhe peço: cite alguma coisa sobre que vc diz que não fui claro que, se for o caso, explicarei melhor! 

 

 


Ops...Tem alguns errinhos de português neste comentário. Mas estou com muita pressa para corrigir. Corrija por mim sim? Tu deve ter mais tempo, agora, para fazer isto. Estás aposentado, na certa. Errei também na última frase...O mito da aldeia ajudou para que o tal índio irresponsável NÃO engravidasse mais as índias, também, irresponsáveis...
Rosangela Araujo Pereira disse:


Então Luis. Diante destas colocações eu começo a entender melhor a tua participação neste site. Tu, também, não tem respostas. O que posso te dizer é que, como o próprio Kardec disse, não se encerra em suas obras o trabalho da revelação. E, acredito que possa ter algo que, mais tarde possa ser comprovado estar errado. Pois ninguém está de posse de toda a verdade. Nem mesmo um grupo de espíritos desencarnados. Digo isto por que a verdade nem sempre pode ser revelada diante da nossa infância espiritual. Vou te contar algo que escutei na disciplina de Filosofia quando cursei Pedagogia. Como nascem os mitos: Numa aldeia havia um índio que era muito indisciplinado. Foi expulso da alfeia e passou a morar na floresta fechada. Acontece que as índias tinham a tarefa de pegar água nos arredores da aldeia e, algumas delas engravidavam sem ter um companheiro destinado, ainda. Pela ignorância do povo e por falta de senso lógico.E, talvez por idéia de algum mais esclarecido foi estabelecida a seguinte proibição diante de um mito: As mulheres não poderiam mais entrar mata a dentro (considerada virgem por serem inabitadas, pois corriam engravidar do vento. E, acreditando neste mito as ídias desavisadas e ingênuas não desobedeciam. Acontece que este vento era o índio que foi exilado da aldeia e as índias que engravidavam tinham vergonha de contar a verdade...Assim nasce um mito, até que a verdade seja descoberta. Um dia uma índia contou o que aconteceu. Mas, então, o pai de seu filho já não corria o risco de ser vingado por outros índios da aldeia. Tu já parou para pensar que na Doutrina Espírita, também pode estar contido alguns pequenos mitos? Mas como tu mesmo disseste, se aproveita o que nos serve. Se nos serve para nos manter num caminho mais tranquilo e saudável. Veja que o mito da aldeia ajudou para que o tal índio irresponsável continuasse a engravidar as índias, também irresponsáveis rsrsrs Uma mentirinha, um engano, mas que serviu para alguma coisa. Esta é a função do mito. Não o desprezemos...
luis conforti junior disse:

Rosangela disse: ...  Pelo que observei pouco sabes a respeito da DE...

 

Luis: minha jovem, pois vc errou completamente nesse seu julgamento. Aliás, devemos nos lembrar que absolutamente todos os julgamentos que fazemos nada mais são do pseudo-julgamentos, falsos julgamentos, pois não conhecemos todas as causas que deram origem ao fato que está sendo julgado. Por isso mesmo Jesus aconselhou que nunca devemos julgar.

 

Minha amiga, conheço a doutrina espírita de “cabo a rabo”, do começo ao fim; é verdade que não dediquei todo meu tempo disponível somente para estudar a doutrina espírita, mas guardo na memória todos os seus mais importantes ensinamentos e conceitos, em particular aqueles sobre os quais surgiram a necessidade de questionar a doutrina.

 

Estudei (e ainda estudo) suas obras básicas; estudei toda sua literatura doutrinária filosófica e científica; li e refleti e raciocinei até mesmo sobre o conteúdo de todos os romances e obras, a que chamam de “subsidiárias” devido a não terem passado pelo crivo do CUEE, como as de Emmanuel, André Luís e outros grandes mentores, obras recebidas pelo Chico e por outros respeitados médiuns, e as obras de sérios cientistas a respeito do espiritismo.

 

Li e refleti sobre esses milhares de msgs que de espíritos mentores nos vêm e que já estamos até cansados de ler de tantas que são. Participei e conheço todos os tipos de trabalhos e de sessões espíritas, como os de doutrinamento, desobsessões, de curas, de efeitos físicos. Fui médium psicógrafo por mais de 30 anos e até mesmo colecionava lições/msgs destinadas à publicação de um livro. Afinal, estudei e raciocinei sobre tudo o que já foi dito a favor e contra a doutrina e, por isso, posso argumentar sem medo de errar com quem quer que seja, sobre o que, de mais importante, a doutrina ensina.

 

E acredito que foi exatamente devido a todo esse tempo em que a estudei, que pude nela verificar o que muitos, que não tiveram o tempo que eu tive, ainda não verificaram (essas coisas que me fazem questioná-la): questões confusas, vagas, incoerentes e até mesmo contraditórias.

 

Mas não é somente a doutrina espírita que é assim; são assim todas as doutrinas religiosas deste nosso pequeno planeta e todas as suas filosofias, todas elas cheias de incoerências que, no final, mais trazem confusão do que esclarecimentos.

 

Veja que, embora a doutrina espírita recomende que devemos ter uma “fé-raciocinada”, até hoje, já 1 século e meio passado de sua chegada, ainda não nos deu elementos suficientes para que, raciocinando, possamos entender o que é imprescindível para que se entenda a doutrina e mesmo a vida, pois ela não responde nem mesmo esta básica e simples pergunta: “porq um é bom e outro é mau?”.  

 

E veja que estudei outras doutrinas exatamente devido ao fato de ter atendido a um sábio conselho da própria DE, que está ali no LM, cap 3, item 35. Esse conselho é semelhante ao conselho que Paulo (antes Saulo) nos deu: “estudai de tudo e guardai o que for bom!”.

 

Rosangela tb disse: O modo como colocas as coisas não as deixa claras. Tuas palavras são de duplo sentido ou são de incompleta compreensão...

 

Luis: e não pode ser diferente disso, minha jovem, pois a compreensão para nós não existirá se não a buscarmos nós mesmos caminhando sobre nossas próprias pernas; tudo que eu, ou alguém, lhe disser, será somente mais uma pessoa dizendo (corretamente ou incorretamente) aquilo que desejamos compreender. Sendo assim, como vc irá crer no que eu lhe disser mesmo que eu disser mais claramente? Vc mesma tem de se esforçar para chegar a essa compreensão.

 

Mas, lhe peço: cite alguma coisa sobre que vc diz que não fui claro que, se for o caso, explicarei melhor! 

 

 

Rosangela Araujo Pereira

 

 

Luis: tenha um bom dia, minha querida; e esqueça-se de erros de português, que todos aqui tb erramos muitas vezes.

 

Mas, agora sou eu quem diz “ops!”, pois tenho de novamente lhe dizer que vc fez mais um julgamento totalmente errado pois, como eu já disse várias vezes, tenho absolutamente todas as respostas de que necessitava para aprender e compreender.

 

Vc mesma pode me perguntar o que quiser que lhe darei resposta conveniente; mas não se escandalize com minhas respostas pois muitas lhe serão perturbadoras pois divergem totalmente das crenças espíritas, dos conceitos da codificação, e de todas as outras crenças de doutrinas religiosas do planeta, daquelas denominadas “eXotéricas”, as crenças religiosas populares que se apoiam em escritos considerados sagrados, que deram origem a todas as crenças e religiões convencionadas pelos homens e nas quais tb se apoiam, erradamente, todos os códigos de justiça do mundo, inclusive aquele código de justiça que as religiões atribuem a Deus.

 

 

Rosangela: O que posso te dizer é que, como o próprio Kardec disse, não se encerra em suas obras o trabalho da revelação. E, acredito que possa ter algo que, mais tarde possa ser comprovado estar errado. Pois ninguém está de posse de toda a verdade. Nem mesmo um grupo de espíritos desencarnados. Digo isto por que a verdade nem sempre pode ser revelada diante da nossa infância espiritual.

 

 

Luis: pois aí mesmo, minha jovem, está uma pergunta que nem a doutrina espírita, nem qualquer outra doutrina religiosa deste mundo, sabe dar resposta conveniente: qual é a causa de sofrermos pelos erros que escolhemos fazer se muitos, ou todos, erramos devido a ainda estarmos na “infância espiritual”?!

 

Tb já estudei Joseph Campbel sobre os mitos (suposições ou superstições que perduram na mente dos homens e que são consideradas verdades). E veja só, nessa historieta sobre o índio, tb há uma pergunta que sempre ficará no ar pois, na doutrina espírita (e em todas as outras) não será encontrada a resposta correta para ela: porq, ou qual é a causa de esse índio ter-se tornado indisciplinado?

 

 

Rosangela: Tu já parou para pensar que na Doutrina Espírita, também pode estar contido alguns pequenos mitos?

 

 

Luis: de todos os lados há numerosos mitos: sobre os homens, a criação, a igualdade, o livre-arbítrio, as responsabilidades ou culpas, os sofrimentos, o amor, Deus etc etc. E absolutamente em todas as doutrinas religiosas há, não só como vc disse  “pequenos mitos", mas “enormes e graves mitos”, pois todas se baseiam em coisas que não existem, que são apenas suposições, mas que são consideradas a única explicação, ou a mais lógica e satisfatória, para determinados “mistérios” das coisas do espíritos.

 

 

Rosangela (msg ant): O modo como colocas as coisas não as deixa claras. Tuas palavras são de duplo sentido ou são de incompleta compreensão...

 

 

Luis (msg ant): e não pode ser diferente disso, minha jovem, pois a compreensão para nós não existirá eqto não a buscarmos nós mesmos, caminhando sobre nossas próprias pernas; tudo que eu, ou alguém, lhe disser, será somente mais uma pessoa dizendo (corretamente ou incorretamente) aquilo que desejamos compreender. Sendo assim, como vc irá crer no que eu lhe disser mesmo que eu diga mais claramente? Vc mesma tem de trabalhar e se esforçar para chegar a essa compreensão.

 

 

Luis (msg ant): Mas, lhe peço: cite alguma coisa sobre que vc diz que não fui claro que, se for o caso, explicarei melhor!

 

Luis: Minha querida, estranho que vc tenha dito que “em muita coisa não fui claro” mas que não tenha atendido ao pedido que acima lhe fiz. Em que não fui claro, minha querida? Cite algo em que não fui claro, se quiser apenas uma única coisa em que não fui claro, que terei satisfação em lhe explicar de modo mais claro.

.

 

Voltando ao título deste tópico: "QUANDO NÃO SE APRENDE ATRAVÉS DO AMOR, APRENDE-SE ATRAVÉS DA DOR". Isso nada mais do que uma "frase de efeito", que para muitos é considerada lógica e correta, devido à ignorância que possuímos. Apenas isso!
.

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