"E a outro disse Jesus: Segue-me. E ele lhe disse: Senhor, permite-me que vá eu primeiro enterrar meu pai. E Jesus lhe respondeu: Deixa que os mortos enterrem os seus mortos, e tu vai e anuncia o Reino de Deus. (Lucas, IX: 59-60)."


No Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 23, itens 7 e 8 Kardec explica de maneira fácil o que isso poderia significar dizendo que a verdadeira vida é a vida espiritual e não a material dando à entender que quem vive na matéria está morto. Também Emmanuel no livro Fonte Viva capítulo 143 nos traz outras explicações sobre o ensinamento dizendo que: "O cadáver é carne sem vida, enquanto que um morto é alguém que se ausenta da vida".

De qualquer maneira, parece mesmo que estamos mortos, pois ainda estamos presos à matéria. Portanto, seríamos nós os mortos que enterram os seus mortos, lembrando que, ainda que "vivendo" numa colônia espiritual, ou extra-física, não estaremos na vida espiritual, pois que nesse plano ainda é matéria, mesmo que em outra dimensão. Somente viveremos a vida espiritual real, quando nos libertarmos de toda a matéria que nos envolve e nos tornamos puros espíritos. Então somos nós, os mortos que enterram os seus mortos, porque, paradoxalmente, estamos vivendo a morte, a morte do espírito na matéria.

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Ref resp de Marco Túlio Ferreira Silva 15 horas atrás

      Luis: meu amigo, por falta de tempo e de “gás” vou me ater apenas a algumas observações que vc fez em sua resposta. Vc é inteligente (percebo isso pelo que vc escreve) e deve ter memória melhor que a minha (que estou com quase 90 anos).

      Vamos a nossa conversa:

      Marco disse: 2 - Quando fizemos a escolha não foi com o intuito de sofrer desesperadamente como você disse acima, mas com a intenção de sermos felizes do nosso jeito, ou seja, através do egoísmo, pelo exagero do egocentrismo, criando as nossas próprias leis negando-nos a nos coordenar na ordem do Sistema perfeito criado por Deus, Sistema que é fundamentado nos três principais pilares: Amor, Egocentrismo e Liberdade. É claro que Deus permitiu a escolha contrária pois não era, não é e não será o Seu método usar a coerção para aderirmos à sua oferta. A mínima coerção já violaria o princípio da Liberdade.

      Luis: meu jovem amigo, faço-lhe apenas esta pergunta: vc, que é inteligente e deve ser coerente e lúcido, considera que

      - são perfeitos aqueles que “erram” em seu intuito?

      - são perfeitos aqueles que “exageram” em seu egocentrismo?

      - são perfeitos aqueles que “se negam a permanecer na ordem perfeita do Sistema”, e "preferem permanecer na desordem da total imperfeição do Anti-sistema”?

      (No Sistema há perfeito amor, perfeita liberdade e perfeita felicidade, pois tudo ali perfeito; no Anti-sitema não há nem perfeito amor, nem perfeita liberdade, nem perfeita felicidade, pois ali há ódio, escravidão e extremas infelicidades?!!! É Perfeito quem escolhe este e não aquele?!!!!!!!!!! Por exemplo, vc, que não é perfeito, o que escolheria permanecer na absoluta Perfeição do S ou permanecer na absoluta Imperfeição do AS?)

      Marco: 3 - ... Se soubéssemos de antemão as consequências poderíamos optar pelo Sistema não por iniciativa de amor ao Pai, mas por não querermos sofrer as consequências que hoje estamos sofrendo, ou seja pelo interesse, pelo cálculo.

      Luis: pois, veja aí, meu jovem, se não sabíamos de antemão as consequências, como dizer que éramos sábios e perfeitos?!     

      Marco: 4 - Ser perfeito e sábio não significa ser robótico e autômato. Não é porque o ser era perfeito que ela deveria, de maneira coerciva, optar pelo Sistema, ou pelo "certo".

     Luis: vc acredita que quem opta pelo errado, para fazer o mal e sofrer o mal, é sábio e perfeito?!!! É isso mesmo?!!!

     Meu querido amigo, me desculpe, mas chego até a pensar que vc esteja brincando!

.

Não Luis. Não estou brincando. Você está com a mente presa num conceito de perfeição que não existe.

Vamos lá:

     1 - O nosso desejo não foi "permanecer na desordem da total imperfeição do Anti-Sistema" como você disse acima. O nosso desejo foi não aceitar a ordem do Sistema proposta por Deus. Não aceitar a ordem só poderia nos remeter à desordem, pois que toda e qualquer atuação fora da ordem do sistema é uma desordem.

  

    2 - A nossa perfeição em relação à Deus será sempre relativa. Tínhamos a sabedoria e o conhecimento perfeitos somente para a função à qual nos foi atribuída por Deus. A zona do ignoto reservada por Deus no Sistema, não tínhamos conhecimento. Não poderíamos ter o perfeito conhecimento que Deus tinha pois não éramos e não somos iguais à Ele, mas semelhantes. Fomos criados à sua imagem e semelhança e não iguais. Então éramos perfeitos e sábios sim, mas somente dentro da função à qual nos foi atribuída e não tínhamos acesso à zona do ignoto e isto era reservado por Deus, mas muitos de nós, pelo princípio do egocentrismo, desejou o que não era lícito, desejou expandir seu domínio além dos limites, por isso a queda.

   3 - O sábio e perfeito que optou pelo errado o fez justamente porque ele tentou extrapolar os limites de suas atribuições, isto porque se deixou levar pelo exagero do egocentrismo que deveria ser controlado pelo princípio do amor. Após a criação o toque final ficou por conta da criatura e não de Deus. Ela deveria "dizer" se aceitava o Sistema tal qual Deus o propunha ou se não o aceitava. Mesmo herdando a perfeição e sabedoria Divinas, a palavra final sobre sua aceitação deveria ser dada por ela e não por Deus. E veja bem, até hoje é assim. Somos nós que devemos escolher se queremos ou não aceitar a vontade Divina. Caso contrário não seríamos livres, mas robôs autônomos que acatam  qualquer ordem que viesse de Deus, sem pensar, sem vontade, sem liberdade. Portanto, o erro, ou seja, a não aceitação, a revolta, fazia parte do Sistema justamente pelo princípio de liberdade. A possibilidade da escolha contrária deveria e foi posta em prova para que se consumasse essa opção e essa foi a nossa escolha e por isso cá estamos.

Evidentemente que tudo isso não é fácil de entender e muito menos de se aceitar. Mas não há outra saída pois chega-se assim a um dilema:

     Ou o mal e a dor existe por culpa da criatura ou por culpa do Criador.

O que não nos parece lógico e tremendamente absurdo é imaginar que Deus, que é toda a bondade, amor, sabedoria, justiça tenha criado a matéria e nos aprisionado à ela para, sofrendo com desespero e experimentando dores excruciantes, tanto morais como físicas, nos exigir que evoluamos para chegar ao reino dos céus e O adorar, após milênios de dor aprendendo a crueldade, experimentando toda sorte de males e infortúnios que o processo evolutivo nos proporciona, enquanto Ele fica assentado assistindo as nossas lutas, muitas vezes inglórias, como se fosse um reality show. Isso até me lembrou aquele filme: "A vida de Truman" com Jim Carrey. Isso sim seria a lógica do absurdo do absurdo.

Mas com a queda, tudo se explica e tudo se resolve. Não foi Deus, mas nós quem criamos os nossos sofrimentos para nós mesmos. Tenha em mente que a queda foi hierárquica e nem todos caíram no mesmo buraco. Os mais rebeldes caíram mais fundo na ignorância e na matéria. Os menos não chegaram nem mesmo à encarnar nesse universo.

Só para completar a questão do dilema caso considerássemos que esse universo e suas dores existem por vontade de Deus e não da criatura, vou colar as palavras de Ubaldi sobre o assunto:

"Isto sim, nos parece verdadeiramente um esboroamento do bom senso, ao ter que admitir que a humanidade deva sofrer tanto, que em virtude da insciência ou maldade de um Criador irresponsável ou perverso. Este seria o mais escandaloso triunfo da injustiça. Mas, desta forma, pomos um conceito negativo no centro do sistema positivo do ser; dessa maneira tudo se subverte, a vinda de Cristo à Terra carece de qualquer sentido, e, onde tudo é ordem, estabelecemos o caos de um universo em delírio. Então, o primeiro pecado original teria sido o de Deus e não o do homem, e a rebelião contra um Deus imperfeito, injusto e malvado seria mérito e não culpa. E a redenção, que é a retificação de uma posição invertida, que teria retificado? Talvez a justa revolta de Adão contra um Deus criador do mal e da dor? Como se vê, cai-se em um redemoinho de absurdos, em que tudo se subverte em uma horrenda concepção satânica"

Marco - Mas você sabe que há muitos questionamentos referente a isso mesmo, pois se você observar por exemplo na Bíblia Deus teria matado mais que o próprio dito cujo o Diabo, inclusive alguns Ateus preferem não acreditar em religião, justamente por causa de algumas histórias contidas na própria bíblia. Agora a questão é será que a Bíblia foi escrita com veracidade absoluta ou foi escrita de acordo com as convicções de grupos da época.

Ref resp de Marco Túlio Ferreira Silva

      Marco disse: Não Luis. Não estou brincando. Você está com a mente presa num conceito de perfeição que não existe.

      Luis: não meu amigo, quem tem falado de perfeição é vc que tem assegurado que o Sistema é perfeito; qdo uso a palavra perfeição ou perfeito é apenas para argumentar, pois todas as doutrinas cristãs usam esses termos, mesmo ninguém sabendo o que seja perfeição. Para as religiões a perfeição é mencionada com base nas qualidades positivas dos homens elevadas a sua máxima potenciação, concorda? Apenas suposições!

      Marco: Vamos lá:

      Marco: 1 - O nosso desejo não foi "permanecer na desordem da total imperfeição do Anti-Sistema" como você disse acima. O nosso desejo foi não aceitar a ordem do Sistema proposta por Deus. Não aceitar a ordem só poderia nos remeter à desordem, pois que toda e qualquer atuação fora da ordem do sistema é uma desordem.

      Luis: mas é isso mesmo que estou dizendo, meu amigo; para vc é perfeito ou sábio ou elevado ou puro espirito ou simplesmente de medíocre inteligência quem não quer aceitar a ordem proposta por Deus, na qual reina o perfeito amor, a perfeita felicidade, a perfeita felicidade, a “saciedade” de todas as coisas, o bem estar e a satisfação absolutos e, num surto incompreensível e inexplicável de incontrolável demência, decide virar as costas para o Criador, e se jogar onde sabe que tudo é um caos imensurável?

      Marco: 2 - A nossa perfeição em relação à Deus será sempre relativa. Tínhamos a sabedoria e o conhecimento perfeitos somente para a função à qual nos foi atribuída por Deus.

      Luis: sinto, meu amigo, mas não concordo com vc, como não concordo com Ubaldi, que disse coisas bélíssimas, e outras incoerentes como essas. E como existir a necessidade de alguma função no S onde existe perfeição? Para tornar o que é perfeito mais perfeito?!

      Outra coisa é a existência do egocentrismo, num âmbito onde todos são iguais! Devido a que surgiu esse egocentrismo, e para quê? Ubaldi, espírito nobre e inquisidor, apenas desejou, devido a sua nobreza e amor, explicar o inexplicável para os homens, certamente para lhes satisfazer a ânsia de entender a vida. Anjos ou puros espíritos convivendo com Deus, em sua mesma atmosfera e absorvendo os eflúvios divinos, sem nada que lhes empanasse a felicidade, sem necessidade de coisa alguma, que pensam com coerência e inteligência, decidem se rebelar e abandonar as benesses que do Criador recebiam, preferindo e escolhendo se prostrar submissos frente à ignorância e a sofrimentos tão desesperadores que, depois, já passados não sabemos quanto eons, continuam arrependidos e ainda lutando com todas suas forças para que Deus os perdoe e lhe conceda a permissão de voltarem ao Seu reino perfeito, que por livre vontade abandonaram!!!

 

      Marco: ... mas muitos de nós, pelo princípio do egocentrismo, desejou o que não era lícito, desejou expandir seu domínio além dos limites, por isso a queda.

      Luis: e desejar o que não é lícito é próprio de espíritos elevados ou simplesmente inteligentes, ou de tolos, de bandidos e de imbecis?!!!!

      Marco: 3 - O sábio e perfeito que optou pelo errado o fez justamente porque ele tentou extrapolar os limites de suas atribuições, isto porque se deixou levar pelo exagero do egocentrismo que deveria ser controlado pelo princípio do amor.

      Luis: e isso é ser sábio e perfeito: nem mesmo saber como fazer para possuir a virtude do amor, não saber usá-la, e se deixar levar pelo exagero em suas ações egocêntricas, meu amigo?!!

      Um abraço, Marco! Esqueça Ubaldi! Guarde dele apenas A Grande Síntese, Ascese Mística e outra obras que não contenham incoerências!

.

Luis,

    Não posso esquecer Ubaldi simplesmente porque ele foi o único a nos explicar o que até agora era inexplicável, sem a queda. Mas vamos pontuar as tuas considerações:

      1 -  As qualidades positivas ou negativas que você se refere simplesmente demonstram o grau de consciência de quem as manifesta. Não é possível, por exemplo, desenvolver a bondade porque ela não nos pertence, nem mesmo a Jesus. Nós não desenvolvemos virtudes, nós manifestamos virtudes e  nessa manifestação também entra a perfeição, entendendo perfeição como uma plena capacidade de manifestar a virtude.

      2 - Mais uma vez volto a repetir: ao fazer a escolha pelo egoísmo as criaturas não sabiam quais as consequências, por isso não se jogaram num caos imensurável, como você disse acima. O caos foi apenas a consequência da revolta. Além disso era a primeira decisão dos espíritos recém criados e se não sabiam das consequências da revolta também ainda não tinham experimentado as delícias do reino.

      3 - A existência da necessidade de exercer funções no Sistema é porque o Todo é na verdade um organismo no qual fomos convidados à colaborar no seu funcionamento, assim como as células do nosso organismo trabalham, cada uma na sua função, colaborando para o funcionamento do corpo humano. No caso do Sistema não era para tornar mais perfeito o que era perfeito mas para participar do perfeito funcionamento do organismo Divino.

      4 - Mais uma vez a questão de sermos todos iguais...Não existe isso de sermos todos iguais. Somos sim, semelhantes. Deus nos criou de maneira única, cada um com seu ID ou seu GUID. Até mesmo aqui no anti-sistema podemos facilmente verificar isso. Se possível fosse clonar um ser humano, com certeza os dois teriam pensamentos diferentes em momentos diferentes com gostos diferentes e por aí vai...Mas se possível fosse os dois clones pensarem exatamente igual no mesmo tempo com a mesma direção não seriam dois, mas apenas um!!! Não existe essa perfeita igualdade, e por isso mesmo o princípio do egocentrismo, para que cada um possa dizer individualmente: "Eu sou".

      5 - Desejar o que não é lícito é desejar violar a lei Divina por não concordar com ela, mas Deus assim quis. Deus quis dar a cada criatura uma liberdade absoluta a ponto do ser criado ter o direito de negar o seu Criador. Se assim não fosse haveria uma coerção o que fere o princípio de Liberdade, um dos pilares do Sistema.Então sim, é uma tolice desejar coisas que não se enquadram no pensamento Divino, na Lei de Deus, e mesmo hoje nós continuamos a fazer isso no nosso dia a dia. Somente mais tarde é que vamos descobrir a burrada que fizemos e acredito que como eu, você já deve ter feito muitas.É como um funcionário que não consegue as regas de sua empresa para satisfazer aos interesses próprios e depois vai sofre as consequências. Então você tem razão neste ponto ao dizer que é uma tolice, uma imbecilidade, uma demência.

      6 - Uma das primeiras virtudes que a criatura recebeu do seu Criador foi o poder. Esse poder deveria ser equilibrado pelo amor e não ficar à merce do egocentrismo. Essa foi a primeira tarefa da criatura, mas muitos deixaram se levar pela inadequada expansão do egocentrismo, outros conseguiram contê-la.

  Me desculpe se não vou seguir os teus conselhos que, cá entre nós, têm um tom de ordem militar. Não vou esquecer Ubaldi e não vou ficar só com "A grande Síntese" ou só com "Ascese Mística". Vou ficar com a obra toda e acho que você deveria fazer o mesmo. 

     

Pois é, meu jovem, é isso mesmo em que crê? Os filhos de Deus, os anjos, espíritos perfeitos, não suportaram mais a presença incomodativa de Deus, ou invejaram seu poder; deram-lhe as costas, e sendo sábios e perfeitos, criaram egoisticamente um mundo para si mesmos distante da presença de Deus, sem saber que ele se transformaria em desgraças e misérias continuas para eles mesmos e para os seus.

Terá Ubaldi mencionado quem foi que colocou e continua colocando tragédias e desgraças, dores e lágrimas no mundo, mundo sobre o qual Deus não tem comando nenhum, pois além dos limites de Seus domínios, fora de Seu alcance? Deus lá no "alto", no seu S perfeito; os filhos de Deus, seus amados Seus amados,  aqui "em baixo", sofrendo as angústias e misérias de seu AS, recheado com as mais monstruosas imperfeições, estupros, pedofilias, obscenidades, carnificina, humilhações sem conta, assassinatos dos filhos de Deus, corrupções, enfermidades e deformações assustadoras, e bem longe das mãos de Deus!!!!

      E Deus tudo assistindo de seu trono, impassível, sem demonstrar sequer uma grama de amor, sem derramar uma lágrima e sem sequer uma "quanta" de energia; sem a mais insignificante dose de poder para realizar qualquer coisa; então, nada podendo fazer, abandona seus filhos, punindo-os terrivelmente por terem enloquecido e se transformados em sádicos e masoquistas. 

Meu amigo, já perdemos muito tempo com isso, concorda? Vamos então virar a página, que a página de Ubaldi não nos deu nada para que favoreça nosso aperfeiçoamento moral espiritual.

Um abraço para vc!

.

Complemento à resposta anterior: se o amigo sabe o que não sei, que Pietro Ubaldi contribuiu para nossa caminhada em direção a Deus, para nosso aperfeiçoamento moral ou espiritual, por favor, nos mostre em que foi, para que nos penitenciemos de tanta coisa que dissemos contra, baixemos a cabeça e tiremos o chapéu para cumprimentá-lo pela sua sabedoria.

Me perdoe, meu amigo, mas para mim é forçoso, é verdadeira obrigação dizer o que eu disse! Se eu não expusesse o que aqui expus, estaria enganando nossos amigos e nem conseguiria dormir devido à consciência pesada, que restaria em mim!

Luis,

   Nada tem a ser perdoado pelo que você disse acima. Pelo contrário, só tenho a agradecer ,uma vez que você está ajudando a divulgar a obra e as idéias de Ubaldi ainda pouco conhecidas no meio espírita.Mas deixe-me responder às tuas objeções e arguições a respeito da teoria da queda.

   1 - Sim. É nisso que creio com a diferença de que não foi o caso das criaturas de Deus não suportarem sua presença, mas é verdade que muitas quiseram e ainda querem ser mais do que Deus como facilmente podemos perceber inclusive neste fórum.A perfeição das criaturas criadas por Deus é indiscutível porque elas nasceram da perfeição que é Deus e Deus não poderia criar o imperfeito criando sempre o perfeito e nada mais que isso. Como nunca é demais repetir após a criação as criaturas do Criador deveriam escolher, ou não, por livre adesão, sua permanência no Sistema perfeito de Deus. Portanto a decisão de permanecer no Sistema era uma prova à qual a criatura deveria se submeter pois não era e não é admissível a busca e a aceitação do Sistema de Deus e suas Leis de maneira coercitiva mas era e é dado à criatura a total liberdade em aceitar ou não o reino dos céus. E sim é verdade que eles não sabiam as consequência e de fato não poderiam porque isso seria contra o princípio do Amor que é um dos pilares do Sistema.

   2 - Quem colocou e continua colocando tragédias no anti-sistema somos nós mesmos que muitas vezes, não raro, repetimos a queda no nosso cotidiano. Além disso, é bom lembrar que todos os valores do Sistema se inverteram na queda e se manifestam na nossa realidade configurando um verdadeiro inferno com todos seus produtos como você mesmo disse acima: "recheado com as mais monstruosas imperfeições, estupros, pedofilias, obscenidades, carnificina, humilhações sem conta, assassinatos dos filhos de Deus, corrupções, enfermidades e deformações assustadoras". 

       É muito importante entender que nada existe fora de Deus. Portanto, o anti-sistema, mesmo com todas as consequências infernais não saiu do Sistema. Ele, o anti-sistema, apenas representa um tumor no seio do Sistema, uma doença que está sendo curada com a evolução. Se Deus transcendente é para nós incognoscível, inconcebível por outro Deus imanente desceu ao inferno junto com a criatura falida.Ele não está "tudo assistindo de seu trono, impassível, sem demonstrar sequer uma grama de amor, sem derramar uma lágrima e sem sequer uma "quanta" de energia; sem a mais insignificante dose de poder para realizar qualquer coisa".Não. Deus não abandonou e não abandonará nenhum de seus filhos. Vivo em nós, em nosso íntimo, Deus trabalha incessantemente para restaurar o espírito invertido através de sua ação silenciosa e efetiva em tudo e em todos. Deus cria vida, beleza, promove a esperança, constrói sempre. Se não fosse a presença de Deus imanente aqui no anti-sistema, talvez ainda estaríamos presos nos estertores atômicos do big ben. Podemos inclusive ver e sentir a presença de Deus em nossa vida em cada construção, edificação útil que expresse vida, beleza, nobreza. Entretanto, vivemos no anti-sistema, e aqui é o domínio da revolta, pois que, Satanás, que representa todo movimento contrário à lei continua ainda revoltado e muitos dos seus seguidores permanecem em direção contrária, sinistrogira, por isso, assistimos o embate das duas forças inversas e complementares: De um lado Deus imanente que caiu junto com a criatura promove vida, construção, felicidade, esperança. Do outro Satanás patrocina  destruição,  morte,  tristeza, desilusão e o desespero. Não é por outro motivo que assistimos em nosso mundo tragédias, mortes, desesperos terríveis, mas não podemos negar que também vemos o amor socorrer os necessitados, a vida florescer, a esperança renascer e promover alegria e felicidade. Portanto, Deus não está indiferente à nossa triste condição, pelo contrário, trabalha incessantemente para nos resgatar desse báratro de dores e sofrimentos e não foi por outro motivo que Cristo desce a terra para nos salvar e agora sabemos o que isso quer dizer: Cristo veio nos salvar do anti-sistema e suas dores e nos levar de volta para o Sistema.

4 - Para finalizar Luis, não vamos virar a página, vamos sim, continuar lendo porque muitos conhecimentos maravilhosos nos aguardam para melhor compreender o fenômeno.

Bem Luis, é nisso que eu creio. As dores no mundo e mal existem e isso é um fato. Buscar explicações para tantas dores é direito que cabe a todos nós. Essa é a explicação de Ubaldi, na qual eu creio. Qual é a sua explicação, porque conforme eu disse mais acima, aqui nós temos um dilema:

Ou o mal e a dor existe por culpa da criatura ou por culpa do Criador.

O que não nos parece lógico e tremendamente absurdo é imaginar que Deus, que é toda a bondade, amor, sabedoria, justiça tenha criado a matéria e nos aprisionado à ela para, sofrendo com desespero e experimentando dores excruciantes, tanto morais como físicas, nos exigir que evoluamos para chegar ao reino dos céus e O adorar, após milênios de dor aprendendo a crueldade, experimentando toda sorte de males e infortúnios que o processo evolutivo nos proporciona, enquanto Ele fica assentado assistindo as nossas lutas, muitas vezes inglórias, como se fosse um reality show. Isso até me lembrou aquele filme: "A vida de Truman" com Jim Carrey. Isso sim seria a lógica do absurdo do absurdo.

Mas com a queda, tudo se explica e tudo se resolve. Não foi Deus, mas nós quem criamos os nossos sofrimentos para nós mesmos. Tenha em mente que a queda foi hierárquica e nem todos caíram no mesmo buraco. Os mais rebeldes caíram mais fundo na ignorância e na matéria. Os menos não chegaram nem mesmo à encarnar nesse universo.

Só para completar a questão do dilema caso considerássemos que esse universo e suas dores existem por vontade de Deus e não da criatura, vou colar as palavras de Ubaldi sobre o assunto:

"Isto sim, nos parece verdadeiramente um esboroamento do bom senso, ao ter que admitir que a humanidade deva sofrer tanto, que em virtude da insciência ou maldade de um Criador irresponsável ou perverso. Este seria o mais escandaloso triunfo da injustiça. Mas, desta forma, pomos um conceito negativo no centro do sistema positivo do ser; dessa maneira tudo se subverte, a vinda de Cristo à Terra carece de qualquer sentido, e, onde tudo é ordem, estabelecemos o caos de um universo em delírio. Então, o primeiro pecado original teria sido o de Deus e não o do homem, e a rebelião contra um Deus imperfeito, injusto e malvado seria mérito e não culpa. E a redenção, que é a retificação de uma posição invertida, que teria retificado? Talvez a justa revolta de Adão contra um Deus criador do mal e da dor? Como se vê, cai-se em um redemoinho de absurdos, em que tudo se subverte em uma horrenda concepção satânica"

E aí Luis, qual é a tua crença ou explicação para as dores e os males do mundo? Se você não tiver uma melhor do que essa nem precisa responder.

 Ref resp de Marco Túlio Ferreira Silva 

      Marco disse: ... Mas deixe-me responder às tuas objeções e arguições a respeito da teoria da queda.

      1 - Sim. É nisso que creio com a diferença de que não foi o caso das criaturas de Deus não suportarem sua presença, mas é verdade que muitas quiseram e ainda querem ser mais do que Deus como facilmente podemos perceber inclusive neste fórum.

      Luis: meu jovem, então nós, os espíritos, “adorávamos”, o fato de estar junto a Deus, pois aí está o sumum bonum de todas as benesses, a suprema alegria, a suprema satisfação, o supremo bem-estar, a suprema felicidade, a suprema perfeição e sabedoria e, devido a termos cansados de ser felizes, decidimos “sabiamente” (ou será imbecilmente, idiotamente?) virar-Lhe as costas porq, espíritos “sábios e perfeitos” que éramos, não “suportamos” o fato de Deus ser mais poderoso do que nós!!! Me perdoe. amigo Marco, mas essa é apenas uma lenda antiga que não cabe mais na inteligência de ninguém, nem de uma criancinha!

      E vc vê alguma possibilidade de, como vc fez, comparar os espíritos, que no S gozavam da presença de Deus, eram perfeitos, anjos, puros, sábios, às criaturas que vc vê no AS, como vc mesmo disse neste fórum, que vc diz que querem ser mais do que Deus? Estas são exatamente o oposto daquelas: ignorantes, pretensiosas, impuras, carregadas das mais monstruosas imperfeições!!

      Marco: A perfeição das criaturas criadas por Deus é indiscutível porque elas nasceram da perfeição que é Deus e Deus não poderia criar o imperfeito criando sempre o perfeito e nada mais que isso.

      Luis: sem dúvida, é indiscutível que o Perfeito não pode produzir o que é Imperfeito; e, exatamente por isso, é extremamente discutível o que vc está dizendo: que o Perfeito não pode produzir o que é Imperfeito e, ao mesmo tempo, afirma que o Perfeito pode sim produzir o que é Imperfeito!!!

      E vc meu, meu amigo, o que vc me diz: se fosse perfeito, e gozando de todas as benesses produzidas pelo fato de ser perfeito e de gozar a felicidade de estar junto a Deus, vc, com toda sua luz, sabedoria, inteligência, serenidade, desejo de ser feliz e fazer os outros felizes etc, vc escolheria abandonar essa condição e se jogar propositadamente num poço escuro e fétido no meio das mais monstruosas, insuportáveis e degradantes imperfeições, produtoras dos mais desesperadores sofrimentos?  Espíritos aventureiros e loucos, desequilibrados mentais, incoerentes e contraditórios!!!!!!!!!!

      Amigo Marco, vc várias vezes já lembrou do livre-arbítrio, uma das bases em que se apoiam os alicerces de todas as doutrinas religiosas do mundo; portanto, sem o qual, todas essas doutrinas ruiriam, concorda? E, mais tarde, talvez vc venha a rir ao se lembrar destas nossas conversas, qdo verificar que a livre-escolha é apenas uma fantasia em que fomos “forçados” a acreditar devido aos condicionamentos que nos foram impostos, desde quie abrimos os olhos para a vida, pelas religiões, tradições, costumes, culturas, sociedades, suposições; pois o livre-arbítrio é nada mais do que uma tentativa (nobre, pois consoladora) de as religiões tentarem explicar o, para elas inexplicável, sofrimento do mundo.

      Já que Deus é bom e que o Diabo se aposentou, a única explicação que as religiões (os teólogos, os filósofos, os crentes ingênuos) conseguiram encontrar para explicar os sofrimentos do mundo, é que todos os males são produzidos pelas ações dos espíritos encarnados, os homens, os únicos agentes ativos que restaram para levarem a culpa!    

      Vc ainda afirma que o Amor é um dos pilares do S e, com isso, vc mesmo estará, aos poucos, entendendo que não existe coerência no que vc está dizendo sobre o que Ubaldi ensinou:  que espíritos perfeitos fugiram do Perfeito e Infinito Amor, porq preferiram viver no Imperfeito e tantas vezes Infinito Desamor, que para si mesmos criaram.

.

Marco, 

Sempre que me deparo com textos do evangelho me questiono com relação as traduções do hebraico, grego, latim, etc.. a principio pensei que o Mestre Jesus poderia estar se referindo ao candidato que havia quem fizesse o sepultamento e que o mesmo não se preocupasse, mas depois de ver esta resposta do site "o que respondi" concordo com seu raciocínio poi o terceiro candidato queria se despedir da família e ambos tinham algo para fazer antes deixando seguir o Mestre em segundo plano. E com relação aos mortos sepultarem seus mortos a repreensão de Jesus mostra que os espiritualmente mortos devem se ocupar de sepultar os que estão fisicamente mortos, já que não são capacitados a pregar o reino de Deus.

http://www.respondi.com.br/2012/12/por-que-jesus-disse-para-os-mort...

Abraço!

 

Luis,

    Existe uma lógica sutil nessa teoria exposta por Ubaldi nos seus livros e que não é fácil de se captar numa primeira leitura. Eu mesmo, antes de aceita-la, fiz todos estes questionamentos que você está fazendo e depois de mais de um ano estudando a questão é que eu a aceitei. Eu entendo o fato de você não conseguir aceitar a teoria da queda pois pra mim também foi difícil e não posso exigir de ninguém um pronto entendimento.

  Na sua refutação acima você expressa essa dificuldade em cinco palavras:

    -"adorávamos" e "cansados de ser felizes"

   

   Você está dando a entender que os espíritos que caíram, primeiro adoraram à Deus durante muito "tempo" e então se casaram de  viver com Ele. Não. Antes de os espíritos adorarem à Deus, como estão fazendo os que não caíram, eles deveriam decidir se aceitavam ou não o Sistema. Essa prova era a chave de acesso definitivo ao S ou a fuga dele. Quando veio a onda de poder e que todos a sentiram é que os que caíram se deixaram levar pelo egoísmo. Portanto, os decaídos, que somos nós, não experimentaram essa adoração porque preferiram adorar a si mesmos. Aqui estamos nós e até hoje.além de não adorar à Deus, nem mesmo acreditamos Nele e quando acreditamos não o aceitamos, senão como culpado de todas as nossas dores.É um eco da grande queda que ainda reverbera em nosso íntimo.

     Como eu já disse antes, aqui no AS, todas as qualidades do S se inverteram, se emborcaram nos seus antípodas. Por isso, aqui no AS, nós em nada nos assemelhamos ao que éramos no S. Aqui no AS, a sabedoria se inverteu na ignorância, a modéstia na pretensão, a pureza espiritual na impureza material, enfim, todas as perfeições se transformaram nas mais monstruosas imperfeições.

     É realmente questionável como uma criatura perfeita pode escolher a imperfeição. Eu entendo seu argumento e o aceito porque ele faz sentido. Mas é necessário refletir muito profundamente para perceber e entender a sutileza dessa lógica. O ser criado era perfeito mas não era autômato, robótico. Para dar a ele, o ser criado, uma liberdade absoluta, um poder de decisão por si mesmo, Deus o dotou de egocentrismo para que a criatura pudesse dizer "eu sou". Para que a criatura criada tivesse um ponto de referência do seu próprio "eu" era necessário que ela tivesse vontade própria, desejo, querer. Não existe uma maneira de alguém existir se ela não tiver vontade própria. Além disso, Deus nos criou unigênitos, ou seja, únicos no Sistema. Ninguém é perfeitamente igual no S. Cada criatura é unica no S e graças ao egocentrismo ela pode dizer "eu sou". Mas isso tinha e tem um preço: não deixar essa vontade crescer e se expandir além dos limites. Para isso Deus criou o Amor afim de equilibrar a atitude expansionista do egocentrismo do ser.

   É interessante quando você pergunta se eu fosse perfeito e vivesse no reino da felicidade se eu abriria mão de tudo isso para cair na miséria, na tristeza e na dor. Na verdade, não só eu, como muitos, e acredito que você também, deve ter passado por algo semelhante. Muitas vezes abrimos mão de nossa vida tranquila, mesmo com toda a consciência, para dar saciedade aos nossos desejos egóicos. Quando fazemos isso não o fazemos para sermos infelizes. Fazemos acreditando que vamos encontrar a felicidade, qual se fôra um ser viciado em drogas, que larga família, emprego, estabilidade, carreira para se entregar ao prazer fugidio e ilusório das drogas. Não vemos isso todos os dias no nosso Brasil com os usuários de crack e até com os famosos? Poderíamos então perguntar àquele que acabou com sua vida pela busca ilusória dos prazeres efêmeros da matéria: você vai jogar propositadamente sua vida no lixo?

   O livre-arbítrio verdadeiro e absoluto nós já não o temos mais. No S nós o possuíamos na sua plenitude, mas ao fazermos a escolha pela escravidão nós caímos no determinismo da matéria e fechamos o nosso livre-arbítrio, por isso temos a ideia de que não existe livre-arbítrio.

   Sim o Amor é um dos pilares do S, conforme expliquei acima. Sem o Amor o egocentrismo se expandiria desequilibradamente e comprometeria todo o S, como aconteceu com a parte decaída , na qual estamos inseridos, e como se pode facilmente perceber as consequências da falta do amor são trágicas, haja visto, esse inferno no qual vivemos.

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