Artigo de Luiz Carlos Barros Costa

 

É preciso muito cuidado com os pensamentos e os comportamentos humanos que possam gerar culpa. O processo se instala nas malhas sutis do corpo espiritual e desencadeia os transtornos e, entre eles, os de natureza obsessiva.

Passo aos leitores um caso especial de tratamento às dependências de drogas.

Sou carcereiro de uma especializada de repressão aos entorpecentes, principalmente ao tráfico. Conheci Zenão como investigador daquela unidade policial, pessoa de ótimos princípios morais.

Pai de família, conduta irrepreensível, sem quaisquer vícios, dois anos depois naquele desafiador trabalho, não era mais o mesmo. Movido por fatores que desconhecia, iniciou a ingestão de alcoólicos e, a seguir, tornou-se usuário de drogas em escala sempre crescente.

Sensibilizado com a aguda transformação do colega, e com um quadro intenso de dependência química, sem qualquer antecedente comportamental, passei a orientá-lo sobre possível tratamento espiritual no centro espírita em que atuo como médium.

Continuamente fornecia-lhe informações a respeito das perturbações espirituais que contribuem, de forma vigorosa, à usança das drogas ou outras condutas, superestimando-as.

Dissertava sobre o processo do tratamento da fluidoterapia e dos benefícios da água fluidificada, assim como da conquista indispensável de novas ideias e imagens, de natureza superior, como forma de estabelecer ligação com ondas mentais dos Espíritos Superiores.

Quando o colega registrou um problema intenso de natureza cardíaca, numa crise sem precedentes, com comportamentos tidos como psicóticos, sem qualquer correspondência nos exames clínicos realizados, despertou para os meus aconselhamentos diuturnos. Algo estranho lhe acontecia, não conseguia encontrar a sua personalidade anterior.

Passou a participar das reuniões no centro espírita, com atendimentos aos dependentes, num dos bairros da capital paulista. Na entrevista, tomou conhecimento de que seria necessário realizar mudanças importantes em sua vida.

Deveria entrevistar-se, uma vez por semana, com um médico que atendia os dependentes, num tratamento intitulado ambulatorial. Também deveria seguir rigorosa atenção à prescrição da medicação corretora e dedicar-se uma vez por semana às reuniões com um psicólogo nas terapias em grupo.

Recebeu um livro intitulado O Evangelho segundo o Espiritismo para ser lido todos os dias, antes de se deitar e ao se preparar para o novo dia. Passou a receber passes magnéticos, em dias alternativos, bem como sorver água fluidificada para renovação lenta e gradativa dos componentes perispirituais comprometidos com as drogas ingeridas.

Escolheu o dia e horário para a instalação do estudo do Evangelho no seu lar, o que foi realizado por quatro semanas e, a seguir, continuou a atividade renovadora, com o auxílio das obras complementares da Doutrina, com psicografias de Francisco Cândido Xavier e Divaldo Pereira Franco.

Foi informado que o grupo espírita iria produzir reuniões de vibrações espirituais para o seu lar e, especialmente, ao seu complicado estado de dependência. Essas reuniões foram orientadas pelo Espírito de São Luís a Allan Kardec, Revista Espírita 1863, p. 5.

Em Paris, foi registrada a internação de uma moça sem motivo determinado pelos médicos, com um quadro que a levaria a morte física. A orientação era precisa: um grupo de pessoas com reconhecidos atributos morais deveria se reunir na Sociedade Pariense de Estudos Espíritas, por trinta dias, em horário determinado, com vibrações intensas àquela pessoa.

As palavras da orientação eram marcantes: “Por tal meio podereis neutralizar o fluido mau que a envolve.” Após quinze dias a paciente ficou restabelecida e voltou às suas atividades normais.

Zenão teve duas recaídas, porém não mais voltou às drogas quando tomou conhecimento, através de uma das aulas na casa espírita, sobre o conteúdo da pesquisa de Carlos de Brito Imbassahy.

Esse estudioso ensina que as drogas como a cocaína e outras similares atuam diretamente nos campos bioenergéticos, com imediatas gravações no perispírito (corpo espiritual que reveste o Espírito), cujas deformações são transmitidas às próximas encarnações.

Também aprendeu que o uso dessas drogas é cumulativo no processo de deterioração estrutural do corpo espiritual, muito mais grave em relação aos efeitos já conhecidos no corpo físico, do que se concluiu que o maior malefício causado pelo vício é aquele provocado nos campos da alma e não apenas nas consequências patológicas observadas pela ciência.

Conforme orientação espiritual solicitou mudança de trabalho, passando a constituir uma equipe de plantão no Distrito Policial de seu bairro, com uma responsabilidade maior quanto ao comportamento, pela visibilidade constante com pessoas de seu conhecimento.

Incorporou-se às atividades do Centro Espírita, com estudos regulares e atividades assistenciais, no que foi acompanhado pelos componentes do colégio familiar, do que lhe resultou enorme alegria pelo reencontro consigo mesmo, numa panorâmica muito mais esperançosa.
Não se registra uma infinidade de dependências insolúveis, sem qualquer êxito, mesmo com a brilhante atuação de equipes competentes e catedráticos na recuperação aos dependentes?

Quais as causas do sucesso do tratamento espiritual?

Mesmo sem qualquer internação nas clínicas especializadas, as causas mais evidentes do sucesso da recuperação de Zenão foram as seguintes.

Primeira: o colega policial é possuidor de dons mediúnicos, com marcantes sensibilidades espirituais. Quando a pessoa os possui e se deixa levar pelas induções às drogas, o retorno ao normal é muito difícil, pela intensa vivência espiritual com os espíritos desencarnados igualmente dependentes. Eles produzem indescritível domínio a fim de que possam se alimentar do vício herdado na vida terrena, embora sitiados no mundo espiritual.

Segunda: com a aceitação dele e de sua família de que o tratamento espiritual era o único recurso, a vivência espírita renovou-lhes os conceitos e finalidades da vida, sem qualquer resistência.

Terceira: com a fluidoterapia foram desarticulados os campos escuros e infelizes através dos quais espíritos doentios e perseguidores instalavam-se na estrutura espiritual do investigador Zenão.

Quarta: as lições evangélicas e doutrinárias determinaram uma mudança radical nas fotografias espirituais que ficam gravadas no centro de força frontal (vulgarmente chamado de testa, parte anterior da cabeça). Houve uma substituição das horrendas formas de destruição e dor, levando-o a fixação de painéis superiores e a correspondente ambientação com vibrações mais sutis. Durante o sono não mais foi induzido às sombras, mas ao contrário, às colônias espirituais de elevação, onde se processam os apoios aos encarnados na escola bendita da Terra.

Quinta: as vibrações espirituais produziram camadas fluídicas protetoras com penetração nas dobras mais sutis do espírito e do seu corpo espiritual, chamado de perispírito, com produções profundas de bem-estar e estímulo.

Sobre a sexta causa há uma explicação necessária.

Imantado pelo trabalho de repressão às drogas, mas muito próximo com as tristes dependências, foi identificado por um espírito que foi sua vítima na vida terrena anterior. Para conquistar a herança somente para ele, fez-se amigo de seu irmão (mas com o qual tinha antipatias extremas).

Com muita habilidade levou-o ao mundo do alcoolismo e após, às drogas, inventando mentiras para a sua infelicidade emocional. Com a morte do irmão solteiro, conseguiu aumentar ainda mais a sua fortuna.

Um Espírito vingativo fixou em Zenão a culpa por seus atos de outrora e o domínio espiritual restou facilitado, com o apoio de quinze desencarnados dependentes, facilitado pelos dons espirituais do seu algoz.

Depois de várias reuniões mediúnicas, após diálogos constantes com o Espírito, ferrenho inimigo espiritual, convenceu-se de que deveria buscar o seu caminho evolutivo, até porque, numa de suas vidas, na Roma antiga, havia perseguido até a morte física o seu rival.

É o mesmo. Na atual reencarnação é chamado de Zenão. Vieram como irmãos para renovarem-se moralmente, mas a vingança foi realizada, frustrando-se a programação divina.

Rompido o liame espiritual de opressão, com a sequência de novos comportamentos, mais espiritualizados, conseguiu o reequilíbrio. Atualmente, Zenão é um dos mais novos médiuns da Casa Espírita e começa a treinar seus conhecimentos para a tribuna espírita.

A família acompanha-lhe as atividades renovadoras e a paz familiar é o seu grande incentivo para continuar, de forma sempre ascendente, a conquista de novos degraus evolutivos.

O Espírito de Joanna de Ângelis ditou ao médium Divaldo Pereira Franco o livro: Encontro com a Paz e a Saúde. Na página 124, há uma lição memorável:

“Ninguém consegue atingir um nível de consciência mais elevado, enquanto se encontre moralmente aprisionado nos compromissos negativos que procedem das experiências anteriores.”

 

 

 

Dr.Luiz Carlos Barros Costa (Fernandopolis/SP) é  membro da Rede Amigo Espírita, é Delegado Regional de Polícia aposentado,Vice Presidente e Diretor de Doutrina da Associação Espírita “Missionários da Luz", Presidente da Use Intermunicipal Espírita de Fernandópolis - SP, Professor do Curso de Direito na Unicastelo : Universidade Camilo Castelo Branco de Fernandópolis - SP, Divulgador e Expositor da Doutrina Espírita.

e-mail: lubacosta@terra.com.br

 

 

 

 

 

 

 

aprisionado nos compromissos negativos que procedem das experiências anteriores.”

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Respostas a este tópico

Boa noite, caros amigos.

Achei a publicação maravilhosa. No entanto, preciso saber como ajudar alguém que esteja envolvido no mundo das drogas e suas obsessões, mas não quer ser ajudado e tem resistência às informações sobre quanto se prejudica espiritualmente com tais práticas.

Grata. 

Thay

Thay, saúde e paz. A Casa Espírita bem orientada possui toda a estrutura para o apoio "indireto". A bem da verdade o apoio será direto. Há sempre um livro no qual são colocados os nomes das pessoas para a assistência espiritual. Os Espíritos Superiores que trabalham nesse Centro Espírita começam a assistência espiritual ao assistido, através do seu Anjo de Guarda (Espírito protetor pertencente a uma ordem elevada). Você deve envolver a família, que é o ponto fundamental do apoio a esse familiar. Caso a família tenha sintonia com o trabalho espírita, as facilidades para efetivo o concurso espiritual estão num caminho mais seguro. Instalação do Estudo do Evangelho no Lar é uma das estratégias doutrinárias fundamentais à assistência aos irmãos caídos no mundo das drogas. Os fluidos elevados serão lentamente instalados no lar. Mesmo sem a presença do dependente, as bases iluminativas são instaladas. Com o apoio da família, surge o convite à sua vivência dentro do Centro Espírita. Surge o passo seguinte: fluidoterapia: a água fluidificada pode ser um concurso extraordinário. Pois ela pode ser disponibilizada no lar, para o acesso ao amigo dependente. A seguir surge um trabalho imprescindível. Colocar o seu nome nos trabalhos de desobsessão, pois a aritmética para esses casos, em média, é a seguinte: para cada dependente, dez espíritos dependentes, que se revezam no concurso nefando. O tema é complexo, para uma resposta tão resumida. Nesses dias, escreverei um artigo sobre o apoio da casa espírita aos frequentadores dependentes de drogas. O que é possível fazer, de imediato, é a oração, que traz alívio às penas, às mágoas, sendo um polo magnético de intensa importância. No grupo espírita, caso seja possível ler o nome do seu amigo às vibrações, que é a reunião de vários companheiros espíritas orando em conjunto para ele, as repercussões positivas serão uma realidade. Aos poucos ele aceita o concurso fraternal, pois durante o sono as Entidades do Amor vão envolvê-lo com instância. A família precisa ser orientada, psicologicamente, sobre a conduta a ser desenvolvida, sendo evitada, de forma veemente, a postura cômoda de que o problema do lar é o dependente. Via de regra é o contrário. O tema é complexo e muito grave. Voltaremos a ele, num estudo mais aprofundado. Do menor servidor, Luiz Carlos Barros Costa.



Thayse Santana Coelho da Silva disse:

Boa noite, caros amigos.

Achei a publicação maravilhosa. No entanto, preciso saber como ajudar alguém que esteja envolvido no mundo das drogas e suas obsessões, mas não quer ser ajudado e tem resistência às informações sobre quanto se prejudica espiritualmente com tais práticas.

Grata. 

Thay

Excelente orientação Srº Luiz Carlos!!!  Realmente, a Doutrina dá grandioso suporte de excelência para todas as áreas do sofrimento humano. Abraços Continue com Deus. Neiva

Boa Tarde Amigos,

quero agradecer a oportunidade de estar aqui com todos voces e aproveito para agradecer em dobro, pois o texto acima, do Dr. Luiz Carlos Barros Costa, está no meu Blog.... tomei a liberdade de publica-lo por lá, pois gosto de compartilhar textos como este, que ajudam a nós e a todos.... obrigada!!   Lembro ainda que o texto foi devidamente publicado com os créditos ao Dr. Luiz Carlos e ao site da Rede Amigo Espirita. 

Muito oportuno este texto e podemos estar certos que toda a ajuda e esclarecimento sobre a problemática das obsessoes com a sistemática das drogas, ajudam a todos!!  Principalmente a quem tem essa prova para passar....

Desejo muita forca a todos e a orientacao psicológica é muito importante, mas com os esclarecimentos e desobsessao, entendimento de toda essa sistemática, encontramos mesmo nas orientacoes que a Espiritualidade nos mandam, na coragem e fé!!  Certamente temos que colocar muito de nós, quando se sabe que está no mundo das drogas, há que encarar e querer sair dele.... somos fracos, mas estamos aqui para isso.... para aprender a sermos mais retos na nossa conduta.... Festa e o que o material nos dá para sermos jogados contra a nossas orientacoes boas, existem aos montes, mas para nos levar a boa conduta, boa moral e fixarmos nossa nova conduta, como ser humano, isso é uma questao de responsabilidade de cada um.  Querer sair das drogas, depende muito da forca de vontade do dependente, pois com isso ele vai ter retidao com a ajuda de psicologos e outros da area da saúde e paralelamente trabalhando sua reforma interior, com os espíritos bons a nos dar a forca que necessitamos.... esse conjunto nos ajuda muito a sair das drogas....

Beijocas e fiquem com Deus.... muita luz, forca, determinacao a quem está passando por essa prova dura.... eu conheco.

Rose

Uma história que muito ensina. Difícil, mas possível solução foi encontrada, com perseverança no amor espiritual. Grata.

Dr Luiz Carlos, estou neste momento enfrentando problema parecido com este relatado pelo senhor, tenho um irmão ao qual somos muito ligados ele se formou em enfermagem obstetricia e tambem está cursando psicologia, para nós sempre um exemplo de ser humano bem como para tda sociedade onde vive, ha oito anos assumiu a coordenação do CAPS de sua cidade j a auxiliando como psicologo,tbem fundou em sua cidade um centro espirita, começando ele em seu apto,lá funcionou ali por 10 anos até conseguirem comprar um terreno com ajuda da comunidade e o mesmo foi transferido ha dois anos,dia 07,11,12, fui informada por amigos dele e convocada a tomar uma decisão pois descobri que ele estava se suicidando com o uso de CRACK, chegando ficar 36 hrs usando, não me restou outra coisa senão chamar meu pai co 76 anos e internarmos ele mesmo contra sua vontade numa fazendaterapeutica Chico Xavier mes passado fui ve-lo ele não fala com nós, com meu filho que foi como filho dele ele esta com 16 anos, se tornou uma pessoa fria,debochada,então como chega a isto uma pessoa que trata dependente quimico,é espirita trabalha como médium desistiu do centro que ele fundou, e acha que esta certo e nós os errados,yda familia adoeceu com isto tudo e não conseguinos chegar até ele, ele não se abre, é muito fechado, até qdo isto ira acontecer, ele vai consegui sair desta situação tda, sabemos que ha muito obsessores junto a ele, mesmo com tdo tratamento que ele esta recebendo atraves do centro espirita la na fazenda tbem.........eis aqui um pouco de desabafo de minha parte pois fui a pessoa que internou ele e a magoa por mim é maior ainda.

Suzana, saúde e paz. Há determinados casos em que o espírita tem a maior alegria em servir no bem. Constrói entidades assistenciais, se desenvolve no trabalho com muita profundidade, mas não se prepara no imprescindível conhecimento espírita, na reflexão contínua, nos trabalhos dentro dos postulados doutrinários, com profundo respaldo da espiritualidade superior. A humildade conquistada na certeza de que nada sabemos e nada produzimos, sem a extraordinária sustentação espiritual que a tudo vê e provê. Muitos confrades possuem culpas imensas nessas áreas assistenciais e projetam o trabalho ingente como forma de diminuir o acervo de cobranças íntimas, esquecendo-se das atividades doutrinárias, da reforma interior, das práticas tidas como singelas de atendimento espiritual. 

O trabalho junto aos companheiros que se entregaram às drogas exige extremo cuidado com o contágio, exatamente por isso, ou seja, tendências pessoais reais, em razão de condutas mal resolvidas nas vidas passadas.

Nas hostes policiais, alguns agentes que adentraram à Especializada que combate o tráfico, entregaram-se ao uso das drogas, pelo convívio e pelo assédio, em todos os níveis: físico, emocional e espiritual. Um dia estão entristecidos por qualquer decepção e ocorrência frustrante e os clichês com os quais convivem produzem fortíssima indução comportamental, na busca das alegrias químicas, perigosas por serem dominantes.

Essa atividade não pode ser realizada sem uma forte sustentação espiritual e orientação espiritual contínua

Na situação em que se encontra, é bem possível que tenha sofrido um ataque vigoroso dos espíritos traficantes. Explico. Há espíritos dependentes. Mas há espíritos traficantes que possuem profundas técnicas de manipulação. Leia o livro TRÁFICO, de Eurípedes Kuhl, que é muito esclarecedor sobre as formas de ingerência sobre qualquer pessoa ou grupo que tentam minimiza-los na ação nefanda que produzem.

Gostaria que você contatasse comigo, pelo e-mail cadastrado na Rede Amigo: lubacosta@terra.com.br, a fim de envolver-me, pessoalmente, com o seu problema. Não há promessas nesse trabalho. Não há projeções eficazes em obsessões desse jaez. Há apenas o esforço espiritual para buscarmos um caminho que possa nos levar à reversão, que não sabemos ser possível nesta encarnação.

Atenciosas saudações do menor servidor, Luiz Carlos Barros Costa.


Suzana de Fatima Franco disse:

Dr Luiz Carlos, estou neste momento enfrentando problema parecido com este relatado pelo senhor, tenho um irmão ao qual somos muito ligados ele se formou em enfermagem obstetricia e tambem está cursando psicologia, para nós sempre um exemplo de ser humano bem como para tda sociedade onde vive, ha oito anos assumiu a coordenação do CAPS de sua cidade j a auxiliando como psicologo,tbem fundou em sua cidade um centro espirita, começando ele em seu apto,lá funcionou ali por 10 anos até conseguirem comprar um terreno com ajuda da comunidade e o mesmo foi transferido ha dois anos,dia 07,11,12, fui informada por amigos dele e convocada a tomar uma decisão pois descobri que ele estava se suicidando com o uso de CRACK, chegando ficar 36 hrs usando, não me restou outra coisa senão chamar meu pai co 76 anos e internarmos ele mesmo contra sua vontade numa fazendaterapeutica Chico Xavier mes passado fui ve-lo ele não fala com nós, com meu filho que foi como filho dele ele esta com 16 anos, se tornou uma pessoa fria,debochada,então como chega a isto uma pessoa que trata dependente quimico,é espirita trabalha como médium desistiu do centro que ele fundou, e acha que esta certo e nós os errados,yda familia adoeceu com isto tudo e não conseguinos chegar até ele, ele não se abre, é muito fechado, até qdo isto ira acontecer, ele vai consegui sair desta situação tda, sabemos que ha muito obsessores junto a ele, mesmo com tdo tratamento que ele esta recebendo atraves do centro espirita la na fazenda tbem.........eis aqui um pouco de desabafo de minha parte pois fui a pessoa que internou ele e a magoa por mim é maior ainda.

Hoje a política do governo vai além do combate ao narcotráfico.

O Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD), que tem poder deliberativo, aprovou uma resolução dizendo que a partir de agora (março de 2018) “orientação central da Política Nacional sobre Drogas deve considerar aspectos legais, culturais e científicos, em especial a posição majoritariamente contrária da população brasileira quanto a iniciativas de legalização de drogas”.

Na prática, os grupos que defendem a busca da abstinência como principal objetivo ganham força sobre os grupos que defendem a prevalência da redução de danos nas políticas públicas sobre o tema.

Os defensores da abstinência argumentam que as drogas fazem mal ao ser humano e à sociedade. O uso, portanto, deve ser combatido aprioristicamente. Os dependentes, tratados com terapias de reabilitação.

Afirmou o Ministro Osmar Terra que “a política de drogas que está em vigência hoje tem causado danos à sociedade”

 Ele defendeu a aprovação da resolução, dizendo: “não existe exemplo no mundo de países que tenham liberado o uso de drogas e que tenha tido bons resultados”.

Esta nova orientação premia o retorno ao cuidado do meio ambiente “interior”, aquilo que poderíamos referir como “ecologia da alma”.

 Leia mais http://paespirita.blogspot.com.br/2018/03/drogas-uma-folhinha-de-ca...

 

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