Passes: Energia e Amor

Marcos Paterra

Quando vamos á uma instituição espírita, é normal recebermos os “passes”, a fora o fato de após o receber sentirmo-nos bem, poucos são os que sabem suas origens ou suas aplicações.

Conforme Herculano  Pires : “O passe nasceu nas civilizações da selva como um elemento de magia selvagem, um rito das crenças primitivas. A agilidade das mãos em fazer e desfazer as coisas, sugeria a existência, nelas, de poderes misteriosos, praticamente comprovados pelas ações cotidianas da fricção que acalmava a dor, da pressão dos dedos estancando o sangue ou expulsando um espinho ou o ferrão de uma vespa ou o veneno de uma cobra.”[1]

A arte de curar através dos passes era prática normal desde os tempos antigos, sobretudo no tempo de Jesus, quando os seus seguidores exercitavam a técnica da cura através das mãos. Encontramos no  Novo Testamento o momento histórico: E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da lepra. ".

“O socorro, através de passes, aos que sofrem do corpo e da alma, é instituição de alcance fraternal que remonta aos mais recuados tempos.”[2].

Seja magnético ou mediúnico, o passe sempre é um manuseio benéfico das energias sutis do paciente. No caso de Passe Magnético (ou anímico), esse manuseio é feito pelo passista magnético sempre com as suas próprias energias. O Passe Mediúnico é feito por um espírito benfeitor com o emprego das suas próprias energias, em conjunto ou não com as energias do médium-passista no qual está conectado no momento do Passe Mediúnico.

 "[...] a fazer passes o médium curador infiltra um fluido regenerador pela simples imposição das mãos, graças ao concurso dos Espíritos, mas esse concurso só é conhecido à fé sincera e a pureza de intenção."[3]

Herculano Pires enfatiza: “Os passes têm por finalidade a transmissão de fluidos, de energias vitais e espirituais para fortificar a sua resistência. Não confie em passes de gesticulação excessiva e outras fantasias. O passe é simplesmente a imposição das mãos, ensinada por Jesus e praticada por Ele.[4]

Em resumo o passe é a passagem de uma pessoa para outra de uma certa quantidade de energia fluídica, porem as influencias do pensamento do médium é ponto fundamental para que o passe seja bem sucedido, a prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

A prece possui outro papel também muito importante, que é o da higienização do ambiente em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com espiritualidade, afastando os fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos.

"A faculdade de curar pela imposição das mãos tem sem dúvida alguma o princípio numa força excepcional de expansão, suscetível de ser aumentada por vários motivos, entre os quais predomina a pureza de sentimentos, desinteresse, benevolência, desejo ardente de aliviar, prece e confiança em Deus."[5] André Luiz complementa :

“A oração é prodigioso banho de forças, tal a vigorosa corrente mental que atrai. Por ela, Clara e Henrique (médiuns) expulsam do próprio mundo interior, os sombrios remanescentes da atividade comum que trazem do círculo diário de luta e sorvem do nosso plano as substâncias renovadoras de que se repletam, a fim de conseguirem operar com eficiência, a favor do próximo. Desse modo, ajudam e acabam por ser firmemente ajudados.”[6].

Pode-se questionar, se o médium passista não perde energias quando aplica o passe, sobre essa questão Raul Teixeira esclarece:

 “Quando aplicamos passes, antes de atirarmos as energias sobre o paciente, nos movimentos ritmados das mãos, ficamos envolvidos por essas energias, por essas vibrações que nos chegam dos amigos espirituais envolvidos nessa atividade, o que indica que, antes de atendermos aos outros, somos nós, a princípio, beneficiados e auxiliados para que possamos auxiliar, por nossa vez.”[7]

Os passes têm percorrido um extenso caminho desde as origens da humanidade, como prática terapêutica eficiente, e, modernamente, estão inseridos no universo das chamadas Terapêuticas Fluídicas e/ou Magnéticas; constituindo-se, na atualidade, excelente terapia praticada largamente nas Instituições Espíritas.

 

Artigo publicado pela revista RIE em Junho de 2013



[1] PIRES, J. Herculano.  Obsessão - O Passe – A Doutrinação. Cap. II  Magia e religião. P.9. Ed. Paidéia.

[2] PERALVA, Martins. Estudando a Mediunidade. Cap. 26-Passes. Rio de Janeiro. FEB.

[3] KARDEC, Allan. Revista Espírita, Janeiro de 1864, pag. 7.

[4] PIRES, J. Herculano.  Obsessão - O Passe – A Doutrinação. Cap. VIII/ITEM 11 - Ed. Paidéia

[5] KARDEC, Allan, Obras Póstumas. Item 52. Médiuns curadores. Rio de Janeiro. FEB. 2005

[6] XAVIER, Francisco C. Nos Domínios da Mediunidade. Cap. 17.  Serviços de Passes. Rio de Janeiro. FEB.

[7] FRANCO, Divaldo P.  e  TEIXEIRA, J. Raul. Diretrizes de Segurança. Cap.80. Rio de Janeiro. FEB. 

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"Material postado nessa pagina tem autorização de seus autores para publicação na REDE AMIGO ESPÍRITA, a reprodução total ou parcial dos dados aqui publicados em outros veículos de mídia podem ser interpretados como violação de direitos autorais, e seus autores agirem conforme informa a lei"

 

 O Autor: 

Marcos Paterra (João Pessoa/PB) é membro da Rede Amigo Espírita

é articulista e membro do movimento espírita paraibano,

colaborador de diversos sites e jornais espíritas

marcos.paterra@gmail.com

 

 

 

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Respostas a este tópico

Muito bom texto!

Marcos, paz e bênçãos à vc e aos seus.

Que Deus te ilumine sempre e  que continue trazer textos como os seus e de tantos outros desta Rede de Amigos.

A trilha do Esclarecer e Divulgar não é fácil, mas  hoje temos a Internet que dispomos e nos disponibiliza ferramentas para  esse  intento.

Não podemos nos esquecer  que o Rabí da Galiléia, não dispunha de tais ferramentas tecnológicas e  suas  palavras  atravessaram séculos, oxalá nós consigamos dar nossa parcela de participação no "ide e pregai".

Paz ao seu Espirito.

Abraços

Olá Marcos, sou passista há algum tempo e encontrei algo em sua coletânea de textos que me deixou dúvida.

Aqui sempre estudamos para ser passista e aprendi técnicas de imposição de mãos (concentrador) e também de dispersão (longitudinais, cruzados, etc), inclusive atualmente estamos estudando passes específicos para depressão.

No seu texto consta: “.... Não confie em passes de gesticulação excessiva e outras fantasias. O passe é simplesmente a imposição das mãos, ensinada por Jesus e praticada por Ele" e em outra parte revela: "Quando aplicamos passes, antes de atirarmos as energias sobre o paciente, nos movimentos ritmados das mãos, ...., que entendo ser os dispersivos"

Então pergunto: Se no primeiro é só imposição de mãos, não está em contradição com o segundo (movimentos ritmados das mãos)?

Olá Angélica Batista, Alfredo Zavatte e Roberson Andrade Ribeiro, agradeço os comentários  e tentarei responder a questão de Negrão de forma sucinta e objetiva, existem diversos "manuais" de passes, onde o carro chefe é o de Edgard Armond, onde tem diversos e complexos tipos de passes, dando ao médium passista muitas vezes interpretações equivocadas de como e para que é o passe, um dos mais atuais e  que é seguido por quase todas as casas espíritas, é o de "Magnetismo" de Jacob Melo... todavia, tanto na codificação como em avaliações de pesquisas sejam na linha do magnetismo quanto na literatura  espírita ( portanto não diretamente espiritualista)  a imposição das mãos,  basta para irradiar a ação, segundo algumas literatura  manter a mão sobre a testa e/ou o peito da pessoa que recebe a energia já se basta, para o tratamento, todavia, nessa mesma literatura abre precedentes para o "passe longetudinal", e principalmente o o dispersivo.

Em outras palavras hoje os passes ficam centralizados de foma de imposição das mãos e em casos específicos na maioria das vezes especificados pela mesa mediúnica é que são aplicados os Longetudinais/dispersivos, os demais, sejam quais forem não são colocados como eficazes nas pesquisas, nem recomendados pela literatura direta da codificação, portanto movimentos ritmados, de cima para baixo ou vice versa, o chamado "rotor" ou ventilador onde a mão faz sentido giratório, e tantos outros passam a ser conforme sua crença e cultura, mas... não são  a priori necessários.

Devo alertar que a literatura sobre a metodologia na aplicação de passes é enorme variando de época, autor e região, onde se misturam entre Edgard  Armond, Martins Peralva, Carlos Pastorino, Herculano Pires, Jacob Melo e tantos outros mais ou menos conhecidos... porém em um ponto todos convergem... a ação espiritual e os efeitos no perispírito são uma realidade, e o que vale mesmo  é a intenção de quem aplica e a pré disposição de quem os recebe.

Se me permitem, gostaria de participar deste segmento.

Não vamos encontrar nas  obras de Kardec o Termo “passes” nem a movimentação das  mãos quando da aplicação de passes.

Já nos livros psicografados por Divaldo, (espírito Manoel Philomeno de Miranda ) encontramos e o próprio Divaldo demonstrando a maneira de aplicar o Passe, com uma discreta dispersão, veja o link : http://www.youtube.com/watch?v=PoZWLQv9ots  

  dois itens que eu considero importante  com relação ao passe, vejamos:

Primeiro“O homem melhora ainda, sua capacidade radiante quando satisfaz suas necessidades fisiológicas e psíquicas sem cair nos excessos de alimentação, e sem ingerir o álcool ou outras substancias tóxicas que operam distúrbios nos centros nervosos e nas funções psíquicas, anulando os esforços para a transmissão dos elementos regeneradores e salutares”.

“A prece favorece o intercâmbio entra as esferas espiritual e material, melhora a esfera a atmosfera espiritual, e facilita o serviço de socorro espiritual. A pessoa que ora confiante no Poder Divino eleva seu nível mental, emite energias benéficas, recolhe forças magnéticas e promove a renovação de suas forças intimas”. (Fonte:Capítulo 19, no livro “Missionários da Luz”.)

Segundo“A prece feita pelos médiuns expulsa do mundo interior os quadros sombrios da atividade diária de luta e permite a absorção de substancias renovadoras, para operarem com eficiência em favor do próximo”.

“Os médiuns sem fé e sem boa vontade não conseguem obter uma ligação com os Espíritos amigos que atum com base nas virtudes”. (Fonte:Capítulo 17, no livro “Nos Domínios da Mediunidade”.)     

Pois bem, Jacob Melo em seu livro “A Cura da Depressão pelo Magnetismo”, nos menciona que a cerca de 20 anos vem estudando a matéria   e aplicando passes  dispersivos informando até os locais ideais para a cura da depressão.

Gostaria de deixar  aqui quatro perguntas, para que sejam refletidas e se alguém tiver uma resposta, solicito que me enviem:

1ª) Quando e onde  surgiu o termo “ Passe”?

2º) Se o método que Jacob Melo utiliza  está surtindo resultado, porque não utilizá-lo?

3º) Se não temos a necessidade de dispersão ou impregnação, porque os livros Espiritas fazem menção aos Chakras ?E par que servem eles?

4º) Na minha maneira de entender, na aplicação do passe nem precisaríamos utilizar as mãos, pois, por tudo o que li  sobre o assunto, sempre as mãos são utilizadas, assim fica a pergunta: è Se há a necessidade de utilizar as mãos quer movimentando-as ou não, como fica uma pessoa que não tem os braços, ela não poderá aplicar passes?

Observemos assim alguns quesitos, que creio serem  importante para o nosso amadurecimento e reflexão:

1-      Observemos o que Kardec diz: BOM SENSO

2-      Observemos o que os Espíritos dizem: A prece é o quesito principal para  toda e qualquer ação benéfica aos nossos amigos que buscam a casa Espírita.

3-      Se as mãos fossem tão importante para transmitir o que os que buscam o passe, porque as  irradiações mentais que fazemos à distância por um parente ou pessoa que está a quilômetros de distância  surtem tanto efeito quanto o passe?

4-      Lembremo-nos que Jesus curou o servo do Centurião romano, sem impor as  mãos sobre ele, Ele o fez a distância.

5-      Quando a mulher com o fluxo de  sangue foi curada, Jesus nem impôs  suas mãos sobre ela e nem tampouco sabia de que ela estava entre a multidão, pois ela apenas o tocou e ficou curada.

Creio que temos muito a aprender sobre as  mais variadas formas de transmissão fluídica.

Paz e bênçãos a  todos.

 

 


Marcos Paterra disse:

 Alfredo Zavatte fico feliz com suas contribuições, bom... de uma forma subliminar eu interpreto os passes como "energia" e sobre esse prisma oferto meu artigo sobre Energia dos pensamentos : http://www.redeamigoespirita.com.br/group/artigosespiritas/forum/to...

 quanto ao Passe,  ou passes (no plural), é: Ato de passar as mãos repetidamente ante os olhos de uma pessoa para magnetizá-la, ou sobre parte doente de uma pessoa para curá-la. (Wikipédia) é um nome "Brasileiro" que foi culturalmente formado o paradigma sobre o nome e o ato desde os  cirurgiões barbeiros e posteriormente pelas "Benzedeiras"; devemos levar em conta o fator psicológico da hipnose e sugestão... Pois é!!

O Método usado e divulgado por Jacob Melo  é um dos mais utilizados em muitas regiões do País...mas...não é o único e nem é o de uso na maioria das localidades, sendo que a própria federação indica o semente imposição das mãos.

Os Chakras, são elos de comunicação entre o invisível e o corpo, mas todos  são interligados, e sobre essa ótica, se você magnetizar um os d+ vão receber de forma reflexa a vibração magnética.

E realmente para que a imposição das mãos??? Hora pelo mesmo motivo de algumas pessoas precisarem falar com espíritos, outras sofrerem cirurgias evasivas em centros espíritas que efetuam tratamentos cirúrgicos espirituais... paradigma do ver e crer ( minha opinião), assim podemos ter melhor interpretação dos passes a distancia, aos tratamentos por vibração de algumas seitas e etc.

Marcos, por favor , não interprete as minhas  colocações como uma afronta ao seu artigo, muito pelo contrário, está ótimo, já disse isso anteriormente.

Minhas  colocações, foram no sentido de sempre  termos mais subsídios para estudo e reflexão uma vez que é sabido que é difícil encontrar grupos coesos versados ao estudo.

Peço desculpas se eu prejudiquei o seu texto, porém não essa a minha intenção.

Grato pelo retorno.

Abraço fraterno

Confrade  Alfredo Zavatte, de modo algum interpretei  de modo equivocado, sei que gostou e até concorda com muitos dos pontos no meu artigo, agora foi eu que acho que errei e causei a má interpretação com minha resposta!*risos

Não tenho nada a lhe desculpar pois não vi erro algum em sua fala,tenho sim é a agradecer pois é através da dialética que adquirimos conhecimentos e elaboramos novos e precisos saberes.

Grato Marcos pela compreensão.

 Creio que quanto mais material tivermos para nós o aprendizado é maior, essa  é a minha intenção neste  espaço que nos tem dado a possibilidade de nos expressarmos, sem com isso, levantar polêmicas desagradáveis. Se tivermos que reacender a  fogueira da inquisição para  engrandecer a doutrina dos Espirito, melhor nos abstermo-nos desse intento.

 Abraços

Marcos Paterra disse:

Confrade  Alfredo Zavatte, de modo algum interpretei  de modo equivocado, sei que gostou e até concorda com muitos dos pontos no meu artigo, agora foi eu que acho que errei e causei a má interpretação com minha resposta!*risos

Não tenho nada a lhe desculpar pois não vi erro algum em sua fala,tenho sim é a agradecer pois é através da dialética que adquirimos conhecimentos e elaboramos novos e precisos saberes.

Olá Marcos e Alfredo, eu também não quis prejudicar o artigo, apenas fiquei com aquela dúvida.

Mas, diante dos comentários de voces, estou convicto de que o que vale mesmo não é o método, se imposição de mãos, dispersivos ou os dois juntos, o que devemos levar em consideração é se a pessoa que recebeu o passe se sentiu melhor. Se o sentimento de amor do passista foi captado pelo recebedor das energias e se aliviaram suas mazelas.

Também vejo a prece como um irradiação à distância. Já aconteceu comigo de a pessoa reclarmar de alguma dor e eu fazer a prece e essa pessoa melhorar a tal ponto de perguntar se eu havia feito uma prece.

Realmente o termo "passe" deve ter sido criado depois de Kardec, pois na codificação não consta do mesmo e, onde foi usado pela primeira vez, também não tenho conhecimento.

Abraço fraternal a todos.

Marcos e Roberson,

Creio que o que estamos  fazendo só vem contribuir para melhor análise e maior amadurecimento dos preceitos de Kardec, principalmente no que diz respeito ao bom senso com ele tanto orientou.

Nunca devemos fazer  criticas negativas, mormente neste  espaço criado pelo Aparecido, pois, a finalidade dele né de divulgar a doutrina dos Espiritos e principalmente os participantes de Rede tem a liberdade de colaborarem com seus textos, assim devemos sempre  caminharmos com o objetivo de elucidar e nunca efetuar  criticas negativas, que não levam a nada.

Abraços fraterno à  vcs  e aos seus.

AMIGOS TODOS ESTÃO CORRETOS SE EXISTE AMOR E CARIDADE COM O PRÓXIMO OS FLUIDOS SÃO RECEBIDOS E A INTENÇÃO DO PASSE SE CONCRETIZA, O AMOR É O ALIMENTO DE TUDO.PAZ E LUZ A TODOS, OBRIGADA PELO TEXTO E PELO DEBATE SEMPRE ESCLARECEDOR DOS IRMÃOS DO IDEAL ESPÍRITA.

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