6 - O Véu Como Símbolo de Autoridade do Homem (1 Coríntios, 11: 3 a 16)

3 Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão, a cabeça da mulher; e Deus, a cabeça de Cristo.

4  Todo homem que ora ou profetiza, tendo a cabeça coberta, desonra a sua própria cabeça.

5  Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua própria cabeça, porque é como se estivesse rapada.

6  Portanto, se a mulher não se cobre com véu, tosquie-se também. Mas, se para a mulher é coisa indecente tosquiar-se ou rapar-se, que ponha o véu.

7  O varão, pois, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus, mas a mulher é a glória do varão.

8  Porque o varão não provém da mulher, mas a mulher, do varão.

9  Porque também o varão não foi criado por causa da mulher, mas a mulher, por causa do varão.

10  Portanto, a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio, por causa dos anjos.

11  Todavia, nem o varão é sem a mulher, nem a mulher, sem o varão, no Senhor.

12  Porque, como a mulher provém do varão, assim também o varão provém da mulher, mas tudo vem de Deus.

13  Julgai entre vós mesmos: é decente que a mulher ore a Deus descoberta?

14  Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o varão ter cabelo crescido?

15  Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu.

16  Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.

Os pontos polêmicos deste texto são:

  • A obrigatoriedade do uso do véu pelas mulheres nas igrejas (assembleias).

O significado do véu como sendo o da mulher estar sob autoridade do homem.

O homem não foi criado para a mulher, mas a mulher para o homem. Isto pressupõe que ela deva estar sempre dependente do homem e a serviço dele.

Estes são aspectos que nos saltam às vistas quando da primeira leitura que realizamos de acordo com as traduções comuns. Aqui usamos a de Almeida, revista e corrigida.

Antes de entrarmos em alguns pontos mais específicos do texto façamos algumas análises.

A tradição judaico cristã nos mostra ter sido o homem criado primeiro e depois a mulher a partir dele, e com o objetivo de lhe servir.

Porém, será esta a melhor interpretação do texto?

Este fato por nós citado está no segundo relato da criação conforme a narrativa do Gênesis capítulo 2.

Todavia esta não é a história narrada no capítulo 1 do mesmo livro quando do 1º relato da criação.

Em Gênesis, 1: 27 Deus cria o homem à sua imagem, porém homem neste relato não significa o elemento do sexo masculino, pois Adam em hebraico significa o filho da terra; é um termo genérico englobando toda a humanidade, é o humano, o ser inteligente que atingiu o reino hominal. E a sequência do texto é clara: macho e fêmea os criou.

Portanto, cai por terra o primeiro argumento que motiva posição de submissão da mulher, pois os dois, homem e mulher, foram criados à imagem de Deus.

Sendo assim, como entender o segundo relato da criação?

Para obtermos tal entendimento não podemos abrir mão dos ensinamentos espíritas.

A narrativa do capítulo primeiro do Gênesis nos fala do homem biológico, o que surge com a evolução natural. É o homem nativo, o autóctone.

No segundo relato, que inicia no capítulo2, a partir do versículo 4b, surge o homem já mais evoluído, apesar de ainda primitivo. É o homem “enxertado”, ou o Espírito decaído, que veio de outros orbes por motivo de rebeldia. Por ele ter mais conquistas no campo do intelecto veio para auxiliar o autóctone em seus primeiros passos no reino hominal.

O primeiro grupo, a quem a tradição chamou Adão, representa os que chegaram primeiro, mais comprometidos, mais dominados pela maldade, por isso vieram completamente inconscientes. O versículo 21 deste capítulo 2 revela isso dizendo que Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e que ele dormiu. Significa isto o restringimento de Adão, seu alto grau de inconsciência.

O segundo grupo, a quem a tradição chamou Eva, era já um grupo mais adiantado na área da sensibilidade. Simbolicamente seu surgimento da caixa toráxica de Adão, significa um aperfeiçoamento do intelecto - pois para o semita esta região simboliza o racional -, o capacitando para uma condição melhor no campo do sentimento. Este grupo é semi-desperto, um pouco mais consciente. Tanto é assim que já sofre influencia espiritual. A serpente não conseguiria influenciar Adão por falta de sintonia, já que ele é inconsciente.

Portanto, Adão e Eva não significam homem e mulher, mas grupamentos distintos no encaminhamento da evolução.

Desta forma, nada de pensar que a mulher foi feita para o homem, não é isso que diz o Gênesis, não é isso que Paulo pensava a respeito.

Além disto, quando a Bíblia diz que a mulher seria uma adjutora (Gn, 2: 18), uma ajudadora para o homem, é preciso compreender o sentido original da mensagem.

Em hebraico a palavra usada é ezer, que significa “socorro”, “ajuda”. Deus é, segundo a narrativa bíblica, o ezer ou ajudador da humanidade (cf, Êxodo, 18: 4; Deuteronômio, 33: 7). Portanto, a função da mulher é de caráter nobre, e não de uma simples auxiliar dependente do marido.

Se formos avaliar de acordo com o Novo Testamento, ela é que está à frente, pois é ela quem ajuda, é ela quem serve.

Mais uma vez cai por terra a interpretação machista das expressões usadas por Paulo, não era este o sentido original dos textos.

Todavia poderá nos ser perguntado, mas como fica o dizer de Paulo, ele não é claro ao dizer que a mulher provém do varão, e que ela foi criada por causa do varão? E a questão do véu como significado de autoridade do marido em relação à mulher? Como fica então?

 É o que vamos tentar resolver a partir de agora com uma interpretação mais detalhada de alguns versículos. Porém, como dissemos anteriormente, pode haver dificuldade em relação às traduções. Assim, vamos citar a releitura do texto feita através da tradução efetuada por Baumert, na obra já citada.[1]

 

6 - O Véu Como Símbolo de Autoridade  do Homem (1 Coríntios, 11: 3 a 16) parte 2

Dando sequência ao nosso estudo, todavia poderá nos ser perguntado, mas como fica o dizer de Paulo, ele não é claro ao dizer que a mulher provém do varão, e que ela foi criada por causa do varão? E a questão do véu como significado de autoridade do marido em relação à mulher? Como fica então?

 É o que vamos tentar resolver a partir de agora com uma interpretação mais detalhada de alguns versículos. Porém, como dissemos anteriormente, pode haver dificuldade em relação às traduções. Assim, vamos citar a releitura do texto feita através da tradução efetuada por Baumert, na obra já citada.[1]

  1. Para mim é importante que vocês estejam conscientes de que o cabeça de qualquer homem é Cristo, mas o cabeça de uma mulher é o homem, e o cabeça de Cristo é Deus.

Assim como todo homem, quando, ao orar ou falar profeticamente, ocupar-se com sua cabeça desonra seu cabeça (a saber, Cristo),

toda mulher que, ao orar (em voz alta) ou falar profeticamente (na reunião) soltar seu cabelo, desonra seu cabeça ( a saber, o homem); pois é como se ela tivesse sido raspada.

Se, pois, uma mulher não cobre sua cabeça (com seus cabelos), ela de fato deveria deixar cortar os cabelos. Se, porém, é feio (inadequado) para uma mulher deixar cortar os cabelos (fazê-los curtos) ou deixar raspar a cabeça, então ela deve encobrir sua cabeça (com penteado).

Um homem, como vocês sabem, não está obrigado a cobrir a cabeça, por ser imagem e brilho (manifestação, brilho visível) de Deus; a mulher, porém, é brilho (objeto de brilho e de glória) do homem.

Não é (existe) o homem a partir da mulher (ser masculino a partir do feminino), mas a mulher a partir do homem (feminino a partir do masculino);

e sabidamente não foi criado um homem com base na mulher, mas uma mulher  com base num homem.

por isso a mulher é obrigada a manter a cabeça decente com base (na presença) de anjos.

Da mesma forma, (é) nem mulher sem homem nem homem sem mulher no Senhor;

pois, assim como a mulher (Eva) a partir do homem (Adão), assim também o homem (Cristo) por meio da mulher – o todo, porém, a partir de Deus.

Julgai vós mesmos! É decente uma mulher orar (publicamente) a Deus com cabelo solto?

Também a natureza não vos ensina que para um homem é uma desonra deixar o cabelo cair longamente;

para uma mulher, ao contrário, é adorno (honra) deixar o cabelo cair longamente; pois o cabelo é dado (para todos) como manto (proteção).

Mas, se alguém quiser discutir, nós não temos tal costume, nem mesmo as comunidades de Deus.

Para mim é importante que vocês estejam conscientes de que o cabeça de qualquer homem é Cristo

Em que sentido pode Paulo ter afirmado que o cabeça do homem é Cristo?

Muitas interpretações podem ser feitas aqui, e para tal vamos conjugar este texto com outros.

Dissemos anteriormente que cabeça aqui deve ser interpretado como origem, fonte, e não como chefe ou dominador.

A primeira palavra da Bíblia é bereshit, que foi traduzida para o português por “no princípio”. Bereshit é formada pela preposição be e pelo substantivo réshit, que significa começo, princípio, parte inicial. Réshit é por sua vez formado por rosh que significa “cabeça”, mais it.

Portanto, a tradução de bereshit também poderia ser “na cabeça”, vindo daí o entendimento de cabeça como origem ou fonte. Este entendimento é também confirmado por Trebolle (pág. 606 e 607)[2].

Também o Evangelho de João inicia da mesma forma, só que como foi escrito em grego, temos en arké, e não bereshit, porém como João era judeu e falava o hebraico, ele deve ter pensado em bereshit para expressar que no início, ou na origem era o logos.

Logos é também palavra grega que é usualmente traduzida por palavra ou verbo. Porém, pensando no hebraico “davar temos ainda como tradução, “inteligência, informação criadora, poder criador”.

Huberto Rohden  afirma que:

Os filósofos antigos da Alexandria e de Atenas, sobretudo, Heráclito de Éfeso, designavam com Logos o espírito de Deus manifestado no Universo. Logos seria, pois, o Deus imanente…[3]

Afirmando ainda:

Parece, pois, que as Potencias Creadoras (em hebraico Elohim) são idênticas ao Logos, pelo qual foram creadas todas as coisas.[4]

No versículo 14 deste mesmo Evangelho de João, o autor liga este logos com Jesus dizendo que “o logos se fez carne, ou se corporificou.

Desta forma, temos que Jesus, o Cristo, estava na origem de nosso orbe conforme veio nos esclarecer mais tarde Emmanuel, em sua belíssima obra “A Caminho da Luz”.

A partir deste breve comentário podemos assim compreender o que Paulo, como bom judeu, conhecedor do hebraico, poderia estar pensando ao dizer ser o Cristo o cabeça do homem, e em outros textos o cabeça da igreja, e mesmo de toda a criação.

…mas o cabeça de uma mulher é o homem, e o cabeça de Cristo é Deus.

Trabalhando a expressão o cabeça como origem, Paulo dá vazão à ideia dominante da tradição de vir a mulher do homem, com isso, ele que é um exímio no jogo com as palavras, prepara o que vai falar mais adiante (versículo 11) sobre a importância da mulher na formação do homem redimido (Filho do homem). Se quisesse expressar uma relação de autoridade, de liderança do homem sobre a mulher talvez usasse a palavra senhor (em grego kyrios). Concluindo com excelente didática sua exposição nos fala de ser Deus o cabeça de Cristo, como a verdadeira origem e fonte de todas as coisas.

Se fizermos o versículo em sentido contrário, isto é:

Deus à Cristo à Homem àMulher

Poderemos fazer uma analogia com a descida vibratória do Espírito até chegar mais efetivamente em sua prisão na matéria.

Como já dissemos alhures não é objetivo deste trabalho uma análise versículo a versículo deste texto de Paulo, mas analisar alguns conceitos que advieram de uma interpretação, a nosso ver, errônea do mesmo.

Assim, temos o problema do véu como sinal de autoridade do homem sob a mulher e de subordinação desta em relação àquele.

Este é um texto complexo, muito já se brigou por ele. Porém trata-se de um fato cultural. A mulher na realidade cobria sua cabeça com os seus próprios cabelos, e era um desrespeito ou uma atitude vergonhosa para  as mulheres orarem ou receberem uma manifestação profética, o que modernamente chamamos de manifestação mediúnica, com o cabelo solto. Pois ao tempo de Paulo, ou mesmo antes dele, as mulheres que usavam o cabelo solto eram as prostitutas (cf. Números, 5: 18), as mulheres casadas usavam o cabelo preso ou penteado para cima (Baumert, 168). Portanto, trata-se de uma questão de vergonha.

É correto, porém, se fizermos uma interpretação literal, relacionar o cabelo como cobertura da cabeça, através do penteado, uma questão de estar sob autoridade. Nós não podemos esquecer que na sociedade patriarcal em que Paulo vivia, a mulher era posse do marido, devia a ele se submeter, só que essa não era a mensagem que o Converso de Damasco queria deixar para as gerações futuras. Tem na sua mensagem algo de especial e muito mais profundo, que cabe a nós, hoje, penetrarmos na busca de seu componente reeducativo mais importante.

O quarto versículo deste capítulo é claro, não deixa dúvidas sobre a sua interpretação, todavia cabe aqui ver o quanto as duas traduções que citamos se completam.

Todo homem que ora ou profetiza, tendo a cabeça coberta, desonra a sua própria cabeça. (Almeida)

Assim como todo homem, quando, ao orar ou falar profeticamente, ocupar-se com sua cabeça desonra seu cabeça (a saber, Cristo). (Baumert)

Dentro desta exposição paulina o cabeça do homem é o Cristo, portanto, quando em oração (conversa com Deus através do coração) ou em serviço de profecia (prática mediúnica com o Evangelho), o homem (e mulher) não pode em hipótese alguma  deixar o Cristo encoberto, é preciso que Ele esteja acima de todas as coisas.

…nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos que estão na casa[5].

A tradução de Baumert completa por ser ainda mais explícita, pois relaciona sua cabeça (interesse pessoal) com seu cabeça (Cristo). Quando em serviço em favor do Bem, não podemos destacar nossa “cabeça” (interesse pessoal), mas o Cabeça (Cristo). O trabalho é Dele, é Ele quem age por meio de nós, portanto, nada de destaque, nada de chamar para si a glória. Talvez seja essa, em concordância com todo o trabalho que realizou, a melhor mensagem que Paulo queria passar com este verso.

E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. (Jesus) [6]

 

(Continua...)



[1] Págs. 169 e 170

[2] A Bíblia Judaica e a Bíblia Cristã.

[3] Que Vos Parece do Cristo? Pág. 24

[4] Ibidem, pág. 25

[5] Mateus, 5: 15

[6] Lucas, 9: 23



[1] Págs. 169 e 170

Exibições: 1958

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