Há necessidade de se atualizar os conteúdos das obras da codificação?
 

Pergunta: Há, no movimento espírita, por parte de algumas pessoas, uma ideia de se atualizar as obras da codificação. Dizem que Kardec estaria, em parte, ultrapassado, principalmente levando-se em conta as novas conquistas da ciência. Há aqueles que dizem ser necessário reescrever a codificação ou, então, fazer nova edição “revista, corrigida e atualizada”, ajustando as respostas ao conhecimento científico moderno. Também há uma ideia de se fazer novas perguntas aos Espíritos visando rever certas respostas tidas como erradas. Isso é necessário? Não seria um desvirtuamento? 

 

Salvo melhor entendimento de minha parte, penso ser um assunto que demanda certo cuidado para dele se tratar. Exponho minha opinião, respeitando a quem pensa de maneira diferente e sujeitando-me a ser corrigido se, por ventura, incorrer em erro de fundamentação, de conteúdo ou de argumentação.  

No livro Eclesiastes, no Velho Testamento, está escrito, no capítulo 3 que Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Pode-se dizer que cada escrito guarda relação com o conhecimento do seu tempo. Há elementos que, na época da codificação, eram vistos sob um prisma diferente do que hoje se vê. Os Espíritos passavam informações em conformidade com o conhecimento de então, tal qual o Cristo o fez, conforme ele mesmo nos disse: "muitas coisas eu ainda vos tenho que dizer, mas vós não podeis suportá-las agora...". (Jo 16: 12). 

O conhecimento científico do século XIX estava se desabrochando e descobertas várias surgiram depois, principalmente no campo da física, química e biologia. A teoria de Darwin começava se esboçar, conceitos astronômicos modernos ainda estavam em embrião e por aí vai... 

É natural, então, que Allan Kardec ficasse inserido nesse contexto e que seus comentários guardassem relação com a época. Depois dele, no tempo imediato, outros pensadores avançaram no conhecimento científico-filosófico-espírita, dentre eles Leon Denis, Camille Flammarion, Ernesto Bozzano, Alexandre Aksakov, Gabriel Delanne, Charles Richet, Cesare Lombroso, Willian Crookes e outros. 

No tempo presente e passado próximo, tivemos ainda, Hernani Guimarães Andrade, Herculano Pires, Hermínio Miranda, Carlos Imbassahy, Deolino Amorim, Jorge Andréa, Sérgio Felipe, dentre outros que, em diversos campos, deram sua contribuição para o esclarecimento dos fatos espíritas. Tivemos, também, testemunhos práticos da verdade espírita nas pessoas de Bezerra de Menezes, Eurípedes Barsanulfo e Chico Xavier. Da espiritualidade, por mãos laboriosas, Espíritos vários trouxeram-nos e, ainda nos trazem, informações preciosas, dentre eles, Emmanuel, André Luiz, Humberto de Campos, Joanna de Ângelis, Vianna de Carvalho, Victor Hugo, Manoel Philomeno de Miranda e vários outros. 

Todos esses nomes contribuiram para a "atualização do pensamento espírita", sem necessitar fazer mudanças nas obras trazidas por Allan Kardec. Nenhum deles solicitou novas edições ou mesmo notas explicativas em rodapés de páginas. Nem por isso deixaram de nos trazer novos ensinos (complementares ou mesmo atualizações). 

Temos obras valiosas da filosofia, que foram escritas ha séculos, seguindo padrões de cada época e nem por isso vemos pessoas querendo alterá-las. Protágoras, Tales, Demóstenes, Pitágoras e outros filósofos jônicos, eleáticos, atomistas buscavam o elemento primordial; e, todos, fizeram seus ensaios quanto a esse elemento, no entanto ninguém reescreve suas obras para mudar esses pontos. Sócrates, Platão, Pitágoras e outros não tiveram suas obras originais revisadas. De pintores famosos do renascimento, tivemos quadros inacabados, mas que ninguém, depois deles, se propôs a acabá-los. Em que pesem os "erros" conceituais nas obras de Newton, Galileu, Copérnico, Keppler, Falópio, Descartes, Kant, Nitch, Hegel; nenhum deles teve suas obras alteradas... Outras as atualizaram sem, com isso, precisar reescrevê-las. 

Os evangelhos... quantos exegetas e hermeneutas, além de historiadores, apontaram "falhas" de estrutura ou construção historiográfica? Continuam, os evangelhos, intactos, servindo-nos de fonte inesgotável de bons ensinos. Apóstolos, dentre eles Saulo Paulo de Tarso, escreveram suas epístolas, suas orientações, trazendo alguns pontos que os evangelhos não abordaram, mas não se propuseram a contraditar nada do que já estava escrito. No Atos dos Apóstulos há os ágrafos, que são passagens sobre Jesus, que não se encontram nos evangelhos. Os escritores da fértil época do cristianismo nascente, dentre eles Orígenes, Atanásio, Antão, Agostinho e Crisóstemo deixaram bons escritos, bases interessantes para a exegese bíblica e, depois deles, mesmo os reformadores (aqui incluo todos os pensadores, quer protestantes ou não) não reescreveram suas obras, apenas deram seguimento ao conteúdo sem, com isso, fazerem ilações quanto a estarem certas ou erradas, atualizadas ou não. 

Assim, não vejo o porquê de tanta celeuma. Deixemos a obra kardeciana intacta, da forma que foi escrita, sem notas de rodapé ou reedições "revistas e atualizadas". (Fizeram isso, ou seja, atualizaram e revisaram a tradução bíblica de João Ferreira de Almeida e, com isso, acabaram com a profundidade semântica do texto). Que novos conhecimentos sejam trazidos a lume; que novas obras, bem fundamentadas no conhecimento científico-filosófico, surjam; que congressos e mais congressos apresentem experimentos científicos, mas que tudo isso seja publicado como obra nova, tal qual tivemos a obra de André Luiz, que nos descortinou o mundo espiritual sem, com isso, "alterar" nada nas obras kardecianas. 

Talvez seja vaidade intelectual naqueles que se sentem "ridicularizados" com as questões contidas nos livros kardecianos e que hoje não se coadunam com os novos conhecimentos científicos. Isso não diminui, não enfraquece, não ridiculariza a obra primeira, pelo contrário, dá-nos a oportunidade de mostrar que não há cristalização no pensamento espírita, pois obras novas, sérias, se inserem no conjunto espiritista, sem que, com isso, desrespeitem a originalidade das obras primeiras, kardecianas. 

A base é o ensino trazido a Kardec e por Kardec. Os subsídios ou "complementos" serão frutos de novas e reais descobertas. Não há porquê mudar nada na obra kardeciana. Aprendamos mais com as obras novas que se mostrarem fundamentadas na boa lógica e nas reais descobertas científicas.

  

 

Um fraternal abraço do amigo em Cristo

Simão Pedro

 

SIMÃO PEDRO DE LIMA – Professor universitário, historiador e contabilista, com Mestrado em Educação Superior e três Especializações em Administração (na área de Gestão Empresarial), História Moderna e Economia Contemporânea. Atualmente, é membro da “Sociedade Espírita Casa do Caminho” em Patrocínio (MG), onde exerce as atividades administrativas e doutrinárias e membro do Conselho Regional Espírita do Alto Paranaíba - MG, onde auxilia na área de assuntos da mediunidade.

 

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Respostas a este tópico

Bom dia, caro amigo Simão Pedro.
Muito oportuna a sua colocação, pois num mês espírita, aqui em Saquarema - onde há 7 casas Espíritas - houve um palestrante que comentou que a obra Kardeciana estava desatualizada. Especialmente o Capítulo VI da Gênese de Kardec, dentre outros assuntos da obra... Sendo assim, quem não se instruir, acabará se influenciando em opiniões e interpretações isoladas e pessoais! Espero que seu artigo seja publicado e veiculado explicitamente. Aproveitarei a aportunidade para ler com os colaboradores em nossa casa (CEFA - Centro Espírita Francisco de Assis - Saquarema) Um grande abraço e muita paz!
Aliás, esse texto é para ser estudado e, não só lido! ;)

Eu creio que sim.

Em sendo a codificação a obra básica do espiritismo acho que ela deve ser mantida atualizada segundo o avanço da ciência

Um exemplo disto é o que Kardec chama de fluidos. Hoje o termo correto é energia.

Muita gente leva ao pé da letra o que lê é é muito comum leitores acharem que fluido e energia são coisas diferentes.

Se a codificação é uma obra básica do espiritismo ela deve ser mantida atualizada.

Esta atualização porem não deve apagar o texto original.

No caso de fluidos é suficiente colocar o termo energia entre parenteses.

Já para outras atualizações mais profundas deve ser mantido o texto original em seguida deve vir a alteração.

Os motivos da mudança deve vir como nota no rodapé.

Está atualização tambem não pode e não deve ser obra individual e sim coletiva.

Se isto não for observado teremos um monte de codificações diferentes o que gerará vários espiritismos..

Este trabalho deve ser coordenado pela FEB e ter verão unica.

Ela poderá contar, inclusive. com apoio de espiritos da mesma forma que Kardec o fez.

sds

Paulo Artur Gonçalves

Engenheiro

.

Não há necessidade de alteraçao, pois Kardec não necessita de complementos, caso contrário não teria sido ele, o codificador.

Parabéns! O seu pensamento coincide com o que penso a esse respeito. Vou salvar esse texto e divulgá-lo o mais que eu puder. Muito bem elaborado!



vera lucia da silva disse:

Parabéns! O seu pensamento coincide com o que penso a esse respeito. Vou salvar esse texto e divulgá-lo o mais que eu puder. Muito bem elaborado!

SABE QUE LENDO ESTE TÓPICO FICO PENSANDO COMO O SER CHAMADO HUMANO É REALMENTE HIPOCRITA, ONDE QUE ESTAMOS NO ENTENDIMENTO DAQUILO QUE JA FOI ESCRITO INUMERAS VEZES NA BIBLIA, NAS OBRAS DE KARDEC, NOS LIVROS DE CHICO XAVIER NAS PALETRAS DIVERSAS DE DIVERSOS SERES QUE DE TEMPOS EM TEMPOS DEUS ILUMINA PARA NOS MOSTRAR O CAMINHO E COMO VERDADEIROS SERES DESATUALIZADOS QUE SOMOS POIS NÃO CONSEGUIMOS AINDA DECIFRAR A PRIMEIRA LINHA DO QUE A MUITO NOS FOI PASSADO "AMAI VOS UNS AOS OUTROS", QUANDO CONSEGUIRMOS ABRIR A BIBLIA, AS OBRAS DE KARDEC OS LIVROS DE CHICO XAVIER E NOS ATUALIZAR AI SIM ESTAS OBRAS ESTARÃO DESATUALIZADAS, NO MOMENTO SOMOS MUITO IGNORANTES DOS CONHECIMENTOS QUE TODAS AS ESCRITURAS NOS REVELA PORQUE NOS MESMOS AINDA NÃO NOS REVELAMOS.SO PODEMOS CORRIGIR AQUILO QUE NOS DE FATO É ENTENDIDO, O QUE ESTA LONGE DE OCORRER.PRECISAMOS LER, RELER E TORNAR A LER DIVERSAS VEZES TODOS OS LIVROS, TODAS AS OBRAS PARA EVOLUIRMOS E QUEM SABE TERMOS A REAL CONDIÇÃO DE DIZER O QUE REALMENTE ESTA ATUALIZADO E DESATUALIZADO OU QUEM ESTA ATUALIZADO DE FATO????PARABENS AO SR. SIMÃO PELA COLOCAÇÃO E PELO ARTIGO.

Concordo com o pensamento do amigo Simão Pedro de Lima. Não vejo o porque alterar as obras da codificação, sendo que são as nossas bases.

  Concordo com você, merece divulgação para o bem da Doutrina, nossa querida Doutrina necessita de divulgação não alteração.

vera lucia da silva disse:

Parabéns! O seu pensamento coincide com o que penso a esse respeito. Vou salvar esse texto e divulgá-lo o mais que eu puder. Muito bem elaborado!

                 Parabéns ao amigo Simão Pedro, está efetuando uma significativa contribuição à nossa querida Doutrina.                                  Concordo com você, merece divulgação para o bem da Doutrina, ela necessita de divulgação não alteração.

Boa tarde Simão Pedro.

Concordo plenamente com você, refazer quaquer coisa, seria como mexer na estrutura solida de uma casa sem necessidade alguma.

Penso que se forem feitas atualizações, logo teremos muitas interpretações do que os espíritos quiseram nos ensinar através de Kardec... Nós espíritas temos o privilégio de a codificação ter sido idealizada, trabalhada e escrita por Kardec com auxilio da espiritualidade... A bíblia, por exemplo, não fora escrita por Cristo e sim pelo homem, por isso, temos inúmeras interpretações gerando grandes diferenças (bíblia católica e bíblia protestante) cada um colocou o que melhor se adequava a sua filosofia. Creio que, se for à vontade de Deus e estivermos preparados para as novidades, possa-se escrever uma nova obra, porém a de Kardec, no meu entender, deverá permanecer intacta.

Amigos.

Vejo aí um tema polêmico. Por um lado existe muito ainda a aprender com as obras de Kardec, muitos estão começando e aprendendo como quando nós também começamos, e tivemos  melhor fonte de aprendizado.

E, por outro lado, não esqueçamos que tudo evolui, e deve evoluir.

Não creio na necessidade de alterações no que já existe mas, talvez por eu trabalhar com tecnologia, alguma forma de atualização ou de nos mostrar novos conhecimentos seria interessante.

Mas e aí, estamos preparados ?  A hora é essa ?

 

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