Pergunta: Um dia, em nosso círculo de estudos filosóficos, falávamos sobre o perdão, quando veio a pergunta: Se Deus é um ser perfeito, superior a tudo e possui a onisciência, por que pedimos perdão à Ele ? E aí veio uma série de aprofundamentos, foi até citado que no Pai-Nosso tem a frase: "Perdoa as nossas ofensas ...", entre tantas outras posições. Por favor, mande-me um comentário sobre esse assunto. 


Resposta: 

Prezado amigo, salvo melhor juízo, exponho o seguinte:

O perdão é uma atitude advinda de uma ofensa. Para oferecê-lo é preciso que a pessoa, primeiramente, se sinta ofendida. O perdão, no nosso meio de seres não evoluídos, que nos "permitimos" ser ofendidos, é, de certa forma, uma virtude. Quando uso a expressão “de certa forma”, é porque se fôssemos seres evoluídos não nos sentiríamos ofendidos por ninguém, pois compreenderíamos as atitudes das pessoas e, portanto, não haveria necessidade de perdoar. 

Como ainda não desenvolvemos a perfeição, sentimo-nos ofendidos (muitas vezes com atitudes pequenas de outras pessoas) e, depois de muito refletir, tentamos desenvolver essa “virtude”, qual seja, o perdão. Para o ato do perdão é necessário que se tenha a compreensão da outra pessoa a partir de nós mesmos, ou seja, que tal qual a nós mesmos, todas as pessoas podem cometer erros.

Considerando que a Lei de Deus está escrita em nossa consciência, quando sentimos que a transgredimos ficamos com um "drama" existencial e externamos esse drama no pedido de perdão a Deus. Entretanto, o que na verdade fazemos é pedir perdão a nós mesmos [à nossa consciência]. Por isso pedimos perdão a Deus, pois pela consciência do erro buscamos a compreensão [de Deus] a partir de nós mesmos. 

Ao pedirmos perdão a Deus estamos fazendo um exercício de humildade, reconhecendo o erro cometido e abrindo um espaço para o equilíbrio de consciência. Temos necessidade de nos sentirmos perdoados e por ainda tratamos a consciência como algo abstrato, focamos, então, o pedido de perdão em Deus. Essa necessidade individual e pessoal de se sentir perdoado nos leva a ter para com os outros a atitude de perdoar, para conferir-lhes a sensação da reparação das faltas e de abrir-lhes novas oportunidades. 

Você cita na sua pergunta a oração do “Pai Nosso”. Nessa oração, que nos foi ensinada pelo Cristo de Deus, o pedido de perdão a Deus está condicionado ao perdão que oferecermos aos outros ["perdoai as nossas ofensas (dívidas), assim como perdoamos aos nossos ofensores (devedores)"]. Isso não significa que será Deus a nos dar ou não o perdão, mas que nós mesmos nos sentiremos perdoados [em nossa consciência] se conseguirmos oferecer aos outros o mesmo perdão que buscamos. É tão significativo esse aspecto, que Jesus, conforme grafado no evangelho de Mateus, quando termina de expor o Pai Nosso, chama a atenção dos ouvintes para o perdão dizendo: "pois se não perdoardes ao vosso semelhante, vosso Pai que está nos céus também não vos perdoará" 

Essa frase não deve ser entendida de forma literal, mas sim de maneira figurada. Deus, por ser soberanamente justo e bom, por saber de nossas potencialidades e, por conseguinte, de nossas ações (já que Ele é onisciente), não se ofenderia conosco. Seria um contra-senso, então, Deus ter que oferecer o perdão, uma vez que Ele é inatingível. Vale lembrar que o perdão é fruto de uma ofensa e somente se ofende aquele que ainda guarda imperfeições. Deus é perfeito, portanto não pode se sentir ofendido. 

Considerando que a Lei de Deus deve estar escrita em nossa consciência, é aí (na consciência) que buscaremos o perdão de Deus. De que forma? Arrependendo do ato praticado e reparando-o, se necessário e possível, junto à própria pessoa a quem ofendemos. 

Assim sendo, o sentido da frase é: se não perdoarmos aos nossos semelhantes não teremos paz interior, uma vez que a nossa consciência apontará as nossas próprias faltas, para quais também buscamos, na verdade, o perdão. 

Como conseguir o perdão para as nossas faltas se não estamos dispostos a dá-lo a outrem quando de suas faltas? Vale lembrar a passagem da “mulher adúkltera” contida no evangelho de João. Como Jesus conseguiu que as pessoas a deixassem em paz? Concitando-as a se olharem. Disse Jesus: “aquele que estiver sem pecados que atire a primeira pedra”. Como acusar alguém se trazemos em nós, de certa forma, os mesmos erros? Como sentirmo-nos perdoados se não perdoamos aos outros? Essa é a questão primordial.

Bem escreveu o poeta Gibran Kalill Gibra: “o perdão é o perfume que as flores soltam quando são pisadas”. 

Um carinhoso e fraternal abraço
Simão Pedro


SIMÃO PEDRO DE LIMA – Professor universitário, historiador e contabilista, com Mestrado em Educação Superior e três Especializações em Administração (na área de Gestão Empresarial), História Moderna e Economia Contemporânea. Atualmente, é membro da “Sociedade Espírita Casa do Caminho” em Patrocínio (MG), onde exerce as atividades administrativas e doutrinárias e membro do Conselho Regional Espírita do Alto Paranaíba - MG, onde auxilia na área de assuntos da mediunidade.

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Respostas a este tópico

Sem o perdão não há como caminhar.Mas sem amor não há luz

Mostramos nossa capacidade de amar, pela nossa capacidade de perdoar.Abraço

"Deus não castiga e nem perdoa". Muito bom esse tópico, muito esclarecedor. Parabéns e Obrigada.☼

....caro simão, quero aqui registrar o meu agradecimento por suas palavras esclarecedoras!

um grande abraço

Prezado Sião Pedro, suas considerações sobre pedir perdão a Deus foram oportunas e muito esclarecedoras. Realmente, o perdão que pedimos é para nós mesmos. Pois não podemos ter a pretenção de ofender a Deus. Jamais, por mais errados que estivermos, conseguiremos ofender a Deus. Parabéns por tão lúcidas colocações sobre este assunto que sempre me intrigou.

José Aparecido,

Obrigada pelos ensinamentos.

Simão Pedro,

Maravilhosa a sua colocação sobre o tema. Obrigada.

Eu sempre ouvi: "A maior doença é a consciência de cada um." - "A dor que mais incomoda é a Dor da Consciência."

Enfim - Primeiro - Perdoar-me a mim mesma. Segundo - Pedir perdão a quem ofendi. - Terceiro - Contentar-se com o resultado.

Deus? Deus perdoa sempre. Posso ou não ser liberta de todas minhas dívidas, caso seja da vontade dELE. Caso não seja pagarei da forma que ELE escolher até o último ceitil.

Será que estou realmente certa? É assim que depuramos nosso Espírito?

Boa noite,como e gratificante ter em nossa vida tão belo ensinamento,que faz nos refletir a verdadeira caridade e perdoar os nossos semelhante por que e um ensinamento dento da doutrina que e uma verdadeira caridade.Um abraço fraterno.

Perdão e se libertar, viver plenamente a Doutrina Espirita.
Parabéns, pelo texto.


Carlos Rodrigues disse:

Acredito que nosso pedido de perdão a Deus é um movimento inconsciente de nossa parte, quando realizado com sinceridade. Caso contrário, não passa de mera patomima. No entanto, quando não somos conscientes do porque e das razões que nos levam a pedir perdão a Deus, com certeza, tal pedido nasce das profundezas do inconsciente.

Explico-me!

Na verdade, nosso pedido de perdão deveria ser dirigido a quem ofendemos e não a Deus. Entretanto, quando pedimos perdão a Deus, na verdade, estamos solicitando a este Pai ser - para conosco - misericordioso e clemente, ou seja, para com as nossas faltas. Em outras palavras, estamos pedindo a Deus ter compreensão e compaixão para com as nossas dificuldades e inferioridade. Isto é, rogamos a Deus ter Tolerância conosco! Porém, como rogar Tolerância Divina (ao Pai de todos nós) se não temos tolerância, compaixão, misericórdia e etc's para com os nossos irmãos?

Emmanuel, tem uma linda página falando sobre isto! Esta se encontra no livro Alma e Luz, cap. 18 - Tolerância Divina, onde, comentando a passagem da crucificação em que Jesus roga a Deus perdão por nós, ele diz entre outras coisas: "Num momento, qual o do Calvário, em que a dor se lhe impunha ao Espírito Divino, Jesus roga o perdão de Deus para as criaturas, mas não esquece de assinalar o porquê de Sua solicitação. Seu motivo profundo era o da ignorância em que os homens se mergulhavam. O Mestre compreendia que não se deve invocar a tolerância de Deus sem razão justa, como
nunca se abusa de um Pai abnegado e carinhoso."

Fraternalmente,

Carlos Rodrigues

Gostaria de agradecer a Ângela Carneiro Cunha por me dar uma oportunidade de revisar o que escrevi anteriormente. O texto que publiquei, naquela época, não transmitiu corretamente meus pensamentos além de ter ficado confuso, então, aproveitando o momento, publico agora uma revisão do mesmo. 

Acredito que, uma dentre tantas razões, de nossos pedidos de perdão a Deus é um movimento, inconsciente de nossa parte, no qual buscamos nos sentir bem  e justificados conosco mesmos. É certo que Deus não perdoa e nem pune, pois Ele não tem "necessidade" de nenhum e nem outro dos casos, uma vez que Ele não se sente ofendido e nem se ofende, conforme o texto bem se expressa. No entanto, existem Leis, criadas e impostas por Ele, regulando o crescimento e etc dos seres ou espíritos, enfim, de toda a criação.

Entendo que, outra das razões, de nossos pedidos de perdão pode ser um movimento de reconhecimento do erro praticado. E sentir necessidade de ser perdoado é uma forma de apaziguar os clamores da nossa consciência e, também, um movimento impulsionado por nossas culpas e remorsos.

Porém, em quaisquer casos, o movimento de perdoar ou de pedir perdão, deve ser originado nas linhas da sinceridade e da honestidade. Senão, não passará de patomima ou mera hipocrisia!

Pedir perdão a Deus, quando sincero, é um reconhecimento de nossa parte que acima de nós existem Leis Soberanas e Justas que governam as nossas vidas. E esse pedido de perdão é o reconhecimento de que erramos e ferimos essas Leis. E o nosso pedido de perdão é uma rogativa (pedido) de, nova oportunidade para, podermos reparar nossos erros. Como tudo isto pode se passar sem uma maior conscientização de nossa parte... Daí eu dizer ser este um movimento inconsciente!

Diante do explicado acima, a frase de Jesus: "pois se não perdoardes ao vosso semelhante, vosso Pai que está nos céus também não vos perdoará", igualmente, pode ser entendido ou interpretado que: Se não perdoamos, caímos ou ficamos expostos ou sujeitos à ação da Lei de Causa e Efeito. Se perdoamos, movimentamos as linhas da Misericórdia Divina e, assim, teremos a oportunidade de podermos refazer os nossos passos nas linhas do Amor, onde, sabemos, "cobre uma multidão de pecados".

Resumindo: Se perdoamos a falta ou o gravame recebido, a Misericórdia atuará em nosso benefício. Entretanto, se recalcitramos na busca da vingança, não perdoando, a Lei nos convocará ao preciso ajuste ou à responsabilidade das consequências.

Emmanuel, tem uma linda página falando sobre isto! Esta se encontra no livro Alma e Luz, cap. 18 - Tolerância Divina, onde, comentando a passagem da crucificação em que Jesus roga a Deus perdão por nós, ele diz entre outras coisas:"Num momento, qual o do Calvário, em que a dor se lhe impunha ao Espírito Divino, Jesus roga o perdão de Deus para as criaturas, mas não esquece de assinalar o porquê de Sua solicitação. Seu motivo profundo era o da ignorância em que os homens se mergulhavam. O Mestre compreendia que não se deve invocar a tolerância de Deus sem razão justa, como nunca se abusa de um Pai abnegado e carinhoso."

Na verdade, o pedido de Jesus foi para que as linhas da Misericórdia fossem postas em ação por nós, através do amparo, do auxílio e etc, devido ao extremo de nossa ignorância de crianças em crescimento, ainda bastante obnubilados em nossos potenciais superiores.

Fraternalmente,

Carlos Rodrigues

Novamente, tenho de perguntar: se pedimos perdão a Deus é pq doutrina e religiões no dizem q devemos fazer isso se cometemos maldades e receamos que as consequências de cometê-las poderão ser desesperadoras, como as vemos no mundo. Mas, se temos liberdade de escolher não cometê-las e, consequentemente, não ficaríamos com medo das consequências q da Lei nos viriam se as cometêssemos, pq as cometemos? Onde está o livre-arbítrio? 

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