FACULDADE DE FILOSOFIA ESPÍRITA

Quanto ao aspecto evolutivo da Doutrina Espírita, acho que o que está fazendo falta é a FACULDADE DE FILOSOFIA ESPÍRITA, que trará:

  • Uniformidade na divulgação da doutrina.

  • Menos palestrantes despreparados.

  • Menos divisões internas.

  • Um critério cientifico de progresso dos livros de Kardec através de teses de Mestrado e Doutorado.

  • Um ambiente fechado para debater novos progressos, antes de vir a público.

  • Diminui as relações pessoais e torna mais logico e cientifico a escolha de ideia ou palestrante.

  • Hoje há muitos argumentos baseados apenas na autoridade de determinado médium ou espirito.



Assim após um curso regular, reconhecido pelo MEC, de 5 anos, onde o aluno toma contato com todas as Doutrinas Filosóficas fará:

  • 3 anos de pós graduação

  • 3 anos de Mestrado

  • 3 anos de Doutorado. ( nesta fase é que está apto a agregar novos descobrimentos numa especialidade que escolheu, porem muitos deixam isto para o pós-doutorado, até aqui apenas reproduzem o que já foi descoberto)



Hoje, na Ciência, somente após  estes 11 anos de especialização, geralmente de tempo integral, é que o pesquisador tem condições de de agregar novos conhecimentos sobre uma área, muito especifica, e geralmente não o faz sozinho sempre é acompanhado por uma equipe multidisciplinar. A maioria apenas repete experiencias já feitas para agregar uma novidade no pós-doutorado.

Nós espiritas nos ufanamos de repetir :

"É preferível rejeitar dez verdades que aceitar uma mentira."

Porém, a Ciência é muito mais restritiva. Caso você apresente, nestes 11 anos de dedicação integral, uma única frase ou formula, na sua monografia, que não está em acordo com o edifício teórico experimental , você será reprovado e não terá condições de agregar uma inovação.

Um médico que cursar a faculdade de filosofia espírita poderá defender tese sobre questões de fronteira a nível de mestrado dentro apenas de sua especialidade como:

  • Engenharia Genética e o espírito.

  • Pacientes em coma.

  • Doenças e Carma.

  • Transplante



Mario Fontes

Reconhece-se o verdadeiro Espírita
pela sua transformação moral,
e pelos esforços que faz para
domar suas más inclinações.
 
(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

  • A Faculdade de Medicina não faz o bom profissional de Medicina.

  • A Faculdade de Engenharia não faz o verdadeiro bom Engenheiro.

  • A Faculdade de Direito não faz o bom profissional de Direito.

  • A roupa, melhor, o hábito não faz o monge.

Analogamente:

A Faculdade de Filosofia Espírita não fará o verdadeiro Espírita.

Muitos, diria cerca de 80% optam por uma faculdade ou profissão por diferentes razões:

  • Os pais ou outro familiar queriam e influenciaram.

  • Ouviu dizer que era facil arrumar emprego nesta area, e que pagavam bem.

  • É o curso da moda e dá Status, sendo facil impressionar o sexo oposto.

  • Resolver algum problema pessoal.

  • Não conseguiu arrumar nada melhor e não aguentava mais fazer cursinho.

  • Curiosidade ( uma vez satisfeita abandonam).

  • O Brasil se sobressaiu no setor e tem mais chances.

Conheço muitos médicos, advogados e engenheiros que se tornaram empresarios da alimentação ou se tornaram políticos e ganham muita mais desta forma, e não conseguem mais retornar a sua profissão que se formaram.

Afirmo que após 30 anos de formado, pouquissimos dos meus colegas continuam trabalhando na area, por diversos motivos, sem contudo terem deixado de serem influenciados para sempre, pela sua titulação de Engenharia, no seu modo de pensar e agir.

Assim vale mesmo vale a pena a Faculdade de Filosofia Espírita, pelas mesmas razões que valem para qualquer outra Faculdade.

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    MARIO FONTES

    Reconheçamos qual a porcentagem destes elementos estão em nosso lado obscuro da alma e após entende-lo aprendamos a dominar.
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    MARIO FONTES

    Um certo país, ignorante elegeu um psicopata, que faz apologia às armas como Presidente.
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    MARIO FONTES

    https://psi-encyclopedia.spr.ac.uk/

    Sobre a Psi Research "Psi" (a letra grega ") é o termo coletivo moderno para as funções psíquicas da telepatia, clarividência, precognição e psicocinese. Os fenômenos psi foram estudados por bolsistas da Royal Society, entre outros, no final do século XVII, e foram observados no final do século XVIII em relação à hipnose. Na segunda metade do século XIX, cientistas como Robert Hare, William Crookes e Johann Zöllner começaram a descobrir mais evidências em seus experimentos com médiuns de sessão espírita. O estudo sistemático começou em 1882 com a fundação em Londres da Society for Psychical Research, que, além de investigar as reivindicações dos médiuns espirituais, realizou pesquisas de fenômenos "espontâneos" - experiências de conexões telepáticas, fantasmas, aparições e poltergeists, sonhos precognitivos e afins - e conduziu os primeiros experimentos formais.  A partir da década de 1930, o foco passou para a experimentação baseada em estatísticas, pioneira em Joseph Banks Rhine na Universidade Duke, nos EUA. A Sociedade de Pesquisa Psíquica, a Associação Parapsicológica e outras organizações de capital privado continuam a investigar alegações psíquicas e a realizar experimentos, publicando os resultados em suas revistas revisadas por pares. Sobre a Enciclopédia Psi  Atualmente, existe uma vasta literatura de pesquisa que valida a existência de psi como um aspecto anômalo, fugaz e pouco compreendido da experiência humana. Os pesquisadores da Psi acreditam que isso já foi demonstrado muitas vezes e em uma variedade de contextos. Mas isso permanece controverso, pois o psi parece contradizer princípios científicos há muito aceitos. Em particular, acumular evidências de vínculos entre a experiência mental e as funções biológicas do cérebro leva muitos a acreditar que o cérebro é a única fonte de consciência. Sabe-se que alguns cientistas simpatizam com experimentalistas psi, que usam métodos estatísticos bem estabelecidos e metodologia robusta: a possibilidade de experiência psíquica foi seriamente considerada por um número impressionante de ganhadores de prêmios Nobel e outras pessoas entusiasmadas. No entanto, uma minoria vocal de céticos - freqüentemente ativos em organizações céticas - faz campanha em livros, artigos e na mídia contra a pesquisa psi, menosprezando-a como 'pseudociência' e contestando suas conclusões.  Nos últimos anos, esse conflito se espalhou para a Internet, notadamente a enciclopédia livre Wikipedia, onde editores hostis à "ciência periférica" ​​costumam editar artigos sobre pesquisa psi para fazê-los se adaptar à sua visão. Como resultado, os artigos que foram originalmente escritos por especialistas com conhecimento tornaram-se adulterados com afirmações e afirmações enganosas.

    A Enciclopédia Psi está sendo criada pela Society for Psychical Research, financiada por um legado, para fornecer uma visão mais informativa da pesquisa psi (também conhecida como 'pesquisa psíquica' e 'parapsicologia'), que reflete as descobertas de pesquisadores e pesquisadores. investigadores. O projeto começou em 2014 e em janeiro de 2019 ofereceu quase 300 inscrições, totalizando 1,2 milhão de palavras, escritas por mais de 50 autores e especialistas. Os leitores devem ter em mente que este é um trabalho em andamento, um projeto plurianual que verá inúmeras adições, alterações e melhorias em McLuhan (robertmcluhan@gmail.com).