Análise sobre os "caboclos" e "pretos velhos" a luz da Doutrina Espírita

A Doutrina Espírita vem se consolidando no mundo por submeter as suas afirmativas ao crivo da razão, em todas as épocas da humanidade. Analisa cada questão de forma racional, deixando de lado os preconceitos e atavismos.

Em se tratando de espíritos que se denominam “caboclos” e “pretos velhos”, podem ser espíritos que queiram, verdadeiramente, ajudar, mas são limitados em seus conhecimentos e ainda muito presos as coisas materiais. Não conseguem se libertar dessas nomenclaturas (que em muitos momentos são incentivadas por nós), e que são verdadeiros atavismos. Afinal de contas, ninguém é “Preto Velho” nem “caboclo”; somos todos espíritos que tivemos várias experiências terrenas, ora como negros (e dependendo da época da reencarnação, fomos escravos), ora como asiáticos (amarelo), ora como índios (vermelho) e ora como brancos. Mas quando desencarnamos somos todos espíritos incolores, obviamente adotando, na maioria das vezes, as características da última encarnação.  

Analisemos o seguinte: Se nós, que temos a dádiva de conhecermos os postulados espíritas, continuarmos a estimular o termo “preto velho”, estaremos contribuindo para a cristalização de um momento em que eles (desenvolveram a humildade, é verdade), mas foram escravizados e subjugados pelos senhores de escravos. Ao se apresentar como “preto velho”, o espírito estará imantado a uma época de grande sofrimento e subjugação, que nós temos o dever moral de desmistificar. Possibilitando assim, a sua libertação como espírito imortal. Se não agirmos dessa maneira estaremos, verdadeiramente, discriminando os nossos irmãos por não possibilitar a sua libertação em curto prazo.

Divaldo Franco afirma: Se essas expressões fossem uma regra no plano espiritual, Bezerra de Menezes passaria a se chamar de “branco velho”; um espírito que na última encarnação fosse japonês se chamaria “amarelo velho”, um índio se chamaria “vermelho velho”, e assim por diante. Tais recursos apenas denotam o nível de ignorância de tais espíritos, que ainda procuram recorrer a essas formas e identidades para chamar a atenção daqueles que acreditam, e assim alcançarem objetivos diversos, mesmo que seja para o bem.

É comum nas reuniões mediúnicas a presença desses irmãos espirituais; e a Doutrina Espírita não é contra, pelo contrário, estimula e está aberta para esclarecer. A maioria desses irmãos respeita o ambiente, pois pressente que o ambiente é diferente das atividades desenvolvidas nas casas de Umbanda, por exemplo, onde são permitidas algumas práticas como: ingerir cachaça (marafo), fumar charuto, dançar, cantar e outras oferendas de ordem material. Cabe a nós, que temos o esclarecimento da Doutrina consoladora, orientar esses irmãos no sentido de tirar esse atavismo do seu campo mental, como por exemplo: O dialogador poderá se dirigir ao irmão da seguinte maneira – “Meu irmão, você não é “preto velho”, você pode ter sido da raça negra na última encarnação (na condição de escravo) para exercitar a humildade. Agora você é um espírito imortal que não tem cor específica, é só você lembrar-se das outras encarnações. Se desejar, você pode utilizar o nome da última encarnação e dizer, se for importante para você, que foi um escravo na última existência. O que não deve é você ficar imantado “permanentemente” na condição de “preto velho”, porque você teve e terá outras experiências diferenciatórias como espírito imortal que é.”

Segundo Maria das Graças Cabral, se um espírito se apresenta na reunião mediúnica espírita identificando-se como: - “sou um Preto Velho”, ou ainda, “sou um caboclo”, obviamente, que se buscará saber quem ele é realmente, para que se possa analisar a sua problemática. Não se deve jamais fomentar a “fantasia” de individualidades que se apresentam como figuras folclóricas e/ou mitológicas.

Portanto, o Espiritismo não exclui o atendimento a espíritos de negros, índios ou pobres. Muito pelo contrário, acolhe e respeita a todos. Não obstante, sendo uma Doutrina filosófica e moral, não acolhe superstições e crendices. Na realidade, a Doutrina Espírita busca esclarecer e educar o Espírito humano, conduzindo-o para sua emancipação espiritual.

Divaldo Franco nos orienta no sentido de colaborarmos com esses irmãos, informando-os que eles não são mais escravos, eles estavam escravos na última encarnação, mas agora eles são espíritos imortais que não precisam se denominar de “pretos velhos”, pois podem adotar qualquer nome que tiveram em reencarnações transatas. Acontece que muito de nós, continua Divaldo, queremos ter serviçais no plano espiritual para resolver todos os nossos problemas do plano físico, ou seja, o trabalho “pesado”, o terra a terra, o “lixo espiritual”. Se é que tem lixo no plano espiritual!

Muitos irmãos afirmam que existe preconceito no movimento espírita, pelo fato da não aceitação, nas reuniões mediúnicas, de determinadas posturas que alguns desses espíritos, por ignorância, querem adotar. Acontece que a Doutrina Espírita é a doutrina da razão e da não aceitação de qualquer forma ou práticas materiais. Somos solidários com suas manifestações nas reuniões, mas em caráter de respeito ao ambiente. Aproveitemos esse momento para ajudarmos os nossos irmãos a se libertarem desses atavismos.

Significado das palavras: Atavismo - Reaparição, em um descendente, de certos caracteres vindos de um antepassado, e que não se haviam manifestado nas gerações intermediárias. Hereditariedade; Cristalização - Ação de cristalizar, ou de cristalizar-se. Ação de concentrar-se, de fixar-se em torno de um sentimento, de uma ideia, de um assunto etc. A cristalização da atenção; Desmistificar - Desfazer uma mistificação, denunciar um erro; Imantar - Comunicar a um corpo a propriedade do ímã; atrair, magnetizar; Transato - Que já passou; antecedente, pretérito.

 

Referencias: Entrevista com Divaldo Pereira Franco (vídeo); Livro dos Espíritos – Allan Kardec; BLOG - Um olhar Espírita – Mª das Graças Cabral.

Texto: Jurandir Albuquerque - ABENT – Associação Beneficente Espírita Novo Tempo.

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Tags: caboclos, pretos, velhos

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Comentário de Wilson Moreno em 28 fevereiro 2014 às 15:25

Vejamos uma observação muito importante de Raul Teixeira sobre essa questão.

 

Nós espíritas pensamos o seguinte: ESPÍRITOS QUE PEDEM CHARUTO, BEBIDAS ALCOÓLICAS, COMIDA, SANGUE DE UM IRMÃO INFERIOR (ANIMAL) OU MESMO HUMANO, QUE PARTICIPAM DE TRABALHOS DE VINGANÇA OU OUTRA MALDADE QUALQUER, PRECISAM DE ESCLARECIMENTO CRISTÃO. ELES AINDA ESTÃO APEGADOS À COISAS MATERIAIS E SENTIMENTOS INFERIORES. Seria incoerente falarmos de Jesus e nos propor fazer maldade seja lá a quem for. Como podemos pedir ajuda a quem precisa de ajuda? Se Espíritos resolvessem problemas, Chico Xavier, que foi muito mais merecedor que muitos de nós, não teria sofrido com doenças e problemas. Já que vivia em contato direto com eles. Então, sigamos o conselho do apóstolo Paulo:"Não creiais em todos os espíritos, mas examinai se eles são de Deus." (João 4:1). Paulo sabia que todos os Espíritos são de Deus, mas o propósito de alguns não são divino. Por isso, precisamos ter cuidado para não nos confundirmos, não nos aliarmos, não incentivarmos, não nos comprometermos com a lei divina. O Espiritismo é uma doutrina sem sacerdotes, sem dogmas, sem rituais, não adota em suas reuniões e em suas práticas qualquer tipo de paramentos ou vestes especiais (as vestes brancas devem ser as que nos cobrem o espírito e o nosso perispírito); não utilizamos sal grosso, plantas, amuletos, etc. (porque o nosso coração é nosso escudo, quando nele mora o amor); não adotamos cálice com vinho ou bebidas alcoólica (os espíritas não devem alimentar o vício do álcool nem do fumo, porque precisamos estar lúcidos para apreciar a beleza da vida); não utilizamos incenso, mirra, velas (porque são coisas materiais e nós usamos a prece para nos sustentar o espírito); não temos altares, imagens, andores, procissões, pagamento pelos trabalhos espirituais, talismãs, sacrifício animal, santinhos, administração de indulgências, confecção de horóscopos, exercício da cartomancia, quiromancia, astrologia, numerologia, cromoterapia, pagamento de promessas, despachos, riscos de cruzes e pontos, não temos curas espirituais com cortes, orações milagrosas para resolver problemas sentimentais, financeiros, etc.

 

 

Vou realçar essa observação do Raul Teixeira.

Nós espíritas pensamos o seguinte: ESPÍRITOS QUE PEDEM CHARUTO, BEBIDAS ALCOÓLICAS, COMIDA, SANGUE DE UM IRMÃO INFERIOR (ANIMAL) OU MESMO HUMANO, QUE PARTICIPAM DE TRABALHOS DE VINGANÇA OU OUTRA MALDADE QUALQUER, PRECISAM DE ESCLARECIMENTO CRISTÃO. ELES AINDA ESTÃO APEGADOS À COISAS MATERIAIS E SENTIMENTOS INFERIORES.

 

Nessas observações do Raul Teixeira, vemos que somente espíritos materializados apegados as sensações matérias é que pedem essas coisas como, bebida, cigarros, charutos, despachos e sacrifícios de pobres animais.

Os espíritos de luz não necessitam de coisas matérias.

Isso é lógico e racional basta estudar o Espiritismo para ver essa Verdade.

 

Perguntamos.

Raul Teixeira esta errado ou certo nessa observação??????

Qual a sua resposta?????

 

Muitas entidades que trabalham nesses lugares estão muito materializadas e condicionadas a vida terrena, querem manter as sensações da matéria, querem beber, fumar e até transar.

Esses espíritos viciosos encostam o seu perispirito no perispirito do encarnado que esta bebendo, fumando ou transando e passam a sentir as mesmas coisas, é o chamado encosto.

 

Comentário de Wilson Moreno em 28 fevereiro 2014 às 15:22

Respostas sobre UMBANDA É CANDOMBLÉ dadas pelo médium mineiro CHICO XAVIER no programa Pinga Fogo de 1971

UMBANDA

Pergunta: Quem são os “pretos-velhos”, “exus” e “pombas-giras” que incorporam na Umbanda? Se são espíritos de luz, por que há necessidade de cigarro, cachaça e sons barulhentos?

Resposta: PARA ESPÍRITOS DE LUZ, OU SEJA, ESPÍRITOS SUPERIORES E PUROS, NÃO EXISTEM NECESSIDADES MATERIAIS. Os espíritos que trabalham nos terreiros, em sua grande maioria, são aqueles que ainda guardam grandes necessidades das sensações terrenas e por isso usam os médiuns para absorvelas; quando não têm, fazem-no através dos despachos. São, na classificação da Doutrina Espírita, chamados de espíritos mais simples. É claro que existem aqueles outros que, mesmo tendo condição moral mais elevada, manifestam-se nos terreiros de Umbanda, guardando os procedimentos ali adotados.


CANDOMBLÉ

Pergunta: Qual a diferença entre as entidades de luz da Doutrina Kardecista e os orixás do Candomblé, que são reverenciados em seus templos com bons pratos, roupas tradicionais e músicas? Isso não seria prendê-los ao materialismo?

Resposta: Primeiro; devemos esclarecer que a Doutrina não é Kardecista e sim dos Espíritos. Allan Kardec foi o codificador dessa Doutrina, ou seja, através de método científico, reuniu e compilou, com a ajuda de vários médiuns, as informações que hoje conhecemos editadas nos livros básicos da Doutrina Espírita.
Quanto à diferença entre “entidades de luz”, ou seja, espíritos de luz e os orixás do Candomblé; esta reside no fato de QUE OS ESPÍRITOS DE LUZ ENCONTRAM-SE EM ELEVADA CONDIÇÃO DE EVOLUÇÃO MORAL, ESTANDO, PORTANTO, LIVRES DAS SENSAÇÕES MATERIAIS.
SEM DÚVIDA QUE AS OFERENDAS QUE RECEBEM OS “ORIXÁS” OS PRENDEM À MATÉRIA.

Da Obra “Plantão De Respostas “ – Emmanuel E Francisco Cândido Xavier.

 

Emmanuel é bem claro, somente espíritos apegados as sensações matérias é que pedem cigarros, charutos, cachaça e despachos, ou seja, espíritos atrasados.

Perguntamos.

Emmanuel esta certo ou errado nessa questão??????

Os Espíritos de Luz ou os Espíritos Superiores e Elevados não possuem necessidades matérias, eles estão moralmente depurados.

Os Espíritos de Luz possuem sempre uma Linguagem pura, digna, elevada, nobre, lógica e sublime de moralidade e seus ensinamentos visam sempre a melhoria Moral e espiritual das pessoas.

Os Espíritos Elevados são Virtuosos em seus ensinamentos.

Eles pregam o Bem, a caridade, o amor, a elevação moral, a disciplina, a ordem, as virtudes.

Os espíritos inferiores, perturbadores e obsessores possuem sempre uma Linguagem moralmente pesada, grosseira, ímpia, agressiva, maliciosa, sem lógica e sem elevação moral.

E suas mensagens só tratam de assuntos matérias vulgares.

Os Espiritos de Luz jamais vão pedir coisas matérias, como velas, despachos, cachaça, charutos, farofa e sacrifícios de animais.

Somente espíritos apegados a matéria e aos vícios terrenos é que pedem tais absurdos.

 

Comentário de Edemir de Oliveira Marques em 3 junho 2013 às 20:09

Não podemos paralisar os esforços daqueles que vêm com o coração aberto para edificar a obra do Senhor simplesmente por causa do nome com o qual se apresenta. Isso seria privilegiar mais a forma do que o conteúdo. Alias, neste quesito, Kardec já nos informava para não se ater ao nome do comunicante e sim a sua mensagem. Se a mensagem é edificante, a entidade espiritual é de alta elevação. Dai, querer esclarecê-lo, me parece um pouco de presunção de nossa parte. Seria o mesmo que dizer aos espíritos do dr. Klaus, dr. Fritz, dr Bezerra de Menezes e tantos outros que precisam ser esclarecidos, uma vez que os títulos não se leva para a vida maior, logo, não são mais doutores. Alguém se aventuraria em esclarecer Dr. Bezerra de Menezes???

Comentário de FATIMA CRISTINA DUQUE ESTRADA BO em 26 maio 2013 às 18:46

Radicalizar é tudo que a Doutrina Espírita não precisa de seus adeptos. Compreendi bem o texto e sua finalidade, e concordo com a intenção, porém penso que não devemos generalizar e concordo com a explanação do amigo Daniel Degaspari. O tempo se incumbe de trazer no tempo certo as mudanças, que se ainda não ocorreram é porque ainda se tem a necessidade da existência dos mesmos. Lembro vagamente de algo que ocorre com algumas entidades responsáveis pelos trovões,...se me lembro bem acho que foi em um livro de Yvone Pereira do Amaral, da necessidade desses colaboradores...Enfim. devemos tomar muito cuidado pra não sermos radicais com nossos conceitos.

Comentário de Daniel Degaspari em 25 maio 2013 às 17:37

Com todo respeito ao autor do texto e aos amigos da Rede, acho que não devemos generalizar as figuras dos pretos velhos ou semelhantes à forma proposta no artigo. Conheço Casas em que espíritos se apresentam como pretos velhos com a única finalidade de auxiliar ao espírito necessitado. Em  Regiões geográficas que tiveram e exploração e desencarne de escravos de formas trágicas, a figura do preto velho no auxílio aos irmãos naquela época desencarnados e que por ali vagam, é mais útil do que a de um branco, a quem os escravos temiam e odiavam. Participo de trabalhos pautados pelos princípios Cristão/Kardecista e que tem o auxílio muito bem vindo e útil de prestos velhos. Ressalto: trabalhos pautados pelos princípios Cristão/Kardecista. Esses irmãos trabalham igual ou mais que os espíritos dos brancos (espírito tem cor?). Tenho conhecimento de espíritos de elevada evolução espiritual e intelectual que se passaram por pretos velhos nos trabalhos desenvolvidos. Não sejamos preconceituosos. Pratiquemos mais os ensinamentos do Mestre e menos o nosso lado humano pouco ou quase nada evoluído.

Comentário de glaucia maria lobo bandeira em 23 maio 2013 às 15:53

concordo plenamente com o nosso amado Divaldo franco,pois espíritos desencarnados precisamevoluir e não ficarem presos sendo usados muitas vezes por seres encarnados em nome de uma caridade que mais parece escravidão.devemos incentivar esses irmão a se libertarem de crendices e favores que os deixam presos a orbe terrestre podendo estarem em esferas elevadas e de estudo,pois somos espíritos em evolução.ASSI SEJA!

Comentário de Damião Araújo da Rocha em 23 maio 2013 às 11:01

É preciso respeitemos as opiniões uns dos outros de modo que deve-se tecer o mesmo para as pessoas e espíritos; fato, que em nos esclarecendo, vamos nos libertando das fantasias criadas por nossas mentes, dos rituais complexos....mas isto nao deve se dar à força ou ao nosso querer. Cada um serve-se do que lhe convém, mas penso que importa antes muito mais o bem, ou, no dizer de Chico Xavier, as luzes que cada um de nós pode fazer nos outros (e em nós mesmos primeiro). no mais, cada um vai se adaptando conforme seu pensamento está adaptado. vamos nos simplificar, sem coisas que compliquem a boa vontade e a fé.

Comentário de Rennato Mello em 22 maio 2013 às 23:25

Não acho justo crucificarmos o autor do texto, afinal de contas esse é o pensamento de muitos espíritas. Como também, alguns umbandistas menosprezam ou apontam falhas no Candomblé. Creio eu, que seja realmente uma linha de raciocínio equivocada, afinal de contas -ao meu ver- o espírito escolhem sua roupagem fluídica de acordo com a encarnação na qual mais se sentiu/sente à vontade, para realizar o trabalho que foi designado ao mesmo. Como a Fernanda disse, os meios utilizados pelos espíritos que trabalham pela Umbanda já foram explicado inúmeras vezes... E para quem acredita, tem a sua eficácia mais do que comprovada. É importante salientar que em todo as áreas da vida existem pessoas bem intencionadas e outras nem tanto, por isso não devemos nos deixar levar pelo o que é dito ou escutamos por aí. A Umbanda Sagrada só prega o Bem, a Caridade e o Amor ao próximo, tudo baseado na tutela do amado mestre Jesus. Independente dos meios utilizados ou da apresentação dos espíritos, não é justo dizer que os mesmo são atrasados ou pobres em conhecimento/energeticamente.

Comentário de Hilário Nunes em 22 maio 2013 às 19:07

Das duas uma :

a) Eu não entendi o texto e fiquei algo "burro" depois de 25 anos de Estudo da Doutrina Espírira

ou

b) O texto é preconceituoso e discrimina claramente entidades "afro"

Comentário de Jurandir Araújo de Albuquerque em 22 maio 2013 às 10:09

Sugerimos a leitura dos livros: Diretrizes de Segurança (Divaldo Franco e Raul Teixeira) e Reuniões Mediúnicas (Terezinha Oliveira).

Uma boa semana à Todos (as)!!

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