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AS CINCO ENCARNAÇÕES DE ALLAN KARDEC

TRAJETÓRIA DE ALLAN KARDEC: Vejamos a trajetória do Espírito Allan Kardec, a quem seremos eternamente gratos pelo muito que nos deixou, com o brilhantismo da sua missão: 1 - ANO 531 A.C. (vinte e quatro séculos antes de 1869) - Ser extraterreno num planeta da Constelação de Órion. 2 - ANO 58 a. C. - 44.a.C. (faixa que vai desde a chegada de Júlio César à Gália, até a sua morte): Allan Kardec, sacerdote druida, na Gália, hoje, França. 3 - ANO 30 A 37 ( faixa que vai do início do ministério de Jesus até sua crucificação): Quirílius Cornélius, centurião romano, em Jerusalém, Palestina, hoje, Israel. 4 - ANO 1369 A 1415 (faixa aproximada, pois não é absolutamente certa a data de 1369): Jan Huss, filósofo, reformador religioso, na Boêmia, hoje República Tcheca. 5 - ANO 1804 A 1869: Hippolyte Léon Denizard Rivail, pedagogo, em Lyon, na França.

Para que um Espírito alcance a evolução de Allan Kardec são necessárias várias encarnações. E assim o foi. Antes de renascer pela última, em Lyon, no ano de 1804, o que se sabe é o que o codificador fora um sacerdote druida, na Gália antiga, ao tempo em que Júlio César imperava no mundo.
Essa notícia quem nos dá é Henri Sausse, o maior biógrafo de Kardec, seu contemporâneo. As duas outras biografias são muito curtas e pouco nos dizem de Kardec; uma de Camille Flammarion, constante do discurso que pronunciou à beira do túmulo do mestre (Obras Póstumas, da FEB); e a outra, divulgada pela Revue Spirit, de maio de 1869.
Henri Sausse fez excelente trabalho, agora inserido na obra "O que é o Espiritismo?", edição da FEB. Vejamos o que afirma Henri Sausse: -"Uma noite, seu Espírito, Z, deu-lhe por um médium, uma comunicação toda pessoal, na qual lhe dizia, entre outras coisas, tê-lo conhecido em precedente existência, quando ao tempo dos druidas. Vivia junto nas Gálias, ele se chamava, então, Allan Kardec, e como a amizade que lhe havia votado só fazia aumentar, prometia-lhe esse Espírito secundá-lo na tarefa muito importante a que ele era chamado e que facilmente levaria a termo".

Isso ocorre na casa de Emille Charles Baudin, e Z, como se sabe, era a abreviatura de Zéfiro. Naquela época, nas Gálias, Allan Kardec era superior a Zéfiro, na hierarquia sacerdotal. Em termos de evolução espiritual, Kardec também lhe estaria acima, conforme se lê em Obras Póstumas. Em outro trecho de seu trabalho biográfico, Henri Sausse registra:


 -"Sendo o seu nome muito conhecido no mundo científico, em virtude dos seus trabalhos anteriores, e podendo originar uma confusão, talvez mesmo prejudicar o êxito do empreendimento, ele adotou o alvitre de assinar com o nome de Allan Kardec que, segundo lhe revelara o guia, ele tivera ao tempo dos druidas. A revelação de Zéfiro, Espírito guia de Rivail, fora altamente benéfica ao movimento que se iniciava talvez dali tenha partido o toque intuitivo que levaria o famoso discípulo de Pestalozzi a adotar o nome que usara em encarnações precedentes: ALLAN KARDEC".


 Pretendendo homenagear o movimento druídicos, Allan Kardec escreveu um ano depois do aparecimento de "O Livro dos Espíritos", interessante artigo sobre o Espiritismo entre os druidas, divulgado na Revue Spirit de abril de 1858. André Moreil também chama a atenção dos espíritas para essa espécie de homenagem do codificador ao druidismo.
Considerando que Júlio César imperou na Gália de 58 a.C. a 44 a.C., é nessa faixa que temos de localizar a encarnação do codificador, àquela época, isto porque conforme esclarecimento anterior pela médium Caroline, fora revelado que tal existência ele vivera ao tempo em que aquele notável guerreiro imperava sobre o mundo, inclusive a Gália.


 Vejamos agora a sua existência no século XIV, encarnando a figura estóica e varonil de Jean de Husinec (Jan Huss que, em tcheco, quer dizer ganso ou pato). A notícia dessa outra encarnação foi dada psicograficamente através da médium Ermance Dufaux, no ano de 1857. O registro do fato, que também se achava na livraria de Leymarie e foi copiado por Canuto Abreu, teve, com a invasão nazista, os originais destruídos.
Jan Huss, reformador tcheco, filho de camponeses, nasceu em Husinec, em 1369. Após ser queimado vivo pela Igreja, por decisão do Concílio de Constança, no ano de 1415, acabou tornando-se herói da Boêmia herética. Sua fama não é apenas literária. Descontente das suas preciosas obras, Jan Huss simboliza o ponto de partida de um movimento de idéias. Por volta de 1400, Jan Huss sofreu terrível crise religiosa, com o que aprofundou seus estudos do Cristianismo. Foi nomeado, então, pregador da Capela de Belém, em Praga, capital da Boêmia, Carlos IV subiu ao poder e, alimentando as aspirações dos tchecos, acabou favorecendo a revolta de Praga contra os abusos eclesiásticos. Jan Huss era abertamente pela reforma e pela preponderância nacional da Boêmia.
O tempo correu. Mais tarde, Jan Huss entra em luta contra o papa João XXIII, atacando a venda das indulgências e a política agressiva do Vaticano. Jerônimo de Praga se engajou também na luta, mas o Rei de Nápoles estabeleceu a pena de morte para quem ofendesse o papa. No dia 6 de fevereiro de 1415, Jan Huss foi, afinal, condenado e logo executado. Conduzido a um terreno baldio, despiram-no, amarraram-no a um poste e queimaram-no vivo. Em meio às labaredas, ouviram-no dizer: "Hoje queimam um pato, mas amanhã virá um cisne de luz que as chamas não alcançarão".


 Atestam os historiadores que Jan Huss era uma alma boa, sensível, piedosa, pulcra e honesta. Deu grande importância à pureza do Cristianismo, pregando sempre que a verdadeira igreja era a do Cristo.
A outra existência do professor Hippolyte Léon Denizard Rivail passa-se de 30 a 37, quando Jesus exerce na Terra o seu celeste mandato. Foram anos de surpresa, de deslumbramento, de paixão e de glória. Ter podido reencarnar nesse período, nessa faixa histórica, é merecimento e prêmio, até mesmo para os que houveram de suportar terríveis provações.


 É natural também que se aceite como apanágio razoável a importância de terem os principais Espíritos responsáveis pela Terra participado, de um modo ou de outro, da pregação de Jesus; em outras palavras, é muito sensato que Kardec, Ghandi, Francisco de Assis, Emmanuel (como senador Públio Lêntulus) e Francisco Cândido Xavier (como Flávia, filha do então senador, segundo o próprio médium), tenham sido contemporâneo do Messias.
Kardec, nesta época, estava reencarnado e seu nome era Quirílius Cornélius. Seu pai fora soldado, a mãe e os tios habitavam a casa do avô, um rico e sábio filósofo. Esse avô quis fazer de Quirílius Cornélius um sábio, também, mas o pai acabou conduzindo-o à carreira das armas. Estagiou pela primeira vez em Massília, nas Gálias; dali foi destacado para servir em Jerusalém, na Judéia, província então governada como é sabido, pelo procurador romano Pôncio Pilatos. Quirílius Cornélius tinha grande facilidade de aprender línguas.
Em Jerusalém, passou a ocupar um cômodo na casa de certo Galileu, homem pobre de numerosa família, mas muito honesto. Uma de suas filhas, jovem e bonita chamada Abigail, veio a agradar sobremaneira a Quirílius; foi ali, naquela casa e naquele ambiente que ouviu falar pela primeira vez em Jesus, com quem irá posteriormente ter contato pessoal.


 Quem era Quirílius Cornélius? Seria Allan Kardec? Onde se encontram essas informações? Numa obra seríssima, muito bem feita, de grande repercussão mundial, ditada por um respeitável autor espiritual, psicografada por uma médium de excepcionais recursos e, finalmente - o que é importantíssimo - editada sob a chancela da Federação Espírita Brasileira, em tradução de Manuel Quintão. Trata-se do livro Herculanum, do conde J. W. Rochester (na realidade, o poeta inglês Hohn Wilmor, desencarnado em 1680, boêmio e cortesão de Carlos II, da Inglaterra.
A informação sobre Allan Kardec é apresentada de forma muito clara e muito explícita; o ponto essencial se encontra à página 351, da quarta edição, e está vazado nos seguintes termos: "A esses, como conquistá-los? Como encontrar a pista de suas almas? Tu mesmo, tu valoroso centurião que não há muito foste Allan Kardec; tu que na última encarnação te devotasse à fundação de uma doutrina que esclarece e consola a humanidade, quantos dissabores não amargastes? Mais adiante, à página 353: "Depois, o Espírito Kardec ascendeu aos páramos infinitos".
Com a revelação sobre Quirílius Cornélius, podemos seguir e bater noutra figura referida naquele mesmo livro. Trata-se do eremita João, que aliás, na narrativa de Rochester, é o personagem que interessa. Quirílius só surge porque João recorda sua encarnação ocorrida antes, ao tempo de Cristo. A rigor, o personagem de Herculanum é João, o eremita.
Vivia ele no ano 79, época da erupção do Vesúvio, numa espécie de gruta, perto da cidade de Herculano.
Era um homem alto que, comumente, aparecia envolto num hábito cinzento, tinha idade avançada, porém denotando vigor e porte. Na história, é uma figura austera, centro dos principais acontecimentos, embora surgindo muito poucas vezes no enredo.


 A referência principal de Rochester está contida a partir da página 191, da edição citada. João, o eremita, aparece narrando à personagem central da história, passagens de sua vida pretérita, quando ainda tinha sido o centurião Quirílius Cornélius. Era então o responsável por Jesus, na prisão; mas, como não acreditava na culpa do Salvador, propôs-lhe uma troca; tomaria o seu lugar, deixando que Jesus se evadisse; morreria pelo Cristo. Este, porém, lhe teria respondido: -"Agradeço-te e muito. Aprecio teu devotamento, mas não posso aceitá-lo.
Acaso consideras menor o meu sacrifício, se houvera de permanecer neste mundo em que me é tão difícil praticar o bem? Não, amigo, eu deploro a minha sorte, a mesma que tiveram os profetas que me precederam, mortos pelos homens; mas, não suponhas, também que eu desdenhe o sacrifício da tua vida. "Parou com os olhos no vácuo, dando à fisionomia uma feição singular: - "Pois tu hás de morrer por mim, e estou a ver as chamas da fogueira que te espera... mas, isto não será por agora... Referia-se a Jan Huss, queimado em Constança, em 1415.
Resumindo: o centurião Quirílius Cornélius quis morrer em lugar do Mestre. Jesus lhe diz, então, que seu sacrifício será aproveitado no futuro, quando reencarnar como Jan Huss. No livro de Camille Flammarion, Narrações do Infinito, em tom de diálogo, Lúmen explica a Quaerens inumeráveis aspectos do passado longínquo da Terra e de outros tipos de vidas existentes na criação, há milhares de anos. Na narrativa escrita por Camille em 1869, Lúmen descreve a constelação de Órion, onde há um planeta em que os seres não têm a natureza vegetal, nem animal - não poderiam mesmo caber em nenhuma das catalogações terrestres, ou ainda em uma das grandes divisões: reino vegetal e reino animal...


 -"Foi lá que conheci o Espírito Cencardo, presentemente na Terra; que publica seus estudos sob o nome de Allan Kardec. Durante nossa vida terrena, não nos recordamos de que éramos velhos conhecidos, mas nos sentimos, por vezes, atraídos um para o outro, por singulares aproximações de pensamento. Agora que retornou, tal qual eu, ao mundo dos Espíritos, ele se lembra também da singular República de Órion e poder revê-la".
KARDEC E NAPOLEÃO: Contam as tradições do mundo espiritual que, na madrugada de 1º de janeiro de 1800, ao se apagarem as luzes do século XVIII, foi reunida na psicosfera próxima a Terra uma imensa assembléia para traçar os destinos da humanidade. Aquela reunião havia sido programada há mais de 300 anos e deveria definir os roteiros dos séculos XIX e XX, inaugurando uma Era nova para a Humanidade. Os narradores desse evento asseveram que, naquele momento especial, faziam-se presentes delegações de Espíritos que habitaram as mais diferentes nações da Terra desde as entidades venerandas que precederam a história dos tempos contemporâneos, independente de suas crenças religiosas; todos trabalhando para auxiliar a Lei da Evolução.


 Foram eles: Krishna, Lao-Tsé, Confúcio, Hermes. Como aqueles que viveram na área ocidental, preparando o campo para o pensamento filosófico: Sócrates, Platão, Aristóteles. E outras personalidades que se encarregaram de examinar a realidade da matéria, como: Leucipo, Lucrécio, Demócrito. E a seguir, entidades que precederam o momento grandioso da chegada de Jesus: Salústio, Tito Lívio, Mecenas, Otávio, Ovídio. E aqueles que participaram da revolução do pensamento cristão, entre os séculos II e IV: Agostinho, Tertuliano, Orígenes - que constituíram a ideologia do Cristianismo, à luz do platonismo. E a seguir, entidades venerandas que espocaram as luzes da fé em plena noite medieval, até o momento em que se alargaram os horizontes do planeta, com as conquistas náuticas, com as conquistas da cultura, com as conquistas das artes: Michelângelo, Cabral, Cristovão Colombo, Henrique de Sagres, Totticelli.


 E aqueles que estabeleceram as bases de uma renovação ideológica, através da Renascença, na Poesia, na Música, como Dante e outros - até os grandes pensadores do século XVIII: Voltaire, Montesquieu, Diderot. Todos eles ali estavam representando a cultura, a beleza, a arte, a sabedoria, quando a noite esplendorosa coruscante de estrelas parece cindir, e entidades respeitáveis descem na direção da assembléia, acompanhadas por um coral de vozes que exaltam a Era nova. Está à frente, a personalidade de Júlio César, o conquistador da África, aquele que reduziu o mundo a um departamento do Império Romano. O semblante de César, no entanto, está alterado. Ele agora traz a mente velada por certo torpor, ostenta a coroa de louros e o manto de púrpura que foi usado por Carlos Magno, quando recebeu das mãos do papa a coroa de governador da Europa.


 Logo depois dele, a figura luminíferas de Jan Huss (João Ganso), que tem o semblante iluminado pela perspectiva de uma grande conquista. Ambos descem ao cenáculo abençoado, e em meio a um silêncio profundo, ouve-se uma voz que diz, suave e grandiosamente: - César, deleguei-te a tarefa de preparar a Terra para o Cristianismo; convidei-te a abrir os horizontes de Roma para a minha chegada; estabeleci as diretrizes dos grandes conquistadores, para que um só idioma se espalhasse pelo mundo - desde a hora de Alexandre Magno, quando preparou o Mediterrâneo, através da língua grega, e tu preparaste os horizontes da Terra, através do latim.


 Mas, malograste dolorosamente, mergulhaste no prazer sanguissedento de destruição, e o punhal de Brutus arrebatou-te o corpo no momento em que te dirigias ao senado para rogares mais prepotência e mais poder. Hoje, eu te coloquei na indumentária de Napoleão Bonaparte, para que reúnas os estados europeus sob o estandarte da paz, a fim de que o meu mensageiro leve à Terra a mensagem que eu tenho embutido nos corações dos homens, e que os sentimentos vis entorpeceram erigindo as manifestações da teocracia, do absolutismo, do abuso. Eu sei que o mergulho na carne envolve a mente em sombras, mas a ti compete a tarefa de preparar a Terra para ele, o enviado do paracleto, o missionário da Terceira Revelação.


 Nesse momento, Jan Huss, que foram queimado no século XV, acerca-se de César (já como Napoleão Bonaparte) e curva-se, reverente. A voz transcendental prossegue dizendo: - Ele levará o símbolo da fraternidade, abrirá os caminhos por onde percorrerão as naves da Ciência, e nos seus passos estarão as Artes e a Literatura.
Ele será o embaixador da Religião do Amor, que tem por base a Caridade e se fará acolitar por outros mensageiros de minha confiança, para preparar na Terra o advento do Reino dos Céus.
Jan Huss levanta-se, dominado pelas lágrimas, contempla o infinito de onde vem a voz que ressoa naquele cenáculo abençoado. As observações penetram na acústica das almas e a pouco a pouco, acercam-se de Napoleão e do grande Jan Huss, seres angelicais que terão a tarefa de preparar o advento da Era nova no planeta terrestre. E à medida que eles sobem ao imenso palanque das exortações, a multidão se levanta e pétalas chovem, originadas de uma região ignota sobre a assembléia transcendental.


 No dia 3 de outubro de 1804 - dois meses depois que Napoleão Bonaparte se consagrou imperador dos franceses em Notredame (02-08-1804), nasce na Terra, Hippolyte Léon Denizard Rivail, que a humanidade passará a conhecer a partir de 1857, como Allan Kardec, que era Jan Huss reencarnado, para trazer a Doutrina Espírita às almas, inaugurando verdadeiramente o momento grandioso do Cristianismo nos corações. Mas antes que este evento se tornasse realidade, no dia 29 de agosto de 1831 em um lugarejo perdido nas terras áridas do Ceará, chamado Riacho do Sangue, reencarna-se um venerando cristão do século II, de nome Quinto Varro, que por amor a Jesus, erguera nas Gálias um lar para crianças órfãs, a fim de atrair a figura cruel do seu filho Taciano, que necessitava de ter modificado o coração, e ali então, num personagem amoroso, ele prepara o advento de salvação para o filho e de doação absoluta à causa de Jesus

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Tags: ALLAN, CINCO, ENCARNAÇÕES, KARDEC

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