COMBUSTÃO HUMANA ESPONTÂNEA ATRAVÉS DO ECTOPLASMA

 

Será que o Ectoplasma pode fornecer uma explicação

para o fenômeno da Combustão

Humana Espontânea?

 

D

esde 1663, cientistas de todo mundo vêm pesquisando o fenômeno da combustão humana espontânea, na tentativa de encontrar uma explicação científica para a causa da morte de pessoas que, em questão de poucos minutos, se transformam em cinzas ou carvão.

            Alguns alegam que, dentro de nossos corpos, podem ocorrer reações químicas que automaticamente fazem com que os corpos se autoincinerem: gás metano (CH4) causa a flatulência; o sulfeto de hidrogênio (H2S), quando no estado líquido, é chamado de ácido sulfídrico e cheira a o ovo podre; álcool, em contato com permanganato de potássio (KMnO4), com glicerina (C3H8O3); acúmulo de eletricidade estática com a própria gordura do corpo, etc, etc.

            Mas nenhuma dessas teorias consegue explicar por que esse fogo não atinge as roupas das vítimas, bem como os objetos adjacentes como meias, sapatos, lençóis e os colchões de suas camas.

            Estudiosos da tafonomia (paleontologia que estuda os fósseis e a fossilização de jazidas paleontológicas fossilíferas) tentam explicar a autoincineração com teorias absurdas como a do efeito pavio, na qual o corpo, em contato com alguma fonte de ignição – no caso de um cigarro, por exemplo -, poderia se incendiar como um barril de pólvora (a gordura funcionaria como substância inflamável, e as roupas e os cabelos da vítima como pavio).

            O perito Larry Arnold alega em sua teoria que a combustão resulta de uma partícula subatômica chamada pyroton, que interage com as células para criar uma microexplosão.

            Mas, até hoje, nenhuma teoria científica convencional conseguiu encontrar explicações plausíveis para esses eventos, que já causaram a morte de muitas pessoas. Contudo, há depoimentos daquelas que sobreviveram e relataram que saía fumaça pelos poros de seus corpos, e que sentiam um gosto amargo na boca; ao procurarem médicos, estes também não souberam explicar o ocorrido.

            Nos crematórios, a temperatura inicial para cremar os cadáveres é em torno de 700º centígrados, e o prazo para um corpo normal de um adulto se transformar em cinzas é de aproximadamente duas horas, sendo que são necessárias cinco chamas ou labaredas para a incineração, enquanto a autocombustão espontânea ocorre em poucos minutos, isto é, menos de meia hora; além de as chamas partirem de dentro para fora do corpo.

 

PATOLOGIA ECTOPLASMÁTICA

            Já me referi aos problemas de saúde que o acúmulo de ectoplasma pode causar no organismo humano.

            Uma grande porcentagem desses problemas estaria concentrada na alimentação, uma vez que a raça humana é omnívora. Porém, o excesso de ingestão de carnes pode contribuir paulatinamente não só para o aumento do colesterol do corpo físico, como para o acúmulo de ectoplasma no organismo perispiritual (corpo astral).

            Contudo, a quantidade elevada pode funcionar como um estopim de uma bomba, bastando somente à ignição para iniciar a autocombustão.

            Mas qual seria essa ignição para produzir a autoincineração do corpo físico e humano?

            Poderíamos responder de forma cética ou materialista, dizendo que até os impulsos elétricos produzidos pelos neurônios produziriam a primeira faísca, dando início à combustão.

            A maioria das vítimas pesquisadas era de pessoas idosas, solitárias, que sofriam de depressão e estavam debilitadas pelo vício do álcool e do fumo, tanto que muitos dos bombeiros que atenderam no local do evento achavam que o cigarro era o responsável pela combustão.

            Será que, ao nos alimentarmos de carnes, estamos também nos alimentando de seus fluidos vitais? Ou será que, quando os animais morrem, seus fluidos retornam para a natureza?

            Alguém já viu como funciona um abatedouro de bois? Como eles são mortos?

            Ficaríamos chocados e estarrecidos ao presenciar essas verdadeiras câmaras mortíferas de animais. Quando entram no corredor da morte, são eletrocutados – uns dizem que com o estresse e o sofrimento suas carnes ficam mais macias; contudo, todo esse sofrimento libera enormes quantidades de cortisol (hormônios) em seu corpo, verdadeiro veneno, impregnado nas carnes que ingerimos. Nesse momento, seus olhos parecem saltar das órbitas, refletindo momento de pânico e de dor, presenciando a morte certeira por meio de um aparelho que lhes perfura os crânios como um enorme prego. E ainda dizem que se trata de uma morte humanitária.

            Mas há abatedouro clandestino em que o animal ainda passa por verdadeiras torturas, sendo maltratado e, depois, morto com uma marretada na cabeça.

            Portanto, creio que todos os fluidos e miasmas (termo Grego que quer dizer emanações dos pântanos. Os antigos médicos as citavam como doenças) desses sofrimentos certamente ficarão impregnados em seus corpos, sobretudo na carne que, posteriormente, será consumida por nós. São influências de vibrações negativas, de energias deletérias armazenadas na carne animal que, no futuro, poderão nos fazer mal.

            Certa feita fui convidado para investigar um fenômeno com essas circunstâncias, no qual o “fogo” atingia as roupas molhadas penduradas no varal do quintal, o vaso sanitário do banheiro, as paredes das salas da casa e colchões e roupas íntimas da vítima.

            Tratava-se de um menino de 14 anos, que se encontrava aborrecido com a separação dos pais, pois sentia muitas saudades de sua mãe biológica, a qual não a via há vários meses.

            Utilizei a técnica de criminalística para locais de incêndio, para as investigações em lócus. Contudo, não nos foi autorizado fotografar o local, assim como realizar estudos em laboratórios com os objetos que sofreram as queimaduras. Outras informações a respeito podem ser lidas no meu livro Reencarnação: Investigação Científica, no capítulo Mãos de Fogo.

 

            Para finalizar, outro fato que me chamou a atenção foi o desaparecimento de Ram Banjan, “o pequeno buda”, que, após ficar dez meses sem comer , sem beber e meditando, desapareceu de repente na região de Ratanapuri, distrito de Bara, sul do Nepal. Acompanhei esse fato pela emissora de televisão norte-americana Discovery Channel.

            Concluí que o “jovem buda”, ao entrar em meditação, desacelerou todo seu metabolismo físico, inclusive os batimentos cardíacos, entrando numa espécie de hibernação, mas que automaticamente fez uso de uma espécie de alimentação de fluido vital das pessoas que estavam próximas a ele, e que esse uso prolongado fez com que ele desaparecesse.

            O mau uso do fluido vital ou ectoplasma tanto pode favorecer a autocombustão espontânea como o próprio desaparecimento do médium.

            O uso inadequado e indevido do fluido vital ou ectoplasma pode favorecer esses fenômenos fantasmagóricos acima citados e, por isso, atualmente a maioria das casas espíritas kardecistas do Brasil, sabedoras desses graves resultados, não admitem mais trabalhos dessa espécie, ou seja, trabalhos de materializações ou ectoplasmia.

 

 

João Alberto Fiorini Oliveira – Pesquisador de Assuntos

Paranormais e Especialistas em cenários de crimes.

REVISTA ESPIRITISMO e CIÊNCIA

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