REDE AMIGO ESPÍRITA

Divulgando, Instruindo e Unificando!!!

                                                      COMER OU NÃO COMER CARNE?
Uma abordagem ética e doutrinária.
O espírita deve se tornar vegetariano?
Qual deveria ser a relação entre os animais e o homem?
ossa alimentação exige o sacrifício dos animais? Em “Missionários da Luz”– cap. 4. “Vampirismo”, André Luiz oferece-nos maravilhosa lição, abrindo o nosso entendimento a respeito do assunto. É Alexandre, seu instrutor no momento, quem esclarece: “... a nossa inteligência, tão fértil na descoberta de comodidade e conforto, teria recursos de encontrar novos elementos e meios de incentivar os suprimentos protéicos ao organismo, sem recorrer às indústrias da morte”.
Acho essa lição maravilhosa porque ela nos impulsiona, nos motiva a conquistar mais um passo, em nossa caminhada evolutiva. Somos advertidos de que nossa inteligência já tem recursos de buscar o suprimento protéico de que necessitamos, em outras fontes que não mediante o sacrifício da vida dos animais. Não precisamos mais nos acomodar à antiga noção de que a nossa saúde não se manteria sem o consumo de carne. No próprio Livro dos Espíritos, 723 encontramos a questão: – “A alimentação animal, para o homem, é contrária à lei natural?” Na resposta, lemos:
– “Na vossa constituição física, a carne nutre a carne, pois do contrário o homem perece. A lei de conservação impõe ao homem o dever de conservar as suas energias e a sua saúde, para poder cumprir a lei do trabalho. Ele deve alimentar-se, portanto, segundo a sua organização”.
De fato, a alimentação humana não pode prescindir de proteínas, ácidos graxos essenciais (elementos encontrados em óleos e gorduras), açúcares, vitaminas e minerais. Temos a errônea noção de que só a carne é rica em proteínas.
Mas, elas também podem ser encontradas em outras fontes como ovos e leite, de origem animal, além de uma infinidade de vegetais.
Uma dieta variada em itens vegetais (frutas, verduras, grãos) já atende bastante nossas necessidades. Se somarmos a isso a ingestão de alguns produtos de origem animal (leite, seus derivados e ovos), então as exigências de nosso corpo, em termos de aporte nutricional, estarão completamente satisfeitas.
É o próprio Livro dos Espíritos, 720 – a que nos leva nessa direção: - “Há privações voluntárias que sejam meritórias?” Resposta: – “Sim: a privação dos prazeres inúteis, porque liberta o homem da matéria e eleva sua alma.
Então, se podemos conservar as nossas energias e a nossa saúde, privando-nos voluntariamente do consumo de carne, isso não é meritório? Se está ao nosso alcance poupar a vida e o sofrimento de outros seres vivos, porque não fazê-lo?


                                                                   INFERIORES E SUPERIORES
André Luiz, em Missionários da Luz - cap. 4 “Vampirismo” expõe sua estranheza à infeliz condição de “muita gente na terra que vive à mercê de vampiros invisíveis”. Indaga-o, então: - “E a proteção das esferas mais altas? E o amparo das entidades angélicas, a amorosa defesa de nossos superiores?”

A resposta de Alexandre, o instrutor, não tarda: - “André, meu caro... Em todos os setores da Criação, Deus, nosso Pai, colocou os superiores e os inferiores para o trabalho de evolução, através da colaboração e do amor, da administração e da obediência... no capítulo da indiferença para com a sorte dos animais, da qual participamos no quadro das atividades humanas, nenhum de nós poderia, em sã consciência, atirar a primeira pedra. Os seres inferiores e necessitados do Planeta não nos encaram como superiores generosos e inteligentes, mas como verdugos cruéis.
Se não protegemos e nem educamos aqueles que o Pai nos confiou, como germes frágeis de racionalidade nos pesados vasos do instinto; se abusamos largamente de sua incapacidade de defesa e conservação, como exigir o amparo de superiores benevolentes e sábios, cujas instruções mais simples são para nós difíceis de suportar, pela nossa lastimável condição de infratores da lei de auxílios mútuos?”
Vale à pena revermos esse trecho em que Alexandre fala a André Luiz: “– Porque tamanha estranheza? – perguntou o cuidadoso orientador – e nós outros, quando nas esferas da carne? Nossas mesas não se mantinham à custa das vísceras dos touros e das aves? A pretexto de buscar recursos protéicos, exterminávamos frangos e carneiros, leitões e cabritos incontáveis. Sugávamos os tecidos musculares, roíamos os ossos. Não contentes em matar os pobres seres que nos pediam roteiros de progresso e valores educativos, para melhor atenderem à Obra do Pai, dilatávamos os requintes da exploração milenária e infligíamos a muitos deles determinadas moléstias para que nos servissem ao paladar, com a máxima eficiência. O suíno comum era localizado por nós, em regime de ceva, e o pobre animal, muita vez à custa de resíduos, devia criar para nosso uso certas reservas de gordura, até que se prostrasse, de todo, ao peso de banhas doentias e abundantes.
Colocávamos gansos nas engordadeiras para que hipertrofiassem o fígado, de modo a obtermos pastas substanciosas destinadas a quitutes que ficaram famosos, despreocupados das faltas cometidas com a suposta vantagem de enriquecer os valores culinários. “Em nada nos doía o quadro comovente das vacas-mães, em direção ao matadouro, para que nossas panelas transpirassem agradavelmente”.
Aí fica a sugestão do inspirado mentor Alexandre para que pensemos no assunto: “Abandonando as faixas de nosso primitivismo, devemos acordar a própria consciência para a responsabilidade coletiva. A missão do superior é a de amparar o inferior e educá-lo. E os nossos abusos para com a Natureza estão cristalizados em todos os países, há muitos séculos. Não podemos renovar os sistemas econômicos dos povos, dum momento para outro, nem substituir os hábitos arraigados e viciosos de alimentação imprópria, de maneira repentina. Refletem eles, igualmente, nossos erros multimilenários. Mas, na qualidade de filhos endividados para com Deus e a Natureza, devemos prosseguir no trabalho educativo, acordando os companheiros encarnados, mais experientes e esclarecidos, para a nova era em que os homens cultivarão o solo da Terra por amor e utilizar-se-ão dos animais, com espírito de respeito, educação e entendimento...
Semelhante realização é de importância essencial na vida humana, porque, sem amor para com os nossos inferiores, não podemos aguardar a proteção dos superiores; sem respeito para com os outros, não devemos esperar o respeito alheio. Se temos sido vampiros insaciáveis dos seres frágeis que nos cercam, entre as formas terrenas, abusando de nosso poder racional ante a fraqueza da inteligência deles,
não é demais que, por força da animalidade que conserva desveladamente, venha a cair a maioria das criaturas em situações enfermiças pelo vampirismo das entidades que lhes são afins, na esfera invisível”.

                                                               OS RECURSOS DO ESTÁBULO
E se optarmos por buscar os recursos protéicos de nossa alimentação, poupando a vida dos animais, é o próprio Alexandre quem aconselha: -... o aumento dos laticínios, para enriquecimento da alimentação, constitui elevada tarefa ...” E completa com uma assertiva sobre a qual venho pensando muito e cujo real significado de tão grande, sinto talvez não tenha ainda condições de apreender: – “... porque tempos virão, para a humanidade terrestre, em que o estábulo, como o lar, será também sagrado”. Não é fácil entender o que Alexandre está nos dizendo. Vejamos! Constitui elevada tarefa o aumento da produção de laticínios, para enriquecimento da alimentação humana. De fato, o leite, os queijos, o creme de leite, a nata, etc., são fontes riquíssimas não apenas de proteína mas, de outros elementos importantes em nossa nutrição. Portanto, recorrer aos chamados produtos de origem animal, como é o caso do leite e de seus derivados, seria perfeitamente válido. Entretanto, vem a contraparte - “o estábulo, como o lar, será também sagrado”.
Certamente ainda teremos de evoluir muito, para conseguir esse nível de entendimento e de libertação de nosso egocentrismo e egolatria. Tomara chegue mesmo esse dia, porque hoje, como já disse alguém, muito sofrimento dos animais ainda acompanha o nosso copo de leite. Infelizmente, em nosso meio, para que as criações de gado leiteiro sejam economicamente viáveis, a maioria dos bezerros machos são descartados, sendo encaminhados para os matadouros; os que permanecem (a maioria fêmeas) são imediatamente, após o parto, separadas de suas mães, entre berros de ambas as partes; as vacas matrizes (vacas parideiras) são submetidas a intenso processo de seleção genética, para que se transformem em verdadeiras máquinas produtoras de leite, mal podendo se movimentar com seus enormes úberes. Quem duvidar é só dar um pulo nesses concursos de produção leiteira e conferir o que anda fazendo com as pobres vacas!
Há pouco tempo, ao comentar esses fatos, tive a feliz notícia de que um veterinário de Minas Gerais está conseguindo viabilizar uma criação de gado leiteiro, de maneira humanitária, como se diz, com razoável obtenção de lucros.
Seja benvindo!
Também quanto à obtenção de ovos das galinhas, já começam a existir meios alternativos de criação das aves, que não o de ficarem confinadas e apertadas em restritas gaiolas nas quais não conseguem dar sequer um passo! Além disso, sofrem a famosa “debicagem”, isto é, corte de parte de seu bico por lâmina incandescente, do que resulta em processo inflamatório com edema inclusive da região dos olhos. E para que produzam tudo o que possam e mais um pouco, no final do período de postura são submetidas à chamada “muda forçada”, ou seja, mediante restrição alimentar, provoca-se a queda de suas penas e severo emagrecimento. Em seguida a esse estresse, são submetidas novamente a alimentação normal, do que resulta uma postura de melhor índice.
Nessas criações alternativas a que me referi, as aves são criadas naturalmente, soltas, à vontade, ciscando, comendo e botando ovos... Felizmente.
Parte desses ovos é aproveitada para consumo na alimentação humana, e outra parte, de ovos galados (fecundados) é orientada para o setor de reprodução das aves.
Quem sabe, aos poucos, vamos aprendendo a respeitar aqueles que nos ajudam a nos mantermos vivos e saudáveis. Nesse sentido é que aceito a citação de Erasto, no Livro dos Médiuns 2a - XXII. 236: “Deus pôs os animais ao vosso lado como auxiliares para vos alimentarem, para vos vestirem e vos ajudarem...”
Entendo que os animais podem nos auxiliar em nossa alimentação, não com o sacrifício de suas vidas (aliás, isso não consta do texto de Erasto), mas, com os produtos que possam nos ceder, como o leite e os ovos. Também podem nos auxiliar em nossas vestimentas, sem que lhes arranquemos a pele, mas, por exemplo, valendo-nos de sua lã, mediante tosquia adequada. Em uma camiseta com a figura de um filhote de raposa li a sugestiva frase: “Su madre tien abrigo de piei? De la mia, lo arrancaron”. De fato eles podem nos auxiliar de muitas maneiras.
Que o digam muitos idosos e solitários cuja única companhia, sempre fiel e amiga, é a de seu cão ou gato.
Após toda essa reflexão, pergunto novamente ao leitor: comer ou não comer carne?

                                                                             Dra. Irvênia Di Santis Prada

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Tags: carne, comer

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Comentário de Helena sousa em 25 fevereiro 2012 às 21:09

É verdade,Wilma Vinhas,quando me tornei vegetariana,(não sou vegan,o que é diferente) sofri preconceito e principalmente,escutei até piadinhas e risos pela minha costas,inclusive até de pessoa da família,que também diziam que eu ía ficar doente,por falta de proteína que segundo eles,é apenas oriunda da carne dos animais.Fui ridicularizada e nada disso me desestimulou,inclusive,se as pessoas pensassem,que além de não necessitarmos mais da proteína dos irmãos inferiores,que podemos encontrar em diversos grãos,tem também,lembrem,o fator de que ainda que,necessitassemos da proteína animal,o que não é verdade,o excesso de hormonio colocado nessas carnes a tornam ainda mais maléfica,sem dizer a agressão ao meio ambiente,a destruição das matas para pasto,os gases toxicos liberados pelos animais,o consumo de agua para lavar os matadouros da enorme quantidade de sangue,etc.Só sei dizer,que sou vegetariana faz 3 anos e NUNCA tive qualquer tipo de anemia ou doença,muito pelo contrário,sou saudavel,inclusive de consciencia limpa e feliz.E leiam o "Evangelho segundo o espiritismo" para entenderem o que Jesus quis explicar quando disse"o mal é o que sai da boca do homem e não o que entra,ele não se referiu á alimentação. Até quando teremos "ouvidos de não ouvir e olhos de não ver" ?   " A dúvida é o principio da sabedoria" (Aristóteles). Fiquem na luz do senhor....

Comentário de Orleide Felix de Matos em 23 fevereiro 2012 às 7:54

Bom, como nutricionista aprendi na faculdade que carne é proteína de alto valor biológico e portanto a mais completa em termos de aminoácidos essenciais.

Acho que se deve tomar cuidado com tanta coisa errada que se diz por aí a respeito da alimentação.

Aprendemos a nos alimentar errado desde criança e formamos hábitos alimentares errados que depois para ser corrigdos exigem uma força de vontade muito grande. Nas Unidades Básicas de Saúde onde atendo em Mauá, na Grande São Paulo, pessoas chegam dizendo que querem emagrecer mas quando começo a perguntar dos hábitos alimentares, dizem que não tomam o café da manhã, outras nao tomam leite, outras substituiram o leite pelo refrigerante no café da manhã, muitas não comem legumes, verduras e frutas, outras se alimentam dos macarrões instantaneos no lugar de uma boa refeição, deixam de jantar para emagrecer, etc.

A base de qualquer coisa na vida é a educação e para isso deveriam ser criados programas para se educar o povo, não somente em termos de alimentação, mas educar de uma forma geral, inclusive a chamada educação de berço, ou seja, aquela de dizer-se "muito obrigado", " dá licença", etc, que hoje em dia é difícil de se encontrar. Porém, a televisão passa (e ninguém faz nada contra, inclusive nós espíritas)  programas de baixíssimo nível do tipo BBB, que não ensinam nada de proveitoso.

Concordo que se deveria parar de matar os animais, apesar de sua carne ser uma fonte de proteínas de alto valor biológico, olhando pelo lado nutricional, mas acho que se deve educar o povo para que inclua hortaliças e frutas na alimentação, pois somente uma dieta bem variada é que poderá suprir a falta da carne, excluindo-se a "vegan", pois esta, segundo parecer do Conselho Regional de Nutricionistas, não supre as necessidades nutricionais dos individuos.

Comentário de Maria Delza Freitas Dantas em 22 fevereiro 2012 às 16:53

Bastante esclarecedora a reflexão da Dra. Irvênia. Obrigada pelas palavras  conscientizadoras de que um dia seremos anjos, estou tentando, mas ainda sinto falta de pelo ou memos uma vez na semana sentir o gostinho de um pedacinho de carne.  

Comentário de Regih Silva em 20 fevereiro 2012 às 21:41
Comentário de Wilma Vinhas em 20 fevereiro 2012 às 20:57

Amar a natureza, aos animais e aos seres humanos, respeitando e protegendo de todo o mal ama a Deus. Em um Pais onde toda alimentação depende dos animais, a doença campeia, a clareza mental ilude, levando a grandes enganos e duvidas pelo vício. O viciado é indulgente consigo mesmo, não pensa e tem raiva de quem pensa e age em favor dos animais, argumentando que os animais nasceram para servir ao homem. Infeliz é o homem porque vai continuar sendo parasitado, e sugados na sua vitalidade  pelos que pensam como ele. Os animais, as crianças excepcionais, os seres orientais, os negros, o belo, o feio etc. são nossos próximos, colocados ao nosso lado para que aprendamos a amar,  cuida, respeitar e a viver bem com os diferentes porque somos todos um. 

Comentário de Margarida Maria Madruga em 20 fevereiro 2012 às 19:23

Jorge,

Este assunto está muito em destaque ultimamente com as campanhas dos chamados "vegans".

Estou ouvindo o Dr. Haroldo: "Há animais, como abelha, que se alimentam de mel, e há os urubus que se alimentam de cadáver."

Temos que renovar, conforme nosso livre-arbítrio. Eu como carne moderadamente. Parabenizo os que não comem. Creio que estão um passo a frente, mas o mais importante é 'FAZER CARIDADE". Em muitas caridades se oferece carne aos que nunca comem, não por opção própria.

Obrigada

Comentário de Deivid Moraes em 20 fevereiro 2012 às 16:52

 Foi bom nosso debate para analizarmos como o espirito evolui gradativamente, estou assistindo agora sobre o tema da transição planetária, e a dona Irvênia  está presente e falando do assunto.

http://www.tvcei.com/vivo/

Comentário de Deivid Moraes em 20 fevereiro 2012 às 16:46

 Ok isso Helena, bem isso que queria passar, tambem quero deixar totalmente de comer carne,  comecei a sentir esta vontade estudando o espiritismo e suas causas e consequencias, o video do chico e do Divaldo me deu um amparo que tudo muda com o tempo, e com paciencia, e aos poucos meu organismo ira acostumar, também não gosto de ver animais sobrendo, e tenho certeza que muita gente q come carne tambem não gosta, já havia visto este video em kardec on line, muito importante sua ultima postagem, ira servir para muitos leitores, paz e bem para ti

Comentário de Helena sousa em 20 fevereiro 2012 às 16:31

É,verdade,meu irmão,conheço os programas pinga fogo de ponta a ponta e tenho o maior respeito e admiração pelo nosso maravilhoso Chico Xavier,assim como conheço e já estudei toda a sua obra.Ele disse,inclusive que tentou deixar de comer carnes,mas como mineiro que era,acostumado á boa cozinha ,não conseguiu,mas o que ele fez,além disso,supre de fato,esse "pequeno defeito",perfeito,só mesmo Jesus o foi.Salve Chico.Acontece que Chico morreu com mais de 90 anos e Divaldo já tem mais de 80.Sem querer,JAMAIS,me comparar á eles,nada sou,perto deles,apenas quero explicar que estamos já em outra era,outra geração e acho que algumas pessoas talvez não consigam ou talvez seja comodismo,(seguir as massas,é coisa tão comum,né?) Mas eu me tornei vegetariana á 3 anos e deixei de comer carne vermelha e depois a branca e não foi dificil me acostumar,digo mesmo organicamente.Faço exames periódicos,por rotina mesmo e nunca tive um pingo de anemia ou qualquer outro malefício por deficiencia protéica.Não tomo vitaminas sintéticas,apenas me alimento de vegetais,grãos e frutas e além de me sentir leve fisicamente,psicológicamente também me sinto,quando lembro que não contribuo nem para a dor de um animal e nem para prejudicar o meio ambiente.Faço questão sempre de passar essa mensagem para quem sabe,cada vez mais rápido possamos nos adequar.Realmente ninguém conhece o efeito sem saber a causa,mas que não sejamos nós os causadores desse sofrimento.Infelizmente,como a elite predomina,o capitalismo selvagem,nos incentiva cada vez mais através da mídia capitalista as práticas do mal,em todos os sentidos,deveriam mostrar o caminho percorrido pra se chegar á um hamburguer mostrado d forma tão saborosa(não para mim) e deixar que a nossa consciência escolhesse depois.E nem vamos comentar os países como japão e China.que atrocidades.Acontece que lá houve eras de muitas guerras sucessivas e depois eles continuaram a consumir qualquer coisa que se mova.Mas a história é longa.Desculpe,meu irmão,se de alguma forma pareci ser áspera ou intolerante.Mas não foi minha intenção,apenas defendo sempre meu ponto de vista,como você tem o direito também de defender o seu,é claro.Um  abraço e que Deus lhe dê muita paz e luz.Se quiser assista esse vídeo que explica melhor o que tentei passar aqui. O nome do vídeo é:  A CARNE É FRACA.

http://www.youtube.com/watch?v=IKIBmppiIvM&feature=share

Comentário de Deivid Moraes em 20 fevereiro 2012 às 15:50

 Concordo contigo Helena foi isso que pretendia passar, em meu primeiro comentário, como voce mesmo falou, "Nem todos ainda estão num estado de evolução  necessário para parar de se alimentar de sangue e visceras".

  Em 21 de Dezembro de 1971 chico chavier falou sobre este tenha no programa pinga fogo, claro de lá pra ca se passaram 41 anos, conserteza mudou, principalmente para os espiritos que reencarnaram, mais recentemente. Divaldo franco diz:  que os novos organismos, das pessoas já virao aos poucos adequados, para que não haja a necessidade de alimentação carnivora, é tudo uma questão de tempo, porem quem tem o custume não pode deixar imediatamente de se alimentar de carne, devera deixar aos poucos para o organismo acostumar.

Minha colocação segundo o livro dos espiritos tambem não foi desmotivar ninguem, mais sim esclarecer perante a possição de Kardec, Chico Chavier e por fim agora por Divaldo Franco, ninguem conhece o efeito sem saber a causa.

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