A MULHER DO PRÓXIMO. O EXEMPLO DE NORBERTA.

A Mulher do "Próximo" - dos delitos e das penas

Nicolau era vaidoso, embora sem grandes dotes físicos. Nasceu num período de constantes crises, teve infância difícil e juventude cercada de problemas financeiros. "Aprendeu" a observar comportamentos. Ficou-lhe clara a ideia de que a natureza humana é egoísta, malvada, sem remédio e que a sociedade nunca superará a fase Caim & Abel. É o pessimismo do pecado original sem redenção pela cruz. Com a idade madura consolidou-se a ideia: "o fim justifica os meios".

Nicolau não fugiu à regra: "mulheres bonitas se casam com homens feios". Casou-se com Norberta, advogada, com formação cristã, uma dessas mulheres que nos apaixonam pela beleza interior. Para ela a religião deveria imunizar-se contra o fascínio do poder econômico, (1) e do proselitismo, neste caso intimamente ligados. Tinha Jesus como modelo, amava São Francisco e era devota de um santo, que fora doutor em Direito Civil, São Caetano (2). Por economia, não vamos nos aprofundar no porquê o destino une criaturas tão diferentes (3).


Nicolau morreu primeiro (1900-1958). Ela chegou à casa dos noventa. Mas que fatos e principalmente ideias são dignos de relato?

O aparecimento de uma terceira pessoa não pode ser deixado de lado. Antes vamos lembrar que Nicolau acreditava na possibilidade de se constituir um estado a partir da experiência real sem a necessidade de levar em conta os valores éticos, religiosos ou espirituais.

Norberta pensava diferente. Com cultura diversa acreditava que, para isso, era necessário um conjunto de amplos princípios a partir dos quais se pode compor a ordem.

Nicolau, utilitarista rigoroso, parecia presa fácil daquilo que se convencionou chamar de "fascinação" ou de ideias que subjugam. Ele chegou a acreditar que o fim último era o "Estado", a que tudo deve ser subordinado. Personalidade inflacionada pelo complexo de superioridade chegou a admitir que se o filho batesse no pai sua mão deveria ser cortada. Ela, pacientemente, dizia que isso era costume superado.

Nicolau, que não pensava no bem comum e que tinha um outro conceito de justiça estava irremediavelmente desatualizado em Ciência Política. Achava que o importante era a técnica, mas não aquela que simplesmente fizesse chegar ao poder, mas que garantisse a permanência nele. Para isso, pensava, era necessário conjugar a força do leão e a refinada prudência da raposa. Era fundamental conhecer as paixões humanas e suas fraquezas, para usar como meio de dominação. Por outro lado, lembrando um antigo costume indiano, acrescentava a necessidade do eventual uso da violência.

Nicolau, sem intenção de trocadilho com o sobrenome, estava mais próximo de Nicolau Maquiavel (*), enquanto ela de Norberto Bobbio (**). O casal me fazia lembrar de Carlos Lacerda (ou Marat?), embora por motivos diferentes: - "a inteligência é pecado sem perdão, quando a mediocridade tem poder de decisão". Decidir é o verbo no Estado Democrático de Direito (4).

Norberta, nas suas atividades profissionais, vivia cercada de jovens acadêmicos aos quais procurava orientar oferecendo raciocínio inverso ao do marido.

Dois jovens se destacavam. Rodolfo, o que sempre lembrava o direito-justo e Jorge, que sem esquecer o momento histórico cultural, chamava a atenção para a necessidade do conhecimento da natureza humana, mas enfocada na causalidade e também no plano teleológico.

Norberta percebia que seus futuros colegas tinham absorvido seu pensamento da "necessidade de se conhecer as paixões humanas, no entanto com outros objetivos". Para ela, a democracia podia ser cansativa, onerava o tempo, mas não lhe haviam ainda apresentado coisa melhor. Ela enfatizava que a democracia representativa possui seus problemas, como o "ainda não ter conseguido um poder que não seja controlado por outros poderes", como o econômico. Lembrava que a democracia não havia também conseguido contornar outro poder, o neurótico (5), aquele que insiste em nos apresentar os mesmos candidatos e que sempre são reeleitos.

Norberta pensava num projeto pedagógico que privilegiasse a educação para a cidadania e levasse ao voto consciente. Para ela o "consciente" seria aquele voto usado não para "decidir" a mudança, mas para escolher o que iria, por nós, tomar decisões. Ela era uma democrata incorrigível.

Nicolau, que não era de ferro, na sexta-feira também ia ao bar com os colegas e chegava tarde... Ele nem pensava numa terceira pessoa e muito menos que sua bela mulher pudesse engravidar. Lembrei-me agora do DNA, do teste de paternidade, do "falso" neto na novela do horário nobre, do oriente antigo e daquele código da sociedade dividida em castas, onde o filho bastardo era um "cadáver vivo".

Hoje no cemitério podemos ler: "Aqui jaz Dr. Nicolau Próximo".

Sobrenome peculiar, inesquecível, diferente, como o meu!

Poderíamos acrescentar: - "Homem estressado, que não conhecia bem suas próprias paixões e fragilidades".

Norberta tinha tido um sonho premonitório (6).

Ele veio a falecer, ainda relativamente jovem, mas não antes de se envolver com a secretária, casada com homem violento. No entanto, devo dizer que sua morte não teve nenhuma ligação com o marido enganado. Enfarte da vida!

Norberta morreu velhinha, mas feliz, ao lado o filho (legítimo), cercada de netos e bisnetos, que nunca esquecerão suas lições:

- "Democracia deve ser pensada como um processo contínuo”. “Sem desconsiderar os direitos humanos devemos constituir um ordenamento com as normas, definidoras da legitimidade, de quem deve governar".

O projeto pedagógico de Norberta, que começou entre os seus, certamente vai ganhar novos adeptos, principalmente entre os que se preocupam com o período infantil. Nesse período, crucial da vida humana, é necessário "deixar muito claro" o amor que sentimos por eles e, como lembrava Jorge, enfatizar os seus objetivos existenciais como pessoa (7).

Leitura adicional

(1) Idolatria
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/sequestro-e-idolart...

(2) São Caetano
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/sao-caetano-futebol...

(3) Evidências científicas sugestivas de reencarnação
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/reencarnacao.html

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2014/05/reencarnacao-exi...

(4 ) A escolha de candidatos O voto consciente
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/eleicao-mulheres-e-...

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/em-quem-votar.html

(5) Poder neurótico
http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2011/03/apego-ao-cargo-o...

(6) Sonhos
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/sonhos.html

(7) Importância do período infantil e da religião:
- Deixe claro para o seu Filho
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/deixe-claro.html

- Evangelização infanto-juvenil
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/assistencia/vaci...

- Por que as crianças se suicidam
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/por-que-criancas-se...

_____________________________

Originalmente publicado em:
http://www.cefamiami.com/newsletter/materias/artigo/05.04/index.html

(*) Nicolau Maquiavel (em italiano: Niccolò di Bernardo dei Machiavelli; Florença, 3 de maio de 1469 — Florença, 21 de junho de 1527) foi um historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são e não como deveriam ser. O "Príncipe" é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel e foi completamente escrito em 1513, apesar de publicado postumamente, em 1532. Maquiavel era um verdadeiro republicano, mas ele acreditava que somente a força de um líder especial poderia criar o um Estado italiano forte como ele imaginava. A ética em Maquiavel se contrapõe à ética cristã herdada por ele da Idade Média. Para a ética cristã, as atitudes dos governantes e os Estados em si estavam subordinados a uma lei superior e a vida humana destinava-se à salvação da alma. Com Maquiavel a finalidade das ações dos governantes passa a ser a manutenção da pátria e o bem geral da comunidade, não o próprio, de forma que uma atitude não pode ser chamada de boa ou má a não ser sob uma perspectiva histórica. Reside aí um ponto de crítica ao pensamento maquiavélico, pois com essa justificativa, o Estado pode praticar todo tipo de violência, seja aos seus cidadãos, seja a outros Estados. Ao mesmo tempo, o julgamento posterior de uma atitude que parecia boa, pode mostrá-la má.
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavel)

(**) Norberto Bobbio (Turim, 18 de outubro de 1909 — Turim, 9 de janeiro de 2004) foi um filósofo político, historiador do pensamento político e senador vitalício italiano. Conhecido por sua ampla capacidade de produzir escritos concisos, lógicos e, ainda assim, densos. No campo da Filosofia do Direito Norberto Bobbio incorpora-se na corrente dos que identificam no corpo doutrinal três áreas de discussão: uma área ontológica, da Teoria do Direito, que se preocupa com o direito com existe, procurando alcançar uma compreensão consensualizada dos resultados da Ciência Jurídica, da Sociologia Jurídica, da História do Direito e outras abordagens complementares; uma área metodológica que compreende uma Teoria da Ciência do Direito e que recai no estudo da metodologia e dos procedimentos lógicos usados na argumentação jurídica e no trabalho de aplicação do Direito; e, por fim, uma área filosófica materializada numa Teoria da Justiça como análise que determina a valoração ideológica da interpretação e aplicação do Direito, no sentido da valorização crítica do direito positivo.
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Norberto_Bobbio)

Retirado de:

http://www.espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores_FORMIGA_Luiz_t...

 

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Comentário de LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA em 1 dezembro 2018 às 17:58

CARLOTA, DROGA Y NOSTRADAMUS

 Encuentro Carlota muerta. Yo hable, yo grité, yo implore (*)

 Década de 1970, hice dos Especializaciones, en Microbiología e Inmunología y otra en Educación para la Salud, después, Maestría y Doctorado, todos en la UFRJ. El problema era dar clases en las dos universidades. Usaba droga en la madrugada. Café y tabaco. La droga no es buena ni mala, el problema es el uso que de ella se hace. (1) En la misma década, mis cuatro hijos decidieron nacer y llorar.

¡Locura! En ese período, hice también la Facultad de Educación. Fue posible y no hice nada mal, más Derecho sólo después de la jubilación, no tuve suficiente energía. Era viciado en libros. "¡Duérmete con un ruido de esos!" ¡Era como un artista joven en la madrugada!

En esa misma década, los bahianos invadieron mi playa. Era posible encontrarlos en “Acapulco", el restaurante donde Eduardo Dussek golpeaba punto todas las noches, con la certeza de encontrar amigos y desliar un comprimido (**) de Mandrix. (2)

Arthur Xexéo cuenta que salió del "Acapulco", que Dussek consiguió su primer empleo como artista profesional.

Wolf Maya y Zezé Motta le preguntaron lo que hacía. La respuesta sencilla: "Soy pianista".

Maya estaba participando en una producción teatral donde un pianista había sido despedido.

Dussek acabó, junto a Marieta Severo, Marco Nanini, Pedro Paulo Rangel y Camila Amado, en el elenco de "Desgracias de un niño", la comedia que hizo historia en 1973.

Arthur Xexéo relata que fueron cuatro horas de historias impagables con Eduardo Dussek en el Museo de la Imagen y del Sonido. Proyecto "Testimonios para la posteridad".

En el segundo cuaderno del periódico, el articulista-entrevistador dice que, a partir de cierto momento, se emocionó y dejó de lado la rigidez exigida por entrevistas a museos y luego percibió que la vida de Dussek no era sólo de él. Ella era la de toda una generación, la generación que fue joven en Río de Janeiro, 40 o 50 años atrás. Dussek estaba especialmente inspirado en el MIS. Imitó lo que sería María Betania interpretando "Nostradamus", la canción que lo reveló para todo el país en el festival "MPB-80".

  El artista resumió su trayectoria de manera original: "Me arrepiento de todo, para hacer de nuevo y mejor". (3)

Yo también me arrepiento y quiero decir con el Zeca: ¡no soy más de eso!

No sé si Sonia hizo hechizo, macumba o cosa así, pero dejé de ser vagabundo. Aumenté mi fe en Cristo. Hoy soy muy querido por todo el mundo. (4)

El tabaquismo y la hipertensión arterial son dos factores importantes de riesgo para las enfermedades cardiovasculares. En aquella década, también dejé el tabaco, hoy no me arrepiento. (5)

Cuando Dussek dijo "arrepentirse de todo, para hacer de nuevo y mejor", también me hizo recordar la vida difícil de las décadas de 1960/70.

La Facultad de Ciencias Médicas, en la UERJ, tenía un buen concepto, pero cuando llegué académico biomédico a los laboratorios de la disciplina de Microbiología e Inmunología comprobé que estaba en el tercer mundo.

La investigación sólo tomó impulso gracias al concurso y al nuevo profesor titular, Ítalo Suassuna. El profesor Suassuna estimulaba al alumno de graduación a colocar el "ombligo en la bancada". (6)

Fue en esa época, que por primera vez nos colocamos ante la evaluación de nuestros pares al presentar comunicación oral sobre una droga (***). La Gentamicina. (7)

Los años se pasaron rápidos, pero no estoy "viejo y acabado". Ciertamente haríamos más y mejor, a pesar de la crisis (8) que atravesamos en esa hora, una verdadera pesadilla.

"Me arrepiento de todo, para hacer de nuevo y mejor".

Un autor espiritual explicó cómo ocurre el progreso espiritual, cuando estamos en nueva oportunidad haciendo, en la reencarnación, una "delación premiada", como yo ahora. Es necesario presentar pruebas (links).

El progreso puede ser comparado a la montaña que nos corresponde transponer, sufriendo naturalmente los problemas y fatigas de la marcha, mientras que la recuperación o la expiación pueden ser consideradas como esa misma subida, debidamente recapitulada, a través de embarazos y trampas, espejismos y espinos que nosotros mismos creamos. "(Evolución en Dos Mundos, capítulo XIX, Reencarnación y Evolución)

Debemos también considerar que los efectos de la droga no se restringen sólo al cuerpo físico, pues los espíritus perversos aprovechan la oportunidad para desagregar la personalidad, liberando de los archivos del subconsciente las imágenes de dramas vividos en otras encarnaciones. (9)

La persona que realiza el suicidio lento e inconsciente por el abuso de drogas no tomó conocimiento de las diversas evidencias científicas, que apuntan hacia la posibilidad de volver a vivir, en un nuevo cuerpo, en la Tierra.

Ella no sabe que el cuerpo de carne sufre la acción de un programador, organizador biológico, el periespíritu, cuerpo celeste. Con el abuso de drogas en la vida anterior, la persona inconsciente no sabe que se imprimió marcas, ocasionando lesiones en el cuerpo espiritual.

Puede haber lesión en el cerebro material / espiritual. Esto se expresará a través del ADN.

Las características de personalidad del espíritu desencarnado se reflejan en el cuerpo espiritual, periespirito, y de éste en el cuerpo, haciendo el cerebro vulnerable para algunas experiencias de la vida, generando trastorno mental.

Este asunto es tan fascinante que fuimos invitados a presentarlo a los jóvenes académicos en el Núcleo Espírita Universitario, en la UERJ, en 1999. (10)

Imagínese desencarnar en la cracolândia con sida y tuberculosis. (11)

No sólo los artistas usan drogas. Políticos, ejecutivos, personas exitosas en la vida también lo usan. Ciertamente le vino a la mente un nombre. Una realidad surge. Las tasas de consumo son más elevadas en el subconjunto poblacional en el que las familias no son cohesionadas. Tanto que nuestros adversarios, encarnados y desencarnados, buscan desacreditar a la familia como una institución. Alientan el divorcio fácil y enfatizan la necesidad de criar a los hijos lejos de la negativa influencia de los padres, como técnica de dominación. (12)

En este problema del abuso de drogas enfatizamos tres puntos. El encuentro de una personalidad con una droga psicotrópica, dentro de cierto contexto social y cultural. (13) En la cracolandia (11) la droga es sólo un epifenómeno. ¡Dussek hace reflexionar!

Comentário de LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA em 1 dezembro 2018 às 14:42

Falando em Norberta lembrei a morte de Carlota, artistas e drogas.

Artistas são “irreverentes”. Recusam-se a ficar na camisa de força.

Já encontrei rock pra cachorro, chamando a atenção para a existência de crianças pobres.

Já batizaram cadela com o nome de “Suamãe”. Não vá “excomungá-lo”!

Depois de ler e pensar (coisa que dói) o leitor teria coragem de compartilhar ou prefere ficar fazendo parte do “politicamente correto”? Se deseja ir para o céu vai ter que subir degrau por degrau. Não adianta falar, gritar, espernear ou implorar.

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2017/05/carlota-droga-e-nostradamus.html

 

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