Espiritismo Visão da Assistência Social
Victor Manuel Pereira de Passos

SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Conceitos. 3. Citações.4.Historial.5.Centro Espírita na Assistência Social: 6. Conclusão. 7. Bibliografia Consultada.

1-INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo, alertar os espíritas para a essência da assistência social e a sua inclusão através dos princípios espiritas dentro e fora do Centro Espirita. E dos valores da defender, de forma a proporcionar o bem, mas sem aniquilar o Ser integral, nas suas obrigações, para com os valores doutrinários.

2. CONCEITOS

Assistência – do lat. Assistentia. Ato ou efeito de assistir a alguma coisa. Fazer aos outros aquilo que desejaríamos para nós em circunstâncias iguais.
Assistência Social – É uma função de político-social com o sentido de dar provimento às necessidades básicas dos indivíduos, mais rigorosamente em prol da família, maternidade, infância, adolescência, velhice, o amparo às crianças e aos adolescentes carentes, promoção da inclusão seja no mercado de trabalho e na vivência com a sociedade, na preparação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência , doenças do foro crónico e a promoção de sua integração à vida comunitária.
As prestações de assistência social são destinadas aos indivíduos sem condições de prover o próprio sustento de forma constante ou temporária, Este processo envolve toda a Comunidade desde dos políticos aos voluntários.
Voluntário – Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte de seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem-estar social, ou outros campos...”

• Voluntariado

( art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)

É o conjunto de ações de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.
Não são abrangidas pela presente Lei as atuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.

• ENCONTRA-SE ao serviço das pessoas, das famílias e das comunidades, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do bem estar das populações.

• EFETUA-SE por um conjunto de ações de interesse social e comunitário, praticadas de forma desapegada, revelando o trabalho voluntário.

• ALARGA-SE através de projetos e roteiros de entidades públicas e privadas com condições para integrar voluntários, abrangendo as entidades promotoras.

• POR INERÊNCIA uma decisão livre e voluntária sustentada em motivações e escolhas pessoais que descrevem o voluntário.
Na condição Espirita” dar de graça o que de graça se recebe”, isto sem olhar a quem…

3. CITAÇÕES

"Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos.” Confúcio

"Deviam parar com a demagogia sobre as massas. As massas são rudes, sem preparação, ignorantes, perniciosas em suas reivindicações e influências. Não precisam de lisonjas mas de instrução” Ralph Emerson
"Nada há de mais belo e legítimo do que o homem fazer o bem e como deve ser, nem ciência tão difícil do que saber viver esta vida bem e naturalmente; e, de todas as nossas doenças, a mais terrível é desprezar o próprio ser.” Michel de Montaigne 

4. HISTÓRIAL

Na antiguidade não existiam refúgios para dar apoio a crianças e idosos. No entanto por exemplo segundo dados históricos os Cro-Magnon tinham uma vida social que apresentava sintomas bastante significativos de organização. 
A sua fixação e permanência nas cavernas, embora não fosse definitiva, pois suas atividades ainda eram a caça e a pesca, eram prolongadas de tal modo a lhes dar condições de esquematizar os princípios básicos de uma comunidade. Dividiam o trabalho. 
A caça era um objetivo comum e a sua partilha entre os membros do grupo era obrigatória. Este "cooperativismo" era, em grande parte, motivado pelas próprias circunstâncias geoeconómicas em que viviam: os animais eram, em sua maior parte, de grande tamanho e difíceis de serem caçados por um homem sozinho. Caçavam juntos, enfrentando os mesmo perigos mas, em cerimônias festivas, faziam também a partilha coletiva. Porque temos que ter em conta a assistência social, não é só dar a quem precisa, mas toda uma conjuntura que nos obriga a aprender a estar em comunidade e partilhar as fragilidades para as melhor combater.
Os Egípcios, os Hindus (na pessoa de Buda) e os Chineses (pela influência de Confúcio) além de venerar seus mortos, já ensinavam por parábolas, a tolerância, a igualdade , bondade e lealdade para conseguirem almejar um objetivo supremo. Já se formavam castas, tribos, clãs e seitas com sua organização , mesmo que aboleta, mas já lhe sentiam a necessidade de colaboração..
Após implantação do Cristianismo como religião legal, os povos do pretérito começaram a elaborar instituições de assistência com caráter burocrático e constante. Com Jesus Cristo a assistência refulge em cada momento, tal vemos em epígrafe no Evangelho, circunscrevendo o tríplice espaço da sintonia universalizada; 
• Estendeu a sua Humanidade, ao homem, não tinha limites, nem projetava diferenças: servos, adversários e perseguidos todos eram vistos de igual forma.
• Ele foi mais longe do que a estância superficial, atendeu todas as carências morais e espirituais, referindo-se constantemente ao corpo e a alma;
• Supera o conceito de todas as instituições, acrescentando o conceito de justiça, fraternidade e amor.
O Evangelho de Jesus mostra-nos o verdadeiro sentido da caridade e sublimidade do conceito de amor ao próximo, conforme se conclui dos seus ensinos: 
• O Bom Samaritano (Lucas X: 25-37); 
• “Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei também a eles...” (Mateus VII:12); 
• “Tratai todos os homens como quereríeis que eles vos tratassem.” (Lucas VI:31); 
• O que é necessário para salvar-se (Mateus XXV:31-46); 
• O amar aos inimigos (Mateus V:43-47; Lucas VI:32-36).

A evolução Industrial, a capitalização dos interesses materiais, a soberba do poder, da corrupção veio projetar muitos desafios que até ali não haviam existido. A alienação do conceito de vida, excessos e desafios constantes pela autoridade Mundial, traz na globalização o preço da luxúria lúgubre onde os pobres ficam mais pobres e os ricos vivem o seu apogeu desmedido. 
Essa projeção imperial apenas veio trazer descontrole e estamos a colher os frutos amargos, o progresso trazia a faca de dois gumes e a automatização que barateia os custos de mão de obra, mata os empregos e várias áreas de afazeres foram se diluindo, o desemprego, a miséria, fome e doença começou a retratar-se no quotidiano e a desigualdade por muito que se tente está aí bem presente. Os Países em recessão, por incúria, por abusos, levam a que a violência aumente, e que a estruturas de sociais comecem a ficar lotadas. Logo a necessidade de maior solidariedade entre as Comunidades, daí o papel importante dos voluntários, mas também da sociedade civil, governo e o grosso do poderio Mundial ter que criar acessibilidades, num conceito de sustentabilidade de processos, para poder ajudar os mais carentes.
Os ricos têm que apoiar os pobres, e urge criar uma mentalização de que é necessária educação, formação, mas dentro dos valores do amor, da moral e do respeito pelos valores do outro.
O Espiritismo, tem aqui uma tarefa, não para substituir Instituições Sociais mas para lhes acrescentar os valores espirituais, não é dar o pão apenas, mas ensinar a importância de aprender o valor do fermento pela busca constante de meios para que não se caía no marasmo , ou na ociosidade, mas exaltando à responsabilidade de todos discípulos do princípio “Fora da Caridade não há Salvação”, isto sem olhar a quem, e sem que se permita que os outros credos possam ser entrave, porque quando se trata de ajudar, os rótulos religiosos não tem valor, mas sim a essência do amor pelo próximo.
Entendo que todos tem algo para partilhar, o medico, o carpinteiro, o trolha o eletricista, o mecânico, o padeiro o varredor, o professor, o aluno, o Pai,a Mãe….
Adolfo Bezerra de Menezes , Sousa Martins, Eurípedes Barsanulfo , Anália Franco , António Gonçalves da Silva “Batuíra”, são exemplos de amor e partilha, e o desafio aos Espiritas é dar continuidade partilhando com sem olhar a quem… Se nós oferecermos o que temos de bom, e o outro Irmão fizer o mesmo doando a ocupação do que alguém tem em falta estará a contribuir, para a grandeza humana tal como Jesus nos ensinou e que sublimou as praças , as ruas , as casas, com seu amor , com sua postura moral. O melhor lucro que podemos ter com a nossa experiência partilhada é a de despir a pena e de aprender mais e ser mais solidários.

5. CENTRO ESPIRITA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL

A ação espírita a ser desenvolvida pelos Centros espíritas: a unificação, estudo doutrinário ensino dos médiuns e a caridade.
O Centro Espírita é o consignatário dos princípios da Doutrina Espírita e não se pode despegar da sua pureza, afim de não colocar o Espiritismo na voz do fogo do descalabro vicioso como aconteceu com outros credos.
Bezerra de Menezes propôs - nos: "É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compro¬missos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios" (psicografia de Chico Xavier, "Reformador" de dez. de 1975).
A solução da questão social, diz Kardec, está toda no melhoramento moral dos indivíduos e das massas. Não é o Espiritismo que cria a renovação social, mas o amadurecimento da humanidade que fará disso uma necessidade, escreveu ele em "A Gênese" (cap. XVIII, item 25). 
Em "O Livro dos Médiuns", cap. XXIX, item 350, Kardec escreveu: "Se o Espiritismo deve, assim como foi anun¬ciado, trazer a transformação da Humanidade, isto pode ser apenas pelo melhoramento das massas, o que pode acontecer gradualmente e pouco a pouco, apenas pelo melhoramento dos indivíduos". 
E posteriormente, no mesmo item, o Codificador sugere: "É para o fim providencial que devem tender todas as sociedades espíritas sérias, agrupando ao seu redor to¬dos os que possuem os mesmos sentimentos; então haverá entre elas união, simpatia e fraternidade e não um vão e pue¬ril antagonismo de amor-próprio, de palavras antes que de fatos; então elas serão fortes e poderosas, porque se apoiarão numa base indestrutível: o bem para todos".

6- CONCLUSÃO

Ao Centro Espírita cabe na sociedade a função de preparar o homem espírita como motor de transformação. A ideia de Deus está mais próxima, o sentido real da vida material, é por nós entendida, porém urge fazer proliferar o sentido de real do espiritismo como voz da esperança na vida futura e da morte da inoportunidade pela mão da reencarnação.
O materialismo e seu consulente, o egoísmo, vício mais corrosivo e a causa de todas as enfermidades da sociedade, devem ser denunciados pela divulgação da Doutrina Espí¬rita e pelo exemplo dos seus seguidores. É importante o papel do Centro Espírita na aproximação da Família, na educação dos seus membros e a mesma projeção social para todas áreas da comunidade. 
A ação social espírita tem de se fundamentar no voluntariado no apoio aos carenciados, apoio espiritual nas suas vertentes, orientando, para vida ativa e não para a passividade.
A missão principal do Espiritismo é o apelo à “transformação da humanidade pela melhoria das massas por meio do gradual aperfeiçoamento dos indivíduos”, todo o auxílio feito ao próximo deve ser acionado dentro de um plano que tenha por objetivo o reequilíbrio moral; a reintegração social e a educação espiritual.

7. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

O Evangelho segundo o Espiritismo. A. Kardec.
O Livro dos Espíritos. A. Kardec.
O Livro dos Médiuns de A. Kardec
A Génese de Allan Kardec
Conduta Espírita. VIEIRA, Waldo. 
www.espirito.com.br. Manual de Apoio para as Atividades do Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita, da FEB.
Decreto de Lei (art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)

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Comentário de wilson jose barbosa em 29 julho 2012 às 22:42

BOA NOITE

Firmando em tudo aquilo que almejamos, sempre seremos alcançados em nosso proposito, circundo o bem maior que é a caridade.

Fiquem com DEUS.

muita paz

Comentário de Djali Rabello de Oliveira em 29 julho 2012 às 1:28

Gostei do texto. "O verdadeiro espírita é reconhecido pelos seus atos".

Comentário de Victor Manuel Pereira de Passos em 28 julho 2012 às 17:25

Amigo Wilson

Muita paz

 Para mim basta-me isto...se está feliz ..fico feliz, se não está, não vamos desistir , mas procurar essa mesma felicidade, pelo amor em caridade e ela começa sempre em nós...

abraço do coração

Victor Passos

Comentário de Victor Manuel Pereira de Passos em 28 julho 2012 às 17:23

Ola muita paz e harmonia

Bons Amigos e Amigas

Amigo Maurício, longe de me querer fazer superior, onde lhe retirar qualquer opinião, pois temos as nossas formas de ver, até porque somos espíritos em evolução e sempre estamos aprendendo.

A critica sempre que construtiva é mais valia para o crescimento , e aceito sua opinião, apenas referindo-me que longe de mim querer substituir os técnicos, médicos e os assistentes sociais de carreira.

Quando escrevi este estudo foi no sentido de dar ênfase ao voluntário que apoia as Instituições que sem fins lucrativos , pratica o bem , sem olhar a quem...Não com o sentido profissional, mas pelas características de quem dá  ou partilha o que tem pelo próximo e a isso chamo assistir  e como  viu existem mesmo as Leis que regem o voluntariado  e repare que falo desta forma, porque são sectores ligados ao estado neste caso Português que na falta de meios procuram nos voluntários esse apoio...nunca no sentido de de ocupar o espaço daqueles que estão formados , mas sim de apoio a estes no conceito de amor sem escolher a quem...

Abraço do coração

Bom Amigo

Victor Passos

Comentário de wilson jose barbosa em 28 julho 2012 às 13:07

BOM DIA

Estar feliz é descobrir que a cada momento temos o nosso exemplo, JESUS.

Lembrando que nem tudo está nas letras e sim na ação.

muita paz

Comentário de Maurício de Araújo Zomignani em 28 julho 2012 às 9:48

Olá, Victor

Retorno apenas porque acho que isso pode ajudar os companheiros de ideal espírita em seus trabalhos sociais. Acho que esse também foi o que motivou o autor do artigo. 

Tem coerência sua argumentação, mas, vamos refletir. Você pode ajudar, pode fazer trabalho social, fazer caridade? Não só pode, mas deve. Você pode instituir no seu Centro Espírita um setor de Assistência Social sem o técnico específico? Não. Como os maus políticos que o fizeram e foram condenados por ações movidas pelo Conselho Regional de Serviço Social, sua organização também estará sujeita a sanções. 

Veja só. É maravilhoso o trabalho com passes de cura que é feito nos Centros. Alguém chama de Setor Médico, ou de Medicina? Alguém diz que pratica a Medicina? Alguém desmerece ou aconselha a abandonar os medicamentos e procedimentos científicos? Não, por precaução, respeito às leis e às instituições, e por isso é maravilhoso. 

Mesmo que nós saibamos que a medicina espiritual não depende de diplomas e conselhos profissionais mas de elevação moral, será sempre preciso respeitar as instituições e profissionais da terra. Assim também com a Assistência Social.

É evidente que alguns dos chamados Pretos Velhos, por exemplo, podem curar mais e melhor que qualquer médico através de um médium, é claríssimo que Chico Xavier curou e ajudou incomparavelmente mais gente que qualquer profissional, mas...    não conheço declarações dele de que praticava Medicina, ou Assistência Social.

Já se disse que o médium é um ser interexistente. O Espiritismo todo, também é. Para isso, é preciso conhecer as regras e reconhecer as instituições daqui e de lá. 

Abraços e parabéns pelo trabalho social desenvolvido. 

Maurício

Comentário de wilson jose barbosa em 27 julho 2012 às 20:22

Boa Noite

Não vamos e não queremos polemizar, mas qualquer que seja o seu objetivo tem que estar a caridade.

muita paz

Comentário de Marcia Rejane Faccin Corrêa em 26 julho 2012 às 22:13

Excelente. Nas casas espíritas muito se faz em relação à caridade e assistência social, e o que rege essas pessoas é a vontade de ser útil à uma causa que é a doutrina espírita. Antes de se falar em Jesus, primeiro precisamos acalmar o estômogo vazio, a sede, o frio, a angústia. e mostrar através do nosso acolheminto que somos mediadores da Boa Nova. Para isso, não precisamos de títulos, cargos, poderes e nem nomes(rótulos da vida material) precisamos sim de muito amor pelo que se faz. Bjus

Comentário de wilson jose barbosa em 24 julho 2012 às 16:26

Boa Tarde

sempre que nos deixamos de ver, aquilo tem no seu objetivo, único e exclusivamente a caridade, vamos frequentemente estar em falso moralismo de títulos e deferências.

Possamos olhar a tudo o que se destina a elevação espiritual, com olhos do espirito.

muita paz

Comentário de Maurício de Araújo Zomignani em 23 julho 2012 às 19:53

Sou assistente social e sei que a assistência social não é uma ação voltada ao voluntário, mas sim a atividade de um profissional de nível superior, profissional liberal, regido por um código de ética e por uma legislação específica, a Lei Orgânica de Assistência Social. 

O texto não tem assinatura, mas não pode ter sido escrito por um profissional da área. Ninguém se aventuraria a falar de uma disciplina na qual não é especializado, uma profissão na qual não é formado em qualquer outra área profissional assim como foi feito aqui. Peço assim que se retire o texto para maior reflexão. 

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