“Suzano”, as armas de fogo e o vulgarismo da bestialidade (Jorge Hessen)

Jorge Hessen

jorgehessen@gmail.com 

Brasília/DF

 

Alguns dos mais variados setores da sociedade brasileira defendem a manutenção do comércio legal de armas de fogo aos cidadãos que necessitarem, por algum motivo, justificando que todos têm direito a possuir, nos limites da Lei, uma arma de fogo para se defender de qualquer atentado à incolumidade física do indivíduo, sua vida, seu patrimônio etc.

Mas, precisamos refletir mais sobre liberação de armas de fogo. O massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP), que deixou dez mortos e 11 feridos, trouxe à tona novamente o debate sobre o controle de armas de fogo - como o revólver calibre 38 usado pelos autores do ataque.

Na cultura rural de diversas regiões norte-americanas, é comum os pais estimularem os filhos a usar armas de fogo. Essa trágica cultura é tão forte que nem o massacre na escola de Sandy Hook, em Newtown, Connecticut, em dezembro de 2012 - na esteira de outros ataques a tiros, como Columbine, Virginia Tech e Aurora - criou condições suficientes para aprovar legislação norte amaericana tornando mais rigoroso o controle de armas.

Ao ser questionado sobre os assassinatos na escola de Suzano (SP), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que "os jovens estão muito viciados em videogames violentos", dando a entender que jogos de realidade virtual poderiam ter estimulado os ataques. Para a polícia paulista, as botas, as roupas pretas e a máscara de caveira que Guilherme usava, indicam que ele e Luiz Henrique agiram motivados jogos de videogame que reproduzem cenários de guerras e combates. Porém, seria somente isso?

Notemos, em 1996, um massacre de crianças em uma escola na Escócia levou a uma mudança radical na lei e, como consequência, na acentuada redução do número de ataques do tipo e de mortes por armas de fogo na Grã-Bretanha. No começo de 1997, o governo britânico levou à aprovação no Parlamento a proposta de proibição total da posse de pistolas com calibre superior a 22. Poucos meses depois o governo ampliou a proibição para todas as pistolas, de qualquer calibre. Atualmente a Grã-Bretanha tem um dos menores índices de homicídios por armas de fogo em todo o mundo.

Consterna-nos saber que o Brasil é um dos líderes mundiais em casos de mortes produzidas com a utilização de armas de fogo, destarte, a sociedade clama por soluções efetivas para o problema da violência urbana. Muitos vivem sob o guante da síndrome das balas perdidas.

Os espíritas cônscios acreditam, obviamente, que uma das soluções para a criminalidade seria a proibição da venda de armas de fogo em todo o território nacional, ressalvada a aquisição pelos órgãos de segurança pública federal e estadual, municipal e pelas empresas de segurança privada regularmente constituída, na forma prevista em Lei.

Os pediatras, psicólogos, professores e estudiosos consideram muito prejudicial para as crianças e jovens o incentivo a “autodefesa armada”, pelo efeito da violência que essas práticas produzem, pois armas podem fascinar as mentes infantis, principalmente porque são desempenhados por "heróis" de filmes de ação, vistos em cinemas, revistas em quadrinhos ou na televisão.

Uma legítima educação é aquela em que os poderes espirituais regem a vida social. Todavia, o "homem moderno" e que se diz "civilizado" se envaidece com a sua capacidade de subjugar os outros, de mandar, de impor medo, quando o ideal seria ensinar à sua prole o respeito humano e compreensão das leis de Deus. A degradação moral do homem contemporâneo abriu as comportas da violência, represada debilmente pelas barreiras artificiais da civilização.

Concebemos como um conjunto de forças como a inversão dos valores éticos sugeridas pela televisão, internet, cinema, teatro e clubes que convidam crianças e adolescentes para uma realidade nua e cruel, o que equivale afirmar que elas estão sendo arrancadas do seu universo lúdico e juvenil e conduzidas para a violência, estimuladas, também, pela alienação moral dos pais.

Destarte, o período de inocência e tranquilidade infanto juvenil foi diminuindo. Cada vez mais cedo, e com maior intensidade, as inquietações da adolescência brotam acrescidas pelos múltiplos e desencontrados apelos dos videogames violentos , das revistas pornográficas, da mídia eletrônica, das drogas, do consumismo descontrolado, do mau gosto comportamental, da vulgaridade exibida, das técnicas de tiro e outras tantas extravagâncias, como reflexos óbvios de pais que vivem alienados, estagnados e obsidiados, enclausurados em seus afazeres diários e que nunca podem permanecer à frente da educação dos próprios filhos.

O que identificamos de forma generalizada é o total distanciamento dos pais modernos ao nível de educação dos filhos nesse sentido. De maneira geral, transferem suas responsabilidades para as escolas ou para o Estado, enquanto eles é que tinham que dizer aos filhos se isso ou aquilo é perigoso para menores ou não. Os pais precisam fazer com que os filhos entendam que eles têm que cumprir sua parte para usufruir as benesses do amor. Os pais precisam exigir mais. Ademais o servidor fiel do Espiritismo possui, no esforço da educação dos filhos e no bom exemplo, a consciência tranquila e a fortaleza moral.

 

 

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Comentário de LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA em 20 março 2019 às 22:04

Raphael Barbosa da Silva concorda com Cury:

“Estamos educando crianças para serem gênios da tecnologia mas mendigos emocionalmente”.

 

Em outras palavras. Não basta a pessoa ser “um gênio” (QI), se não souber lidar com emoções (QE). O estudo da inteligência espiritual (QS) nos permite compreender que uma pessoa muito inteligente, em termos do domínio cognitivo pode ser estúpida em termos de valores ético-espirituais.

http://aumagic.blogspot.com/2013/06/drogasmediunidadeinteligencia-e...

“A educação da alma é a alma da educação”. André Luiz

Comentário de DAVIDR REIMER em 20 março 2019 às 16:59

Suíça realizará referendo sobre restrições à posse de armas
Os cidadãos da Suíça, um dos países com mais armas per capita, irão às urnas em maio para votar em um referendo se aceitam uma nova legislação que restringe a posse de armamento, com a qual o Governo pretende se adaptar a medidas similares tomadas pela UE para lutar contra o terrorismo.

Segundo informou neste domingo a televisão nacional "RTS", esta legislação mais restritiva já foi aprovada pelo Parlamento suíço em setembro, mas os opositores à medida - caçadores, proprietários e amadores de armas, entre outros - obtiveram as 50 mil assinaturas necessárias para convocar um referendo e as entregarão ao Executivo federal para que dê início à consulta.

A União Europeia (UE) decidiu endurecer a legislação sobre armamento nos países-membros após os atentados terroristas de Paris em novembro de 2015, com 130 mortos, a fim de conter o comércio ilegal de armas e restringir o acesso às mais perigosas.

A Suíça, onde calcula-se que haja entre 2,5 e 3 milhões de armas de uso civil (cerca de 30 por cada 100 habitantes), é obrigada (por fazer parte da UE) neste ponto ao ser parte do Tratado de Schengen de livre circulação, por isso que teoricamente deve realizar similares mudanças legislativas neste ano.

A adoração pelo tiro esportivo e o fato de que os suíços, após realizar o serviço militar obrigatório, podem possuir as armas que usaram em suas casas explicam em parte o numeroso armamento per capita no país.

Comentário de Casa de Jaco - Lar do idoso em 20 março 2019 às 15:00

Neozelandeses começam a entregar armas


dw.com
1 hora atrás




Flores e homenagens são deixadas em local do atentado em Christchurch© Reuters/E. Su Flores e homenagens são deixadas em local do atentado em Christchurch

Um dia após a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciar o endurecimento da legislação de armas e pedir aos cidadãos que se desfaçam de armamentos desnecessários, os neozelandeses começaram a entregar na terça-feira (19) suas armas.

Um dos primeiros a se desfazer de sua arma foi o fazendeiro John Hart do distrito de Masterton. Ele afirmou que decidiu entregar seu fuzil semiautomático à polícia depois do apelo de Ardern. No Twitter, ele disse que o armamento é uma ferramenta útil em sua fazenda, porém, a conveniência não superaria o risco do uso indevido.

"Nós não precisamos delas no nosso país”, afirmou.

Após publicar a mensagem, Hart recebeu uma avalanche de críticas, a maioria de vinda dos Estados Unidos, onde o lobby de armas é extremamente poderoso. Muitas das mensagens que recebeu usavam expressões pejorativas populares entre extremistas de direita americanos.

A polícia afirmou que ainda não tem dados sobre quantas armas de fogo já foram entregues desde sexta-feira, quando um atirador abriu fogo em duas mesquitas ematou 50 pessoas na cidade de Christchurch.

Em resposta ao atentado, Arden afirmou que o governo prepara leis mais rígidas para a posse de armas e, desta forma, aumentar a segurança no país. A premiê não forneceu detalhes sobre as mudanças na lei, mas disse que apoia a proibição de armas semiautomáticas como as utilizadas pelo atirador em Christchurch.

Estima-se que haja 1,5 milhão de armas de fogo no país de 5 milhões de habitantes. Apesar de um reforço nas leis nos anos 1990, a legislação sobre armamentos da Nova Zelândia é considerada relativamente permissiva.

Quase todas as pessoas que solicitam licença para o porte de armas a conseguem. Uma pesquisa com base em dados oficiais, divulgada pela imprensa neozelandesa, afirma que 99% das pessoas que se registraram para a licença de armas em 2017 conseguiram obter o documento.

A licença é obtida após uma verificação dos antecedentes criminais pela polícia. Apenas os proprietários são registrados, e não as armas, o que faz com que não exista um monitoramento sobre quantas unidades uma pessoa pode possuir. No entanto, crimes violentos são raros no país, e os policiais nem sempre andam armados.




Comentário de Raphael Barbosa da Silva em 20 março 2019 às 14:51

O autor Augusto Cury diz uma coisa que eu concordo plenamente. 

Estamos educando crianças para serem gênios da tecnologia mas mendigos emocionalmente. 

Não sabemos lidar com nossas emoções, tão pouco ensiná-los. Vivemos em uma sociedade tecnológica, com a industria do prazer faturando alto, porém as pessoas são se sentem felizes e completas. 

Não entendem a essência de Deus, e é esse nosso papel. Divulgando a doutrina podemos atingir aos corações através da alma. 

A facilidade ao acesso às armas de fogo aumentam, também, os índices de suicídios. Já que o suicida não quer se matar e sim cessar com os seus sofrimentos. 

Restringindo o método existe sim uma redução nos números de suicidas. 

Mas sinto que  mais pessoas estão sendo tocadas pela consciência do amor ao próximo. 

Ainda temos muito a evoluir, com certeza, mas já estamos dando os primeiros passos. Ainda que atrasado é melhor do que nunca avançar.

Comentário de LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA em 19 março 2019 às 6:53

(...) Assim, é muito provável que, por enquanto, seja plenamente dispensável a nossa cooperação no paraíso. No momento, o nosso lugar de servir e aprender, ajudar e amar é na Terra, mesmo. À medida que se nos intensifica a madureza de espírito, nos tornamos semeadores. Com a educação das inteligências, emocional e espiritual, investimos na Ecologia da alma.  

Comentário de LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA em 19 março 2019 às 6:40

“Se a maternagem não é suficientemente boa, então a criança torna-se escondida atrás de uma falsa identidade". Winnicott

 

(...) Pensando em crise de identidade, advoga-se que há continuidade e severidade de relações patológicas entre pais e filhos.

Advoga-se também que progenitores complicados, ausentes, subservientes, alcoólatras, machistas, violentos, autocratas, dominadores, interferem desfavoravelmente, na infância.

O critério estatístico aqui pode ser relembrado.

Vinte e dois por cento de mulheres transexuais sofreram abuso sexual dos próprios pais. Em 37% dos casos a relação entre os pais era turbulenta, doentia, com separação.

Como distinguir convicções transexuais de ilusões psicóticas? 

http://www.institutochicoxavier.com/index.php/informativo/pais-e-fi...

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2017/10/dia-da-crianca-como...

 

Comentário de LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA em 18 março 2019 às 21:30

“Uma legítima educação é aquela em que os poderes espirituais regem a vida social.

“O servidor fiel do Espiritismo possui, no esforço da educação dos filhos e no bom exemplo, a consciência tranquila e a fortaleza moral.

Em “Suzano”, onde as mães erraram? Por que erraram?

“Se a maternagem não é suficientemente boa, então a criança torna-se uma coleção de reações à imposição, e a verdadeira identidade da criança falha em se formar ou se torna escondida atrás de uma falsa identidade". Winnicott  (1)

O suicídio posterior, de filhos, pode ser a ponta do iceberg. (2)

“O corpo sofre menos quanto mais fortalecido se sente o Espírito.”

“Com duas semanas de conhecimento cristão, já sabemos o que fazer”. (3)

 

1.   http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/onde-a-m-e-errou

2.   http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2015/09/o-aumento-no-suicid...

3.   http://www.oconsolador.com.br/ano11/536/ca3.html

Comentário de Goliveira Goncalves em 18 março 2019 às 16:53

Também concordo que o uso de armas só pode agravar a violência, ainda que  a utilizemos  para a nossa defesa e de entes queridos. Mas as armas foram instrumentos....Daí, ficam perguntas difíceis de se responder: Por que tantos jovens se aventuram nessas missões trágicas de atentar contra a vida humana ?  "O que identificamos de forma generalizada é o total distanciamento dos pais modernos ao nível de educação dos filhos nesse sentido. De maneira geral, transferem suas responsabilidades para as escolas ou para o Estado, enquanto eles é que tinham que dizer aos filhos se isso ou aquilo é perigoso para menores ou não." Jorge Hessen. Concordo com o Jorge....Numa reflexão acerca da minha infância, lembro-me bem que o respeito pelos meus pais beirava o medo e isso me incomodava muito. Hoje sou pai. Mais maduro, penso que aquela educação rígida foi necessária, pois não tenho dúvidas que se não fosse assim, eu teria aprontado muito mais do que aprontei. Os jovens querem sim que lhes digam o que fazer, um norte...Sem isso ficam perdidos e a mercê de todo tipo de gente.... Por que os passatempos virtuais  fazem tanta diferença na vida real da juventude ? Por que o bullying que sempre existiu traz consequeências tão desastrosas hoje ?...Por fim, quero agradecer ao Jorge Hessen por abrir esse tema para discussão, e, gostaria de citar um palestrante: " Ao invés de falarmos às crianças sobre a pluralidade dos mundos habitados,é preferível ensiná-las sobre a diversidade dos seres humanos e como conviver com eles" Rossandro Klinger

Paz a todos !

Comentário de Rosa Maria Ribeiro de Souza em 18 março 2019 às 15:54

Concordo também que arma de fogo  não é algo pelo que se lute,mas o que se pode ver mesmo nesse caso e no anterior,o de Realengo é que essas pessoas,nesse caso o adolescente,que falam que era o que comandava,ele não tinha família,era sozinho,não tinha ninguém pra perceber o comportamento dele,era portador de grave doença mental e ninguém viu.como também os que apoiaram o ato pela internet,um foi interrogado e liberado,é também adolescente e deveria o estado ter se responsabilizado por um rigorosso tratamento psicológico.

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