REDE AMIGO ESPÍRITA

Divulgando, Instruindo e Unificando!!!

EXISTE REALMENTE DESTINO?

Estimados e amoráveis Irmãos, um pensamento sobre forma de dúvidas que, em meu íntimo, não quer calar: existe ou não existe o Destino? Pois afirmamos com letras maiúsculas que as coisas não ocorrem por acaso. Se tudo está determinado, onde ficaria meu livre arbítrio e a decisão para mudar as coisas e processar a evolução, por exemplo:

Nessas mortes coletivas, como esse acidente do avião onde estava a comitiva Chapecoense, p.e., tsunamis, enchentes, destruição em massa como no Haiti.... etc.,

Nesses casos todos, estavam adredemente planejado para tudo isso ocorrer e as pessoas que foram “vítimas”, como a espiritualidade as reuniram para que aquele evento se processasse com as mesmas. E como ficam aquelas pessoas que estavam para viajar, para participarem de um dado evento onde a ocorrência de morte em massa se processou, por alguma razão desistiu ou ficou impossibilitada na hora? A espiritualidade superior teve alguma dificuldade em reuni-las para aquele fenômeno da morte coletiva?

 Fazemos as seguintes considerações: Kardec diz que é para o melhoramento das pessoas e promover a evolução espiritual, bem como sensibilizar os encarnados para a prática do amor;

Leon Denis fala, sobretudo em um complemento de existências, de alguma forma, suprimidas em encarnações anteriores;

Emmanuel diz muito a respeito dessas mortes coletivas, são espíritos comprometidos em vidas transatas e que, de certa forma, com provas similares ou iguais a serem resgatadas, vêm na presente reencarnação e sofrem esses reveses cármicos adredemente planejados na vida espiritual.

Relativamente à questão 851 está ali bem consignada à existência de um destino, vamos dizer assim, quanto ao nascimento e morte, contudo podemos utilizar o livre arbítrio e alterá-lo. Sabemos também que por forças morais, podemos alterar uma prova previamente traçada, etc.

Algumas pessoas não espíritas, inclusive nos criticam por esse destino tão propalado e que dá-nos uma comodidade tal que e como somos sabedores que tudo deve acontecer dessa ou daquela forma, então por que vou fazer diferente para mudar uma situação que está determinada?  Gera, com isso, comodismo e inação do ser humano.... etc. Dizem mais, que é uma doutrina do sofrimento.

Outra: nem “bala perdida” existe em nossa doutrina, aquela pessoa estava passando ou estava no lugar certo, no momento exato e deveria morrer daquela forma. Ora, se a pessoa que deu o tiro em função de uma briga, por exemplo, deveria ser "punida" com uma punição mais branda porquanto a mesma ajudou aquela outra a cumprir seu destino?                                      


Sua participação é muito importante, mesmo que falando sobre algum item acima, pois com isso, irá contribuir com várias pessoas.

Bjs em vosso coração!!!

 

Décio

 

 

           

 

           

 

 

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Respostas a este tópico

Talvez o Luis Conforti queira defender que o livre arbítrio seja relativo. E é lógico que ele é relativo, pois tudo é relativo neste plano, haja visto que desconhecemos de toda bondade e sabedoria Divina e que este Planeta não é Celeste. Vou dar um exemplo. Uma cliente minha da livraria teve uma crise de depressão. O psiquiatra que a atendeu a entupiu de remédios. Acontece que ela, saindo da crise pediu para o médico trocar de remédio. Ela teve o livre arbítrio de consultar o médico, ou os familiares a obrigaram consultar um médico diante do infeliz quadro. Pois bem...Ela tomou os remédios receitados pelo médico (e isto, até a ajudou a sair da crise). Ela teve o livre arbítrio de tomar os remédios. Poderia não tomar...Ela melhorou e queria mudar a medicação. O médico disse que ela poderia mudar, então ele trocou a medicação. Acontece que a medicação que ela tomava leva tres dias para sair do organismo depois de parar de tomar. E a medicação que ela começou a tomar leva 15 dias para entrar no organismo. Resultado: Ela teve uma crise de ansiedade e se suicidou. Esta crise chama-se "crise de abstinência". Tenta tirar um pirilito de uma criança que pensa não saber viver sem ele depois que começa a degustá-lo!!!! O que aconteceu é que ela teve uma crise de depressão leve. Se medicou muito e o organismo se acostumou com a medicação. Sem a medicação ela se sentiu tão angustiada que tentou sair do estado de angustia cometendo o suicídio. O médico errou o procedimento. Como ela "acreditou" no médico, seguiu certinho a sua prescrição. Ela tem o livre arbítrio relativo, por acreditar em um profissional descuidado e incompetente. Ou quem sabe ele estava sobrecarregado de trabalho e não prestou atenção no histórico da paciente... Portanto se ela comewteu o suicídio ela não é a única responsável por isto...Temos o livre arbítrio relativo Luis, pois dependemos, infelizmente, de outras pessoas como profissionais, pais, cônjuges, filhos e etc. Não somos livres pois estamos a mercê da bondade do outro. Diante deste exemplo, se ela resistisse o quadro de abstinência, até o outro remédio entrar no organismo, ou seu corpo conseguir se acostumar sem o medicamento ele tem o livre arbítrio de consultar ou não com este profissional. Por isto devemos ter o pensamento crítico e confiar no outro ao mesmo tempo. E isto é uma arte. A grande arte de convivência. Porém, com Deus é diferente. Ele nos dá oportunidades de evoluirmos com o nosso livre arbítrio. Nos dá oportunidade de resgatarmos os nossos erros. Ele não erra. Quem erra somos nós, seja por descuido, intencional ou desconhecimento. É é avaliado, na Lei de ação e reação, (e o pensamento não deixa de ser, também uma ação por manipular fluídos), estas tres realidades. Isto acontece na Lei dos homens. E acontece na Lei de Deus também. Com a diferença de que as Lei de Amor está lançada. E tudo que foge desta Lei tem um agravante. Se nascer na carne e morrer na carne se tornou uma fatalidade, neste plano, é porque precisamos passar por este plano para evoluirmos espiritualmente. Pois há várias moradas na Casa do Pai. E esta, felizmente, não é a única...Não tenhamos a pretensão de alcançar a essência de Deus. Tenhamos a paciência de caminhar sempre até ele, com a certeza que, a cada passo que dermos em direção a ele mais fortes e amorosos seremos. E  novos desafios surgirão para que esta caminhada não se perca. Pois estacionar está fora da Lei do progresso ( uma das Leis Morais que encontramos em O Livro dos Espíritos). Estacionar é um retrocesso, haja visto que a vida é movimento. A única fatalidade da Lei Divina é a Evolução. E ninguém escapa dela. Vejamos o que diz no final  do item 8 do Capítulo IX de O Evangelho Segundo o Espiritismo. onde o subtítulo é "Obediência e Resignação": ..."Mas Obedecei também a grande Lei de Progresso que é a palavra de vossa geração. Infeliz do Espírito preguiçoso, daquele que fecha o seu entendimento! Infeliz! Nós, que somos os guias da humanidade em marcha, açoitá-lo-emos e forçaremos a sua vontade rebelde, na dupla tensão do freio e da espora. Toda resistência orgulhosa deverá ceder, cedo ou tarde; mas bem-aventurados os que são dóceis, pois darão ouvidos dóceis aos ensinamentos...Estamos a caminho. E que visita este site e entra nas discussões dos fóruns estão procurando o entendimento. Se alguns estão com outras intenções, forçosamente, encontrarão o entendimento, pois a finalidade deste site é a divulgação da mensagem esclarecedora e consoladora do Mestre Jesus à Luz do espiritismo.

Oi Diovani, é como um círculo que aponta em várias direções, dentro dele existem os motivos que te direcionam.

Ao Diovani Souza e a todos os estudiosos da doutrina espírita:

Sempre buscando ter uma “fé raciocinada”, como recomenda a DE!
.....

Luis (msg ant): meu novo amigo, se, segundo a DE, todos temos o livre-arbítrio, qual é a causa de abusarmos do álcool, de outras drogas e de cometermos todos esses crimes, misérias e absurdos que vemos no mundo? O que é que nos impede de fazer o que é correto fazer?

Mas onde é que está esse livre-arbítrio? O livre-arbítrio, meu jovem, vc vai perceber um dia, é nada mais do que um artifício (nobre pois consolador), fruto de elucubrações realizadas pelas religiões do mundo (por todas elas) e pelas filosofias, para tentarem explicar os, para elas inexplicáveis, sofrimentos do mundo.

E porq é que vc diz que usamos o livre-arbítrio antes de reencarnar, pois nem aí, nem em qualquer tempo, lugar, condição, circunstância, existe escolha livre, pois todas as escolhas (absolutamente todas, já que nenhuma é nossa!), desde às mais simples e inocentes, até às mais complexas e perigosas, estão “totalmente presas” ao passado, ao aprendizado que recebemos desta escola do bem e do mal, que é vida??

Diovanni disse: Eu posso beber hoje, chegar em casa e bater na minha mulher, certo? Eu seria livre se assim eu o fizesse.

Luis: mas, meu jovem, é aí exatamente que está o motivo de minha pergunta, que faço há muito tempo e ninguém responde: tente responder: se vc tem o livre-arbítrio, porq vc faria isso, de beber e bater em sua mulher??? Porq, ou qual é a causa de, tendo o livre-arbítrio, vc escolher fazer o mal para vc mesmo e para sua mulher? Porq não escolhe fazer o bem? Porq é que vc escolhe sofrer, em vez de escolher ser feliz?

Diovanni: Também posso não beber, estou escolhendo. Por escolher, quer por uma coisa ou outra, não estaria me projetando no mundo enquanto um ser livre?

Luis: e onde é que está, ou onde vc vê um “ser livre” ?! Um só que seja? Veja que todos nós estamos absolutamente,totalmente, inquestionavelmente, presos a múltiplas algemas, às circunstâncias e necessidades da vida, a compromissos sem fim, aos atrativos do mundo etc etc. E, sem dúvida, não sabemos como fazer para nos libertar delas! Não sabemos nem mesmo, pois a doutrina não nos dá elementos para saber, porq ou qual é a causa de um ser bom e de outro ser mau! E, se alguém é, por exemplo mau, tb a doutrina não lhe ensina como fazer para deixar de ser mau, e ser bom!! Podemos afirmar o mesmo com relação a todos os defeitos e imperfeições morais que possuímos! E veja, meu amigo, que nem mesmo sabemos qual é a causa de as prossuirmos!!

Vc disse que, se quisesse, mataria pessoas, certo? Então tenho de forçosamente lhe perguntar: porq vc não quer matar pessoas e não mata, ao passo que tantos outros querem e matam? Pois, se somos todos criados perfeitamente iguais, o que é faz que sua escolha seja tão gigantescamente desigual se comparada com as escolhas dos outros? Vc escolhe o verde, outros escolhem o vermelho!!! Qual é a explicação para isso?!

Diovani: Posso matar pessoas, se assim eu quisesse. Eu teria que responder por isso, arcando com punições tanto neste como no outro plano, entretanto, o fato de eu ter que responder por isso impede que eu seja livre? Ou eu sou livre porque escolho e sei que arco com o que escolho?

Luis: pois é exatamente isso que estou perguntando: qual é a causa de vc escolher fazer o que é errado, se pode escolher fazer o que é o correto? Ignorância, demência, vontade de desafiar o Todo Poderoso, de ir contra a Sua vontade? Lembre-se de que conforme a doutrina ensina, Deus nos criou simples e ignorantes, mas não nos criou mentalmente desequilibrados, ao ponto de, como os sádicos, escolhermos fazer outros sofrerem e, como os masoquistas, fazer que sofrimentos desesperadores caiam sobre nós mesmos!

E porq, Diovanni, vc considera que algo que escrevi, referente ao livre-arbítrio, seja uma falácia? Se vc bem refletir, raciocinar, questionar, vai constatar que isso que eu disse é a exata verdade! Procure se recordar de alguma escolha, uma única que seja, que em toda sua vida, vc tenha feito livremente! Vc não vai se lembrar de nenhuma, pois absolutamente todas as escolhas estão presas ao que aprendemos na vida; nenhuma escolha se origina de nós mesmos, de nossa mente e, devido a isso, podemos dizer sem medo de errar, que as escolhas não somos nós que as fazemos, mas que é a vida, essa escola do bem e do mal que frequentamos, que escolhe por nós, e é exatamente por isso que acertamos e que erramos!

Nada é culpa ou responsabilidade nossa e, assim, podemos afirmar que não existe nem culpas, nem culpados e, portanto, que somos todos inocentes. Erramos exatamente devido ao fato de a escola da vida nos convencer que, naquela circunstância em que estivermos vivendo, é mais conveniente escolher fazer isto, e não aquilo!

Nada absolutamente, se origina de nós mesmos, mas, exatamente, do aprendizado que adquirimos nesta escola do bem e do mal que é a vida, e é exatamente por isso que, ou acertamos, ou erramos.
Observe só: porq vc está agora sentado frente ao computador lendo, estudando, raciocinando, e digitando, em vez de estar numa praia, tomando uma água de coco gelada, se divertindo com os seus queridos? Porq é que num dia quente, vc escolhe tomar um copo de uma bebida gelada, em vez de escolher tomar um vinho quente? Porq é que vc escolheu seguir o espiritismo em vez do catolicismo ou qualquer outra doutrina? Lembre-se de que até o mestre Jesus disse que não seguimos seus ensinamentos devido a escolhermos segui-los, mas porq o Pai nos faz segui-los.

Diovanni: Por eu anos de idade a menos que o senhor, a premissa que o senhor deu é correta? Ad verecundum e egocentrismo ideológico. O senhor poderia, se possível, reformular sua compreensão de livre arbítrio?

Luis: não, meu amigo, isso nada tem a ver com idade ou com qualquer outra coisa que seja (embora o maior tempo de existência, possa oferecer maior tempo para estudar), mas com a compreensão!! E não há como reformular o que entendo em relação ao livre-arbítrio pois, como já disse, o entendimento que tenho dele é resultante da compreensão e, compreender ou não compreender, não depende de nosso querer, de nossa vontade, mas do que a vida nos convence ser o mais conveniente a faze, ou mais conveniente a não fazer! E onde é que aí vc encontrou egocentrismo? Sinceramente, não entendi!!

Diovanni: O livre arbítrio é a capacidade que eu tenho de poder nortear aquilo que eu desejo realizar ou não.

Luis: mas, é a respeito disso mesmo que estamos falando: se vc tem a capacidade de poder “nortear”, ou escolher o que quer fazer, porq é que, no passado (e mesmo no presente),vc se norteou ou escolheu fazer tantas coisas erradas, tomar tantos caminhos errados? Porq é que vc escolheu ter esse destino que tem, hoje, que lhe traz ansiedade, dores, sofrimentos, conflitos, desentendimentos, ignorância, medos e lhe faz realizar tantas ações erradas? Ou vc já está livre disso? Já não erra mais?

Diovanni: Vou pensar num exemplo absurdo a fim de ilustrar este comentário: o que lhe impede de chegar em casa certo dia e cometer suicídio? O senhor pode, então há à sua disposição, o livre arbítrio. Pode fazer o que bem entende.

Luis: pois é aí que está a razão de minha pergunta: porq (=qual é a causa de) vc podendo escolher não errar, escolhe errar??

Diovanni: ... o que lhe impede de chegar em casa certo dia e cometer suicídio? Talvez a família, a autoestima que desenvolveu durante toda a vida, o apreço em estar com aqueles que lhe são queridos, realizar suas atividades, os livros que quer ler. Talvez tenha seus motivos. O fato de dispor desses motivos injustifica seu livre arbítrio; em outras palavras, deixa de ter livre arbítrio em decorrência de ter motivos que o impedem de, voltando ao exemplo, se matar?

Luis: meu querdido, se eu possuísse a liberdade de escolher, porq eu escolheria (pergunta feita acima) sofrer e fazer outros sofrerem, se poderia escolher ser feliz e fazer os outros felizes? Tente uma resposta, Diovanni!

Diovanni: Nós somos livres, podemos fazer o que bem entendemos, traçar o rumo de nossas vidas a partir de nossas escolhas.

Luis: nunca, meu jovem, absolutamente nunca podemos escolher fazer o que bem entendemos! Como já disse, sempre fazemos exatamente o que a vida nos convence que é o mais conveniente fazer, em quaisquer e todas as situações em que nos encontramos! E nós, como seus escravos fiéis, a obedecemos cegamente.

Diovanni: Contudo, a liberdade, em seu ponto de vista, implica na ausência de uma ordenação maior? Vou considerar todas as possibilidades: se não, somos livres apesar de estarmos submetidos a uma regência ou vinculados a questões temporais, certo? O que, a seu ver, nos impede a efetivar a liberdade, então?

Luis: já lhe disse: as múltiplas algemas com as quais a vida nos mantém presos! Observe que nem mesmo estando numa condição semelhante àquela dos mais puros espíritos, ou como dizem outros, “sentado à direita de Deus” e usufruindo de todas as benesses que disso lhe virá, vc, do mesmo modo que eles, não estará em total liberdade. Sempre estará preso a alguma coisa, e será essa prisão tanto mais forte qto mais vc crescer espiritualmente!

Diovanni: Por outro lado, se o senhor compreende que não somos livres porque a liberdade deve ser alheia a submissões de qualquer ordem, talvez essa problemática do livre arbítrio seja puramente semântica para o senhor: o senhor compreende que a liberdade deve ser plena, sem a regência de qualquer coisa ou ser (o Estado, uma divindade ou muitas delas, a esposa, o chefe). ~

Luis: acrescente a essas os desígnios, a vontade, as leis de Deus etc.

Diovanni: ... Preciso saber qual é sua compreensão de liberdade para poder responder-lhe com maior adequação. Ser livre seria dispor da própria vontade, escolher e assim, traçar seu caminho no mundo, com ou sem uma ordenação maior? Ou, quem sabe, seria outra coisa? Gostaria de saber a respeito.

Luis: minha compreensão de liberdade deve ser exatamente igual a sua! Uma condição absolutamente destituía de qualquer algema, ou prisão!
.

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